terça-feira, 31 de março de 2009

A calça xadrez


Demorei, mas aqui está a foto da minha famosa calça xadrez. Eu já estou me acostumando a usá-la, estou me sentindo à vontade com ela. E acho que já aprendi a combinar os demais itens de vestimenta com ela. Esta foto foi tirada no último sábado, depois que voltamos do jantar no restaurante Japonês Tanaka. Ops, errei, não é Tanaka, é Taki! Aliás, neste dia eu consegui confundir o nome do restaurante e da rua. Um horror, acabei parando em lugar errado, pois existe o tal restaurante Tanaka aqui perto. Me confundi porque os dois têm nome que começam com T e ficam em ruas que começa com J. Aí me perdi mesmo. Mas Ainda bem que ficam perto um do outro e o erro de localização foi rapidamente corrigido e jantei no restaurante certo. :)
É, tem horas que me confundo mesmo, fico perdida. Já nem me importo mais, sei que acontece, o jeito é achar graça e consertar o erro. Eu só fico chateada quando alguém me pede informação na rua e eu acabo dando a indicação errada. Já aconteceu algumas vezes e eu percebi tarde demais. É algo arriscado de se fazer, perguntar para mim onde fica uma rua aqui no bairro que comece com a letra J. São muitas e eu sempre as confundo. Troco os nomes e a localização de maneira absurda. Por isso que às vezes prefiro falar que não sei, melhor do que mandar a coitada da pessoa desorientada para o lugar errado.

Acho que preciso é de um GPS. :)



segunda-feira, 30 de março de 2009

Não mais chamadas indesejadas


Na semana passada teve início o cadastro dos telefones para o bloqueio de ligações de telemarketing através do site do Procon de São Paulo. Esta ação está embasada na lei estadual que permite ao consumidor optar se deseja ou não receber as tais ligações que oferecem produtos e serviços. Quando ouvi sobre a lei pela primeira vez fiquei feliz, pois estas ligações são um tormento. Basta passar uma tarde em casa para se ter noção de como estas chamadas tiram o nosso sossego. O telefone não pára e quem está do outro lado da linha é insistente e não aceita um não como resposta, o que obriga quem atende a tomar medidas mais drásticas como desligar na cara ou ser mal educado. Eu já perdi a minha paciência com este tipo de ligação há tempos. Hoje em dia se percebo que a ligação é de central de atendimento já desligo na hora, nem dou tempo da pessoa falar. Se não percebo e a pessoa fala eu já digo que quem ela procura só estará em casa depois das 23 horas, horários que eles já estão proibidos por lei de ligar, e isso garante ao menos umas semanas livres das ligações daquela empresa. Eu sempre achei uma invasão de privacidade estas empresas ligando para a residência das pessoas, e agora para o celular também, para oferecer seus produtos. Se eu quero um produto eu procuro a empresa, não quero que ninguém me ofereça.

Quando soube que o bloqueio das ligações de telemarkentig entrou em vigor já corri para fazer o bloqueio do meu telefone. Foi bem rápido. Acessei o site do Procon e escolhi a opção de bloquear o telefone. O site pede os dados do dono da linha como nome e o CPF. Isso informado, o consumidor pode listar até 5 números de telefones que deseja bloquear, desde que todos estejam registrados em seu nome. Feito isso o site envia um email para confirmação do cadastro e que possibilita criar uma senha de acesso à página de bloqueio, assim, a pessoa pode alterar os dados ou mesmo pedir o desbloqueio. A partir de maio as empresas terão que respeitar a lista dos telefones bloqueados, não podendo fazer ligações para os números ali listados.

Claro que as empresas que se utilizam da prática de telemarketing ativo já estão chiando, mas elas estão erradas. A lei é apenas para proteger o consumidor que não gosta deste tipo de abordagem e que não tinha como se defender. Não é uma proibição, quem não fizer o bloqueio poderá receber as ligações. Agora, se uma grande maioria pedir o bloqueio será evidente que está prática de vendas atormenta mesmo e não é muito eficaz para conquistar novos consumidores.
Eu sinceramente espero que a lei funcione, que o meu desejo de não receber ligações deste tipo seja respeitado. Quero voltar a ter sossego no meu lar.


sábado, 28 de março de 2009

Não vou apagar a luz


Eu não vou apagar as luzes hoje às 20:30 h. Muito menos vou desligar a televisão ou tirar os demais aparelhos da tomada. Eu acho uma bobagem esta campanha das luzes apagadas que acontece hoje. Não vou abrir mão do meu conforto em prol de uma campanha que é pura demagogia e que não vai trazer benefícios reais para a preservação do nosso planeta. Eu já faço bem a minha parte. Não desperdiço nem água e energia elétrica. Fecho as torneiras quando escovo os dentes e na hora de lavar louça só abro a torneira depois que ensaboei tudo. Em relação a luz, nunca deixo a luz acesa em um quarto vazio. Mas sempre deixo tudo na tomada, do microondas ao dvd, pois acho besteira isso. Pois tirar os aparelhos da tomada representa uma economia ínfima e gera transtorno. Eu não tenho paciência para acertar a hora do microondas toda vez que quiser usuá-lo, por isso ele sempre fica na tomada. A minha maior contribuição mesmo em termos de boas ações ecológicas é a reciclagem. Há alguns anos levo isso à sério e reciclo muito coisa. Isso eu faço bem certinho, lavo tudo antes de colocar para reciclar. Acho que hoje reciclo 90% dos itens recicláveis que aparecem por aqui. Não chega à 100% porque às vezes a preguiça ataca e acabo jogando algumas coisas direto no lixo, por não querer lavá-las. Hoje está muito mais fácil reciclar, pois aqui no meu prédio há coleta seletiva, então é só deixar o lixo reciclável separado que ele é recolhido e encaminhado para reciclagem.
Havendo bom senso é possível usufruir das facilidades da vida moderna e ao mesmo tempo contrinuir para a preservação do planeta. Não vejo razão para abrir mão do conforto alcançado em nosso dia a dia, isso é exagero. Nisto os ecologistas erram a mão. Eu gosto do conforto que a vida moderna me proporciona e não estou a fim de abrir mão deles. Por isso não apagarei a luz hoje e sempre a ligarei quando for necessário. Afinal a energia elétrica é para isso, para facilitar a nossa vida.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Nada de post hoje


