sexta-feira, 30 de abril de 2010

Passando vontade




Ontem bateu vontade de comer comida chinesa. Procurei por aqui o cardápio novo do China In Box e não achei. Só tinha um bem antigo. Então resolvemos pedir sem consultar cardápio algum. Eu pedi carne com brócolis e yakemeshi. Wally estava com vontade de comer China Fun. Fazia séculos que a gente não pedia o menu infantil. Ele ficou só na vontade. Quando  fez o pedido, ouviu do atendente da loja que o China Fun havia saído do cardápio. E lhe foi oferecido a versão atual do box para crianças: yakissoba com arroz!!!  Que sem graça!  Coitada das crianças, perderam a opção deliciosa da caixinha cheia de bolinhos e agora têm que se contentar em comer macarrão com arroz. Combinação esdrúxula, com alimentos que não combinam mesmo.  O atendente explicou então que o China Fun foi tirado do cardápio por razões nutricionais, que a empresa resolveu oferecer para as crianças uma opção mais saudável.  Achei a justificativa absurda! Se falasse que esta opção foi tirada cardápio porque não tinha muita saída eu entenderia numa boa. Agora falar que é por razões nutricionais não faz sentindo. Será que eles esqueceram que são uma rede de fast/junk food? Se alguém liga lá não está muito lá preocupado em comer algo saudável e nutricionalmente equilibrado.  Do jeito que as coisas vão, logo não vai existir mais junk food. Fico imaginando as crianças numa festinha de aniversário e no lugar dos salgadinhos estarão comendo cenoura crua em forma de palitinho. Fico imaginando a cara de "feliz" das crianças mordendo a cenoura. 
Sim, estou triste porque a caixinha dos bolinhos saiu do cardápio. Era uma das melhores opções do menu do China In Box. Pena. Agora é esperar a vontade passar, já que não há como saciá-la. Nunca mais.

Bom fim de semana! 

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Fugindo do stress


Semana está brava. Muito trabalho e, claro, muito stress por lá.  Impressionante o nível de cansaço que meu trabalho provoca, cansaço mental, volto de lá com a mente  praticamente paralisada. Na terça-feira eu já estava derrotada, querendo que a semana acabasse ali. Mas não acabou e ainda tenho 2 dias de trabalho pela frente. O jeito é não esmorecer e encarar esta rotina pesada com ânimo. Prometi à mim mesma que não deixaria o stress me pegar esta semana novamente. Ontem eu consegui esta proeza. Tive milhares de motivos para me estressar no trabalho, mas não me abalei. Abstraí tudo e cheguei em casa leve. Cansada, é verdade, mas sem estar tensa ou chateada. Tentarei fazer o mesmo hoje. Vou para o trabalho já com esta disposição de não me estressar e vou deixar os problemas passar, resolver o que cabe a mim resolver e depois abtraio tudo. Não vou ficar remoendo os problemas. Não adianta. Não os faz sumir, não os resolve. E no dia seguinte muitos estarão ali de novo. Então para quê estressar? Assim vou levando a semana até o fim, tentando sobreviver da melhor maneira possível à rotina lotada de trabalho. 

 

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Amanhecer


Impossível escrever sobre o último livro de uma saga sem deixar escapar alguns spoilers. Portanto, caso você seja fã da estória de Bella e Edward e ainda não leu ainda "Amanhecer", melhor deixar este post pra lá. Eu pelo menos odeio saber o que vai acontecer nos livros/filmes/novelas/seriados que eu sou fã. Mas se continuar lendo, a blogueira não vai aceitar reclamações, tá? 

Terminei de ler "Amanhecer" ontem à tarde. Gostei do livro e do seu final feliz. Eu não esperava outra coisa, improvável a autora oferecer aos seus fãs um final trágico. Mas isso foi algo que me incomodou, chegou um certo um ponto que foi criada uma situação de perigo extremo para a família dos vampiros Cullen e Bella e com a obviedade do final feliz, acabei ficando cansada de tanta enrolação para o desfecho. A autora tentou criar um clima e tensão, mas acabou só me aborrecendo. Mas ela acertou no clima de romance, Bella e Edward funcionam bem juntos, apesar da chatice dela. Neste livro os dois se casam e finalmente vão além dos beijos. Realmente  Edward é o vampiro mais santo que existe no mundo, esperou o casamento para transar com a mocinha. E depois do casamento Bella vira uma vampira, como era planejado. Mas as coisas acontecem de forma diferente, ela não vira vampira por conta do acordo com Edward e sim para se salvar da morte certa. Bella se coloca em risco para dar vida à sua filha. Ela resolve levar até o fim a gravidez de alto risco, afinal o bebê semi-vampiro praticamente destrói o corpo da mãe. Confesso que fiz careta quando cheguei a este ponto, achei um tanto exagerada esta história de Bella grávida de um vampiro. A autoria quis dar um motivo nobre para a transformação de Bella em vampira, pelo jeito somente o amor de Bella por Edward não bastava. Mas acabei me encantado pela filhinha dos dois. Ficou uma personagem cativante, apesar do nome, uma junção péssima dos nomes da mãe e da sogra de Bella. Apavorante. Pobre menina! 

