terça-feira, 30 de junho de 2009

CD de novela

Este mês fiz algo que há muito tempo não fazia. Comprei um álbum com a trilha sonora de uma novela. Acho que fazia mais de 15 anos que eu não fazia isso, pois peguei bronca de trilha de novela depois que descobri que uma música veio pela metade em um disco que comprei. Então desencanei. Mas o meu encanto com a novela Paraíso me fez perder o receio e acabei comprando o CD com a trilha da novela. A minha principal motivação para comprar este CD foi a música "Jeito de Mato", que amo de paixão.


Paguei um preço justo pelo CD, R$ 22,00, na Saraiva do Shopping Ibirapuera. Me surpreendi pelo capricho da apresentação do álbum. O CD veio com um encarte muito bonito, com fotos de vários personagens da novela e com as letras das músicas. Nunca tinha visto um disco de novela vir com as letras das músicas. Levei até susto quando vi. Pois os LPs não vinham com encarte algum, e os CDs que eu havia visto de trilha de novela vinham somente a relação das músicas, os créditos dos autores e intérpretes das canções e com a relação do elenco da novela. Eu gosto muito de CDs, do ritual de abrir a caixinha e colocar o disco para tocar e ler as letras do encarte. Ter o álbum em MP3 não é a mesma coisa, para mim faz falta a "materialidade" da música, por assim dizer. E fico realmente entusiasmada quando me deparo com um CD bem caprichado como este da novela. Valeu a pena ter comprado o CD. Assim, quando a novela acabar, terei uma ótima recordação de uma obra que tanto me encanta.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Pequenas surpresas


Sexta à noite eu travei. Geralmente fico assim quando sou surpreendida, fico mesmo sem ação, sem saber o que falar ou fazer. Parece que o cérebro trava por não conseguir encontrar a reação adequada para aquele momento. De certa maneira isso me frustra, pois queria saber dizer coisas inspiradas em momentos assim, para demonstrar o quão feliz eu fiquei com a surpresa. Mas não dá. Mas acho que só de olhar a minha cara e ver meus olhos brilhando, a pessoa já consegue perceber que eu realmente gostei.
Tudo aconteceu um pouco depois das 6 da tarde. A campanhia tocou. Era o Wally, pensei que ele estava carregando alguma coisa grande e não conseguia abrir a porta. Quando abri o vi segurando um buquê de rosas. Lindo. Fiquei ali parada na porta olhando para ele e para o buquê, sem saber se o beijava primeiro ou pegava o buquê. Travamento total. Fiquei emocionada mesmo. Não esperava. E não soube o que dizer, apenas disse que não sabia o que dizer. E para completar as surpresas da sexta, tarde da noite ele perguntou se eu queroia sobremesa e me apareceu com um pote do sorvete Belgium Chocolate da Häagen Dasz. Eu sou louca por este sorvete e fazia um tempão que não tomava. Foi uma linda noite de pequenas surpresas, regadas à vinho Lambrusco.
Vocês devem estar curiosos para saber o motivo. Eu conto. Na sexta completamos 89 meses de casado. A conta foi o Wally que fez. :)





sexta-feira, 26 de junho de 2009

Encanto


Pode ser que meu sonho seja assim
Te dizer quase tudo que você é pra mim
O que quero, o que espero
Sonho em te ver aqui
Sem rodeio solto os freios
Canto o amor por ti
Se me calo, tenha claro
Que é por refletir
Nas minúcias das carícias
Que eu sonho em sentir
Ter teu gosto ver teu rosto
Feliz a me pedir
Mais carinho, mais promessas
Que eu sonho em cumprir.



Estes versos têm embalado os meus dias ultimamente. São os versos da canção " Meu Sonho" do Paralamas do Sucesso.
Cantarolo esta música a todo momento e fico feliz da vida quando a escuto no rádio. É uma música encantadoramente suave e delicada. Música de amor alegre, do tipo que me faz suspirar.



Esta canção ainda não tem clipe oficial. Mas encontrei esta gravação ótima dos Paralamas cantando a música no show que fizeram no Palace no dia 20 de junho. Espero que gostem da música.


Bom fim de semana!!!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Triste



Na verdade nem sei direito o que escrever aqui. Estou atordoada com a notícia. Nunca fui uma fanática pelo Michael, mas sempre gostei de suas músicas. Na época de do lançamento do Thriller foi a época que mais fui fã. Eu tenho este LP guardado até hoje. A minha música preferida deste disco é Beat It. Amo de paixão a música e adorava ver o clipe. Ficava na frente da tv tentando aprender a coreografia. Perdi a conta de quantas vezes vi o clipe. Ele era um grande artista, um gênio da música mesmo. Pena que se perdeu em seus problemas emocionais e o artista sumiu e nos últimos tempos ficou apenas a figura de uma pessoa estranha, meio amalucada. Triste.







Esta música dele sempre me emociona. É linda. Acho que é a mais adequada para um momento tão triste assim.

Que ele descanse em paz.