Acabou a pilha da blogueira. Por isso, hoje não tem post. Com o cansaço acumulado vem junto a falta de assunto para colocar aqui. Até me espanto por ter conseguido postar durante a semana toda, achei que no meio da semana já não teria mais assunto. Na verdade nem é falta de assunto, idéias não me faltam, o problema é que o cansaço atrapalha a elaboração das idéias, e assim fica difícil escrever.
Antes que perguntem, sim eu tentei dormir depois que voltava do trabalho, mas não consegui. Ou tinha muita coisa para arrumar por aqui, afinal a blogueira também é dona de casa, ou o Sam não me deixava dormir. Aliás, ele é um dos responsáveis pelo meu cansaço acumulado. Ele anda muito irriquieto de manhã, antes das 6 já está perturbando e não tem como dormir mais. Pelo menos eu sei que isso é fase, já aconteceu outras vezes e ele voltou ao normal depois, sem bem que o normal dele não é lá muito pacato.
Claro que eu também tenho culpa no meu cansaço acumulado, pois continuo dormindo tarde. Não consigo ficar sem ver o BBB, aí acabo dormindo tarde. Não há corpo que aguente, dormindo tarde toda noite e acordando 6 da matina para ir trabalhar. A pilha acaba mesmo. A minha está no finalzinho. Mas a minha sorte é que hoje já é sexta e daqui algumas horas o fim de semana já vai começar. Pretendo ficar quietinha em casa a maior parte do tempo e descansar muito.

Bom fim de semana e até segunda!!!!


quinta-feira, 26 de março de 2009

Alta Definição

Há algumas semanas Wally apareceu com um conversor de sinal de tv digital. Assim finalmente a tão falada tv digital chegou ao meu lar. Mas só o conversor não basta, ele não faz nada sozinho, ele precisa de uma boa antena UHF para captar o sinal das emissoras de tv. A primeira tentativa que fizemos foi com uma antena Plasmatic, aquela em forma de pirâmide, que para mim foi muito útil quando a MTV estreou por aqui com o sinal em UHF e sintonizava direitinho. Mas com a tv digital esta antena nem fez diferença. Não conseguiu captar sinal algum. Então Wally improvisou uma antena com um fio e pendurou na rede de proteção da janela da sala. Funcionou, o sinal ficou bom, mas toda vez que passava um avião tudo sumia. O que é um grave problema, pois por aqui passa avião direto. Então Wally começou a procurar uma antena boa, mas só se deparou com antenas com preços absurdamente altos. Desistiu de comprar e resolveu fazer uma antena. E fez. O resultado está na foto que ilustra este post. E a antena saiu baratinho, praticamente de graça. O pedaço de madeira ele encontrou em uma caçamba na rua, as hastes da antena foram feitas com cabides ( que ele pegou do meu guarda-roupa) e os outros itens ele já tinha por aqui. O resultado foi perfeito, o sinal do conversor ficou estável, não há avião que faça a imagem tremer. Agora posso dizer que tenho tv digital em casa. :)

Eu fiquei realmente impressionada com a qualidade da transmissão digital. A imagem tem uma nitidez absurda e as cores são vibrantes. A gente consegue perceber detalhes das roupas e cenários como nunca antes. Tudo fica muito mais realista, mais bonito. E agora eu entendo e dou razão para as atrizes que tinham medo da tv digital. A precisão da imagem é cruel e revela cada pequena imperfeição do rosto. Tem que ter muita coragem para aparecer em uma transmissão digital, eu não sei se teria. Sério, não quero aparecer na tv digital, ela é muito reveladora.
Notei que a programação em HDTV na tv brasileira é ainda rarefeita. A Globo, por exemplo, transmite em alta definição somente a novela Caminho das Índias, os jogos de futebol e os filmes que passam à noite. Talvez tenha mais um ou outro programa com esta transmissão, mas eu ainda não encontrei. A novela das 8 é um deslumbre em HDTV. As roupas dos indianos ganham uma beleza estonteante, é possível notar cada relevo dos tecidos das roupas, os bordados ganham destaque, ficando quase em alto relevo. Os cenários ficam mais reais e bonitos. Eu estou encantada com tanta beleza e perfeição das imagens. Realmente não pensei que ficaria entusiamada neste tanto pela tv digital, eu escutava as pessoas falando e achava que era exagero. Hoje sei que não é.
O conversor é somente para os canais da tv aberta. Para os canais de tv à cabo é necessário se sujeitar à cobrança abusiva que eles impõem ao consumidor. É preciso pagar cerca de 800 reais pelo conversor (o meu custou bem menos que isso), que mesmo assim continua sendo de propriedade da operadora de tv, e além disso , há uma taxa mensal pelo uso do aparelho. Ou seja, você paga pelo conversor e mesmo assim continua a pagar um aluguel para poder utilizá-lo. Um absurdo. Enquanto continuar assim, não vou ver os canais à cabo em sinal digital. É muita exploração.

Acho que ainda vai demorar muito para que tenhamos transmissão em sinal digital para valer nas emissoras daqui. Mas o conversor acabe melhorando até as imagens que são feitas da maneira convencional. Assim vale a pena ter o conversor, que garante imagens nítidas e estáveis. Não mais fantasmas na tela ou imagens com interferências. :)




quarta-feira, 25 de março de 2009

Paraíso


Semana passada foi a estréia da novela Paraíso, exibida às 18 horas pela TV Globo. Eu estava esperando ansiosamente por esta estréia, pois eu assisti à primeira versão da novela que foi ao ar em 1982. Na época eu tinha 11 anos e suspirava pela história de amor entra a Santinha e o Filho do Diabo.
Paraíso é uma novela da qual sempre tive saudades e quando eu soube que ela seria produzida novamente fiquei emocionada. Gostei muito da escalação do casal de protagonistas, Natália Dill está perfeita como Santinha, linda, doce e com uma certa amargura no olhar. Eriberto Leão, lindo como sempre, está cativante no papel de Zeca ( este é o nome do filho do demo) e com um sorriso sedutor. O romance deles é lindo e cheio de obstáculos. Se esta versão respeitar a história original, os dois só ficarão juntos de vez no último capítulo e até lá o Zeca vai tocar muito o seu berrante para chamar a Santinha. Ele toca o berrante, ela suspira e eu suspiro junto.




O vídeo é da cena quando os dois se vêem pela primeira vez. Cena linda.