O desejo por final feliz da autora acaba tornando as coisas muito fáceis para Bella. A transformação dela em vampira é muito suave. Ela praticamente não sofre, consegue controlar seus anseios por sangue com tranquilidade. Ou seja, é uma vampira recém-nascida que não teve problemas com a transição, tudo para ela foi fácil. Eu acho que ela deveria ter sofrido um pouco, não porque eu não goste dela, mas para dar uma pitada de tensão na história. Mesmo com tudo muito cor de rosa para meu gosto, eu adorei o livro. É bom de ler. No final já estava lendo em velocidade reduzida para "economizar" história. Afinal este é o último capítulo  da saga e sabia que sentiria saudades dos vampiros. Como já sinto. Sentirei saudades dos meus persongens preferidos: Edward e Alice, a vampira-irmã de Edward. Uma personagem encantadora. Bella? Apesar de ter pegado birra dela em alguns momentos, eu gosto dela e como vampira ela ficou menos chata. E finalmente percebeu como ela conseguia aborrecer os outros com o seu jeito chatinha de ser. Assim Edward terá uma eternindade mais agradável ao lado de Bella, ganhou uma Bella mais mulher e sem tanta frescura.

 

terça-feira, 27 de abril de 2010

Doce vício


Quando a Starbucks chegou aqui em SP há alguns anos eu não entendia a loucura que as inagurações das lojas provocavam. Eram filas enormes, as pessoas  levavam uma eternidade para conseguir  comprar sua bebida. Eu não enfrentei fila alguma e até fugia do bafafá. Fui experimentar o meu primeiro frappuccino do Starbucks bem mais tarde, quando a euforia já tinha passado. Adorei. Mas tomava eventualmente, pois não havia nenhuma loja por aqui. Um belo dia foi inaugurada uma Starbucks a poucas quadras de casa e eu adorei a novidade. Desde então virei consumidora assídua do frappuccino Java Chip. Sempre que posso desvio meu caminho e compro um copão, o maior, de 500ml. É uma delícia. Mesmo no frio eu só tomo o Java Chip. Não curto tomar café normal. Somente uma vez experimentei o café quente do Starbucks. Gostei bastante, mas prefiro muito mais as bebidas geladas. Neste mês já perdi as contas de quantas vezes passei na Starbucks, acho que estou ficando viciada no Java Chip. Que perigo! 


  
Procurando uma foto para ilustrar este post me deparei com este pote de sorvete. Fiquei com água na boca. Não sabia que existia o sorvete da Starbucks, nunca vi nas lojas daqui. Acho que este sorvete só existe em terras distantes. Vou torcer para que logo este sorvete chegue em terras paulistanas. Enquanto ele não chega vou continuar com as minhas doses regulares de frappucciono Java Chip. Hummmm... :)


domingo, 25 de abril de 2010

Alice no país das maravilhas


A expectativa era grande. Não queria esperar mais para assistir ao filme "Alice no país das Maravilhas"( USA - 2010), que estreou aqui no Brasil com mais de um mês de atraso em relação ao lançamento mundial do filme. Comprei o ingresso para assistir o filme na sala 3D Imax com 2 semanas de antecedência, tudo via  internet. Fui na sessão do último sábado, às 22:15 h. Sala lotada. Shopping idem. Mas tendo o ingresso já comprado e o lugar marcado toda a muvuca do shopping nem importava. Eu consegui um lugar bom, no meio da sala. O filme é esteticamente lindo, as imagens e as cores são encantadoras. A história é quase depressiva, afinal Alice encontra  o País das Maravilhas um tanto destruído, a Rainha Vermelha arrasou com tudo. Mas mesmo assim há momentos que garantem boas risadas.


O filme é uma mescla  constante da beleza estonteante daquelas terras com as imagens de destruição de tristeza impostas pela Rainha Vermelha. Os habitantes de lá tem a esperança que Alice cumpra seu destino e acabe com o reinado da rainha má. Alice, claro duvida disso, afinal como ela, uma moça frágil vai virar uma guerreira? Isso eu não conto. Só vai saber quem assistir ao filme. 


Fiquei impressionada com  a integração perfeita dos atores com os efeitos visuais. É difícil saber onde o que é real e o que é virtual. O filme é praticamente tudo em animação, cenários e vários personagens são claramente feitos no computador. Os atores estão perfeitamente inseridos nas cenas de animação, fica difícil até de acreditar que eles estão atuando em cenários que não existem. A caracterização dos atores é um espetáculo à parte. Fiquei encantada com a maquiagem e figurinos. Adorei os vestidos da Alice e a Rainha Vermelha é má com muita elegância. 




Na história há muitos animais falantes. O que mais gostei foram os sapos da corte da Rainha Vermelha. São de uma realismo absurdo. Se não fizessem no filme coisas que sapos normais não fazem, dificilmente eu acreditaria que eram sapos de mentira. Este sapos me fizeram ficar de boca aberta na sala de cinema. Me impressionaram pra valer.  Todos os animais do filme estão espetaculares, tanto os mais realistas como os do mundo da fantasia, como o "cachorrinho" do mal, assustador com sua boca enorme com milhares de dentes afiados.




Claro que eu estava ansiosa para ver o Johnny Depp encarnando o Chapeleiro Maluco. E adorei o que vi! Ele faz um Chapeleiro doce e por vezes melancólico. Com olhos muito expressivos numa tonalidade de verde tão viva como irreal. Fiquei realmente apegada ao personagem, me cativou e saí do cinema com saudades dele.