Sempre às quartas

Gosto das quartas-feiras no trabalho. É o dia da ginástica laboral. É coisa rápida, no máximo 15 minutos. Mesmo sendo pouco tempo, faz diferença. Ajuda a deixar o ambiente de trabalho mais tranqüilo. A gente esquece um pouco dos problemas dos clientes, relaxa e ainda mexe o corpo, o que é importante para quem trabalha sentada, com a cara grudada no computador, como eu. Fazer ginástica com roupa de trabalho e sapato social, muitas vezes de salto, é um tanto estranho. Em determinados movimentos fica difícil, afinal a roupa restringe a flexibilidade e o salto alto compromete totalmente o equilíbrio. Mas a professora sempre dá exercícios que são apropriados para um lugar com pouco espaço e alunos com roupas inadequadas para ginástica. E mesmo com toda a limitação, tem dias que a aula dá um cansaço. Parece que os exercícios não são nada puxados, mas quando termina eu percebo um certo cansaço e é aquela cansaço bom, que alivia o corpo e a mente. Eu percebo que às quartas até fico mais animada para ir trabalhar porque tem a ginástica. Esta é a primeira empresa que eu trabalho que tem uma iniciativa assim. Eu adorei esta novidade, além de fazer bem ainda ajuda na interação com os colegas. Os momentos de ginásticas sempre acabam sendo bem descontraídos e rendem boas risadas. Gosto muito da professora também, ela é simpática e ao mesmo tempo exigente. Ela faz questão que façamos tudo direitinho, corrige sempre que alguém está fazendo um movimento errado. Ela leva tudo bem à sério sem ser chata. Pena que seja apenas uma vez por semana. Seria ótimo se fosse todo dia. Toda empresa deveria ter uma atividade assim, faz a vida do funcionário um pouco mais leve, além de dar uma ajudinha para a saúde dele também. Espero que esta seja uma idéia que se perpetue por todas as empresas. Será bom para todo mundo. :)



quarta-feira, 24 de junho de 2009

As roupas dele

A moda do momento são as calças jeans largonas, as chamadas boyfriend jeans. Apesar do nome, elas não são de boyfriend algum, vêm assim já em tamanho extra-large da fábrica para dar a impressão que a mocinha descolada está usando a calça do namorado/caso/marido/amante. Não aderi a esta moda, pois não gosto de roupa muito largona e além disso, o uso destas calças exige cinto, e eu não sou muito fã de cintos. Mas se resolvesse aderir ao modismo, pegaria uma calça autenticamente do marido. Ainda não cheguei no ponto de sair na rua com uma roupa do meu querido, mas adoro usar as roupas dele. Principalmente os agasalhos. Nestes dias mais frios sempre que estou em casa estou com usando algum agasalho dele. Gosto de usar porque ficam bem folgados e, consequentemente, ficam ultra-confortáveis. Perfeitos para usar em casa. Mesmo eu tendo um monte de blusa de frio, eu dou preferência às roupas dele para ficar em casa. O bom que nem preciso ficar com sentimento de culpa, pensando que ele pode ficar desagasalhado por minha culpa. Isso não acontece, pois ele não tem frio mesmo, então os agasalhos dele ficam sempre à disposição da friorenta da casa. Às vezes até as meias dele eu ataco. Quando as minhas meias quentinhas estão todas para lavar ou secando no varal, eu uso as dele. Mas somente em casa também, pois usar sapato com uma meia grandona não é algo aconselhável, a meia sempre ficará embolada no pé. Assim o meu uso das roupas dele fica restrito ao ambiente doméstico, nada de sair com roupas largas na rua. Prefiro as minhas roupas pequenininhas, como ele diz. Não que sejam roupas mínimas, mas como sou pequena tudo parece bem diminuto perto das roupas dele. Até uma camiseta normal parece uma camisetinha perto de uma camiseta dele. É um baita contraste de tamanho mesmo. Acho que por isso me sinto tão confortável dentro de suas roupas. Além de ser um tanto romântico usar a roupa do meu amor, né? Que neste inverno o frio continue presente para que eu possa usar bastante os agalhos dele durante as noites de sossego em casa. :)

terça-feira, 23 de junho de 2009

Juntos


Outro dia vi na rua um casal de velhinhos andando de mãos dadas. Eles transpareciam estar felizes na companhia um do outro. Esta imagem me trouxe aqueles pensamentos de sempre à mente: "Como deve ser bom chegar à velhice ao lado do seu amor", " Que lindo, eles conseguiram passar uma vida inteira juntos!" ou "O amor deles ainda resiste depois de tantos anos!" De repente me deu um estalo e pensei: "E se eles são um casal de namorados, que estão juntos há poucos meses, curtindo o auge do encantamento mútuo?" Isto é algo bastante provável na época em que vivemos. Pois são raros os casais que hoje ficam muitos anos juntos e as pessoas mais velhas estão se dando a chance de namorar novamente. É difundida a idéia que pessoas velhas não namoram e que nem ao menos têm interesse por coisas do amor ou sexo. Há na verdade uma boa dose de preconceito nisso tudo. Parece que somente aos jovens é dado o privilégio de amar, de deixar-se encantar por alguém, de ficar perdido entre pensamentos apaixonados. Aos velhos resta se conformar com a solidão, caso não tenham ninguém ao seu lado. É comum ouvirmos pessoas mais velhas falarem que o tempo delas já passou, dizerem frases do tipo" Ah no meu tempo eu aproveitava bem a vida !" A própria pessoa já aceita que o tempo de viver era o tempo de juventude, que na velhice ela já não tem mais nada que aproveitar. A sociedade impõe tanto este tipo de idéia, que a pessoa se conforma. Mas isso vem mudando. Ainda bem, pois o tempo de cada um é o dia de hoje. Não tem esta de "meu tempo já passou". Se a gente está vivo é porque "nosso tempo" é agora. E temos que nos dar a chance de vivenciar o que a vida nos traz de bom. Nunca é tarde para ser feliz e encontrar um amor. Assim, vou continuar sorrindo quando me deparar com um casal de velhinhos de mãos dadas na rua, não fazendo diferença saber se passaram a vida inteira juntos ou são um casal recém-formado. Vou sorrir porque são pessoas que estão aproveitando bem todos os seus anos de vida. :)



