

Agora sim: Bom feriadão!!!!










Olha a Ril na foto do topo!
No feriado terminei de ler o livro "Anybody Out There" da Marian Keyes. Nunca tinha lido livros desta autora. Já a conhecia de nome e seus livros sempre me chamaram a atenção pelas capas coloridas, mas nunca tinha tido vontade de lê-los. Num domingo de Março, durante um passeio no shopping, entrei na Saraiva e me deparei com o livro da foto. Fiquei encantada com a capa e resolvi ver do que se tratava. Folheei o livro um pouco e comprei. Aliás, o preço estava muito bom, R$22,00 por uma edição em Inglês, formato pocket book. 

Ultimamente anda difícil escolher qual a roupa para ir ao trabalho. Não tenho acertado. Ou vou com agasalho demais e volto para casa carregando tudo ou vou com pouco agasalho e passo frio. Está ridículo. Terça-feira fui trabalhar de calça, camiseta e levei um casaco fininho. Saí de casa o clima estava ameno. De repente começou a esfriar. Cheguei no trabalho morrendo de frio. Resultado: comprei um agasalho na hora do almoço. Uma blusa de tricô linda, marrom escura, para combinar com o resto do visual daquele dia. Dia seguinte, dia nublado e vento frio. Coloquei a blusa nova. Resultado: o sol apareceu e o clima esquentou. Passei calor. E para completar o meu infortúnio, na hora de voltar para casa começou a chover e peguei um ônibus lotado e quente. Péssimo. Irritante esta variação de temperatura, eu não consigo conviver com isso. Eu sempre fui indecisa para me vestir e agora tenho que lidar com este complicador, o clima mutante de São Paulo. O que mais quero agora são estações do ano bem delimitadas. Mas é impossível, eu sei...
Por falar em roupas, ontem como sempre fui dar umas voltas pela João Cachoeira depois do almoço. Gosto de olhar as vitrines cheias de roupas legais. De vez em quando caio em tentação e compro alguma coisa. É um perigo trabalhar em um lugar rodeado de lojas legais, mas eu tenho lidado bem com isso até agora. E durante o meu tour habitual me deparei com algo que nunca tinha visto antes. Uma cueca cor-de-rosa! Rosinha bebê para ser mais exata. Cueca marca Lupo, tipo boxer. Confesso que isso me chocou! Sério, fiquei tentando imaginar um homem com aquela cueca. Não consegui. É engraçado como a gente acaba se prendendo aos padrões. Sempre aprendemos que homem não pode usar coisas de cor rosa. Não é cor de homem e ponto. Nos últimos tempos isso tem mudado um pouco, hoje é comum vermos homens com gravatas em tons rosas e lilás e com camisas e camisetas rosas.Tem algumas camisas rosas que acho legais e que ficam realmente bem neles. Ainda causa alguma estranheza, confesso, mas já consigo encarar como coisa normal. Mas nunca tinha sequer imaginado que esta liberdade cromática havia chegado nas roupas íntimas masculinas. Acho isso bem legal, pois é muito entediante usar roupa íntima sempre da mesma cor. Eu gosto de tudo colorido. Gosto de lingerie com cor fora do convencional, em geral tento variar bastante a cor na hora de comprar. Acho que a calcinha com cor mais estranha que tive foi verde oliva. E claro que tenho coisas em cor bege. Tem que ter, é imprescindível, pois dependendo da roupa que se usa não dá para colocar uma lingeria roxa, né? Pois nisso eu sou das antigas ainda, roupa de baixo é para ficar ali escondidinha, sem chamar mais atenção que a roupa de cima. Sinceramente acho deselegante quando a cor do sutien "briga" com cor da roupa. Prefiro tudo ornando. Mas hoje não sou tão cri-cri com isso, não me importo mais se coloco uma regata e a alcinha do sutien fica aparecendo. Mas desde que a alça seja da mesma cor da camiseta, é claro!
E vocês? Gostam de cores nas roupas de baixo?