A novela está no comecinho, ainda é cedo para dizer que a novela é boa. Eu estou gostando muito, mas acho que há cenas que têm um tom muito forçado e que isso podia ser melhorado. Querem à todo custo dar um tom de comédia na novela e a história principal é um drama romântico, assim a história de amor fica muito deslocada do resto da novela. Mas no geral, a novela está bonita e gostosa de assistir. Se continuar nesta levada, e deixando as cenas cômicas mais sutis, tem tudo para ser uma novela maravilhosa e entrar para a seleta lista das minhas novelas preferidas.






terça-feira, 24 de março de 2009

Sushi For Beginners


Terminei de ler "Sushi For Beginners", da autora Marian Keyes, ontem no final da tarde. O livro foi lido praticamente todo no trajeto casa-trabalho-casa. Só o finalzinho li deitada no sofá da sala, pois não ia aguentar esperar a hora de ir para o trabalho para ler as últimas páginas. Gosto muito de ler no ônibus, pois é um jeito de aproveitar o tempo de viagem até o trabalho, que assim deixa de ser um tempo perdido. Gostei do livro, mas ele realmente só me entusiasmou no final, quando as histórias das 3 protagonistas estavam chegando em seus momentos conclusivos. O que mais gostei do livro é que ele é bem realista, pois nos mostra a vida de três mulheres na casa dos trinta anos que estão em conflito com seus anseios e tentando encontrar o melhor caminho. Elas vivem um eterno conflito entre a vida ideal e a vida real. Buscam alcançar o que idealizaram , mas ao mesmo tempo se deparam com frustrações e percebem que a tal vida ideal não é perfeita e tão pouco supre suas necessidades e desejos. É aquele velho dilema da divisão do tempo entre vida profissional e vida pessoal. É possível anular um lado para vivenciar o outro intensamente? Isso basta ou em alguma hora vai bater o arrependimento por deixar de viver uma parte da vida ? O livro discorre sobre isso tudo, mostrando a vida delas, que se entrelaçam a todo momento. Tudo sempre com muito bom humor, sem deixar de levar à sério a história que se propõe a contar.
Eu sempre fiquei curiosa com este livro por causa do título, sempre me intrigou a palavra sushi na capa de um livro que se passa em Dublin, na Irlanda. Agora matei a curiosidade, mas achei que demorou muito para que o título fosse explicado na história, mas garanto que faz todo o sentindo.




segunda-feira, 23 de março de 2009

Sorvetão + Cinemão


Sábado foi dia de passear o dia todo. Renata e Gabriel vieram nos visitar. Fazia exatamente um ano da útima visita deles e já estava mais do que na hora de eles repetirem a dose. Começamos nosso dia de passeio almoçando no Outback aqui de Moema. Fomos andando até lá, assim eles conheceram um pouco mais do bairro. Como chegamos cedo ao restaurante, escapamos das filas de espera demoradas que são comuns por lá. Na verdade nem almoçamos direito, pois pedimos apenas batata frita e a cebola e depois partimos direto para a sobremesa. Pedimos o sorvetão da foto. Enorme e delicioso. Claro que eu não ia conseguir comer um sorvete destes sozinha, então dividi com Wally.
Depois do almoço fizemos uma parada na ToK & Stok da Av. Ibirapuera. Sempre é bacana passear pela loja, sempre tem coisas lindas e inusitadas.


No meio da tarde fomos conhecer o IMAX lá no Shopping Bourbon. Imax é um cinema que conta com uma tela gigante e exibe filmes em 3D. Eu estava bem curiosa para conhecer o cinemão, que foi inaugurado em janeiro deste ano. E demos sorte de conseguir ingressos para a sessão das 16:30 h, chegamos no shopping e pegamos os 4 últimos ingressos, tá certo que os lugares não eram os ideais, mas mesmo assim não queríamos perder a chance de conhecer o cinema. Ficamos na primeira fila e deu para ver direitinho e sentir o tal efeito 3D turbinado. O filme que vimos foi "O Fundo do Mar", um documentário sobre os animais que vivem no mar da Califórnia. Realmente a projeção impressiona. Nunca tinha ido num cinema 3D assim. Eu parecia uma criança querendo "pegar" as àguas-vivas que nadavam bem na minha cara. Em muitas cenas eu fiquei com a sensação de estar em um submarino, parecia que eu estava passeando por aquelas águas. Foi bem bacana mesmo, eu adorei. Só não gostei dos óculos, que apertam muito. Saí da sala com a marca da pressão dos óculos no nariz e na testa. Deveriam fazer os óculos mais confortáveis, pois chega um ponto que incomoda muito e fica difícil assistir o final do filme com aquele aperto na cara, ainda mais para mim, que acabo acumulando dois óculos.
Depois do filme demos uma volta pelo shopping e Wally acabou fazendo uma compra e tanto: comprou o castelo do Rei Arthur. Ele está feliz da vida com o novo brinquedo e contou isso lá no blog dele.

E nosso sábado terminou com a gente, mais a mamãe e Sugarbaby, aqui em casa jogando video-game, comendo pizza e bolo prestígio. Foi um belo dia! :)




sexta-feira, 20 de março de 2009

Mais sorrisos


Resolvi dar uma olhada no que estava escrito no meu perfil do Orkut, pois nem lembrava mais o que eu havia colocado lá, pois preenchi aquilo uma vez só, quando fiz a minha inscrição no site e isso já faz uns 5 anos. Na parte "Quem sou eu" me deparei com uma frase muito bacana e que realmente tem muito a ver comigo, com o meu jeito otimista de ser :

"A vida é curta...

Quebre regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente e nunca deixe de sorrir por mais estranho que seja o motivo.
A vida não pode ser a festa que esperávamos mas enquanto estivermos aqui, devemos dançar...."



Nem lembro onde encontrei esta frase, mas acho que faz pouco tempo, pois isso foi a última coisa que mudei naquele perfil. Mas isso não não importa. O que importa é que esta frase me faz sorrir. A vida não é perfeita para ninguém, sempre haverá algo incompleto em nossas vidas, alguns problemas que parecem sem solução e uma frustração aqui, outra ali. Mas nem por isso devemos olhar a vida de uma maneira pessimista. Temos que saber aproveitar os bons momentos que a vida nos oferece, pois são estes bons momentos que nos dão força para aguentar todo o resto. A vida fica mais leve se a gente dá valor às pequenas alegrias e não aumenta o peso dos problemas. Claro que na prática isso não é tão fácil, mas no fundo é questão de hábito. Tem gente que se acostuma a reclamar da vida e fica sempre com aquela ladainha que tudo está ruim, assim nada melhora mesmo e tudo parece pior do que é. Eu sempre dou espaço para momentos bons, e me permito ficar alegre por causa de coisas corriqueiras, como quando toca no rádio alguma música que eu gosto, quando vejo os aviões passando baixinho por aqui, vejo um gatinho na rua, quando olho para a lua cheia, quando o clima refresca, quando leio algum post bacana e muitos outros fatos simples, mas que me ajudam a manter um bom astral. Se eu afirmar que estou sempre de bom-humor estarei mentindo, mas evito ficar focada nas coisas ruins, tento sempre espairecer e escapar do stress. Em geral eu consigo. :)

Bom fim de semana!