Uma das cenas que mais gostei foi da batalha entre a Rainha Branca e a Rainha Vermelha. Adorei o exército da Rainha Branca formado por peças de xadrez. Lindo. A Rainha Branca é encantadoramente bela e suave. Já a Rainha Vermelha vai para a batalha cercada por suas cartas-soldados.  Estas cartas de baralho-soldados era uma das coisas que mais gostava quando via o desenho da Alice. Gostei da nova versão. O filme tem o estilo de Tim Burton bem evidenciado, nada é convencional. Tudo é diferente, até exótico, o que garante o charme do filme. Quem assistir espere para ver os créditos finais. Fiquei encantada, mas não vou dizer como é para não estragar a surpresa. Enfim, adorei o filme e espero ter a chance de vê-lo novamente em 3D. :)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Resfrescantes

Eu andava feliz com o clima fresco. O Outono parecia que tinha chegado de vez. As temperaturas tinham caído bastante e até eu já tinha colocado meu cobertor na cama! Estava uma delícia para dormir. Mas isso durou pouco. Nos últimos dias o vento fresco sumiu e só restou o clima abafado. Com isso meu ânimo ficou abalado também. O calor afeta muito meu humor, ainda mais quando ele acontece totalmente fora de época. Fico desanimada e chata. 


O que me anima neste calor é um copo bem gelado de H2OH. É refrescante e bem leve, o fato de ter pouco gás dá  à bebida a leveza que um refri não tem. Mas tem que ser a H2OH de limão. As que vieram depois eu não gostei muito. A de maçã eu até acho gostosinha, mas ainda não é tão boa quanto a de limão. As outras são ruins mesmo. Tomei uma vez para nunca mais. 




Outra bebida que adoro para os dias quentes é a Aquarius Fresh, mas somente a sabor Abacaxi com Hortelã. Odiei os outro sabores.  Um dia fiquei com vontade de experimentar esta "água", achei as garrafas lindas e resolvi comprar uma garrafa pequena de cada sabor para experimentar. A porta da minha geladeira ficou linda naquele dia, toda colorida! Experimentei todos e a única garrafinha que eu terminei de tomar foi a sabor Abacaxi. Uma delícia. Agora esta Aquarius sempre divide o espaço da minha geladeira com a H20H Limão. 

Bom fim de semana e que logo os dias mais frescos voltem! 

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Um sonho possível


O feriado foi um dia tranquilo e muito bem aproveitado ao lado do Wally. Acordamos tarde e sem pressa. Almoçamos no Shopping Market Place e lá aproveitamos para assistir ao filme "Um Sonho Possível" (USA 2009). Tinha muita curiosidade em ver este filme, primeiro por causa da Sandra Bullock, atriz que adoro e que levou o Oscar de melhor atriz por este papel, e porque a história é destas que parece saída de um livro de conto de fadas. Leigh Anne (Sandra Bullock) foi uma verdadeira fada na vida de Michael (Quinton Aaron), deu à ele a chance de mudar de vida e de conhecer a felicidade e o amor de uma família. Michael era um menino pobre e largado no mundo, órfão de pais vivos e vivendo de favor na casa de um conhecido. O tal conhecido consegue que ele seja aceito em um colégio particular, enfatizando suas aptidões esportivas ao treinador do colégio. Pois se fosse se basear na capacidade intelectual o menino nunca seria aceito, além de ter tido até aquele momento um educação sofrível, ele ainda apresentava um nível de inteligência abaixo da média. Michael começa a frequentar a escola, onde os filhos de Leigh Anne estudam também. Um noite ela o encontra sozinho andando na rua e sem ter para onde ir. Fica com pena, pois o menino está sem agasalhos em uma noite gelada, e resolve levá-lo para casa para passar a noite. A partir desta noite a vida de Michael começa a mudar. Ela é uma mulher muito rica, tipo perua mesmo, vive cercada de luxo e futilidades. Mas tem um ótimo coração e determinação para dar atenção a um menino que todo mundo dá como caso perdido. O que deveria ser uma ajuda de uma noite só acaba ficando permanente, Michael é acolhido por Leigh Anne e sua família e sua vida toma um rumo que ele jamais pensou e ele acaba virando um jogador de futebol americano, um dos melhores dos USA. A história é real e comovente. Em muitos momentos fiquei a ponto de chorar. Mas me segurei, pois se começasse não pararia tão cedo e assim não conseguiria ver o filme direito. O filme poderia ser bem depressivo, focado em todo sofrimento de Michael, mas o foco fica na sua mudança de vida, isso faz o filme ter uma aura de felicidade. Os momentos difíceis da vida de Michael são bem sinalizados na história, conseguimos perceber como a vida dele era miserável antes de encontrar sua fada madrinha. Gostei muito do filme e a Sandra Bullock está muito bem, o Oscar foi merecido. É um filme para se assistir com o lenço nas mãos, pois a emoção vem fácil. Impossível não se emocionar com Michael e com o amor que ele recebe de Leigh e sua família, que acaba virando a família de Michael também. Bela história.


