sexta-feira, 31 de julho de 2009

Jogo da vida


Na vida vivemos na busca da realização pessoal, da concretização dos nossos sonhos e anseios. Mas em quando nossos desejos podem magoar ou decepcionar os outros? É uma questão complicada saber quando é hora de pensar só na gente e quando devemos colocar o outro em primeiro lugar. Antigamente os anseios pessoais sempre eram colocados em segundo plano, era evidenciado o papel que a pessoa deveria representar na sociedade. Hoje, ainda que hajam as imposições da sociedade e da família, as pessoas usufruem de uma certa liberdade para guiar sua vida conforme seus sonhos e vontades. Mas não é tão simples, pois as expectativas dos outros podem bater de frente com o que desejamos. E não há como dizer que não se importa com os que os outros dizem, pois se é alguém importante para nós fará diferença sim o que ela pensa de nós, se ela aprova ou desaprova a nossa conduta. Levar uma vida pensando em si, sem se importar com os outros, fatalmente leverá à solidão. As pessoas se afastarão quando perceberem que a outra não se importa e faz somente o que quer. Viver isolado de quem se gosta não faz bem, mas também não é nada saudável viver somente para agradar aos outros, guiando a vida para se ajustar aos anseios dos que gostam de nós. Ao fazer só os que os outros querem de nós , podemos nos tornar frustrados e amargos. Acredito que não dá para ser radical neste assunto, concessões devem ser feitas, mas qual o limite destas concessões? Quando saber que um anseio pode ser deixado para trás, como saber se conseguiremos viver com esta frutração? Quando saber que vale a pena brigar com meio mundo por um sonho? Infelizmente não há respostas claras para estas questões, temos que pesar bem as coisas, refletir para tomar a decisão mais certa, ou que achamos a mais adequada. Como a vida não é um ensaio, não dá para apagar o que se fez, assim ao colocar nosso desejo em primeiro lugar podemos criar várias mágoas que podem ser difíceis de ser esquecidas. As relações pessoais podem ficar estremecidas. Quem resolve fazer o que deseja tem que estar preparado para enfrentar as mágoas e críticas dos outros. Mas ao mesmo tempo, ao deixar de lado um anseio, enfrentamos outra situação difícil, nos deparamos com a nossa própria frustração. Podemos sentir raiva de nós por ter desistido, mesmo que o motivo da desistência tenha sido nobre, sempre restará um ponto de dúvida se valeu a pena seguir por este caminho.
A vida não é fácil mesmo, a cada escolha temos uma renúncia. A vida acaba sendo uma jornada onde temos que aprender a lidar com as nossas frustrações e controlar nossos desejos. Difícil encontrar a medida certa. Difícil saber quando se deve se sacrificar por alguém ou seguir em frente para realizar um sonho sem ligar para que os outros dizem. E só sabemos o resultado da nossa escolha, tanto para nós , como para os outros, no momento que ela é feita. Assim, cada escolha deve ser feita de maneira bem pensada e devemos estar preparados para enfrentar os resultados dela. E encarar de frente, sem fazer papel de vítima. É, o pior de tudo é isso, decidir, não aguentar o tranco e se fazer de vítima da situação. Há que ser corajoso para viver e bastante sábio para saber qual o melhor caminho. Receita não há. E a vida nada mais é que um jogo, onde temos que decidir qual é o melhor movimento para aquela jogada. E realmente eu não tenho respostas para os questionamentos aqui lançados. Será que alguém teria?

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Fora de fuso


A minha mudança de rotina bagunçou tudo por aqui. Inclusive o blog. Ultimamente estava com o hábito de escrever os posts no finalzinho da tarde, hoje obviamente neste horário eu estava no trabalho e sem condições de postar. Cheguei em casa exausta. Resultado, nada de post. Espero que amanhã o meu momento blogueira entre em sincronia com o meu novo fuso horário e eu consiga escrever algo por aqui. Enquanto isso não acontece, resolvi colocar um clipe que me fez rir muito no último domingo e que me faz rir toda vez que eu o assisto: El Fuca Vermejo!




Eu vi o clipe pela primeira vez no Faustão, no quadro a Garagem do Faustão. É uma banda brasileira tocando um rock latino com direito a letra em portuñol e um ótimo sotaque! A sonoridade da música é ótima e lembra mesmo os rocks produzidos por nosso países vizinhos. Divirtam-se!


terça-feira, 28 de julho de 2009

Rotina


A rotina está presente na vida de todos nós e geralmente é alvo de criticas por todos os lados. Dizem que a rotina é chata e pode até matar um amor. E tudo isso é verdade. Mas, apesar disso, eu sou uma apreciadora da rotina. Gosto de saber o que vai acontecer no meu dia, ao menos saber o que está planejado para acontecer. Saber quais os próximos passos é algo que me deixa segura e zera a minha ansiedade, que sempre está pronta para ficar ativada. Gosto de viver sem muitos sobressaltos. Prefiro uma vida rotineira a uma vida de aventuras. Claro que viver experiências diferentes e inesperadas pode ser bom, mas definitivamente prefiro que isso seja exceção e não uma regra em minha vida. Mesmo no campo amoroso eu acho que a rotina é necessária. A constância da demonstração de afeto faz que o amor se solidifique, que a gente acredite que o sentimento do outro por nós é real. Uma relação onde não há regras para contatos ou encontros fica frágil, o amor acaba virando uma coisa quase imaginária. Pois ele acaba não existindo na vida real, fica relegado ao campo das suposições. Assim não há como se fortalecer, pois o vínculo entre os amantes (aqui no sentido puro da palavra, ou seja, aqueles que amam) nunca vira algo concreto. E viver sem saber o que esperar do ser amado deve ser uma tortura e tanto. Acho que um amor rotineiro que proporcione pequenas doses de carinho e doçura todos os dias é muito mais valioso do que um amor que traga emoções fortes, porém em doses esparsas. A rotina tem suas qualidades, temos apenas que aprender a enaltecer os pontos bons de uma vida rotineira e saber driblar os momentos chatos que são inerentes a qualquer situação recorrente em nossas vidas.