segunda-feira, 22 de junho de 2009

De volta


Foi bom ficar de folga do blog na última semana. Não, não estou ficando louca. O blog ficou na ativa na última semana, mas a blogueira não escreveu uma linha sequer nos últimos sete dias. Aproveitei o tempo livre do feriadão e a inspiração em que veio em atacado, e escrevi posts para a semana passada de uma só vez. Assim, foi só programar a publicação deles e pronto. Blog no ar durante toda a semana e eu fora do ar no mesmo período. A ferramenta que possibilita o agendamento da publicação dos posts é a minha grande aliada para manter este blog com 5 posts novos por semana. Com ela consigo administrar a falta de inspiração ou mesmo a preguiça de escrever. Claro que não é um sacrifício manter este blog funcionando, mas confesso que tem hora que fica difícil escrever, seja por falta de inspiração, cansaço ou falta de assunto mesmo. Tem hora que acho que já escrevi tudo e que este blog já passou da validade. Afinal, só neste blog aqui, já escrevi 547 posts. No outro blog eu nem faço idéia da quantidade de posts, mas foram muitos também. Assim há momentos que acho que não há mais nada a ser escrito por aqui, que vou cair na simples repetição de assuntos. Mas eu gosto muito de escrever, é algo que me faz bem e gosto de compartilhar meus pensamentos por aqui. Assim nem me apavoro mais quando estes momentos de crise de inspiração me abatem, pois sei que é passageiro, que basta ficar um tempo longe da página de nova postagem do blogspot para a minha vontade de blogar volte ao normal. Nos últimos dias uma coisa me deu um ânimo adicional para ficar blogando. Lendo a revista Viagem e Turismo me dei conta que nesta revista os jornalistas exercem ao extremo sua habilidade de abordar os mesmos assuntos de maneira diferente e ao mesmo tempo cativante. Nesta revista as matérias se repetem sasonalmente, afinal os destinos de viagens não mudam e cada temporada eles têm sempre que escrever sobre os mesmos lugares, podem até variar um destino ou outro, mas os destinos top de linha sempre têm que estar presentes na revista, como Paris, por exemplo. E eles conseguem fazer a revista sempre interessante e boa de ler. Conseguem tratar o mesmo assunto com abordagem distintas, sem perder o foco da revista que é informar ao leitor sobre como aproveitar bem uma viagem. Comigo é a mesma coisa. Na minha cabeça os assuntos são recorrentes e com certeza já bloguei várias vezes sobre o mesmo tema e ainda o farei mais outras tantas vezes. Mas o tempo se encarrega de mudar o meu enfoque sobre o assunto e até a minha forma de tratar do assunto. É natural, a gente vai mudando, nossas idéias mudam. Sinal que estamos vivos e atentos ao que acontece à nossa volta. As influências do mundo e das pessoas são parte integrante do meu jeito de pensar. É enriquecedor estar aberta para novos jeitos de ver vida, aproveitar novas idéias e aprender a respeitar aquelas que não me convém incorporar, seja porque eu discordo ou porque acho que não combinam comigo. Enfim, acho que não largo deste blog tão cedo. E vou continar a postar aqui com a mesma regularidade. :)


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Lojinha de origami

Semana passada entrou no ar a lojinha virtual da Sugarbaby, a Origirl, dedicada à venda dos origamis que ela faz. Lá estão disponíveis para venda todas as coisas lindas que ela faz em papel. Além de comprar as peças que estão publicadas no site, é possível fazer encomendas personalizadas, onde o cliente pode escolher a quantidade, o tipo de papel e o modelo do origami. Sim, eu sou suspeita para falar, pois sou fã do trabalho da minha irmã, mas vou falar assim mesmo. As peças são lindas, feitas com papel de qualidade e com muito capricho. São pequenas obras de arte. São peças que encantam todos que as vêem de perto. São ótimas para presentear e para lembrancinhas, como de bastismo, chá de bebê ou mesmo casamento.


Aliás, no meu casamento a lembrancinha foi uma caixinha de origami feita pela Sugarbaby. Ficou um luxo!


Ser origamista exige paciência e dedicação. As peças muitas vezes demoram para ser finalizadas, são muitas dobras, por vezes complicadas. E em alguns casos um origami é a combinação de várias peças dobradas. Um bom exemplo são as florzinhas da foto. Se não errei na conta, ela é composta de uns 4 origamis diferentes. Além de precisar de um acabamento para manter o papel bem conservado. É uma peça de origami que dá um trabalhão para ficar pronta, mas quando fica, fica lindo demais.
Eu brinco que sou origamista júnior, pois vez ou outra eu ajudo a Sugarbaby com a sua produção. Claro que só ajudo no básico, pois não consigo fazer as dobras complicadas que ela faz. Com estas florzinhas eu ajudei em algumas etapas, como na montagem e na finalização. Até algumas dobrinhas eu fiz neste caso. E confesso que foi difícil, pois as dobras são feitas em um papel bem pequeno e isso exige muita precisão no ato de dobrar. Dá até um certa tensão, pois não há brechas para erros. Mas no final passei pelo controle de qualidade da origamista sênior e a minha ajuda de fato fez diferença. :)

Que tal dar uma passadinha na lojinha para ver as peças em detalhes? Para acessar clique AQUI