terça-feira, 20 de abril de 2010

Tags cloud



Gosto de espiar a página do contador do blog para ver quantos aparecem por aqui e como. Saber se acessaram o blog por vontade própria ou se caíram aqui por conta de alguma pesquisa no Google. O maior número de acessos vem mesmo das pesquisas em sites de buscas. O contador faz uma lista dos assuntos mais procurados, é interessante ver que os assuntos se repetem, o termo mais buscado de todos os tempos aqui do meu blog é a palavra bonequinhas. É impressionante, foi uma vez escrever um post com esta palavra para os acessos aumentarem. Se eu tivesse planejado algo semelhante não teria acertado tanto. Mas na verdade estes acessos não me importam muito, pois provavelmente a pessoa cai, aqui ,olha, acha ( ou não!) o que busca e some. Nem lê nada. Gosto de ver a lista de buscas pois é divertido, sempre tem pesquisas sem noção. As pessoas parecem achar que o Google é um oráculo e tudo sabe, não fazem pesquisas objetivas e sim perguntas pessoais como "Eu passei na prova?". Quem me dera se o Google fosse vidente! Agora o contador apresentou uma função nova onde é possível ver os títulos e urls mais acessados do blog. Adorei isso. Dá para ter uma boa noção de quem acessa a página principal, vindo assim porque já conhece aqui, e dos acessos aleatórios provocados pelos resultados das buscas. Mas o que mais gostei foi a nuvem de tags. Sempre achei isto bacana quando via em outros sites, agora eu tenho a minha própria tags cloud! Ela vai mudando de acordo com o dia ou o mês. Dá uma visão mais geral do mais procurado por aqui, mas fácil de ver do que a lista das buscas ou de acessos via links, pois numa olhada só a gente já vê tudo. Prático além de ser estéticamente atraente. Eu sou fã do meu contador, o Hitstas é realmente muito bom. É incrível um programinha tão bom assim ser gratuito. Para quem procura um contator para seu blog eu sugiro que dê uma passada no site deles, vai gostar. Para acessar basta clicar no meu contador aí ao lado!



segunda-feira, 19 de abril de 2010

Green Zone


Fiquei interessada em assistir ao filme "Green Zone"(FR/USA/ES/UK - 2010) porque o filme é estrelado por Matt Damon e dirigido por Paul Greengrass, que marcaram presença nos filmes do Bourne, sendo Matt Damon protagonista dos 3 filmes da série e Paul diretor dos dois últimos filmes. A trilogia Bourne é composta por filmes de ação impressionantes, que deixam o espectador com olhos vidrados na tela. Interessada neste mesmo clima de ação que decidi ver "Green Zone" e encontrei o que procurava. O filme é frenético desde o primeiro segundo, acompanhamos as missões do Sub-tenente Roy Miller (Matt Damon) no Iraque, recém-invadido pelos USA, a ação se passa em Março de 2003. Ele é responsável por comandar as equipes que têm como missão encontrar as armas de destruição em massa, que serviram de desculpa para a invasão daquele país. Miller logo percebe que está em missões fadadas ao fracasso, pois suas missões são guiadas por pistas falsas, e que ele nunca vai encontrar vestígios das tais armas. Miller fica intrigado e indgnado com isso e tenta alertar o comando do exército, mas ninguém quer ouvi-lo, afinal ele é apenas um militar do segundo escalão e suas suspeitas são gravíssimas, capazes de desmoralizar o governo americano. Começa ele então uma batalha solítária para tentar provar que a invasão do Iraque foi baseada em uma premissa mentirosa, que as tais armas não existem. O filme foi inspirado em fatos reais, e todos nós sabemos que realmente nada foi encontrado por lá, que os USA queriam uma desculpa para invadir o Iraque e inventaram a mais conveniente para eles. O filme é pesado em muitas partes, pois a situação da população do Iraque é terrível, o país foi arrasado e as pessoas deixadas a sua própria sorte, sem nenhuma infra-estrutura, nada de água ou eletricidade. Há partes chocantes e não me refiro às cenas e violência ou mortes. O que há de mais chocante no filme é ver como era a vida na tal Zona Verde, onde os americanos do alto escalão se abrigaram. Um palácio enorme, onde eles viviam como se estivessem em um resort, com todo conforto e sem se preocupar com o caos que acontecia lá fora. É algo bizarro e cruel. Aquelas pessoas faziam parte do comando da invasão militar e estavam totalmente alienadas do que estavam provocando. Uma das cenas que mais me incomodou não dura nem 10 segundos. Um grupo de pessoas tira fotos ao lado de um tanque de guerra, todos cheio de sorrisos como se estivessem em um passeio turístico. Como conseguiam? Eu quando estive na Alemanha e fui conhecer o Muro de Berlim não consegui tirar ali uma foto sorridente. A carga história e emocional daquele muro é pesada, não tem como ignorar e fazer gracinhas de turista ali. E no filme nos deparamos com pessoas que ignoram toda destruição e anarquia que aquela invasão provocou. É pesado ver aquilo, ainda mais que sabemos que trata-se de uma história real. História que até hoje não terminou, a ação militar foi tão desastrosa que aquele país ainda está em frangalhos 7 anos depois da invasão. É um ótimo filme, que retrata bem todo o caos daquela situação. Filme de ação muito bem realizado e com conteúdo. Vale a pena assistir.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Surpresa inusitada