Nota da blogueira: Este post é dedicado à Dany, que anda reclamando que tem gente demais reclamando da vida perto dela. Dany, manda o povo ser mais positivo e parar de reclamar!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Gula



Com o calorzão dos últimos tempos eu virei uma consumidora compulsiva de sorvetes. Mas não é qualquer sorvete não. Só serve um : picolé Tablito da Kibon! Fazia muito tempo que eu não tomava este sorvete. Ele foi lançado na época que eu estava no colégio e adorei o sorvete logo de cara. Na verdade o que eu gosto mesmo nem é o sorvete em si, mas o chocolate que tem dentro dele. Eu vou comendo a parte de fora, tomando cuidado para deixar o chocolate inteirinho e depois o como sozinho. É meio complicado, pois o sorvete vai desmontando durante a minha tática, por isso só tomo quando estou em casa, para evitar passar vergonha na rua e ficar com a cara toda lambuzada como uma criança de 4 anos. Agora na geladeira sempre tem um um bom estoque de Tablitos, vou na padaria da esquina e compro uns 6 de cada vez. Aliás, preciso comprar mais um lote, pois só sobrou um no congelador. O curioso é que não enjôo. E olha que no ritmo que ando comendo Tablitos já deveria ter enjoado. Hum, este post está me dando vontade de comer o meu último tablito...


Antes da onda Tablito começar eu estava fissurada no Sonho de Valsa Trufa. Não sou de comer muito chocolate, mas este aí eu como vários seguidos. É uma delícia. Mas agora estou dando um tempo no Sonho de Valsa, pois com o calorzão não consigo comer chocolate. Então o deixei um pouco de lado até o clima dar um refresco. O único problema deste Sonho de Valsa é que só é vendido na embalagem de coração. É um coração de plástico, bonito mas nada prático de manusear. E nesta embalagem vem poucos bombons. Só em lojas de atacados de doces que há uma embalagem extra-large que vem um montão de bombons. Uma vez fui com a Sugarbaby num atacadão e comprei. Foi uma maravilha, fiquei com um bom estoque de bombons aqui e durou bastante, mesmo eu comendo direto.

Eu não sou uma pessoa de comer muitos doces, mas quando gosto de algum, como o Tablito ou o Sonho de Valsa fruta, fico compulsiva. Como sem parar.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Bem escrito



Sempre gostei de escrever, mas estou longe de ser uma escritora, pois não sei lapidar um texto, não sei fazer arte com as palavras. Apenas tento colocar em letrinhas as minhas idéias e sentimentos, sempre no meu estilo bem informal, pois não sei escrever de maneira rebuscada. E se soubesse não o faria aqui no blog, pois soaria falso, não seria eu. Quando me deparo com um texto bem trabalhado eu até me emociono, fico impressionada com a capacidade do autor de conseguir a combinação perfeita.
Aconteceu isso esta semana, me deparei com um texto em Inglês que me impressionou tanto pela construção do texto como pelo conteúdo. O texto é de uma peça publicitária e que fala da vida moderna, de como a vida está desestruturada e a vida das pessoas está de ponta cabeça, com os valores trocados , o dinheiro vindo sempre antes de tudo e os laços entre as pessoas estão cada vez mais superficiais. Ali naquelas palavras encontramos um triste reflexo do mundo de hoje. Ao terminar o texto o sentimento é de angústia, mas o mesmo texto, com as mesmas palavras, consegue nos passar esperança. Como? Basta lê-lo de trás para frente e o texto transforma-se numa mensagem de esperança, dizendo que não queremos um mundo assim e que depende da gente. O texto é muito bem construído, cada frase encaixa perfeitamente na outra, o texto flui de maneira impressionante. Não há nada fora do lugar, nenhum encaixe forçado. Eu fiquei realmente encantada com este texto de mão-dupla, o trabalho de construção dele deve ter sido difícil. Tirando os momentos onde a inspiração cai do céu e um texto saí prontinho, escrever dá trabalho e muitas vezes é difícil. Encontrar a palavra certa, a maneira certa de dizer algo pode ser árduo e encontrar um texto onde o autor consegue passar com perfeição uma mensagem, não importando a ordem de leitura do texto é para mim algo admirável.

Aqui está o vídeo com a peça publicitária:





A primeira vez que vi eu fiquei intrigada, pensando se tinha alguma coisa mal estruturada, porque me parecia impossível ser tão perfeito. Vi de novo e confirmei que era mesmo um texto muito bem elaborado. É bom ver algo tão bacana assim. :)

terça-feira, 17 de março de 2009

Iron Maiden

foto publicada no portal do IG

No domingo eu fiz um juramento, prometi a mim mesma que nunca mais vou a um show realizado no Autódromo de Interlagos. Nunca passei por tanta provação para entrar num show, foi um caos jamais visto, uma desorganização completa e uma tremenda falta de respeito com o público que pagou caro para estar ali.

Wally e eu fomos de trem da CPTM
até o autódromo, foi uma viagem até que longa, pois o autódromo longe de onde a gente mora, mas eu adorei o passeio. Nunca tinha andado na linha Esmeralda e pegamos trens limpos e confortáveis. Chegando na estação Autódromo descobrimos que é licença poética dizer que ela está próxima ao autódromo de Interlagos, pois é uma boa caminhada em ladeiras bem íngremes. Só não nos perdemos porque seguimos a multidão de fãs do Iron Maiden. Chegamos ao local do show umas 17 horas. Como sempre havia a muvuca típica de shows, muita gente embolada andando nas mais diversas direções, nada que me assustasse.



A fila continua lá longe!


Em azul o trajeto da fila de mierda que a gente pegou!