Nota da blogueira: Tudo isso veio à minha cabeça pois a minha rotina de trabalho vai mudar durante um mês. Vou trabalhar no turno da tarde neste período e estou perdida, sem saber como me organizar para cumprir direito o meu horário. Mas o que mais me perturba é pensar na volta para casa de noite. Infelizmente a região onde eu trabalho é um tanto sinistra, mesmo de dia. Só em pensar em andar de noite por lá me preocupa. Mas amanhã eu descubro como será a minha nova rotina. E acho que vai ser bom fazer as coisas diferentes por um tempo. O melhor é que tem prazo para eu voltar para a minha rotina de sempre. :)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Quase de graça


Estas promoções das empresas de telefonia celular sempre me intrigam. Fico com a impressão que sempre há alguma pegadinha, pois estas promoções oferecem um mundo de vantagens para os clientes, sempre oferecendo serviços de graça, ou quase. Assim, me pergunto onde fica o lucro das empresas? Como ganham algum lucro no meio de tantos minutos de ligações gratuitas ofertadas aos clientes com tanta fartura? Realmente é uma conta que para mim não fecha. Mas mês passado eu resolvi testar uma destas promoções maravilhosas e comprovei que realmente valeu a pena, tanto que entrei na promoção este mês novamente. Eu recebi um torpedo falando que por R$ 9,90 eu poderia comprar um pacote com 200 torpedos (mensagens de texto e/ou imagens) para usar durante 30 dias. Achei o prazo para a utilização dos torpedos bem razoável e, mesmo duvidando se eu iria mandar tantos torpedos assim, eu contratei o pacote de mensagens. Passada a validade dos meus torpedos resolvi fazer a contabilidade. Em 30 dias mandei 147 torpedos. Se mandasse estes torpedos pelo preço normal, por volta de 36 centavos cada mensagem, teria gasto R$ 52,92 e com a promoção gastei somente os 9 e 90 da adesão da promoção. Eu fiz questão de checar o meu saldo, para ver se realmente nada era descontado. E não foi. Adorei a promoção, ainda mais porque os torpedos acabam sendo o meu único meio de comunicação quando estou no trabalho, pois lá não posso acessar e-mails ou mesmo atender o celular. Claro que acabei mandando mais torpedos do que mando usualmente, pois acabei me entusiasmando com a sensação de mandar as mensagens praticamente de graça e perdi o controle. Mas mesmo descontrolada não ultrapassei o limite da promoção, ou seja, este pacotão de torpedos é perfeito para mim. Espero que esta promoção dure bastante tempo, pois realmente vale a pena e rende uma boa economia de créditos no meu pré-pago.


domingo, 26 de julho de 2009

Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Finalmente fui assistir ao novo filme do Harry Potter, "Harry Potter e o Enigma do Príncipe" (UK/USA 2009). Fui no Cinermark do Shopping D e peguei uma sessão bem vazia,sessão das 12:30 h de sábado, o que me garantiu sossego para me deliciar com as personagens que tanto adoro. Eu gostei do filme, mas achei que faltou tensão. Pois é um momento bem sombrio, os bruxos do mal estão à solta e aterrorizando tanto o mundo dos bruxos como o mundo dos homens normais. No meio disso tudo Harry Potter volta para cumprir mais um período do ano letivo em Hogwarts, seu penúltimo ano na escola. A história gira em torno do livro que ele por acaso pega para acompanhar a aula de Poções. Ele fica com um livro usado e este livro contém várias anotações que ele acaba usando para se tornar um aluno nota 10 na matéria de poções. E este livro pertenceu ao tal Half blood Prince, que dá nome ao filme e que ninguém sabe quem foi.
No filme o livro praticamente faz figuração, ficou muito fraco o envolvimento do Harry com o livro. Na história original o livro influência muito o Harry, e os amigos ficam realmente preocupados por pensar que ele pode estar sendo influenciado por alguma magia do mal. A adaptação falhou feio nisso, além de algumas mudanças na história que não fizeram muito sentindo. Realmente não entendo a cabeça de quem faz adaptações para o cinema. Mas no geral gostei muito do filme, as cenas são muito bem feitas, com fotografia linda e os atores estão muito bem. E mesmo o filme sendo bem longo (quase 3 horas!) eu não senti o tempo passar. O filme fluiu muito bem, me envolveu.
Assistir a um filme do Harry Potter sempre me deixa com um sorriso no rosto, pois adoro ver na tela as personagens que conheci nas páginas dos livros. Neste último filme me encantei com as cenas da Luna. Esta bruxinha esquisitinha e adorável, que faz parte da Lufa-Lufa, foi muito bem personificada nos filmes. Em "O Enigma do Príncipe", ela aparece bem pouco, mas quando aparece rouba a cena com o seu jeito cativante. Sou fã dela, ela é uma das minhas bruxas preferidas dos livros e vê-la na tela do cinema é um momento de alegria para mim. Gostei muito também da cena que mostra a loja de brincadeiras mágicas dos gêmeos Weasley. Adorei aquela loja colorida e cheia de coisinhas diferente. Os gêmeos são também personagens adoráveis, que ficaram perfeitos nos filmes.
Quem é fã não pode deixar de ver este filme em tela grande. Quem não é fã pode ficar um tanto perdido com o roteiro do filme, que omitiu muita coisa. Ver este filme meu deu saudade do Harry Potter, estou pensando em reler os livros. Assim quando a última parte estrear no cinema ( que será dividida em dois filmes) eu estarei com a história bem viva na minha cabeça. E uma coisa é certa, quando eu assistir a última cena do último filme do Harry Potter eu vou chorar, como chorei quando li o último livro. Terminar de ler a saga do bruxinho foi como me despedir de amigos queridos.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Compromissos para o futuro