Ontem o dia parecia interminável. Eu já vinha arrastando cansaço da semana toda. Muito trabalho, muito stress no trabalho. Isso foi minando meu ânimo. Eu apenas queria que a sexta-feira à noite chegasse, pois significaria que finalmente eu teria um tempo para parar e descansar. No entanto, a cada minuto a quinta-feira parecia mais interminável e a sexta-feira parecia um destino longíquo. Ontem ganhei uma carga extra de cansaço. Assim que entrei em meu setor, fui convocada de surpresa para fazer hora-extra. Uma horinha a mais de trabalho. Horinha que acabou de vez com as minhas reservas de energia. Para completar eu sabia que ao chegar em casa não poderia relaxar, pois a reunião de condomínio me esperava dali algumas horas. Realmente eu estava desanimada, mas não deixei de ir, como nunca deixo, afinal tenho que saber o que fazem com o dinheiro do condomínio. Mas para minha total surpresa, o meu pior programa do dia foi o que me animou. Saí da reunião de condomínio animada, cansada é verdade, mas com ânimo renovado. A reunião foi para apresentar o projeto de reforma das áreas comuns do prédio. Eu moro em um prédio velho, com mais de 30 anos de construção e estes anos todos de construção são visíveis, meu prédio tem cara de velho mesmo, o que ficou mais evidente depois que um edifício ultra-novo-chique foi construído ao lado. Precisava mesmo de uma renovação no visual. A reforma não apenas vai deixar o prédio mais bonito, vai modificar bastante as áreas comuns para que a gente possa mesmo aproveitar o "quintal" da nossa casa. Eu nem lembro que quando foi a última vez que usei a piscina, na verdade nem sei se usei a piscina alguma vez neste prédio! E finalmente teremos um salão de festas que preste.
Mas não foram as reformas que mais me animaram. O que me deixou bem contente foi ver que o condomínio está sendo bem administrado. Nossa síndica é uma mulher que arregaçou as mangas e conseguiu colocar ordem na contabilidade caótica do prédio. Quando mudamos para cá a situação era feia, muitos inadimplentes, muitas dívidas e as contas sempre no vermelho. Ela foi dura com os devedores, enfrentou processos para receber os valores devidos e soube administrar bem os recursos. Aos poucos tudo foi ficando no azul e hoje as contas estão estabilizadas e o prédio dará início às obras sem ter que pedir um tostão a mais para nenhum condômino. O valor da nossa taxa de condomínio vai ficar o mesmo, nada de aumento e nem perspectivas de aumento em médio prazo. Algo até surreal tendo em vista a situação caótica das contas de vários prédios por aí. Isso realmente me deixou animada, é bom ver que tem gente séria que se empenha em fazer as coisas melhorarem. Foi um fim de noite animador para um dia cansativo. As minhas pilhas acabaram de vez depois da reunião, apaguei no sofá da sala, mas fui dormir feliz. :)

Bom fim de semana !

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Romantic mode on



Você é assim

Um sonho pra mim

E quando eu não te vejo

Eu penso em você

Desde o amanhecer

Até quando eu me deito...



Eu gosto de você

E gosto de ficar com você

Meu riso é tão feliz contigo

O meu melhor amigo

É o meu amor...



E a gente canta

E a gente dança

E a gente não se cansa

De ser criança

A gente brinca

Na nossa velha infância...



Seus olhos meu clarão

Me guiam dentro da escuridão

Seus pés me abrem o caminho

Eu sigo e nunca me sinto só...



Você é assim

Um sonho pra mim

Quero te encher de beijos

Eu penso em você

Desde o amanhecer

Até quando eu me deito...



Ontem esta canção ganhou um significado especial para mim. Sempre achei uma música fofa, mas ontem meu amor me mandou um sms dizendo que a ouviu no rádio e que pensou em mim. Naquele momento comecei a cantarolar mentalmente a música e cada frase parecia encaixar perfeitamente em tudo que sinto por ele. Agora quando alguém me perguntar como eu me sinto em relação ao meu amor eu posso dizer apenas para que escute "Velha Infância". Para que dizer mais se a música disse isso tão bem, né?

quarta-feira, 14 de abril de 2010

The Power of Madonna


Hoje é dia de assistir Glee. Finalmente a pausa do seriado terminou. Ontem foi ao ar nos USA o episódio 14 da primeira temporada e assim hoje terei condições de assisti-lo. Estava já ansiosa para ver os novos episódios. O episódio que mais quero ver é o que passará na semana que vem, episódio 15 "The Power of Madonna". Um episódio dedicado às músicas da Madonna. Ela liberou todas suas músicas para o seriado e então resolveram fazer um episódio só com as canções dela. Com certeza vai ser muito legal. Em um dos episódios passados eles já cantaram "Papa Don´t Preach". Versão voz e violão. Ficou linda.