Garanto que vão se encantar. :)



quinta-feira, 18 de junho de 2009

Iron Maiden : Flight 666


Virei fã mesmo do Iron Maiden. Confirmei isso ao assistir ao documentário Iron Maiden: Flight 666, que registra turnê da banda que aconteceu em 2008. Depois do show que fui em março deste ano, já suspeitava que tinha virado fã deles, mas como show foi complicado não curti tanto quanto poderia ter curtido e agora vendo o documentário notei que curti muito ver as cenas de show e confirmei que gosto mesmo das músicas da banda. O documentário é bem simples, uma narrativa direta sobre o dia a dia da turnê, com depoimentos dos integrantes da banda falando suas impressões de cada local onde se apresentaram, momentos dos shows e cenas dos raros momentos de folga da banda. Esta turnê, "Somewhere Back In time" foi uma loucura, eles fizeram 23 shows (incluíndo 3 shows no Brasil) em apenas 45 dias. Detalhe, os shows aconteceram em vários países, ou seja, tudo foi bem corrido e não havia espaço para falhas ou atrasos. Qualquer coisa que saísse errado destruíria todo o planejamento da turnê. E tudo isso só foi possível porque eles viajaram em um boeing que transportava tanto os integrantes da banda como os equipamentos para a montagem do show. O avião da turnê é um espetáculo à parte, ele foi todo customizado para servir à banda, a pintura ficou muito bacana e o interior da aeronave foi modificado para acomodar perfeitamente toda a equipe e os equipamentos. Mas o melhor mesmo é o piloto da aeronave: Bruce Dickinson! Sim, o vocalista da banda pilotou a aeronave durante a turnê. Ele é piloto comercial nas horas vagas e encarou seriamente o papel de piloto durante a turnê, utilizando uniforme de piloto todas as vezes que comandou o avião.
O documentário tem cenas emocionantes. Eu me emocionei com os fãs que estavam tendo a oportunidade de ver um show do Iron pela primeira vez. Eles fizeram shows em lugares onde nenhuma grande banda vai, como na Costa Rica. A felicidade nos olhos daqueles fãs foi comovente mesmo. E claro que a platéia dos shows foi primorosa como a que vi no show aqui de SP. Todos cantando as músicas com entusiasmo, participando ativamente do show. O documentário tem muita música, achei bem dividida a parte das reportagens com as partes dos shows. É um documentário muito bem realizado e que agrada em cheio os fãs da banda. O DVD do documentário é bem caprichado e vem com um disco extra com 16 músicas gravadas em apresentações diferentes ao longo da turnê. Eu ainda não vi o dvd extra, mas com certeza vou gostar bastante, pois o Iron Maiden no palco é muito bom. Eles sabem como animar uma platéia.




Nota da blogueira: o show que fui faz parte da mesma turnê registrada no documentário. Como a turnê de 2008 fez muito sucesso, a banda resolveu fazer alguns shows extras e assim veio com o mesmo show novamente para cá este ano.



quarta-feira, 17 de junho de 2009

Nosso reino


No dia dos namorados ganhei um presente fofo. E foi assim de surpresa e de repente. Wally não é muito ligado nesta data, pois para ele o dia dos namorados se celebra no dia 14 de fevereiro, que é quando a data é comemorada lá na Argentina. No dia, 12 quando saímos, do cinema me deparei com um quiosque cheio de coisas fofas na vitrine e lá estava esta fronha dupla. Fiquei encantada. Então ele viu que eu tinha gostado mesmo e comprou para mim. Adorei! :)





Gosto de desenhos simples, com poucos traços. Esta simplicidade me encanta. Além disso esta fronha combina bem com a gente, pois Wally gosta muito de histórias antigas de reis e seus reinos, principalmente sobre o Rei Arthur. Então ficou perfeito para enfeitar a nossa cama. Surpresinhas assim são ótimas. Provocam sorrisos e aquecem o coração. :)


terça-feira, 16 de junho de 2009

Cabelo novo


A câmera do notebook é bem prática para auto-retratos, pois permite que a gente veja direitinho enquadramento. Para bater a foto é só clicar no botão e esperar o tempo do clique da foto. Eu gosto de ficar brincando com a webcam para tirar fotos para colocar no MSN, Orkut e Facebook. O único problema é que não sei acertar direito a configuração de imagem da câmera e às vezes as cores das fotos ficam meio estranhas, assim eu tenho que dar uma mexida nelas para tentar melhorar. Às vezes dá certo, outras nem tanto. Desta vez resolvi tirar fotos para mostrar o novo corte de cabelo, que praticamente ficou igual ao corte antigo, apenas mais curto. Eu noto mesmo que está bem mais curto quando prendo o cabelo. O rabo de cavalo fica bem curto e trança mal dá para fazer. Mas logo o cabelo cresce. Meu cabelo já cresce bem rápido e agora conta com a ajuda do shampoo da Seda para cabelos longos. O shampoo promete um crescimento mais rápido que o normal. Se isso é verdade eu não sei, mas eu adoro o shampoo, pois ele deixa meu cabelo ondulado. Estou adorando o retorno dos meus cachos. Estão bem mais discretos que que antes, não formam cachos de verdade, mas ficam uma ondulação bem marcada e bonita. Eu sempre gostei do meu cabelo, mas fazia tempo que não ficava assim tão satisfeita com ele como agora. :)