Numa conversa com a Cris, ela me disse que eu teria que ver neve até completar 40 anos. Apavorei, pois falta pouco e a neve foge de mim! Isso me fez pensar nestes livros com listas das coisas que nós temos que fazer antes de morrer, os lugares que temos que visitar, os vinhos que temos que beber, os filmes que temos que assistir ou as comidas que temos que experimentar. Eu não gosto deste tipo de livro, pois acho que eles tem um tom impositivo demais. Dão a entender que se você não fizer aquilo não poderá ser uma pessoa realizada, que aquilo que eles listam nos livros é algo essencial. Provavelmente se eu pegar uma lista destas vou descartar boa parte. Não posso colocar como objetivo conhecer um lugar apenas porque alguém publicou em um livro que é essencial. Não posso querer fazer algo apenas para dizer que fiz porque é bacana ter feito aquilo. Isso não me faria realizada e seria uma baita falsidade. Assim, prefiro ficar com a minha listinha particular das coisas que ainda pretendo fazer nesta vida. Acho que boa parte devo conseguir realizar, questão de uma combinação perfeita entre tempo, dinheiro e oportunidade.
Eis algumas das coisas que ainda quero fazer ( além de ver a neve, é claro! ):
  • Voar de helicóptero e de balão
  • Viajar para o outro lado do planeta ( Japão, China, Austrália)
  • Conhecer o Canadá ( tenho uma fixação inexplicável por lá)
  • Fazer um cruzeiro ( nem que seja Santos- Búzios!)
  • Mergulhar
  • Nadar com golfinhos
  • Conhecer o parque temático do Harry Potter ( que ainda nem está pronto!)
  • Viver no exterior ( quero me sentir estrangeira alguma vez na vida.)
  • Aprender a dirigir direito
  • Andar de snowboard
  • Aprender a patinar no gelo direito
  • Ir em uma olimpíada
  • Ir em um jogo de copa do mundo ( que farei em 2014!)
  • Desfilar numa escola de samba
  • Ter um apartamento com varanda ( isso pensando no Frodo e no Sam)
  • Ter um cão grande de novo ( para isso preciso viver numa casa com quintal)
  • Ter uma jukebox
  • Conhecer o Legolas ( tá, tinha que ter algo impossível na minha lista!)
  • Completar a minha coleção de CDs da Madonna ( acho que é o item mais fácil!)
  • Aprender a cantar

Acho que a listinha tá de bom tamanho... claro que tenho outros anseios, mas alguns são impublicáveis e outros eu não lembro agora. :)

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Etiquetas



Estou com duas blusas novas e lindas. Comprei na Zara durante a liquidação da semana passada. São duas camisetas de manga comprida e com gola alta, do tipo cacharrel, uma cinza e outra preta. Perfeitas para ir trabalhar nestes dias mais frios. Mas elas são quase perfeitas, infelizmente há um probleminha: a etiqueta. Sempre tive problemas com etiquetas. Não entendo o motivo de colocarem nas roupas etiquetas feitas com materiais que sempre provocam incômodo, que pinica. Adoro aquelas roupas que as informações de tamanho e lavagem vêm impressas no tecido da roupa. Pena que são raras peças assim. Em geral eu sempre travo uma briga com as etiquetas, pois mesmo cortando, elas continuam ali marcando presença e me incomodando. Pois tem um limite para o corte, se cortar muito rente corre-se o risco de atingir a costura da roupa. Isso já aconteceu comigo, cortei tanto uma etiquei que quando vi a camiseta está se desmanchando! Tive que costurar tudo de novo e, como não tenho o menor talento para costura, não ficou nada elegante. Eu entendo a necessidade da etiqueta nas peças de roupas, mas bem que os fabricantes poderiam procurar um material mais suave para fazer suas etiquetas.
Em relação às informações que constam nas etiquetas, eu até tento seguir as orientações de lavagem, secagem e afins. Mas confesso que muitas vezes não entendo direito aqueles simbolos. Muito abstrato para mim. Em geral sigo mesmo a minha intuição na hora de lavar e passar uma roupa. E hoje em dia já posso dizer que já tenho uma razoável experiência de dona de casa e dificilmente estrago uma roupa. Já sei reconhecer quando um tecido é muito frágil para aguentar um ferro quente ou mesmo encarar a máquina de lavar. Acho que o bom senso pode substituir bem as instruções das etiquetas.

Mesmo com as etiquetas irritantes, estou contente com as minhas novas aquisições. Elas ficaram realmente lindas em mim. :)


terça-feira, 21 de julho de 2009

As viajantes

Mamãe e Sugar em Gstaad

Semana passada quando conversei com a minha mãe via webcam, eu aqui e ela lá na Suíça, tive a certeza que valeu a pena todo o esforço para fazê-la viajar. Eram 7 da noite aqui e lá já passava da meia-noite, ela e a Sugar tinham passeado o dia todo, mas mesmo assim minha mãe estava animadona, cheia de energia e com um baita sorriso no rosto. Os olhos dela brilhavam quando ela contava do passeio que tinham feito. Eu fiquei até emocionada de vê-la tão feliz e animada. Esta viagem a fez notar que ela ainda tem muito que aproveitar da vida e que ela "aguenta" viajar para tão longe. Quando a Sugar ganhou o concurso todo mundo concordou que a viajante convidada deveria ser a mamãe, mas mamãe não curtiu muito a idéia, disse não, não e não. Ela não queria ir por simplesmente achar que não tinha idade mais para isso. Mas agora pensa de outro jeito, durante a viagem ela encontrou muita gente bem mais velha que ela passeando e curtindo a vida. Acho que agora ela não vai querer parar mais de viajar, o que é muito bom, pois minha mãe tem mais que aproveitar, afinal passou a vida inteira cuidando de mim e da Sugar, agora tem que cuidar dela e se divertir.
Eu aqui de longe fiquei acompanhando a aventura das duas em terras suíças. Ficava esperando a Sugar aparecer no MSN para me contar dos passeios. Os contatos foram feitos a maior parte via webcam. Realmente levar um notebook numa viagem assim facilita muito o contato, e a webcam aproxima muito. Esta viagem me entusiasmou muito, fiquei muito feliz por elas. Parecia que eu estava viajando junto. Estou agora ansiosa para ver as fotos, até agora consegui ver umas 4 somente. A Sugar tirou tanta foto que está perdida no meio delas e ainda não conseguiu organizá-las para mostrar para gente. Mas em breve as fotos estarão AQUI.



Claro que eu ganhei algumas lembrancinhas. A que mais gostei foi este imã de geladeira com as vaquinhas. Fofo demais. Ganhei chocolates também. Até agora provei somente um e adorei. Mas o melhor mesmo foi ver a cara de alegria das duas no sábado. Elas voltaram felizes e cheias de histórias para contar. :)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Merenda