O agito está grande em torno deste episódio especial, tanto que o elenco fez um ensaio fotográfico onde as meninas estavam vestidas de Madonna em suas várias épocas. Para ver mais fotos clique AQUI. Que a semana que vem chegue logo! Até porque esta aqui não chegou nem na metade e já está exaustiva!


terça-feira, 13 de abril de 2010

Amor sofrido



Ontem foi ao ar o primeiro capítulo de "Escrito nas Estrelas", a nova novela das 6 da Tv Globo. Gostei muito do primeiro capítulo, mais do que esperava, devo admitir. Mas tem uma coisa no roteiro da novela que me incomoda muito, talvez por isso eu duvide que esta novela vá me cativar. O casal de protagonistas é separado para sempre logo no começo da trama, Daniel (Jayme Matarazzo) morre e Viviane (Nathalia Dill) continua por aqui neste mundo. Será uma história de amor espiritual, afinal os protagonistas nunca mais vão se encontrar fisicamente. Fiquei até chocada em ver que a morte dele já ocorreu logo de cara, pensei que os dois ainda iam vivenciar um pouco do amor antes da trágica separação. Mas não, nem um beijo sequer trocaram e ele já se foi. Eu acho isso tudo triste e frustrante demais. Amor platônico não serve para mim, não consigo ver beleza em duas pessoas que se amam e não conseguem ficar perto. Não conseguem se tocar, se beijar. Só de pensar no sofrimento da protagonista fico comovida, ela foi apresentada ao amor e logo este foi tirado dela. Não há como achar esta história bela. Eu enxergo muita tristeza, isso sim, pois ela vai passar a novela toda se perguntando " e se..?". Como é uma novela espírita, no mocinho não vai abandonar a novela, vai continuar a aparecer no plano espiritual e os dois terão uma conexão forte. Talvez eu não tenha o espírito muito evoluído para me encantar com esta história de amor eterno que supera até a morte. Prefiro um amor vivido em sua plenitude, que na hora da derradeira separação quem ficou aqui neste nosso mundo tenha muitas lembranças boas para suportar a partida do seu amor. Mesmo assim , achando que esta novela tem tudo para me deixar deprê, fiquei com vontade de assistir ao segundo capítulo, pois o capítulo de ontem foi muito bom mesmo. Capricharam. E eu adorei o casal de protagonistas, os dois estão muito bem, conseguiram passar o amor que os une. Talvez esta possa ser uma linda novela, triste, mas linda.

Nota da blogueira: Infelizmente não consegui encontrar uma foto do casal de protagonistas caracterizados como os persongens da novela. Na foto acima os atores estão em alguma festa, totalmente fora dos personagens.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ex-fazendeira



Deixei de ser uma fazendeira. Só não apago a minha fazenda do Farmville em consideração aos meus queridos vizinhos virtuais, já que o número de vizinhos é importante para um monte de coisas. Então deixo lá a fazendinha, ativada, mas abandonada. Cansei do jogo por ele não apresentar mais desafios. Tudo ficou monótono e sem graça. É muito fácil virar um latifundiário milionário neste jogo, eu que nunca fui uma viciada juntava milhões com extrema facilidade. Assim, há um mês decidi largar tudo e não mais cuidar das minhas plantações e nem das minhas queridas ovelhinhas pretas. Comecei a pegar birra do Farmville também pelas reportagens que relatam o comportamento dos jogadores fanáticos. Fico abismada com gente que diz que nem dorme direito porque tem que fazer a colheita! A pessoa só pode ter o raciocínio limitado. Basta contar as horas que a plantação leva pra ficar pronta, mas as horas que pode ficar à espera da colheita e adequar a fazenda aos seus horários livres diante de um computador. Ninguém precisa ficar sem comer ou dormir apenas para não perder a colheita virtual. Me parece que as pessoas esquecem que é só um jogo, que não podem fazer sua vida girar em torno da fazendinha. Não me conformo de alguém se viciar assim em um joguinho, no mínimo a vida da pessoa deve ser muito, mas muito desinteressante. Claro, o jogo é bacana, distrai, faz a gente esquecer dos problemas por alguns momentos, mas a vida real é muito mais legal, mesmo com todos os "poréns". Tenho pena mesmo das pessoas que se deixam dominar por um jogo. É triste, pois deixam de viver. Eu avancei com rapidez no jogo sem ter que fazer nenhum malabarismo, até quando eu viajava a minha fazenda continuava a produzir e nada estragava, pois eu só usava nestas ocasiões as plantações que demoravam dias para ficar prontas. E assim curtia as viagens e quando voltava meu jogo estava certinho, só me esperando para colher tudo. Nunca deixei de fazer nada por causa da fazendinha ou por jogo algum. Ser uma pessoa controlada tem suas vantagens, a gente dificilmente perde o foco. Quando decidi abandonar a fazendinha senti um certo pesar, mas passou logo. Hoje nem ligo mais e se pudesse passava a fazenda para frente, mas esta opção de doação de fazenda para outro usuário ainda não existe. O dia que existir serei a primeira da fila!