Confesso, estou sem assunto. Na verdade tenho muitos assuntos sobrevoando a minha cabeça, mas nenhum está maduro o suficiente para virar um post. Junte-se à isso o cansaço de uma semana complicada e o resultado é uma blogueira que já começou e apagou este post umas 7 vezes.
Odeio sair para almoçar tarde. Em geral meio-dia já estou no hall esperando o elevador para descer os 20 andares que me separam do solo. Mas ontem não teve jeito. Eram 11:55 e triiiiiiiiiiiimmmmm!!!! Cliente cheia de problemas no telefone. Fiquei uns 20 minutos tentando resolver todos os enroscos e quando consegui sair já era tarde demais. Me deparei com o que sempre tento evitar: restaurantes lotados. Eu sempre almoço em restaurantes por quilo, fico variando entre dois que são bem próximos ao trabalho e ambos têm comida honesta, nada assim maravilhoso, mas não posso reclamar. Ontem ao passar pela porta do restaurante 1 eu nem tive coragem de entrar, a fila quase alcançava a porta. Segui então para o restaurante 2, estava cheio também, mas com uma fila mais aceitável. Entrei e peguei meu prato e bandeja. Pesei o prato e parti em busca de um lugar para sentar. Tive sorte, uma mesa ficou vazia na hora que eu iniciava minha busca. Mesa pequena, dois lugares. Mas minha alegria durou pouco, apareceu uma menina, apontou para a cadeira vazia e perguntou:"Está ocupada?" Respondi o óbvio :"Não." A menina se sentou. Ela fez a pergunta errada, pois devia ter perguntado se poderia se sentar ali, na "minha" mesa. Mesmo se fizesse a pergunta certa eu não falaria para ela não sentar. Não teria coragem, mesmo sendo isso o que eu mais quisesse. Não gosto de dividir a mesa com quem eu não conheço. Fico intimidada na hora de comer. Prefiro a solidão do que sentar-me com um estranho. Eu não sou nada sociável nestas ocasiões, não sei interagir com estranhos. Mas não tenho como evitar, pois não teria coragem de falar não. Enfim, almocei com a estranha.
Hoje em dia está cada vez mais complicado não saber o que vai acontecer na novela, seriados,filmes e até em livros. No caso de novelas, sempre foi mais complicado, pois as revistas de fofoca sempre trouxeram os resumos da semana, mas bastava não olhar para as capas das revistas na banca de jornal para ficar sem saber os acontecimentos dos próximos capítulos. Mas agora é praticamente impossível fugir dos spoilers. Nos portais de internet os jornalistas não têm o menor cuidado e colocam o maldito spoiler já na chamada da matéria: Fulana descobre no altar que é irmã do noivo. Pronto, quando eu me dou conta eu já li e sei de tudo. Fico com muita raiva quando isso acontece. Com a novela Desejo Proibido eu já desencanei, impossível não saber o que vai acontecer, sempre tem spoiler nos sites do Terra e do UOL, não preciso nem procurar, eles parecem que pulam na minha frente. Eu gosto da surpresa, de descobrir o que vai acontecer no momento em que acontece. Saber antes rouba um pouco da emoção e estraga qualquer supresa.Quando eu me interesso por um filme evito ler críticas antes de assistí-lo. Até de trailers eu prefiro manter distância, pois ultimamente os trailers contam o filme todo. Se eu já sei tudinho o que vai acontecer para que ver o filme, né?
Custa tomar um pouco de cuidado e avisar o incauto leitor que o texto contém spoilers? Com uma frase no começo da matéria o problema é resolvido. Mas poucos fazem isso. Por isso eu não leio reportagens sobre Lost, pois sempre tem um spoiler no meio de tudo. Sempre. E também só entro na Comunidade de Lost no Orkut depois de assistir ao episódio da semana, pois sempre tem um panaca que coloca o spoiler no título do tópico.
Como eu não gosto de saber, eu evito contar detalhes de filmes, seriados e afins aqui no blog. Quando é inevitável, quando eu "preciso" comentar sobre algum detalhe eu aviso. Assim, lê quem quer. E percebo que muitos amigos blogueiros adotam esta tática. Isso me deixa bem contente!
Enfim, não me contem porque eu não quero saber. Pena que é tão difícil ficar na "ignorância" nesta era da informação instântanea...Mas eu não desisto!
Nos últimos dias li duas reportagens ( uma no UOl e outra no Estadão) que debatiam sobre a publicação de posts pagos. Não trata-se de um blog corporativo, onde alguém recebe para escrever um blog dedicado a uma empresa e seus produtos, e sim um post pago para comentar sobre um produto. Isso me chamou atenção, pois eu nunca tinha pensado nesta possibilidade, de escrever um post pago. E esta possibilidade não me agradou, pois compromete a integridade de um blog. Eu não me sentiria bem lendo um post sabendo que aquilo foi pago, ou seja o blogueiro está recebendo para falar bem do produto, fazer propaganda. Como posso acreditar na autenticidade deste blogueiro depois disso? O atrativo de um blog é a autencidade do autor, suas idéias e seu estilo. Aceitando pagamento para postar sobre um assunto determinado o blogueiro estará "traindo" a sua essência. Não quero ser purista e até confesso que adoraria virar uma blogueira profissional, mas faria questão de separar bem as duas instâncias: o blog pessoal e o profissional. Nunca aceitaria fazer um post "anúncio" por aqui. Mas aceitaria de bom grado a empreitada de ser paga para escrever um blog para uma empresa. Pois neste caso tudo ficaria às claras, os leitores saberiam que trata-se de um blog para este fim. Fazendo um post pago aqui eu desvirtuaria o blog, pois este canto aqui não tem amarras com ninguém, só presto contas à minha auto-censura, que decide o que devo ou não dividir com vocês. 



