sexta-feira, 30 de julho de 2010

140 letrinhas



Ando formatando minhas idéias em 140 caracteres. Isso está sendo bem mais usual do que eu poderia imaginar. Sim, eu me rendi ao Twitter e estou gostando mais do que esperava. A facilidade de postar direto do celular tem boa parte de culpa nisso tudo.  Mas o grande mérito do meu apego ao Twitter é dos meus amigos que lá estão.  Eles são inspirados e me fazem rir com suas tuitadas e assim ótimas pequenas conversas acontecem por lá. Famosos? Não sigo nenhum. Até agora não tive vontade, vez ou outra dou uma sapeada em algum Twitter de famoso, mas não me animo a seguir ninguém. Concordo com um amigo, os meus amigos são bem mais bacanas nas tuitadas que os famosos. Na verdade, nem é isso, a questão é que sinceramente estou mais interessada em saber o que os mais próximos têm a dizer. Sobre os famosos me informo mesmo pelas páginas dos jornais de fofoca da vida. 

O Twitter limita sim as idéias, pois tem hora que os 140 caracteres não bastam, para mim quase nunca bastam. Mas ao mesmo tempo ele é um amplificador de tudo que ali é escrito. O alcance é enorme. É como se a gente falasse o que pensa diretamente em um megafone. Acho que se as pessoas tivessem uma pouco mais de consciência disso se evitaria algumas tuitadas trágicas. Já li vários casos de pessoas que escreveram coisas que não deveriam e que até perderam o emprego!  Antes de clicar no botão "tweet" há que se pensar se aquilo é seguramente publicável. Se não for, guarde para você ou escreva num diário. Ali é um espaço público e um canal que está em destaque hoje, todo mundo fica de olho.  Pode-se, claro, restringir o acesso das pessoas ao que você escreve ali, mas eu acho que isso faz tudo perder a graça.  Eu pensei muito se fechava ou não o meu Twitter. Mas decidi deixar público, para qualquer um pode acessar. Mesmo quem não tem conta no Twitter pode visualizar o profile de alguém que deixa o perfil público. O meu está assim, aberto para todos, como é este blog aqui. Assim lá eu uso os mesmos parâmetros que aqui. O que for publicável no meu blog é publicável no meu Twitter também.  Coisas mais particulares ou ficam fora da Internet mesmo ou param no meu Facebook, onde o meu perfil é fechado e bem controlado. Só vê o que eu escrevo lá quem eu autorizo. 

Muito se fala da  grande exposição virtual que as pessoas se colocam hoje. Que isso é arriscado. Eu acho que tendo-se bom senso não é perigoso. Eu adoro as possibilidades de contato que há hoje em dia via Internet e não abro mão delas. E eu controlo o que desejo compartilhar por aqui. A chave é esta, cada um tem o poder de controlar o que quer deixar ao alcance dos outros na rede. Basta nunca esquecer que a Internet tem um alcance enorme e que tudo que é publicado pode ser reproduzido infinitamente por aí. Então, antes de clicar em qualquer botão publicar, pense bem, pense na imagem que quer passar. Se fizer tudo conscientemente, uma tuitada vai gerar bons momentos e nada de dor de cabeça.

Estão curiosos para saber qual o é o meu Twitter? Eu sei que alguns estão, pois o contador do blog me conta das pesquisas relacionadas ao blog que acontecem por aí. E estes dias apareceram algumas como Twitter do blog da Marion, Blog Marion Twitter ou Twitter da Marion. Antes de tudo, já adianto que este blog é muito mais legal que o meu Twitter. Mas quem quiser arriscar é só clicar AQUI.  


Bom fim de semana! 



 