sexta-feira, 9 de abril de 2010

Tristeza



2010 não está nem na metade e já presenciamos tragédias gigantescas, como os terremotos, furacões, as chuvas que assolam nosso país ou a neve excessiva no inverno dos países do hemisfério norte. Tudo grandioso na capacidade de destruição. Tudo isso acontecendo e não escrevi nada a respeito por aqui. Não sou uma alienada, ou pior, insensível ao drama das pessoas que estão nas regiões afetadas. Simplesmente não tenho o que dizer sobre tanta tragédia, caso escrevesse sobre cada um dos acontecimentos acabaria apenas replicando as palavras que são publicadas em todos os lugares: tristeza, pavor e dor. Pensei sim em escrever sobre cada uma das tragédias, mas na hora nada saía, simplesmente não há palavras que alcancem a dimensão do que as imagens da tv nos trazem. De longe já é absurdamente terrível, quem vivenciou as tragédias de perto deve ficar atordoado diante de tanta desgraça. Nestes últimos dias tem sido difícil ver os telejornais ou ler as notícias pela internet. O dilúvio que atingiu o estado do Rio de Janeiro provocou tanta destruição, tanta morte. E cada dia parece que a situação só piora, a cada notícia mais histórias desesperadoras. Eu fico paralisada quando escuto que alguém perdeu a família toda na tragédia. Como uma pessoa pode ter forças para viver depois disso? Me apavoro com isso. Não dá para imaginar o que uma pessoa nesta condição sente. Não há consolo. O mais cruel de tudo é que vemos que muitas situações de morte podiam ser evitadas, a chuva não tem culpa sozinha. A destruição alcançou este patamar absurdo por conta do descaso dos governantes que fecham os olhos para as necessidades primárias da cidade e dos cidadãos que vivem em condições inadequadas. E no meio de tanta desgraça é mais absurdo ainda ver o estado do Rio recusando ajuda. Para quê tentar ser auto-suficiente numa hora assim? Os outros estados se oferecendo para mandar equipes de socorro e o governo do Rio dizendo que eles têm contigente suficiente. Surreal e cruel. Que as autoridades de lá se empenhem em salvar as pessoas e parem com jogos políticos. A nós cabe rezar por estas pessoas e ajudar da maneira que podemos. Que a situação melhore. Que as pessoas tenham forças para superar tanta dor.


quinta-feira, 8 de abril de 2010

Espera sem fim



Me identifiquei com esta notícia. Não que eu aprove a violência como meio de protesto, afinal destruir o ônibus não vai ajudar em nada, vai somente piorar a situação, mas eu entendo muito bem a revolta dos passageiros. Pois venho sentindo a raiva que eles sentiram a semana toda. Eu tenho duas opções de linha de ônibus para ir ao trabalho. Geralmente os ônibus passam de 20 em 20 minutos e eu sempre pego o ônibus das 8:50. É o horário que funciona para mim, tudo bem que eu chego um pouco cedo ao trabalho, mas pegar mais tarde que isso é sinônimo de blogueira correndo do ponto até o trabalho para evitar um atraso, e as ruas por onde passo não são adequadas para corridas, na verdade nem são adequadas para caminhadas, pois estão em péssimo estado. Mas esta semana simplesmente nenhum dos dois ônibus têm passado no horário certo. Passam só depois das 9, um dia passou quase 9:30! Eu comecei a achar que eu estava atrasando, que meu relógio estava fora de hora e que eu por alguma razão estava perdendo os ônibus. Ontem resolvi ir bem cedo para o ponto. E lá fiquei por mais de 40 minutos e nada! Vento frio, chuva na diagonal acertando em cheio minha calça e os minutos correndo. E eu ficando nervosa. Eu cheguei em um horário onde, se tudo funcionasse como deveria, daria para pegar o ônibus das 8:20/8:30. Mas nada adiantou chegar mais cedo. Aí tive a comprovação que o problema não era meu e sim das linhas dos ônibus. Simplesmente foram abduzidos. Sumiram do mapa. E para piorar a minha raiva, toda vez que lá estou esperando no ponto, passa um ônibus das linhas que eu pego com a placa "Reservado". Dá vontade de xingar. Porque aí parece que a empresa de transporte está tirando sarro da gente. Ônibus para a gente pegar não tem, para passar vazio tem. Enfim, ontem resolvi perguntar para o cobrador o que acontecia. A resposta foi :"Culpa do trânsito". Não sei se disse a verdade ou me disse a resposta mais óbvia. Mas com isso vi que tenho que me conformar mesmo e confiar nas minhas pernas para não entrar atrasada no trabalho. Não adianta eu me estressar, o ônibus não vai passar no horário por isso. E também não vou mais sair mais cedo, não adianta fica de plantão no ponto, só serve para eu tomar mais chuva do que o habitual. É, chegar no horário aqui em São Paulo é um desafio, não se pode confiar no transporte público, o jeito mesmo é confiar na sorte, que mesmo pegando um ônibus mega-atrasado vai dar tempo.



Nota da blogueira: do ponto até a porta do meu trabalho é uma caminhada de 10 minutos em ruas esburacadas (e sujas!), tendo que esperar longos minutos para atravessar a avenida que passa por ali. É praticamente uma corrida de obstáculos!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Ao meu alcance