Mas quando começamos a procurar o final da fila de entrada do show percebemos que a muvuca era muito além da normal. A fila parecia interminável. A gente andou muito até avistar o final, acho que cerca de 30 quarteirões. Quase uma volta completa no autódromo, e isso é muita coisa, pois o lugar é enorme. E a tal fila não andava. Entramos no final da fila umas 17: 15, logo embaixo de um placa que dizia Portão Z e aí começou nossa longa jornada até a entrada do show. Foram 3 horas e 30 minutos num anda e pára cansativo e entediante. Em um certo momento eu cheguei a duvidar que a gente veria o tal show, afinal ele estava marcado para as 8 da noite e neste horário a gente ainda estava longe do portão de entrada. Aliás, a fila gigantesca é culpa pura e simples da organização do show, que deixou somente uma entrada para o show!!!
Quando finalmente entramos nos deparamos com mais sinais de desrespeito com o público, a pista , cujo ingresso custou R$ 140, ficava num lamaçal. Não é frescura ou exagero de minha parte não. Fomos entrando e procurando um lugar bom para ver o show e de repente nos deparamos com o chão bem mole , era lama! Enfiamos o pé na lama literalmente. Fiquei com o tênis todo sujo e boa parte da minha calça jeans também. Wally idem. Saímos da lama e ficamos numa parte bem no fundo que havia um pouco de grama e de lá não saímos. Era bem longe do palco, a única vantagem que era em um morrinho, então eu tive uma visão panorâmica de tudo.
O show começou um pouco antes das 21 horas, o Iron Maiden atrasou o show para que o público conseguisse entrar, mas eu li no jornal que mesmo assim muita gente ficou de fora. O lugar estava lotado, foi o show onde a banda teve seu maior público, em um show só deles: 63 mil pessoas! Eu nem fazia idéia, mas participei de um show histórico, pena que eu não tive ânimo para curtir o show como deveria. Sim, eu estressei, fiquei puta da vida com todo o transtorno, morri de ódio quando me vi suja de lama e assim não tinha clima para curtir show algum. Uma droga. Mas mesmo chateada fiquei encantada com os fãs da banda. Eles são um show à parte. São animados, cantam as músicas com entusiasmo e com uma precisão impressioante. Sabem todas as letras! Para mim a melhor parte foi quando eles tocaram "The Trooper" que é a música do Iron que amo de paixão. Foi lindo. Aliás, a foto que ilustra o post é do Bruce Dickinson cantando esta música e logo aí embaixo o vídeo que Wally gravou no show durante a apresentação da música. Esqueçam a parte visual do vídeo, pois não dá para ver nada, mas o som está maravilhoso.




O Iron Maiden sabe fazer show, eles foram impressionantes no palco. Fazem a platéia vibrar mesmo.
Era para ter sido uma noite empolgante e não foi. Uma pena. Era para eu ter sido uma boa companhia para o Wally nesta noite e não fui. Na verdade eu fui boa companhia nas primeiras 3 horas de fila, depois não consegui segurar mais o bom humor e virei uma chatona resmungona. Coitado dele. Não merecia. Ele tinha muita vontade de ir neste show e saiu tudo errado. Mas ao menos ele viu o show, eu não desisti por causa dele, não ia voltar para casa sem ao menos que ele visse os caras no palco. No final conseguimos o nosso objetivo e assistimos a um ótimo show. Saímos antes do final, um pouco antes do bis, e assim escapamos da bagunça da saída, que pelo que li foi bem caótica.

E será que um dia vão aprender a organizar um grande show decentemente neste país? Cada vez mais eu duvido disso.





segunda-feira, 16 de março de 2009

Xadrez




Para toda vitrine que olho só vejo roupas com estampas em xadrez, em vários tons e estilos. Definitivamente o xadrez é a estampa do momento, a tendência da moda que dificilmente alguém vai conseguir escapar. Eu não consegui. No mês passado eu me deparei com uma calça xadrez e me encantei na hora. Provei a calça, achei que ficou ótima em mim e a comprei. Ela é com uma estampa xadrez em tons marrons e algumas linhas bem fininhas e esparsas em azul. É diferente e estilosa. Mas eu ainda estou insegura em usá-la. Já usei duas vezes, mesmo me sentindo estranha. Estranha não seria a palavra, na verdade o que me acomete é a falta de costume em usar uma calça estampada. Todas as que eu tenho aqui são lisas, com cores uniformes, salvo a minha calça estilo skatista que tem umas flores bordadas e minha calça de moleton roxa, que tem umas estampas floridas. Assim, fico perdida, sem saber o que combinar com a tal calça xadrez, com que sapato usá-la. Confesso que morro de medo de errar a mão e parecer uma vítima da moda, que usa uma coisa só porque é tendência, mesmo ficando ridícula com tal roupa. Acho que não cheguei a este ponto, desconfio que consegui fazer uma boa composição da calça com camisetas. O que preciso mesmo é parar de ser tonta e aprender a arriscar mais no meu jeito de vestir. Eu sou muito de ficar presa aos mesmos padrões. Por medo de errar, acabo sempre comprando os mesmos estilos de roupas. Quando tento algo diferente, não raro, a roupa fica lá esquecida no armário. Mas venho tentando mudar isso, aos poucos tenho conseguido introduzir novidades no meu guarda-roupa e a calça xadrez é um exemplo disso. Em outros tempos eu jamais a compraria. Fiquei feliz de comprá-la e mais feliz ainda de ter coragem de usá-la. É bom mudar, ousar um pouco. E espero que logo eu esteja me sentindo super à vontade quando sair por aí com a minha linda calça xadrez. :)



sexta-feira, 13 de março de 2009

Feliz sexta 13!


Sim, feliz sexta-feira 13! :) Nada de pensar nestas bobagens de azar. Um dia não vai ser ruim apenas pela combinaçao do dia do mês com o dia da semana. E também você não terá má sorte se passar por debaixo da escada ou dar de cara com um gato preto por aí. Aliás, eu sempre passo as sextas-feiras 13 muito bem acompanhada de dois gatos pretos maravilhosos. Realmente não entendo como as pessoas podem pensar que criaturas tão lindas podem ser sinônimo de coisas ruins. Mas não vou perder tempo em tentar convencer que gato preto é apenas um animal lindo e que não dá azar, não adianta, quem acredita nestas bobagens não muda de idéia. Espero que todos tenham uma ótima sexta, que seja uma sexta-feira da sorte! :)

Hoje o dia é especial para o Wally, dia dele ganhar parabéns. Achei legal isso de fazer aniversário numa sexta-feira 13. Sério. :)

Então vamos todos "cantar" parabéns virtual para ele hoje! :) Seja aqui ou lá no blog dele.

Feliz Cumple, Amor ! :)


E bom fim de semana para todos!