Eu sou muito lerda para comer. Não sei comer rápido e se tento eu passo mal. Então não há como eu almoçar durante os meus rarefeitos minutos de pausa no trabalho. Mas como a fome aperta, o jeito de eu contorná-la é apelar para lanchinhos dignos de uma lancheira de criança do primário. Como são porções diminutas, eu consigo comer sem apuro e ao mesmo tempo me sinto satisfeita. Levo sempre um todynho/nescauzinho/extrinha chocolate ou alguma caixinha com suco. Prefiro os achocolatados aos sucos, pois gosto muito de leite. Para acompanhar levo algum bolinho ou barrinha de cereal (daquelas gostosas, sabor trufa e afins!). O meu lanche preferido é o muffin de banana, que descobri por acaso há uns meses no Pão de Açúcar. Eu gosto de tudo que tem sabor banana. E quando vi este bolinho comprei na hora uns 5 para experimentar. Meio exagerado, mas eu tinha certeza que iria gostar, então resolvi levar um monte logo de cara. E eu estava certa. Eu adorei o bolinho de banana. É saboroso, leve e na embalagem ainda diz que é saudável, orgânico e não tem a tão odiada gordura trans! Pena que ele é difícil de achar, então quando acho já compro para fazer estoque.
Por conta destas minhas merendas, outro dia olhei para meu carrinho de supermercado e dei até risada. Parecia carrinho de uma mãe comprando lanche para o filho levar na escola. É realmente bem inusitada a minha dieta para uma mulher da minha idade, mas eu não consigo comer aquelas barrinhas cheias de grãos sem gosto e secos ou ficar tomando alguma bebida diet. Acho isso tudo sem graça, além de não saciarem a minha fome. Tudo isso só evidência o descompasso que muitas vezes sinto em relação à minha idade cronológica. Mas isso é assunto para outro post.

E vocês, gostam de que comida feita para crianças ?


domingo, 19 de julho de 2009

Um engano , dois acertos

No início do mês comprei um produto por engano na loja de cosméticos. Eu estava procurando um óleo pós-banho e vi o óleo da foto. Reparei apenas na marca e que era óleo. Comprei. Na hora que fui guardar no armário do banheiro que vi que tinha comprado o produto errado. Eu simplesmente não reparei que na embalagem informava que era "óleo para banho" e não "pós-banho", como eu procurava. Fiquei mais intrigada do que brava com o meu engano, pois eu nem sabia que existia este tipo de óleo para usar no banho. Resolvi ficar com o produto. Agora eu comemoro o meu engano, pois tomar banho com este óleo é uma delícia. O perfume é maravilhoso e dá uma sensação ótima na pele. É relaxante mesmo como diz na embalagem. Susbstitui o sabonete. É ótimo. Recomendo.


Dias depois eu comprei o que procurava. Nunca tinha comprado óleo da Nivea, sempre usava o da Natura, mas depois que a Sugar parou de vender os produtos da Natura, eu parei de comprar. Preguiça pura de sair procurando uma nova consultora. Eu comprei o óleo para um uso específico: passar na pele antes de usar o descolorante. Eu faço uso de descolorante nos pêlos deste os 13 anos, é o jeito que encontrei para conviver com eles. Nunca tive problemas de alergias e afins. Mas de uns tempos para cá, algo mudou no meu organismo e comecei a ter uma alergia feia toda vez que aplicava o produto, ficava vermelha e empipocada. Mesmo trocando de produto, a alergia continuava. Mas mesmo assim nunca parei de usar. Esta é a única loucura em nome da estética que cometi na vida, pois não dá para conviver com os pêlo dos braços em sua cor natural. Fica feio demais. Mesmo usando o óleo da Natura, a alergia acontecia. Claro que o óleo ajudava a diminuir o impacto da reação da pele com o descolorante e a água oxigenada, mas mesmo assim ardia e ficava tudo vermelho. Neste fim de semana usei o descolorante com o óleo da Nivea pela primeira vez. E me surpreendi pela eficiência dele. Não senti a pele pinicando e nem fiquei vermelha! Foi a primeira vez em anos que descolorir os pêlos foi algo sem incômodos. Fiquei feliz da vida. Agora nunca mais comprarei outro óleo. Bendito óleo de abacate da Nivea! Recomendo também!


Nota da blogueira: Aprendi a usar óleo na pele antes de passar o descolorante ainda na adolescência, numa dica da Revista Capricho. Desde então sempre usei este método e sempre funcionou. Pois antes, mesmo não tendo alergia ao descolorante, sempre gerava um desconforto na pele durante a ação do produto. O óleo neutraliza bem isso. Mas com a minha alergia tardia, mais nada bloqueava o desconforto, era bem chato passar o produto, sentir a pele irritada e ainda ficar um tempão mais vermelha que morango. Mas agora, isso passou. :)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Com um certo medo

Admito, tem sido difícil não ficar neurótica com esta epidemia de gripe suína. Eu tento não encucar, mas já percebo que fico preocupada quando ando de ônibus, com medo de ter alguém com a doença por perto. Quando andei de metrô lotado no começo da semana notei que estou realmente preocupada com esta doença. Deu medo de estar num local fechado, pequeno e cheio de gente. Se alguém estivesse infectado ali, já era. Boa parte do vagão já faria parte do placar de doentes agora, que é parte obrigatória de todos os noticiários. Dizem os especialistas que é uma gripezinha à toa, até mais fraca que a gripe comum. Mas é difícil de acreditar nisso quando vemos pessoas saudáveis que morreram em uma semana depois de pegarem a gripe suína. Da última vez que olhei nos jornais onze mortes eram contabilizadas aqui no país. Este número vai aumentar, ainda mais agora que já apareceram doentes que pegaram o vírus por aqui, sem terem viajado ou tido contato com pessoas que vieram de outros países. Agora não há mais grupo de risco, todos estão sujeitos a pegar a nova gripe. Não há muito o que fazer, resta rezar para este vírus passar bem longe de nós. Eu não quero virar uma louca neurótica com mania de limpeza, mas toda hora que passo pelos dispensers de álcool que espalharam pela empresa onde eu trabalho, aperto o botãozinho e limpo as mãos.
Estes dias andei meio ruinzinha, com tosse e afins. Mas como não tive febre, nem me apavorei. Mas nos primeiros sintomas fiquei meio encucada e torcendo para não ter febre. A febre não veio e estou quase 100% bem. Ufa. Espero que este fantasma da gripe suína desapareça logo e que as autoridades estejam mesmo tratando este surto com a seriedade devida. Definitivamente não dá para dizer que é uma gripezinha à toa. Não é mesmo.