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Dois em um



Hoje em dia está voga a empresa verde. Ou seja, as empresas fazem de tudo para passarem uma imagem ecológica para seus clientes, tentam mostrar que se preocupam com o meio ambiente e que se esforçam para reduzir os danos ambientes. Geralmente eu acho que tudo não passa de blá blá blá para inglês ver.  Tudo não passa de jogada de marketing e que de fato as ações não tem o impacto alardeado.  Mas tem coisa bacana sendo feita, ações práticas e que de fato visam reduzir os gastos com produção de materias e assim acabam reduzindo a poluição e tudo mais que a produção industrial causa de impacto negativo no meio-ambiente.  A Sony Ericsson é uma empresa que teve uma ação  ecologicamente prática e que achei muito legal. O meu novo celular veio com um cabo a menos que o celular antigo. Em vez de ter um cabo usb e um cabo com fonte para carregar a bateria, veio somente com um cabo que é dois em um. A ponta do cabo que tem o conector usb se conecta ao plug da tomada. Assim produziu-se somente um cabo, foi de fato feita uma economia de recursos. E tudo feito de maneira inteligente sem ter que cercear a qualidade ou funções do produto produzido. Eu acho que este é o caminho a ser seguido. As empresas têm que ter idéias para continuar a produzir seus produtos de maneira a usar menos materias e ao mesmo tem matendo-se fiel à qualidade de seus produtos.  O blá blá blá  que se escuta por aí de campanhas de dias sem acender a luz ou de não usar o carro, eu acho até ofensivo. Não podemos querer ser ecologicamente corretos renegando o progresso ou o estilo de vida moderno. Se for assim é melhor desligar tudo, enterrar toda a nossa tecnologia e voltar a viver na idade da pedra. O caminho é encontrar formas para adequar a produção de bens e a tecnologia ao que hoje se sabe que é o melhor para a natureza. E temos capacidade para isso. Basta vencer os interesses comerciais, que muitas vezes barram as iniciativas e apoiar as pesquisas que visam as tecnologias menos agressivas à natureza. O cabo de um celular pode parecer pouco, mas já é uma amostra que as coisas estão mudando, que as empresas estão de fato se preocupando em mudar. Um dia não maltrataremos tanto nosso planeta. Espero que não demore muito. 





Nota da blogueira: Sim, sou contra as campanhas bobas ecológicas, mas não sou uma pessoas que não ligue para a preservação da natureza. Reciclo lixo há tempos e tento não desperdiçar coisa alguma. Apenas não quero abrir mão do conforto da vida moderna e não acho que isso seja um pecado. AQUI o post sobre a reciclagem. Post de 2006. Fico feliz em notar que estou firme na questão da reciclagem, hoje devo reciclar mais coisas que na época do post.


quarta-feira, 28 de julho de 2010

Cantando e tocando



Sou uma ótima cantora de chuveiro. Adoro cantar mas não canto nada bem. Com os video-games musicais, como o Guitar Hero, Lips e Rock Band deixei aflorar este meu lado cantora. Me divirto cantando com os jogos, que no final das contas são nada mais que um karaokê. Apesar de amar cantar, sempre me dei melhor tocando a guitarra no Guitar Hero.  Me entendi com o instrumento e com o esquema de jogo. Sou boa nisso e podia ser bem melhor se jogasse com mais afinco, mas como o objetivo é a diversão e não almejo virar campeã nisso, acho que estão num nível muito satisfatório ( jogo nível médio e estou tentando passar para o difícil).  Sempre tive curiosidade em saber se eu teria a capacidade de cantar e tocar ao mesmo tempo.  Mas era impraticável, afinal como tocar a guitarra e segurar o microfone ao mesmo tempo? Só com um pedestal para o microfone. E ontem ganhei um! Wally foi em algumas lojas de instrumentos musicais e trouxe um para mim, assim de surpresa. Adorei a surpresa e claro que já quis experimentar a novidade logo de cara. 


Eu achava que não conseguiria, que seria gongada antes até da metade das músicas. Tocar a guitarra já exige uma baita concentração, cantar sem saber cantar e ainda em outro idioma também é algo complicado. Por isso só toquei as músicas que eu sabia que mandava bem tanto na guitarra como no vocal. Para meu total espanto fui bem e tirei nota 3 em todas na primeira tentativa! Mas não foi fácil. Impossível ler a letra da música, assim tem que conhecer bem a música e esquecer o máximo possível as letrinhas que passam na tela. E na parte da guitarra isso é válido também, pois conhecendo bem o esquema da música não é necessária tanta atenção à sequência das notas, assim sobra um pouco tem tempo para espiar a letra da música. Com a letra da música no modo que jogo usualmente (scrolling) ficou impraticável jogar, impossível mesmo ler alguma coisa com as estrofes da música em movimento. Depois da primeira rodada de tentativa resolvi colocar a letra no modo estático. Tudo ficou mais fácil. Consegui até ler a letra sem perder as notas da guitarra.  Fiz este teste com a música "Kryptonite" do 3 Doors Down e tive um desempenho que até me espantou. Tirei nota 4 com mais de 90% ( acho que foram uns 95% na guitarra e 93% no vocal) de acerto!!! Acho que um pouco de prática consigo este feito nas outras músicas que tenho facilidade. Mas para conseguir tocar e cantar "2 Minutes to Midnight" do Iron Maiden,  por exemplo, vou ter que ralar. Ontem tentei só para ver em que parte da música seria gongada. No comecinho o vocal já estava em vermelho. Só não gonguei porque o Wally me ajudou nos vocais um pouco. Desempenho sofrível! Realmente tem que se saber a letra praticamente de cor para conseguir cantar e tocar. Difícil a arte de cantar e tocar. Ainda bem que não tenho fazer isso para viver.