E bom show do Iron Maiden para mim.... depois eu conto tudinho por aqui! :)




quinta-feira, 12 de março de 2009

Hábito novo



Tomei uma decisão semana passada e até o momento estou conseguindo fazer o que me propus. Decidi que vou usar creme hidratante no rosto todos os dias. Sempre me faltou disciplina e paciência para tal, mas já não sou mais uma menininha e o sol forte andava fritando a minha cara. Então resolvi agir, pois não quero ficar com a pele do rosto maltratada e com um aspecto de uva passa. Comprei um pote de creme da Nívea, o Q10 diurno com filtro solar e comecei a usá-lo todo dia de manhã. Mas não é assim algo natural ainda para mim, eu tenho que me obrigar a isso, criar o hábito. Para que desta vez eu não largasse o creme de lado, eu coloquei um alarme no meu celular para tocar às 7 da manhã. Assim o celular toca e fica a palavra creme piscando na tela dele. Assim eu não tenho desculpas, não tenho como esquecer de passar o creme. A técnica do alarme está dando muito certo, não falhei nenhum dia sequer. Acho que depois de um mês com o alarme me mandando usar o creme eu já terei assimilado o hábito. Tudo indica que desta vez vou conseguir começar a cuidar direitinho da pele do meu rosto. Eu estou determinada e vou vencer a minha preguiça. :)

quarta-feira, 11 de março de 2009

Acesso complicado



De tempos em tempos aparece alguma história nos jornais de alguém que deu piti porque ficou preso na porta-giratória dos bancos. E eu compreendo bem estas pessoas que perdem a paciência e surtam na porta de um banco, pois eu tenho a conviccção que o sensor de metais destas portas não são automáticos como dizem e que na verdade são acionados pelos guardas responsáveis pela segurança do local. Já passei por situações que me fazem acreditar nisso. Uma vez fui entrar no banco com minha mãe e eu não tinha nada, nem bolsa e nem chaves ou moedas nos bolsos. Mesmo assim a porta travou quando tentei passar. Em outra ocasião a porta travou e eu esvaziei a bolsa na caixinha da porta. E nada da porta destravar e me deixar passar. Neste dia eu surtei, eu precisava entrar na porcaria do banco para sacar dinheiro e não tinha nenhum caixa eletrônico por perto, só dentro da agência. Abri até a minha necessaire para o guarda, tirei o cartão do banco da bolsa e ainda gritei para o gerente. Aí claro, que passei, afinal, de escândalos eles não gostam. Um fato que reforça esta minha idéia que o sensor é controlado pelos guardas é que a minha mãe nunca é barrada, entra na agência com a bolsa com chaves, moedas e seja lá o que for de metal que a porta não trava. Um tempo atrás eu ia entrar num banco com ela e não estava a fim de ficar enroscada na porta, simplesmente coloquei tudo que eu tinha de metal na bolsa dela e pronto! Eu passei tranquilamente pela porta e ela também! Está claro que o guarda leva em consideração a aparência das pessoas na hora de travar ou não a porta. Eles devem olhar para minha mãe e pensar que, por conta da idade, ela não vai oferecer perigo e a deixam passar. E isso vale também para um ladrão bem arrumado e com pinta de gente direita, o guarda se deixa levar pela aparência e aí vai-se embora o tal apreço pela segurança que os bancos tanto falam que têm para insistirem no uso destas portas-giratórias. Ou seja, esta tal porta acaba servindo somente para tirar a paciência das pessoas que não têm como evitar e precisam entrar em uma agência bancária, pois se o sensor é acionado manualmente, como parece, a porta mostra-se um método de segurança falho. Eu evito entrar em bancos, só vou quando é inevitável mesmo. Faço tudo pela internet e saco dinheiro nos caixas eletrônicos dos shopping centers. E quando tenho que entrar numa agência conto até dez para passar na porta-giratória e assim tento não me estressar. Mas é quase impossível.


terça-feira, 10 de março de 2009

Juntos

Já me perguntaram algumas vezes como eu tive certeza que o Wally era o cara certo. E eu nunca soube responder direito. É difícil saber se eu realmente tive, em algum momento lá atrás, a tal certeza que era para ele que eu falaria o sim definitivo. Simplesmente eu nunca duvidei disso, tudo aconteceu com tanta fluidez que ficarmos juntos de vez foi natural, apenas seguimos o fluxo dos acontecimentos e fomos desviando dos obstáculos para continuar nossa trajetória um ao lado do outro. Topar viver com ele e depois casar, foi uma decisão fácil, não senti medo, apesar de ser uma decisão que mudaria minha vida por completo. Acho que na verdade eu dominei a minha insegurança e resolvi ver no que ia dar, pois ele não apareceu na minha vida com um cartaz com os dizeres "Hey, eu sou o cara que você esperava!". Nunca é assim tão óbvio. E no fundo acho que ninguém consegue ter a certeza que encontrou a pessoa certa, na verdade, no começo de tudo, a gente sente um turbilhão de emoções, mas que não garantem que o provocador de tais emoções vai ficar ao nosso lado e nos fazer feliz. Garantia acho que não há mesmo, seja no começo ou depois de anos de um relacionamento. Há na verdade a vontade de que dê certo,vontade esta que vale mais que qualquer certeza. É isso que faz a gente não desistir quando aparecem os problemas, e eles aparecem e, infelizmente, conseguem ser surpreendentes! Às vezes fico com a impressão que um relacionamento é como um videogame, que quando você vence uma etapa, logo aparece outra mais complicada para desafiá-lo. A vida não dá folga não! Mas tendo amor de verdade tudo é superável. Para mim um amor que dá certo é aquele que é permeado por muitos sorrisos e momentos leves. Um amor alegre faz a vida ficar mais bonita e mais fácil de se levar. Ter alguém ao nosso lado que nos faça sorrir é uma preciosidade, algo raro que merece ser preservado. E eu tenho esta pessoa há exatamente 8 anos. Em 10 de março de 2001 Wally e eu nos conhecemos pessoalmente, foi o dia dos primeiros sorrisos, dos primeiros olhares, das primeiras conversas e dos primeiros beijos. Hoje continuamos sorrindo juntos e com a vontade de ficarmos juntos pelo resto da vida. Num mundo onde as relações são efêmeras, apostar numa relação para sempre parece uma meta improvável de ser alcançada, mas eu sou teimosa e vou continuar teimando em ficar com o meu amor por muitos e muitos anos!

Feliz Día, mi amor!

:)

segunda-feira, 9 de março de 2009

Ah, que preguiça!


Eu não resisto. Sempre que vejo os meus filhotes dormindo e a máquina fotográfica está por perto, eu registro o momento. Já devo ter zilhões de fotos de Frodo e Sam dormindo, daria até para lançar um livro daqueles que só tem fotos e frases soltas tentando fazer graça ou dar conselhos inspiradores. Como não tenho talento para escrever frases assim, continuarei a fazer posts com os meus queridos dorminhocos. Na foto acima Frodo se aconchega no Mickey, passou uma tarde inteira assim, dormindo no colo do Mickey. E se comportou bem , não atacou o meu ratinho, pelo qual tenho muito apreço e que está comigo desde de 1986.


Na quinta-feira passada Frodo usou minha bolsa como almofada, grudou nela e ficou bem relaxado. Uma graça!