segunda-feira, 15 de junho de 2009

Terminator Salvation


Muito bom quando tudo dá certo, tão certo que se fosse planejado, com certeza não daria. Foi assim na última sexta-feira. Eu não tive feriadão e trabalhei normalmente. Wally foi me buscar no final do expediente para a gente tentar pegar uma sessão de cinema no meio da tarde. Nem sabíamos o filme que veríamos, nem ao menos os horários nós olhamos. Fomos para o Market Place e nos deparamos com um shopping lotado. Por sorte, conseguimos achar uma vaga para parar o carro logo que entramos no estacionamento. Chegamos na bilheteria do Cinemark umas 15:30h e conseguimos comprar ingresso para a sessão do Terminator Salvation (USA/Germany/UK) das 15:40h! E com lugar bom ainda, apesar de termos na mesma fila um turma irriquieta de adolescentes. Mas o filme é tão bom que os adolescentes não conseguiram me perturbar.
Eu não estava muito entusiasmada com este filme, pois o Terminator 3 foi um filme bem mais ou menos. Fui ver o Terminator 4 sem muitas expectativas e acabei me surpreendendo. É um filmão, cheio de cenas de ação de tirar o fôlego e com uma boa dose de emoção. É, acabei me emocionando, quase chorei no final. Neste filme a história se passa em 2018 e John Connor (Christian Bale) está lutando contra as máquinas que destruíram o nosso mundo. Ele e os poucos sobreviventes lutam contra a Skynet, a corporação formada por robôs, numa guerra onde os humanos estão em clara desvantagem. O mundo está dominado por máquinas fortes, cheias de artimanhas. As cenas de luta chegam a ser aflitivas, daquelas fazem o coração bater acelerado.
O filme me fez sorrir com as citações ao Terminator 2. Algumas óbvias e outras nem tanto. Adorei as cenas que remetiam ao segundo filme da série, que, aliás, é o meu preferido. Isso com certeza vai agradar aos fãs do Exterminador do Futuro.
Eu poderia escrever um post enorme sobre o filme, mas não vou fazê-lo, pois não quero estragar as surpresas do filme. Apenas adianto que o filme acaba mesmo quando acaba, não há nenhuma cena bônus no final dos créditos. Vale a pena a assistir. E garanto que muitos vão gostar do terminator top de linha deste filme. Eu o adorei. :)



quinta-feira, 11 de junho de 2009

DDR Supernova

Hoje foi a minha estréia em uma máquina de DDR. Já havia jogado outras vezes, mas naquelas ocasiões eu nem fazia idéia de como se jogava o DDR e assim só tentava jogar, sem conseguir terminar uma música sequer. Desta vez foi diferente, pois fui encarar a máquina já com bastante experiência no jogo. A estréia aconteceu no Hot Zone do Morumbi Shopping. Wally e eu nem tínhamos idéia de onde encontraríamos estas máquinas aqui na cidade e pesquisamos na internet e este shopping era a melhor opção para nós. Fazia um tempão que eu não ia na área de jogos do shopping e fiquei impressionada com o tamanho e variedade de jogos, tanto que lá há duas máquinas de dança: a DDR Supernova (a da foto, que é do estilo que sabemos jogar) e a Jump ( que as setas são na diagonal).
O bacana da máquina é que duas pessoas podem jogar juntas, mesmo que joguem em níveis de dificuldade distintos. Aqui em casa, como temos um tapete só, um fica jogando e outro fica praticando fora do tapete, o que tira boa parte da emoção do jogo, pois fora a gente nunca sabe se está de fato fazendo tudo certinho. Para jogar na máquina, cada jogador paga 3 reais e este crédito dá direito a 3 músicas. Achei barato, os créditos rendem bem e garantem um bom tempo de diversão. Acho que jogamos umas 4 vezes seguidas na Supernova. E foi muito, muito bom! Realmente é bem diferente jogar no "tapete" duro. Os passos ficam mais vigorosos, fica mais emocionante. É muito mais imersivo jogar na máquina, a cada passo perfect que conseguimos as luzes da máquina se acendem, dá um clima de discoteca mesmo. Além do som que é ótimo, bem encorpado. Me saí bem, apesar de me atrapalhar um pouco com o novo "tapete", o fato de ter bordas nos quadrados das setas me confundiu um pouco. Tive uma ótima supresa com o playlist da máquina, há nela uma música do jogo SSX3: Jerk It Out. Adorei dançar uma música do meu video-game preferido!
Foi uma experiência ótima. Wally e eu saímos cansados e felizes da vida. Muito bom dançar na máquina, apesar de dado uma certa timidez quando notei que tinha um monte de gente nos olhando dançar. Mas sei que não fizemos feio, principalmente Wally que jogou muito bem. :)
Experimentamos também a outra máquina, a Jump. Mas foi bem mais difícil e eu errei muita coisa pois o fato das setas estarem em uma disposição diferenciada faz tudo ficar mais complicado, pois muda completamente o estilo de jogo.
Gostei muito mesmo da máquina e pretendo ir mais vezes. Virei fã da máquina e agora entendo o pessoal que diz que jogar no tapete não tem muita graça. Realmente se eu tivesse aprendido a jogar na máquina, não ia curtir mesmo jogar no tapete. Ainda bem que fiz o caminho contrário, assim vou continuar a gostar de jogar o DDR em casa no meu querido tapete. :)



Nota da blogueira: prometo que ainda levarei alguém para me filmar dançando na máquina. Quando fizer isso postarei o vídeo aqui. Prometo. :)