Ontem saí mais cedo de casa para passar na farmácia antes de seguir para o trabalho. Tinha que comprar coristina para combater uma gripe que anda tentando me pegar desde a semana passada. Entrei na farmácia um tanto receosa, pois não sabia se encontraria o meu santo remédio que me salva dos momentos gripados no lugar de sempre ou teria que pedir para o balconista pegar o remédio na prateleira atrás do balcão. Fiquei aliviada quando vi que ali naquela farmácia tudo continuava como antes, os remédios sem receita à disposição do cliente. Tudo prático e simples como sempre foi. Talvez a farmácia tenha conseguido a liminar na justiça ou mesmo está ignorando a lei inútil para que remédios como coristina e afins ficassem fora do alcance do consumidor. Fiquei com a impressão que o governo tem os consumidores como cretinos, ninguém vai tomar um anti-gripal sem necessidade, a pessoa vai comprar aquele que funciona melhor para ela e pronto. Eu não preciso ir pedir dica para o farmaceutico de qual remédio é melhor eu tomar quando estou mais ou menos. E se a situação aperta eu não vou pedir dica para o farmaceutico, vou direto para o pronto-socorro mesmo. Afinal, quem tem que dizer o que tomo ou não é um médico. Dizem as autoridades que a tal lei foi feita para inibir a auto-medicação. O foco está errado, não é porque o remedinho contra dor de cabeça ficou um pouco mais longe de mim na farmácia que deixarei de comprá-lo. A lei só vai me fazer perder um pouco mais de tempo na farmácia, o que é um transtorno quando se vive numa cidade como São Paulo, onde cada minuto é precioso para que a gente consiga cumprir os compromissos de cada dia dentro do horário. O que tem que inibir é o costume da pessoa chegar na farmácia falar que está com dor aqui e ali e o cara do balcão, que muitas vezes nem tem formação de farmaceutico, receitar um remédio para a pessoa em vez de orientá-la à procurar um médico. Se a lei obrigasse as farmácias a fazer algo básico como exigir receita médica para toda compra de remédio necessite de receita conseguiria atingir seu objetivo. O que vemos é que não há fiscalização. Você compra facilmente um remédio com tarja vermelha em qualquer farmácia. Basta saber o nome do medicamento, ninguém vai exigir a receita. Assim o cidadão se acostuma a comprar o remédio que um médico receitou há séculos para ele, só porque acha que os sintomas que sente são do mesmo problema que teve quando passou no médico da última vez. Isso sim é hábito perigoso para saúde e não o fato de ter acesso livre à prateleira do anti-gripal. Criou-se uma lei para atrapalhar a nossa vida quando era apenas necessário se fazer cumprir uma lei já existente. Pensar em fiscalizar as farmárcias para ver se as receitas são exigidas nem pensar, né? Mais fácil inventar uma lei nova para fazer auê e aparecer nos noticiários. Político que precisa de holofote a todo custo é um horror. Bom, vou torcer para que a farmácia aqui perto continua à rebelia da lei, e que eu possa pegar na prateleira o que preciso e passar no caixa bem rápido como sempre fiz. Sem perder tempo, sem precisar esperar alguém para me atender ou ainda ter que aturar alguém querendo me indicar outro remédio.



terça-feira, 6 de abril de 2010

Aconchego



Quando se ama não há lugar melhor no mundo do que estar nos braços do seu amor. Um abraço de quem a gente ama é aconchegante, traz calma e nos enche de amor. Um toque nos cabelos, um olhar carinhoso, um sorriso, um beijo suave. É um abraço que transpira o amor. Um abraço que nos faz sorrir. Um momento singelo, simples até, mas que é deveras marcante.
Sim, estou ultra-mega-hiper-romântica. Tudo culpa da saudade que já me assola. Estes dias estou sozinha, meu amor está longe. Que o tempo passe logo, que o abraço carinhoso saia da ilustração e aconteça na vida real. Que o desejo se transforme em uma linda lembrança.



segunda-feira, 5 de abril de 2010

Como treinar seu dragão



Um filme sobre amizade, respeito e carinho. Assim é "Como Treinar Seu Dragão" (USA/2010), animação da Dream Works que assisti no feriado. Soluço é um jovem viking que se sente deslocado, pois é um menino fraco e até então não demonstrou habilidades para combater dragões, praga que ataca a ilha onde mora há mais de 3 séculos. A cada ataque de dragões tudo é destruído, por isso cobram-se dos homens da cidade que saibam lutar contra os dragões. Mas Soluço é o oposto do guerreiro que todos esperam, é magrinho e fraquinho. Mesmo assim ele sonha em ser um grande matador de dragões para agradar à todos, principalmente seu pai, o chefe dos vikings. Uma noite, durante um ataque de dragões, Soluço consegue capturar um. Finalmente vai ter a chance de matar um dragão e mostrar para todos que não é um molenga. Mas na hora H ele não consegue e solta o dragão. Aí começa a linda história de amizade de Soluço e o dragão Banguela. Eu me emocionei bastante com filme, é tocante a relação entre Soluço é o dragão. O dragão é lindinho, tem jeito de gato e tem as feições do Stitch. A maneira de se comportar do dragão foi claramente inspirada nos gatos e talvez isso me fez ficar mais encantada ainda pelo dragão. Podia escrever um post enorme sobre o filme, mas prefiro parar por aqui, não quero estragar as surpresas do filme. Saber o que vai acontecer acaba deixando o filme menos envolvente. Fiquei muito emocionada em algumas cenas, com os olhos cheios d'água. É um filme que emociona e que faz a gente sorrir no final. Um belo filme. Vale a pena ver.


Nota da blogueira: Eu assisti na sala 3D Imax do Shopping Pompéia, muito bom! :)

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A tentação



Passei os últimos dias resistindo bravamente à tentação de abrir o meu ovo de Páscoa. Há uma semana este lindo e delicioso ovo está guardando na cozinha esperando o dia de ser aberto. Claro que eu queria tê-lo aberto logo que eu comprei, mas me segurei e ele continua inteirinho dentro de sua caixa. Ano passado eu comprei o mesmo ovo, é delicioso. Quem ainda não comprou ovo de Páscoa, deixo aqui a dica, passe na Cacau Show mais próxima e compre o ovo de trufa.


Quero desejar à todos uma ótima Páscoa! Que tenham momentos ótimos junto aos seus queridos!

Boa Páscoa e ótimo feriado!

Até segunda!