Já o Sam, prefere usar o Frodo de travesseiro. Deveria ser ao contrário, pois o Sam é muito maior que o Frodo, e ele que deveria servir de apoio para o irmãozinho. Mas desde sempre é o Sam dormindo em cima do Frodo, e tenho a impressão que o Frodo gosta de ser amassado, pois ele sempre passa um tempão dormindo assim com o irmãozão.

Vê-los dormir é relaxante, sempre dá uma preguiça danada!


sexta-feira, 6 de março de 2009

Desktop

Mesmo olhando pouco para o desktop do meu computador, pois sempre estou com as janelas abertas em tela cheia, gosto de deixá-lo bem bonito e cheio de cores. Afinal, um notebook roxo não pode ter uma uma imagem de fundo apagadinha. A imagem atual do meu desktop é linda, eu gostei logo de cara desta imagem quando me deparei com ela. As cores são vibrantes e os "brilhinhos" dão um toque fashion em tudo. Estou com esta imagem desde a semana passada, antes disso estava com a flor amarela abaixo.

As duas imagens eu peguei no site Wallpaper Abyss, que descobri através do Stumble. O site tem muitas opções de wallpapers, muita coisa linda e diferente. E tem para todos os gostos. Realmente vale a pena dar uma passadinha pelo site. Em geral eu fico bastante tempo com um mesmo fundo de tela, demoro para enjoar. Mas eu devia trocar com mais frequência, pois noto que quando coloco um fundo novo eu arrumo o meu desktop. Fica tudo arrumadinho para ficar em harmonia com a imagem. Por isso na foto que abre o post os ícones estão bem ordenados, mas isso não dura não. Logo eu acostumo com o fundo e nem ligarei mais onde coloco os atalhos e pastas e meu desktop voltará a ser bagunçado.



Tem épocas que gosto de colocar como wallpaper imagens de personagens que eu gosto. Já tive como fundo de tela o Harry Potter, a Hermione, o Legolas, o povo do Lost, a Pucca e o Gir. O wallpaper do Gir é um dos poucos que guardo, mesmo tendo usado há séculos. Para quem não o conhece, o Gir é este robozinho aí da foto de cima e é um dos personagens do desenho Invasor Zim. Sou louca por ele, tanto que ele já até ganhou um post no blog antigo.
Assim o fundo de tela do meu desktop acaba sendo um reflexo de como está o meu espírito. Quando estou encantada por algum filme, desenho, seriado com certeza colocarei um wallpaper relacionado à isso. Quando estou como agora, sem estar fissurada em nada, busco imagens abstratas que me encantem.

E vocês? O que colocam em seus desktops?

Bom fim de semana!!!!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Leitora participativa



Quando uma reportagem me empolga ou causa algum tipo de revolta eu costumo enviar um e-mail para a revista com a minha opinião. Isso não é muito freqüente ,pois fico com preguiça para escrever o e-mail, então acabo só escrevendo quando é algo que mexe mesmo comigo. E acho muito bacana quando vejo que a minha carta foi publicada na edição seguinte. Já tive cartas publicadas na Super Interessante, Revista da Folha, Marie Claire, TPM e Claudia. A última é esta da foto, que saiu na revista Claudia deste mês. Eu demorei a notar que a minha carta havia sido publicada, pois quando a revista chegou eu passei o olho rapidinho pela página de cartas dos leitores e como não vi nada sobre o assunto de visto de residência por casamento, que era a outra reportagem sobre a qual eu comentei, eu desencanei e só muitas horas mais tarde fui achar meu nome lá, quando parei para ler os comentários das leitoras. Na verdade esta publicação não me empolgou muito, pois praticamente reescreveram o meu comentário e não gosto quando alteram o que eu escrevo. O que eu escrevi foi este texto abaixo:

"A edição da revista do mês de fevereiro trouxe duas matérias que fizeram parte da minha vida. Em Página da Vida a história da leitora que conheceu o marido pela internet é bem similar a minha. Conheci meu marido numa sala de bate-papo e 10 meses depois estávamos casados, e completamos em janeiro 7 anos de casamento. E a minha história se mistura com os casos relatados na reportagem sobre o casamento para obtenção de visto de residência..."

Na revista colocaram algo tão exclamativo que ficou muito exagerado, fiquei como uma leitora deslumbrada, mas ao menos escreveram o meu sobrenome direitinho. Acho que o pessoal famoso deve sofrer com as entrevistas alteradas em revistas e jornais, é muito chato você ler algo creditado à você e ser diferente do que foi dito ou escrito. Se eu fosse famosa eu seria como o Cacique Juruna, andaria com um gravador à tiracolo, para gravar todas as entrevistas que eu concedesse, para ter provas do que eu disse. Uma vez publicaram uma carta minha na Marie Claire que ficou totalmente distorcida, mudaram tanto o que eu escrevi que saiu o oposto da minha opinião. Fiquei bem brava na época, claro que escrevi reclamando e é claro que ninguém da revista deu atenção. Mas ao menos eu desabafei.
No caso da Claudia fiquei mesmo frustrada porque nem tocaram no outro assunto, que era o que de fato me motivou a escrever. Na revista do mês passado foi publicada uma reportagem sobre as brasileiras que casam com estrangeiros para obterem o visto de permanência nos países em que vivem. A reportagem relatava as dificuldades da obtenção do visto, o que é algo real, mas o enfoque me desagradou, pois colocava as brasileiras como coitadinhas e estes países como carrascos, que só querem dificultar a vida das brasileiras. Então escrevi para dizer que aqui no Brasil era a mesma coisa, que um estrangeiro sofre para obter o visto de permanência, que o trâmite é tão severo como no exterior. Ou seja, a reportagem criticava algo que acontece da mesma forma aqui, coloca os outros países como vilões se ao menos notar que aqui os estrangeiros passam pelos mesmos problemas para se legalizarem. É muito curioso com ninguém nunca relata em reportagens as dificuldades dos estrangeiros aqui, parece até que basta chegar aqui e ficar. Se alguém quer fazer tudo dentro da lei para ficar no país sofre com o trâmite burocrático, lento e muitas vezes invasivo. Passei por tudo isso e acho injusto quando colocam os brasileiros que vivem no exterior como vítimas que são perseguidos pelas autoridades estrangeiras, pois aqui é igual e ninguém liga para os estrangeiros. Uma pena que esta parte da minha carta foi totalmente ignorada pela revista, acho que não gostaram de ter o enfoque da reportagem questionado. Mas mesmo assim não me arrependo de ter escrito, pois acho muito válido darmos nossa opinião, mesmo quando ela não é levada em consideração. E vou continuar escrevendo para as revistas sempre que tiver motivação para tanto.