quarta-feira, 10 de junho de 2009

O de sempre

Eu estou longe de ser o Sheldon, mas tenho as minhas manias e quando me acostumo com uma certa rotina sofro se tenho que alterá-la. Quando eu navego pela internet eu uso somente o Firefox, e vou abrindo os sites que sempre acesso na mesma ordem. E assim ficam as abas na ordem de sempre e eu tranquilamente acessando os sites de sempre. Mas nos últimos dias enfrentei algumas dificuldades para navegar. Nada com a conexão, que felizmente não tenho do que reclamar. O problema era o Firefox, que por alguma razão inexplicável começou a boicotar o meu Gmail. Simplesmente não carregava o meu inbox. Mas nos outros navegadores, a página do Gmail abria normalmente. Fiquei encafifada e contrariada. Afinal, não sem viver sem o Firefox e muito menos sem o meu Gmail. No primeiro dia fiquei usando o Firefox para acessar os outros sites e o Chrome para o Gmail. O que não ficava lá muito prático. Depois de muito fuçar e sem conseguir avanços, resolvi testar o Chrome e usá-lo exclusivamente para navegar por aí. Não deu muito certo. Fiquei me estranhando com o navegador. Não consigo gostar do Chrome. E depois de usá-lo por algumas horas gostei menos ainda. A função que mais me desagradou é o navegador mostrar as miniaturas dos últimos sites visitados em cada aba nova que é aberta. E é algo que não há como desabilitar. É função padrão do programa, assim, ou o usuário se acostuma à ela ou desiste de usar o navegador. Sim, há a opção de navegação anônima, que não mostra o histórico nas abas, mas não adianta de muito, já que não há maneira de colocar esta opção como padrão. Para abrir uma janela no modo anônimo obrigatoriamente há que se abrir uma janela no modo normal. Achei o fim não conseguir abrir uma página em branco, não quero ser lembrada pelo navegador a todo momento do que eu andei acessando. Enfim, estas poucas horas de convivência forçada com o Chrome foram suficientes para provar que somos incompatíveis. Felizmente consegui fazer que o Firefox abrisse o meu Gmail direitinho, tive que desabilitar umas funções, que nem usava mesmo, do Gmail e consegui que os dois se entendessem. Foi um alívio poder usar o meu navegador querido novamente e sem problemas. Nem lembro há quanto tempo eu uso o Firefox, mas estou tão acostumada a ele que parece que este é o único navegador que usei a vida toda. Realmente não sei usar a internet direito se não estiver como meu navegador de sempre. Até sei, é claro, mas fico muito contrariada e acabo nem tendo vontade de ficar on line. Mas agora tudo voltou ao normal, e terei como navegar tranquilamente no feriadão, seguindo a minha rotina internética sem impecilhos ou navegadores que não gosto. :)


terça-feira, 9 de junho de 2009

O amor está no ar


Nesta época por todo canto só se fala de amores, romances, de receitas para acertar na paquera e dicas de sedução. Na tv pipocam reportagens sobre histórias de amor, as revistas estão cheias de dicas de presentes e de truques para deixar o ser amado perdidamente apaixonado. Parece mesmo que o amor está no ar. Mas ao invés de uma celebração genuína do amor, o que há é uma celebração com fins comerciais, afinal as lojas querem mais é vender e nos vemos seduzidos pela idéia de agradar o nosso amor com um belo presente no dia 12. Sim, eu sempre sou seduzida por esta data e gosto de dar um presentinho para o meu amor. Por mais ciente que esteja dos fins comerciais da data, me deixo levar pelo clima romântico da estação e embarco com tudo no Dia dos Namorados.
Mas tem algo que me incomoda, a divulgação a idéia que somente se é feliz se a pessoa tem um namorado ao lado. É uma grande pressão por todo lado, a pessoa que está sozinha começa mesmo a se sentir um et. Afinal, algo de muito errado deve acontecer com ela, pois não tem ninguém para chamar de seu. E assim vemos muitos que ficam com qualquer um apenas para dizer que tem namorado no dia dos namorados!
Também passa-se a idéia equivocada que basta ter alguém ao lado para se ter acesso á felicidade sem fim. E quem acredita nisso espera pelo amor perfeito e quando se desentende com o seu amor, se desilude e vai procurar outro amor, pois se aquele não era perfeito, não era o amor certo. Assim muitos ficam na procura sem fim pelo par ideal e nunca o encontram. É preciso tirar esta aura de perfeição do amor romântico. É preciso mostrar que não há amor perfeito, que mesmo o amor da sua vida é uma pessoa com defeitos e que, mesmo se amando muito, haverá momentos de brigas e tristezas entre o casal. Um casal é formado por duas pessoas complexas, com neuras, manias, jeitos diferentes de ver a vida e de demonstrar carinho. São pessoas com necessidades afetivas diferentes, que muitas vezes não vão conseguir surprir mutualmente suas carências. O encontro amoroso é formado por diversos pequenos desencontros, desencontros que no fundo acabam por fortificar o relacionamento, pois estes momentos complicados que fazem um conhecer melhor o outro e assim procurar maneiras de lidar com as diferenças, fazê-las menos complicadas e assim tornar a vida a dois mais suave e alegre. Ninguém deve deixar de ser o que é para agradar o seu amor, mas concessões são necessárias, os dois têm que aprender a entender e aceitar as diferenças. E além disso, deve se ter consciência que ninguém muda ninguém. Se há alguma característica que você odeia na pessoa que ama, que é algo que lhe incomode profundamente, melhor mudar de par, pois a pessoa não vai mudar. Não há mágica ou receita que consiga tal façanha. Defeitos todos temos, o que temos que descobrir se os defeitos do nosso amor são suportáveis. É, no fundo, o amor é uma equação, onde somamos as afinidades e tentamos equilibrar as diferenças. E para que dê certo não há receitas ou truques, há que existir muito amor e sinceridade e, claro, uma boa dose de coragem para enfrentar todas turbulências emocionais que sempre estão inclusas em uma grande história de amor. E, como romântica incurável que sou, sempre acho que vale a pena investir numa história de amor. Sempre.