quarta-feira, 15 de julho de 2009

Não abandone


A Prefeitura de São Paulo lançou há algumas semanas uma campanha com o objetivo de evitar que as pessoas abandonem animais domésticos. É uma iniciativa que apreciei muito, pois é grande o número de animais que são abandonados por seus donos e ficam nas ruas passando fome e sem um lugar digno para viver. Gostei muito do tom da campanha que evidencia a crueldade que é largar um animal na rua e frisa que o ato de comprar ou adotar um animal é assumir uma responsabilidade por muitos anos, que um bicho não é um objeto descartável. A primeira vez que vi o filme da campanha na tv fiquei emocionada, realmente me abala o drama destes bichos que os donos jogam fora como se fosse um papel sujo. Realmente não consigo imaginar como alguém pode ser tão cruel, como pode dormir sossegado tendo largado um cão ou um gato sem cuidados, passando frio e fome por aí. Espero que esta campanha consiga concientizar as pessoas que bicho não é brinquedo, que quando a gente traz um bicho para viver conosco estamos trazendo, além dos óbvios momentos de alegria, também despesas (ração e veterinário custam caro !), alguns prejuízos ( quando eles estragam algo, o que não é difícil de acontecer), stress (eles também cansam a nossa paciência!), angústias (quando eles ficam doentes) e uma certa perda de liberdade (afinal, só podemos viajar quando temos alguém para cuidar deles !). A impressão que dá é que as pessoas compram o bicho só pensando no lado bom e que esquecem que o bicho é um ser vivo que tem sentimentos e que sente dor. E assim, mais e mais bichos são largados pela cidade. Aqui em São Paulo o problema é grave, são muitos animais abandonados todos os dias, principalmente nesta época de férias. As famílias querem viajar e como o bicho é um impecilho, preferem largá-lo na rua do que deixar de viajar. Cruel demais.





Além das propagandas, a prefeitura lançou também um site para promover a adoção e a posse responsável de animais domésticos. Gostei do teste que há no site para a pessoa saber se está preparada para adotar um bicho. Para acessar o site clique AQUI. Espero que esta campanha seja um projeto continuado e que assim consiga concientizar as pessoas e alterar a triste realidade dos bichos abandonados.


terça-feira, 14 de julho de 2009

Transformers - Revenge Of The Fallen


O cartaz acima indica com exatidão o que o espectador vai encontrar ao assistir "Transformers - The Revenge Of The Fallen"(USA - 2009): muito mais robôs, um monte de explosões e um monte de cenas da Megan Fox com pouca roupa. Só esqueceu de mencionar o que tem de menos : história! O roteiro é muito fraco, o filme se preocupa em encher a tela com cenas espetaculares de lutas entre os transformers e esquece que um filme não pode ser feito somente de cenas que encham os olhos. O mote do filme é a vingança dos transformers do mal, Decepticons, que foram derrotados pelos transformers do bem, Autobots, no filme anterior. No meio de tudo isso há o herói humano do filme, Sam, e sua namorada gostosa, interpretada pela Megan Fox. Eu estava animada para ver este filme, pois eu gostei muito do primero filme dos Transformers e estava com saudades do Bumblebee, o meu transformer preferido. Ele aparece bem menos neste filme, mas continua com tiradas ótimas com o seu jeito musical de se comunicar com o mundo. Ele garantiu os melhores momentos do filme. Gostei também do Transformer "idoso", um robo-avião, o Jetfire, que anda de bengala. Achei curioso mostrar que os robôs também ficam com as engrenagens enferrujadas como a gente.
Mas os momentos bons são tão poucos que não tem como eu dizer que gostei do filme. Não consegui me envolver com com o filme e achei que exageram na duração do filme. Foram 150 minutos com muito efeito especial e quase nada de história. No fundo achei um desperdício de dinheiro e tecnologia, mas com certeza a molecada deve ter gostado. Filme feito na medida para adolescentes: muita ação e muita menina com pouca roupa. E depois de ver o filme, continuei com saudades do Bumblebee, o jeito será rever o primeiro filme para matar as minhas saudades do meu transformer preferido.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Tarde burocrática


A foto 3x4 deve ser fruto da burocracia, pois somente é usada nos trâmites burocráticos. Eu odeio tirar fotos assim, pois sempre saio horrorosa e com cara de tonta. Não importa se a foto é tirada por fotógrafo ou naquelas cabines. Somente a minha útima leva de fotos 3x4 saíram legais. E são fotos caseiras, Wally me fotografou e imprimiu um monte de fotinhos para mim. No final usei somente uma, mas agora vou guardar bem guardadas estas fotos, afinal gostei da idéia de sair com cara boa nos documentos. :)

A foto em questão foi utilizada no trâmite da minha renovação de contrato de trabalho. Na verdade, é uma situação bem estranha a que estou vivendo. Eu troquei de emprego sem mudar de fato de emprego. Explico: continuo trabalhando na mesma empresa, assinei contrato com outro empregador. Na papelada eu troquei de emprego, mas na prática não. Isso é possível pois sou terceirizada, como não havia como mais renovar o meu contrato de trabalho pela outra empresa e não havia possibilidade de efetivação por agora, a saída que a minha chefe encontrou para me manter por lá foi fazer um novo contrato temporário por outra empresa. Resumo da ópera, a blogueira aqui agora tem emprego garantido até outubro. Depois não sei, mas resolvi me preocupar com o depois só quando o depois chegar.

Agora estou sossegada, mas a tarde de hoje foi uma epopéia. Saí do trabalho correndo para chegar na empresa nova há tempo de assinar tudo, consegui fazer o percurso no menor tempo possível via trânsporte público: 1 hora e 40 minutos. Sim, viver numa cidade tão grande é garantia de viagens assim, demoradas e nada prazerosas! Os trâmites em si levaram mais umas 2 horas e pouco. Isso para preencher fichas ( nunca entendo isso, a empresa pede zilhões de documentos e manda preencher uma ficha com todos os dados que estão nos documentos!), esperar, ir fazer exame médico admissional, esperar e esperar de novo. O que mais fiz foi esperar na tarde de hoje. Mas no final deu tudo certo e assinei o bendito contrato. Enfim, venci o trânsito, o metrô lotado, médico enrolado, metrô lotado de novo e terminei a minha epópeia hoje mesmo. Agora terei 3 meses de sossego. Ufa.