Mês passado o Stumble me fez descobrir um site muito bacana, o Songza. É um site de música, mais precisamente para ouvir música. Tudo bem simples, tem uma ferramenta de busca e lá você coloca o nome da música ou do cantor/banda que você quer ouvir. O site disponibiliza a relação dos resultados que se encaixam no que você buscou e pronto. Basta clicar e ouvir a música. Se quiser ver o vídeo também dá. Tem ainda opção para comprar a música, que leva o ouvinte para a página da Amazon. E o site também oferece os códigos para colocar um player no blog.
Quando chega esta época de declaração de imposto de renda eu fico um tanto revoltada. Além de tudo que tiram do meu salário todo mês, o governo ainda tira mais. Como eu não tenho dependentes humanos, não tenho como escapar de pagar o imposto. Não há o que descontar. Enfim, logo terei que ir ao banco pagar o imposto. Pago com raiva e xingando o governo. Teoricamente este dinheiro seria um pagamento por eu usufruir dos serviços do governo. Mas quem diz que há o que possa ser usufruido? Não há. Os serviços de saúde do governo são uma lástima, só para dar um exemplo básico, não se pode depender deles. Assim o dinheiro é tirado de mim, e de todos os brasileiros honestos que pagam imposto, e toma um rumo desconhecido. Pois não vemos nenhum dos serviços públicos melhorar. Se eu visse que o meu imposto está servindo para melhorar a vida dos que não tem outra alternativa e dependem do governo, ficaria conformada. Mas não se vê isso. Vemos apenas os políticos com cada vez mais regalias, cada vez mais casos de corrupção e o bolsa esmola crescendo. O dinheiro dos impostos está servindo para "comprar" votos dos pobres, que ficam agradecidos com a bondade do governo federal e vão votar no candidato no nosso presidente nas eleições. E assim o ciclo vai continuar e nada vai melhorar. Vamos continuar a pagar cada vez mais impostos. Que inveja dos suecos! Eles pagam tanto impostos quanto nós e lá tudo funciona. É outro mundo. Enfim, só me resta me conformar. 