segunda-feira, 8 de junho de 2009

Corte de cabelo


Cortar o cabelo sempre é um momento crítico para mim. Por mais decidida que eu esteja a cortar, sempre vou estranhar o novo corte nos primeiros dias. Tenho as mais diversas reações. Logo de cara acho maravilhoso, que fiz a coisa certa e que a cabeleira acertou em cheio. Em geral fico assim por algumas horas. Depois começo a sentir falta do cabelo que se foi. Achar que está leve demais, curto demais. Fico me olhando no espelho e achando que o cabelo não está com um caimento bom, que está estranho. Mas isso tudo passa em algumas horas. Mas o drama volta mesmo na hora de lavar o cabelo. É o momento mais crítico, pois ali sinto mesmo que muito cabelo se foi. E também é um momento delicado, pois nas primeiras lavagens pós corte sempre erro feio na quantidade de shampoo. E depois de lavar fico ansiosa para ver como o cabelo vai se comportar depois de seco. Deixo secar naturalmente para ver como ele vai ficar de fato, sem auxílio de secador e escova. Em geral depois da primeira lavagem acabo me acostumando com o novo comprimento e achando que realmente está legal.
Este fim de semana eu fui cortar o cabelo, que já estava enorme. Estava quase uma rapunzel e estava adorando o cabelão. Mas ele estava precisando de umas tesouradas, pois estava ficando sem corte. Mantive o mesmo corte, repicado, mas agora está bem mais curto. Sim, ela cortou mais do que eu queria. Falei 2 dedos e lá foram-se uns 5 dedos de comprimento. E engraçado que na última vez eu estava decidida a cortar bem mais e ela cortou de menos. Difícil mesmo se entender com uma cabelereira. Mas ao menos ela faz muito bem o corte e o cabelo fica muito bom e prático. É só lavar e deixar secar, não preciso me preocupar em domá-lo com o secador ou com a chapinha. Eu realmente não tenho paciência de usar o secador cada vez que lavo os cabelos. Só nestes dias de frio forte que eu faço uso mais seguido do secador, pois como tenho muito cabelo, ele leva horas para secar. Mas apesar de todo o drama, estou feliz com meu cabelo mais curto. Ficou bom mesmo. :)



sexta-feira, 5 de junho de 2009

Só gosto da trilha

A novela das 19 horas da Globo, Caras e Bocas é uma obra que tem roteiro fraco, recheada de diálogos infantilóides e personagens caricatos demais. Conta uma história que ficaria perfeita se fosse ambientada no início do século passado. Mas para uma novela que se passa nos dias atuais e que pretende ser moderna, há muita ingenuidade por parte dos personagens. Não encaixa, ainda mais a história acontecendo na cidade de São Paulo. Se a trama ainda fosse na cidade de Paraíso, ainda seria aceitável esta dose excessiva de ingenuidade. Enfim, não consigo gostar da novela, não consegui ver qualidades. A única parte que gostava era do amor do jovem judeu com a menina ruiva, que por não ser judia não é aceita pela família do rapaz. Desgostei deste romance quando a menina demonstrou total falta de respeito pelo rapaz, se exibindo de lingerie perto dele. Foi um momento constrangedor. Não havia necessidade, neste ponto o autor errou feio e perdeu a chance de construir uma linda história de amor, com a garota conquistando o rapaz aos poucos e sem apelações. Mas este casal ainda tem uma coisa que me encanta, a música tema deles é linda. É uma versão da música Amor Perfeito cantada em Hebraico. Ficou linda. Nunca tinha achado esta música nada demais, em Hebraico ela ficou uma música com mais força, que transmite mais sentimentos.





A canção é interpretada por Lilaz Davidoff. Adorei a voz desta cantora. Posso não gostar da novela, mas tenho que admitir que a trilha sonora dela é de ótima qualidade. Gosto de várias músicas que tocam ao longo dos capítulos. Mas uma ótima trilha não é suficiente para fazer uma novela boa. É preciso um roteiro bem estruturado e diálogos consistentes. Como pode um autor que fez uma novela primorosa como O Cravo e a Rosa, pode perder o rumo assim? Mistério.

Bom fim de semana!


quarta-feira, 3 de junho de 2009

Tempo de festa!

É, já estamos no meio do ano. Já chegou junho e o frio. Gosto muito do mês de junho, pois é quando o calor que me aborreceu no início do ano começa a dar trégua e o frio começa a aparecer. Mas a minha simpatia pelo mês de junho também tem a ver com as festas juninas. Gosto deste tipo de festança, apesar que faz um tempinho que não vou a nenhum arraial. Quando era criança eu passava horas e horas nas festas, adorava os quitudes, dançar quadrilha e ficava torcendo para receber algum bilhetinho via correio elegante. Mas o tal bilhetinho nunca veio, mas isso não estragava a minha festa não. Gostava mesmo é de tomar quentão, mesmo sendo criança. Ainda bem que na época que eu era criança quentão não era proibido nas festas de escolas. As festas juninas também me trazem ótimas lembranças porque meu pai adorava uma e como ele fazia aniversário em junho, gostava de celebrar o aniversário com festas juninas e quentão. Era bão! :)



Gosto também das roupas caipiras. Acho muito bacana se vestir à carácter para estas festas. A última vez que me vesti como uma caipirinha foi em 2005, na festa de aniversário da Dany. Foi muito legal e eu adorei o meu vestido, tanto que o tenho bem guardado até hoje. Mas o melhor deste dia foi mesmo ver o Wally vestido de caipira. Ele ficou ótimo! Eu lembro que eu morria de rir. Ele estava se achando estranho, afinal na infância dele não houve festas juninas. Mas ele topou entrar na brincadeira e fez um belo par comigo. Acho que dificilmente usarei o meu vestidinho de novo, não há nenhum arraial à vista e se tiver só me visto assim se souber que será uma festança onde todos estarão assim. Pois, apesar de gostar da tradição, é um mico sem tamanho ir toda fantasiada em uma festa onde todos estão de roupas normais. Mas uma coisa é certa, mesmo que eu não vá à arraial algum, tomarei quentão. Preciso apenas arranjar um receita e fazer. :)

terça-feira, 2 de junho de 2009

Um passeio em Itu

Domingo foi dia de passear no interior, fomos para Itu. Tudo começou com um convite da Adelaidinha no meio da semana e Wally e eu adoramos a idéia. Aceitamos o convite na hora. Saímos de São Paulo cedinho, por volta das 9 da manhã, quando fomos buscar Adeiladinha e o maridón. Aliás, preciso dizer que adorei o lar do casal. Muito lindo e aconchegante! :)
Wally foi o nosso motorista e a Adelaidinha nosso GPS, munida do Guia Fuja ela foi dando para gente as diretrizes do passeio. Foi um ótimo domingo, tranquilo e em ótima companhia.