domingo, 12 de julho de 2009

O prêmio


Apesar de eu ter uma alma sonhadora, do tipo que se emociona com filmes com final feliz, mesmo aqueles fantasiosos, sempre fui bem cética em relação a estes prêmios fantásticos das promoções que vemos por aí. Raramente entrava nestas promoções por simplesmente não acreditar que realmente eu poderia ganhar, então achava perda de tempo entrar na promoção. Até hoje só ganhei prêmios pequenos, tanto que em promoções assim me animo pois sei que realmente eu posso ganhar. Agora, ganhar na loteria ou mesmo achar o Golden Ticket dentro de um chocolate como no filme do Willy Wonka, sempre achei improvável. Mas hoje penso diferente e sei que é possível sim coisas fantásticas acontecerem. Passei a acreditar em promoções em março deste ano, quando a Sugarbaby foi premiada na Promoção Chocolovers da Nestlé. Ela fez uma compra de ovos de Páscoa e ganhou um cupom, destes com código para mandar por SMS. Ela mandou o código para a promoção e esqueceu do assunto. Um tempo depois ela ficou sabendo que tinha sido premiada com um enorme ovo de Páscoa e quando ela já estava feliz da vida por ter ganho o super - ovo, levou um baita susto: Ela fora premiada também com a viagem para a Suíça! Na hora que a moça da Nestlé falou para ela da viagem ela não acreditou, achou que era trote. Afinal, ganhar uma viagem para a Europa com tudo pago é destas coisas que a gente só vê em filme, né? Mas era verdade e enquanto eu escrevo estas letrinhas ela já está lá na Suiça vivendo a viagem de sonhos dela. Ela viajou ontem, sábado, e ficará uma semana por lá, num lindo hotel em Genebra e vai conhecer a fábrica da Nestlé. O prêmio dava direito a levar um acompanhante e ela levou a mamãe. No começo minha mãe não queria ir, tinha medo de ir tão longe, mas eu a convenci a ir. Acho que levei uma semana para convencer a minha mãe a viajar. Valeu a pena, no sábado ela estava feliz da vida toda arrumada para viajar. Sugar está radiante, estava com os olhos brilhando no sábado. Tenho certeza que elas vão aproveitar bastante! Será mesmo uma viagem dos sonhos!

E agora eu entro com fé em todos as promoções, pois sei que estes prêmios grandes saem de fato! :)



Nota da blogueira: Enquanto elas viajam, eu estou no posto oficial de babá de gatas. Estou cuidado da Marion e da Lara. Vou lá para visitá-las e cuidar delas. Pena que gatos não são seres muito sociáveis, senão as trazia para cá e ficava com as duas a semana inteira. Mas sem chance, se as trouxer para a casa, vira o caos, sai uma brigaiada de gatos danada! Então melhor elas lá e os meus filhotes cá.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Animação


Estou em clima de feriado, mesmo não tendo o feriado de 9 julho de fato. Hoje foi dia normal de trabalho e amanhã também será. No final das contas o feriado quase foi dia normal, mas como Wally não trabalhou acabei tendo uma tarde com gostinho de feriado. Isso me animou. As poucas horas de folga valeram como um feriadão completo. :) E toda esta animação me fez lembrar de um clipe que me encantou. Um clipe da Pucca cantando uma música indiana em espanhol. Uma bonequinha sul coreana cantando uma música em estilo indiano em espanhol é muita mistura, não? Mas o que pode parecer algo estranho, acabou resultando em uma mistura ótima. A música é fofa e a animação é muito engraçada.




Espero que tenham gostado! Que o clipe anime o fim de semana de vocês !

Até segunda! :)


Nota da blogueira: Quem me mostrou este clipe foi a Miss Oak. Na noite que ela me mandou o link eu vi este clipe umas 5 vezes seguidas. :)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Choque de realidade


Nunca entendi muito bem estas histórias de casamentos que terminam prematuramente, logo nos primeiros meses de união. Sempre me soou estranho um casal que namorou anos se separar em tão pouco tempo depois que vão morar sob o mesmo teto. Os anos de convivência parecem que de nada adiantam nestes casos, o que acaba sendo uma contradição e tanto. Difícil de entender mesmo. Lendo uma reportagem da revista Marie Claire deste mês, finalmente, consegui compreender o que se passa em situações assim. A reportagem relata de um mal que eu nunca tinha ouvido falar, o post wedding blues, que podemos traduzir como depressão pós-casamento. Segundo a reportagem a tal depressão acomete noivas que tiveram cerimônias de casamento grandiosas, que ficaram meses e meses se preparando para o grande dia. Quando tudo passa, a festa e a lua de mel, a noiva fica se sentindo vazia, com saudades dos preparativos do casório que tanto ocuparam a sua vida e isso vai prejudicando a vida do casal. Acho que quando a festa de casamento é tão grandiosa, destas de filme, a noiva deve ter a sensação que sua vida de casada vai ser algo de outro mundo, que tudo vai ser lindo e maravilhoso, como num filme romântico. O rito de passagem da vida de solteira para a vida de casada acaba sendo muito marcante, dando a sensação realmente de início de uma vida inteiramente nova e cheia de alegrias. Mas quando volta da lua de mel a noiva se depara com a rotina e vê que a vida na verdade não mudou tanto assim, que a vida dela continuará uma vida normal, apenas com a diferença que agora tem um marido ao lado e, em muitos casos, uma casa nova também. Ela percebe que o marido não é o príncipe encantando, que é um homem normal e vai descobrir o lado menos bonito do seu amado durante a convivência diária. Acho que este choque de realidade deve causar um impacto e tanto em uma mulher que viveu uma noite de contos de fadas durante os festejos do casório. O começo de um casamento é bem complicado, pois são duas pessoas aprendendo a conviver juntas, aprendendo a lidar com as diferenças e as manias do outro. Se há uma ilusão muito grande deve mesmo gerar uma frustração de igual proporção na noiva e assim tudo deve parecer pior do que é e ela pode desistir do casamento. Triste a situação. O pior é notar que isso está virando comum, tanto que até nome padrão para este tipo de situação já existe. O grande problema mesmo é criar expectativas fantasiosas demais em torno do casamento, aí nada resiste quando a realidade mostra sua face mais dura. Eu já aprendi que a realidade nem sempre sai do jeito que a gente sonha, que a vida pode surpreender de maneira negativa. Mas aprendi também que é possível ser feliz na vida real, basta conseguir lidar com os problemas e saber aproveitar bem os momentos bons. E o mais importante, não se pode desistir logo nos primeiros contra-tempos. Espero que as noivas consigam cada vez mais a superar a fase complicada do comecinho de casamento e assim possam viver uma bela história ao lado do homem que ama.


terça-feira, 7 de julho de 2009

A Estréia


Sempre achei curiosa esta idéia de videogames musicais como o Guitar Hero, Lips e o Rock Band. Mas nunca tinha jogado de fato, utilizando o joystick em forma de instrumento musical. O mais próximo que cheguei disso foi quando joguei o Frets On Fire. Mas neste caso o teclado do computador era o joystick, era divertido mas ficava faltando a guitarra. Domingo finalmente matei a minha curiosidade. Guilherme comprou o Rock Band e veio aqui em casa para jogar. Veio com o jogo e o Playstation 3. Passamos a tarde de domingo brincando de rock stars.