quarta-feira, 4 de março de 2009

Una noche argentina


Domingo foi dia de ouvir música argentina, fui ao Auditório Ibirapuera ver os shows do Arbolito e da Orquestra Típica Fernandez Fierro. A turma do Fernandez Fierro eu já conhecia, pois em 2007 fui a um show deles, no mesmo auditório. O show foi no mesmo clima do anterior (e tão bom quanto!), como os shows foram bem parecidos, o post que fiz na época continua valendo, cliquem AQUI para ler.
A outra banda foi uma completa novidade e que me agradou muito. O repertório deles é baseado em ritmos tradicionais da Argentina e com uma ótima pitada de humor. Gostei muito do show, eles são bem simpáticos e divertidos.
Eu gosto muito de ir ao Auditório Ibirapuera, a sala de espetáculo é muito bem projetada, confortável e garante uma boa visão para o espectador em qualquer assento do local. Não tem lugar ruim lá e além disso os preços dos ingressos são ótimos. Por exemplo, para assistir ao show de domingo o ingresso custou R$ 30,00. Uma raridade numa época de shows com ingressos caríssimos. Mas nem tudo é perfeito. O auditório não tem um estacionamento próprio, assim é uma epopéia encontrar uma vaga para parar o carro, pois o frequentador do show tem que disputar vaga com o frequentador do parque Ibirapuera. No show de domingo tivemos que dar umas 4 voltas até encontrar um lugar para estacionar. É muito chato isso para quem vai ao show. Deviam fazer um estacionamento próprio para o auditório, mesmo que seja cobrado. Para mim é um item essencial um lugar de shows ter espaço para acomodar os carros dos frequentadores, afinal quem vai a um show quer ter momentos bons e não ter que ficar longos minutos dando voltas em busca de um lugar para estacionar. Mas mesmo assim com este probleminha, sempre vale a pena ir ao Auditório Ibirapuera. :)


terça-feira, 3 de março de 2009

34 graus!


Sabe aquele tipo de pessoa que fica resmungado, reclamando a cada 5 minutos da mesma coisa, parecendo um disco riscado? Esta sou eu com calor. Fico insuportável. E ontem foi o meu ápice, eu estava surtando por conta do calor. Era início da tarde, o calor estava por volta dos 34º graus e eu estava dentro de um ônibus, parada no trânsito. Foi mais de uma hora torrando dentro daquele ônibus. Tudo parado e nem adiantava eu descer porque não tinha opção, não havia outra rota de ônibus para pegar e estava muito longe do meu destino para eu seguir a pé. Foi um martírio. Os ônibus daqui não tem ar condicionado, um horror. Aliás, li que ano passado foi feita uma pesquisa entre os usuários de ônibus aqui de São Paulo e a maioria disse que não gostaria de que os ônibus tivessem ar condicionado. Fiquei abismada com este resultado. Será que o povo daqui gosta de passar calor? Pois o clima está ficando cada vez mais quente e o trânsito cada vez mais parado, com isso a tendência é passarmos mais tempo dentro dos ônibus quentes. Será que as pessoas querem sauna gratuita? Só pode! Pois foi assim que me senti ontem, em plena sauna. Sol quente batendo na cara e o ar abafado em volta. Cheguei em casa derretendo e de mal humor e rezando para que este clima refresque. Não aguento mais este calor. Não nasci para passar calor, mesmo tendo nascendo em um país tropical nunca me acostumei com clima quente. Sofro demais. Preciso morar em um lugar frio, pois aqui deixou de ser aquela cidade fresca, onde a temperatura mal passava dos 25º graus. É, São Paulo virou uma cidade quente, insuportavelmente quente!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Slumdog Millionaire

Jamal é um jovem pobre, que teve uma vida dura, cheia de miséria e de muita tristeza. Mesmo com tanto sofrimento ele continua sendo um bom garoto, esperto, simpático e até ingênuo, pois ainda acredita que possa reencontrar o seu amor de infância. Poderia ter virado um bandido, mas não, preferiu uma vida honesta e vive servindo chá (na verdade uma mistura de chá e leite) em um call center de Mumbai na Índia. E tem uma única chance de mudar de vida: Vencer o Jogo do Milhão local. Ninguém acredita que aquele menino pobre e sem estudos seja capaz de acertar as respostas e levar o prêmio para a casa. O filme nos mostra toda a trajetória de Jamal, desde a sua infância até o momento da pergunta do "milhão". Gostei da narrativa que faz a conexão das perguntas do programa com passagens da vida do garoto, assim vamos descobrindo como ele sabia as respostas, que para muitos seriam impossíveis de um menino como ele acertá-las. O filme tem uma linha cômica forte, apesar da realidade cruel que retrata. Há cenas em que a violência me incomodou, não pelo ato violento em si, mas pela motivação da violência. Uma crueldade sem limites, onde o dinheiro vem antes de tudo. E nos é mostrada uma Índia pobre,a beleza da Índia só aparece uma vez, quando é mostrado o Taj Mahal, de resto vemos o sub-mundo das crianças de rua, como são exploradas e a sua luta para sobreviver. Tudo pobre, feio e sujo. Mesmo assim o filme está longe de ser um filme pesado, difícil de ver. A narrativa é muito boa e os atores são carismáticos. Gostei muito do filme, mas acho que estão exagerando nos elogios em relação a ele. Não é um filmão, e sim um bom filme, mas não é o tipo de filme que me fez falar "uau" no final. Se foi merecedor do Oscar de melhor filme? Não sei, pois não assisti aos outros concorrentes, por isso não tenho como emitir opinião a respeito. Outra questão que persegue o filme é se o diretor Danny Boyle se inspirou em "Cidade de Deus" para conceber o estilo do seu "Slumdog Millionaire". Mesmo sem ter visto "Cidade de Deus" ( e antes que perguntem, não pretendo ver, nunca quis), acho que tem sim algumas similaridades, pelo que vi nos trailers e em cenas em reportagens sobre o filme de Fernando Meirelles. Mas acho que no fundo se faz a conexão entre estes filmes porque a temática é muito parecida ambos contam a história de dois meninos que vivem em favelas e de como tomam destinos diferentes na vida. No caso do filme do Jamal, a história é focada na vida dele e seu seu irmão mais velho.
O que mais gostei do filme foi o Jamal, ele me encantou de verdade, torci por ele o filme todo. E adorei as cenas dos créditos finais. Me diverti com a pitada de filme de Bollywood no final de tudo. Cena ótima e com música idem. Falando em música, a trilha do filme é ótima. Fiquei com vontade de comprar a trilha sonora, definitivamente as músicas "modernas" indianas me atraem. Enfim, é um bom filme, vale a pena assistir!