A cidade de Itu é conhecida por ser a cidade das coisas grandes, mas devia ser conhecida mesmo por suas belas igrejas. Fiquei encantada com as pequenas igrejas de Itu. As fotos acima são da Igreja do Carmo.



Aqui fotos de dois lugares que infelizmente só vimos por fora, pois estavam fechados. As fotos da esquerda são do Regimento Deodoro, hoje em dia é um quartel e foi um colégio religioso para meninos. Este prédio também abriga o Museu Militar. A foto da direita é da Igreja Nossa Senhora do Patrocínio, que estava fechada. Intrigante uma igreja fechada em pleno domingo, não?


Acima fotos da Igreja Matriz. Gostei muito da pintura do teto. O interior da igreja é praticamente todo revistido por madeira decorada, em alguns casos folheada à ouro. Tudo muito bonito.



Fiquei encantada com os vitrais da Igreja da matriz. As outras fotos da montagem acima são da Igreja Bom Jesus. Esta foi a igreja que mais gostei e foi a Igreja que acabamos visitando por mais tempo.



A última parada do passeio foi o Parque do Varvito, que é uma área de preservação geológica. Varvito é o nome da formação rochosa que foi formada durante a era glacial há milhões e milhões de anos. Na verdade não há muito o que fazer neste parque, mas gostei de ver as paredes de varvito de perto. Tivemos o azar de estar no parque no mesmo dia que acontecia um concurso de karaokê. Foi um festival de gente desafinando com vontade ao som de pagodes horrorosos.



Saímos de Itu sem nenhuma lembrancinha típica da cidade, como o lápis de Itu. Na verdade as lembranças que há hoje por lá são feias e algumas de muito mau gosto como o absorvente gigante , o supositório ou a camisinha. Uma pena, deviam aproveitar a fama da cidade das grandezas de maneira mais legal.

Na volta viemos pela Estrada do parque, uma estrada antiga, fundada na época dos bandeirantes. É um lindo caminho cheio de árvores com o rio Tietê correndo ao longo da estrada. Mas mesmo ali o rio está muito poluído, o que desanima qualquer um de tirar fotos.

Adorei o meu domingo no interior. Passeamos bastante e conversamos muitos E ainda almoçamos maravilhosamente bem no Bar do Alemão. Um restaurante bem grande e muito bonito. Comemos um bife à parmegiana delicioso. Quem for para Itu não pode deixar de passar por este restaurante. :)

Foi um ótimo domingo! :)

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Skank Ao Vivo

Adoro ir em shows no Palace. Antes de tudo porque é pertinho de casa e posso ir a pé. Além disso, como o lugar é pequeno, de qualquer lugar a visão do show é perfeita e a gente vê tudo bem de perto. No show do Skank da última sexta-feira, eu fiquei no meu lugar de sempre: na grade que separa os setores quando há shows com lugares em mesas. Fico lá pois há um degrau e assim não tenho a minha visão bloqueada por alguém mais alto do que eu. O show começou com um pouco de atraso, não sei dizer quanto, pois estava sem relógio. Mas a espera foi compensada por um show perfeito. Eu tinha um pouco de receio por conta do playlist do show, afinal foi o show da divulgação do álbum novo ( que eu pouco conheço) e eu suspeitava que o repertório fosse composto basicamente pelas músicas mais "recentes". Ou seja, músicas lançadas pela banda a partir do ano 2000. A minha suspeita se confirmou, e grande parte das músicas tocadas foram da safra mais nova da produção do Skank, mas, para minha total surpresa, eu curti muito o show e cantei TODAS as músicas. Mesmo as que eu achava que não curtia muito eu sabia as letras e vibrei muito com elas durante o show. Foi maravilhoso. O momento mais emocionante para mim foi quando ele cantou Sutilmente. Lindo, lindo!

O show teve uma inovação que achei bem bacana. Na entrada todos os fãs ganharam este cartãozinho da foto. Na parte de trás do cartão havia 3 grupos de canções para o público escolher o que seria tocado na hora do bis. A escolha foi por SMS. Eu não votei, pois estava sem o meu celular. Nesta noite ganhou a opção 2. Fiquei tão feliz, pois nesta opção estava Pacato Cidadão, que adoro e que por ser das antigas eu não esperava ouvir durante este show. Saí do show feliz da vida e com um baita sorriso no rosto. Foi um baita show.





Aqui o momento quando Skank tocou Sutilmente. A imagem não está grandes coisas, afinal Wally filmou com o celular, mas o som está bom. Eu só fui descobrir que ele tinha filmado quando cheguei em casa. Adorei. :)

Além da escolha do bis via SMS, este show teve outra coisa inédita para mim: foi um show smoke free!!! Sim, nada de fumaça de cigarros durante o show! Foi a primeira vez na minha vida que fui à um show e não voltei para casa fedendo à cigarro. Confesso que me surpreendi, não esperava que a lei que proibe fumo em lugares fechados já estaria fazendo efeito. Pensei que ninguém respeitaria a lei em um show de rock. Ir a um show e ter um ar bom para respirar não tem preço. Fez uma diferença e tanto. Espero que este tenha sido o primeiro de muitos shows livre do tormento da fumaça de cigarro!