Foi tanto a nossa estréia neste tipo de jogo, como a estréia do jogo em si. Gui ainda não tinha brincado com o jogo, estava tudo lacrado nas caixas. A gente parecia criança em noite de Natal, ansiosos para desempacotar tudo e começar logo a brincar. Mas mantivemos a calma e lemos tudo direitinho para que a montagem dos instrumentos ficasse correta. Os gatos adoraram a invasão de caixas no apartamento.




Eu fiquei impressionada com o capricho dos intrumentos. Tudo muito bonito. A guitarra é o que mais impressiona. É linda e tem tamanho real. O jogo é composto de guitarra, microfone e bateria. A bateria tem até pedal!




A formação da nossa banda variou um pouco, com cada um querendo experimentar um instrumento e ficar também nos vocais. Somente a Sugar que se encontrou no papel de vocalista e não quis saber de largar o microfone. Eu gostei mais da guitarra, o que me surpreendeu, pois achei gostaria mesmo é de ficar cantando. Gostei de cantar, mas como havia poucas músicas que eu conhecia liberadas, fiquei um tanto frustrada. Aliás, cantar neste jogo é complicadinho, a gente foi gongada várias vezes! Me dei bem em algumas músicas, principalmente na I´m Think I´m Paranoid do Garbage. Até brinquei que nossa banda era uma banda de uma música só, pois a vocalista só sabia cantar esta! Mas consegui cantar bem outras (Ramones/Black Sabbath e Bon Jovi). Só não consegui me entender bem com a bateria. É muito difícil acertar o ritmo, precisa de muito ensaio mesmo. Quem se revelou um baterista e tanto foi o Gui. Deu um show com pontuações bem altas. Wally se saiu muito bem na guitarra, que foi o meu melhor instrumento também.






Claro que a gente filmou a nossa performance. Aqui estão alguns vídeos da estréia mundial da banda Babbling Death. Fiz uma playlist com os 5 vídeos, assim cada um escolhe o que quer ver ou espia um pouco de cada um.
Todos nós nos divertimos muito. Realmente é um jogo que empolga. Mamãe também estava conosco nesta tarde, que começou com um almoço onde o prato principal foram os já famosos mini-hamburguers do Wally. Ela ia assistindo e tecendo comentários sobre o jogo e a performance. O melhor comentário da tarde foi "Agora eu sei porque ingresso de show é tão caro! É tão difícil tocar, eles estão é certos de cobrar caro!". Acho que ela daria uma ótima empresária para a nossa banda. :)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Risoto de aniversário

Claudio, Anne, Mônica, Wally e eu.

Sábado foi noite de brindar. Foi noite de celebrar o aniversário do Pedro. Noite de festinha surpresa. Tudo planejado pelo Claudio e realizado na casa do Jayme. Combinamos tudo na surdina, para que o homenageado nem suspeitasse.

Pedro, Claudio, os chocolates, eu e Sugar

O momento da chegada do Pedro foi perfeito. Todo mundo escondido na cozinha e ele ficou feliz da vida quando nos viu por lá. E adorou os chocolates que ganhou de mim.


Wally, Claudio, Mônica, nós jantando e nós e a sobremesa

E foi uma noite cheia de delícias gastronômicas. Jantamos um risoto de presunto parma e queijo brie feito pelo Claudio. Estava divino! A sobremesa foi de responsabilidade da Sugarbaby, aliás as sobremesas! Ela fez tortinhas de chocolate e pavê. Estas sobremesas que a Sugar faz são uma perdição. Deliciosas!

Foi uma noite muito agradável, conversamos muitos, demos risadas e tiramos muitas fotos. Mas acabou faltando uma foto do anfitrião aqui. No final, na câmera da Sugarbaby não tinha nenhuma foto do Jayme. Fico devendo!


domingo, 5 de julho de 2009

Playlist


Recebi da Pedrita a tarefa de responder algumas perguntas sobre música. Aceitei o desafio. Encaro assim porque sou péssima para fazer listas, sempre esqueço de algo, e quando se trata de música a situação fica pior ainda. Portanto, fiz a lista de uma vez só e não reli o que escrevi, pois se eu o fizesse, ficaria mudando tudo e este post nunca ficaria pronto.

01- A primeira música que lhe veio à cabeça agora
Chori Chori Gori Se - Abhijeet/Udit Narayan

02- Uma música para curtir com a paquera,namorado(rido)(a)/amante/amigos com benefícios...
Ice Cream - Sarah McLahan

03- Uma música muito romântica(o que se pode dizer de:'seu tema de amor)
Muda conforme a época. No momento : Meu Sonho - Paralamas do Sucesso


04- Uma música para tirar a roupa

I touch Myself - Divinyls


05- Uma música para uma boa transa
Nenhuma. Prefiro sem trilha sonora.


06- Um música
Ah, são tantas. Mas me veio à cabeça uma muito especial : Ode à Alegria - Beethoven ( da 9ª Sinfonia)

07 - Uma música que saiu do lixo ou para jogar no lixão
Qualquer uma com letra apelativa e mal cantada.

08-Uma música que você ama,mas o DJ insiste em não tocar na balada
Praticamente não vou às baladas, e tem tanta coisa que eu gosto e que nunca toca em lugar algum. Um exemplo: Ich Will - Rammstein


09-Uma música da hora(música que está na moda e você adora)
Sutilmente - Skank

10-A música que você mais gosta em todo mundo(que exagero!)

Difícil responder, vou listar algumas:


Express Yourself - Madonna


Just Like Heaven - The Cure


Somebody - Depeche Mode


Enquanto Isso - Marisa Monte


Corações e Mentes - Titãs


Haja O Que Houver - Madredeus


Histeria - La Ley


Is It Any Wonder ? - Keane


I Need You Tonight - INXS




Ah, e faltou nesta lista um item :

A música que me faz chorar:
No momento é Jeito do Mato da Paula Fernandes.


Não vou indicar ninguém para fazer a listinha. Mas sintam-se à vontade para juntar-sem a este meme.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Incertezas


A semana que vem pode ser a minha última semana de trabalho. Entrei nesta empresa em janeiro deste ano, para um trabalho temporário de 3 meses. Foi tudo muito rápido, fiz uma entrevista e na hora já soube que estaria contratada. Foi assim no susto. Fui na entrevista numa segunda e na quarta já estava começando no emprego novo. Semanas antes do final do contrato temporário fui informada que este seria prorrogado por mais 3 meses. Agora este último prazo está chegando ao final, termina exatamente na sexta-feira da próxima semana e até o momento eu não sei o que acontecerá. Foi levantada a hipótese de efetivação, pois o contrato temporário, por lei, não pode ser mais renovado, mas nada de certezas. E esta situação é complicada para mim, pois eu não sei lidar com incertezas e sou péssima em controlar a minha ansiedade. Assim esta situação toda está servindo para eu aprender a lidar com tudo isso. Estou controlando na marra a ansiedade, trabalhando normalmente e sem ficar encucada com isso. Pois se eu encuco não vou fazer o meu trabalho direito e isso só vai me prejudicar. Em relação à incerteza, resolvi que vou focar na única certeza que tenho: que trabalho na empresa até a semana que vem. Em geral tenho conseguido me manter nos eixos e a tranquilidade tem imperado, apesar de algumas turbulências esparsas nesta minha alma inquieta. Isso tudo tem me ajudado a controlar as emoções e idéias, estou aprendendo a lidar com as incertezas e vendo que não é tão impossível conviver com elas como eu sempre achei que fosse.

A questão da minha efetivação na empresa envolve o setor gerencial, quem tem que aprovar nem me conhece e nunca me viu, como em toda grande empresa. Se dependesse da minha chefia direta, eu já estaria efetivada, pois eles sabem que trabalho bem. Não quero me gabar, mas sou boa no que faço. Para meu espanto, consegui dominar os skills para a minha função bem rápido. No começo achei que não daria conta, fiquei assustada mesmo por conta da quantidade de informação e pelo volume enorme de trabalho. Mas passados 6 meses, estou bem segura e conseguindo realizar um bom trabalho. E não é apenas impressão minha, os números dizem isso. Sim, onde eu trabalho tudo é checado e auditado, desde a quantidade de atendimentos, o tempo médio gasto por ligação e os erros cometidos. E as minhas estatisticas são bem positivas. Uma coisa eu sei, se eu não ficar lá não será por falta de competência. Se eu ficar de "férias" na semana que vem será porque simplesmente não tinha que ser e que a minha missão por lá já foi cumprida. Agora é esperar calmamente pela resposta da empresa. Nada de inquietações excessivas ou preocupações. Apenas uma expectitativa curiosa.

É, eu estou aprendendo controlar a minha ansiedade. :)

Bom fim de semana!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Acesso proibido


É uma sorte para um morador de São Paulo quando o trajeto casa/trabalho/casa é curto e é pode ser feito de maneira rápida através do transporte público. Para muitos ir para o trabalho é uma quase uma gincana, onde o cidadão tem que vencer a lotação do ônibus ou metrô, torcer para que ele passe na hora certa e que o trânsito colabore. Se tudo dá certo, ele consegue chegar no trabalho na hora certa. Mesmo eu que tenho a sorte de morar perto do trabalho sofro às vezes com o transporte público, tem dias que simplesmente o ônibus não passa no horário que deveria, nestes dias tenho que apressar o passo para não chegar atrasada. Há uma boa parte da população que não tem como utilizar o transporte público para ir trabalhar, não é por frescura não, é pelo simples fato que se for utilizar o transporte público para se locomover vai levar muitas horas para chegar ao trabalho. Isso acontece porque muitos trajetos dentro da cidade são praticamente impossíveis de serem feitos através de transporte público. Faltam opções de transportes e a integração entre os meios de transporte é deficitária, assim um trajeto que de carro leva 30 minutos pode levar mais de 2 horas via transporte público. Para contornar esta falha estrutural no transporte público de São Paulo surgiram nos últimos anos os ônibus fretados dedicados a levar e trazer os trabalhadores. Assim estas pessoas ganharam mais tempo livre e o conforto de viajarem sentados, o que é raro nos ônibus e trens em horário de pico. Claro que a entrada destes ônibus no dia a dia da cidade atrapalhou bastante o já caótico trânsito paulistano. Por conta disso a prefeitura resolveu criar restrições para a circulação deste meio de transporte. Mas pelo que eu li o fez de maneira inapropriada, pensando somente no trânsito e esquecendo das pessoas que utilizam estes fretados. Estas ficarão em uma situação bem complicada quando a lei entrar em vigor. Pois não haverá melhoria na oferta no transporte público e a restrição de circulação vai afetar diretamente uma região da cidade onde há uma enorme concentração de empresas de grande porte. Assim muitos terão dificuldade para ir trabalhar. O resultado vai ser um lotação maior ainda dos ônibus e um aumento na circulação de carros. A aventura de chegar ao trabalho vai ficar bem mais atribulada para muita gente. Espero que a prefeitura repense os termos da lei e tente chegar em uma solução que seja boa tanto para o trânsito da cidade, como para as pessoas que dependem dos fretados.



quarta-feira, 1 de julho de 2009

Experimentando



Gosto muito de lojas de roupas. Adoro ficar vagando pelas araras olhando os modelos, pensando quais eu usaria e quais eu não usaria nem por decreto. Experimentar as roupas é algo que eu gosto e que até me diverte, mesmo que eu saia da loja sem nada. E eu adoro os provadores com seus vários espelhos, que permitem a gente veja a roupa por completo. Seria útil ter espelhos assim em casa, nem tanto para auxiliar na hora de me vestir, e sim na hora de arrumar o cabelo. Tanto que tem vezes que me distraio nestes provadores, em vez de reparar na roupa que experimento, fico olhando o meu cabelo. Mas gosto também de entrar nos provadores para dar palpite nas compras alheias. Adoro ajudar a escolher as roupas das amigas. Ontem foi um dia desses, dia de ajudar a mamãe a renovar o guarda-roupa. Fazer minha mãe comprar roupas é um suplício, ela sempre fala que não precisa de nada. É quase um milagre quando Sugarbaby e eu conseguimos que ela faça umas comprinhas. E ontem foi um sucesso absoluto, ela gostou de várias coisas e saiu com a sacola cheia de roupas lindas da loja. Valeu a pena o tempo que passei dentro daquele provador. :) Foi um ótimo fim de tarde de terça.