Adorei o meu fim de tarde testando o novo jeito de jogar. Agora quero melhorar e chegar à nota 5. Vamos ver se isso é possível. Logo eu descubro. :) 




terça-feira, 27 de julho de 2010

Toy Story 3



Emocionada. Foi assim que saí da sala do cinema no domingo após a sessão de Toy Story 3. O filme mexeu muito comigo, fiquei comovida e triste. É sem dúvida o filme mais sombrio da trilogia. E é o filme menos infantil de todos também. Crianças muito pequenas devem evitar o filme, elas com certeza vão se assustar. Eu que já sou bem grandinha fiquei com medo de alguns brinquedos, principalmente do bebezão, que era um brinquedo digno de filme de terror. 
O filme trata de  um tema duro de encarar, o término de uma fase da vida e a adaptação a uma nova realidade. Andy cresceu e vai para a faculdade. Seus brinquedos já não têm mais espaço em sua vida, ele decide então guardá-los e levar o Wood com ele para a faculdade. Mas por um imprevisto do destino, todos acabam numa creche, com crianças e brinquedos infernais. Um verdadeiro pesadelo. Estão chateados com o abandono e amendrontados com a nova realidade, onde são literalmente atropelados pela criançada. Então Wood, Buzz e sua turma enfrentam uma epopéia e tanto para escapar da creche e tentar voltar para casa. A maior parte do filme é tensa e triste. Eles passam por grandes apuros mesmo. Os vilões brinquedos são bem maus.  A parte leve do filme é garantida pelo Ken, ele proporciona momentos muito divertidos ao lado da Barbie. Morri de rir também com o Buzz com, digamos,uma formatação alternativa. 
Como demorei para ver o filme, só encontrei cópias dubladas. Gostei muito da dublagem, muito bem feita. Prefiro filmes com áudio original, somente abro exceção para animações, pois sei que a dublagem é feita com muito cuidado e não prejudica a qualidade do filme. E até foi bom ver dublado, pois com os olhos marejados ia ficar meio complicado ler as letrinhas da legenda. Sim, chorei. Mas confesso que me segurei um pouco, pois sei que se deixasse o choro fluir pra valer eu não ia parar tão cedo. Acho que este filme deve emocionar todo mundo, pois trata de um assunto que todo mundo já vivenciou. Todos nós já tivemos que virar a página em alguma fase de nossas vidas, já tivemos que recomeçar. É difícil, muitas vezes triste, mas faz parte da vida. E é isso que a turminha do Toy Story aprende neste filme. Lindo filme. 



 

segunda-feira, 26 de julho de 2010

This Is It


Michael Jackson estava preparando o maior e melhor show da música pop. É esta impressão que tive ao assistir ao documentário "This Is It", que mostra cenas dos ensaios e bastidores do show. É nítido que o filme foi feito de improviso, o que estava sendo registrado durante os ensaios não tinha como intenção ser material para um filme. Mas mesmo assim é possível ter noção de como o show seria grandioso, fiquei com a impressão que Michael tinha a intenção de fazer um grande video-clipe ao vivo. Este show marcaria a história com certeza. Pena que ele não teve tempo para estrear.
Assistir ao filme me deixou melancólica e ao mesmo tempo me fez sorrir em alguns momentos. O motivo da melancolia é óbvio. Sorri ao ver tanta gente talentosa no palco. Michael escolheu os melhores para estarem com ele ali.  Me encantei com os bailarinos. Que perfeitos, como dançavam! E o próprio Michael dançava maravilhosamente. Isso me surpreendeu, pois o que eu ouvia era que ele estava com a saúde muito abalada, que sentia dores. Assim pensei que ele não apresentava mais o mesmo vigor em cena, mas ele dançando dá um show. Dança no filme  no mesmo pique dos bailarinos, mas com uma leveza ímpar. E a leveza de Michael é sentida em sua voz e na maneira como ele trata a todos que estão trabalhando com ele. Percebe-se no filme que ele era muito controlador, as coisas tinham que sair do jeito que ele queria. Mas ao mesmo tempo ele era muito educado e suave com as pessoas. Percebia-se nele uma teimosia, mas tudo de maneira delicada com os outros. Não se exaltava ou levantava a voz. E ele tinha uma noção bem clara de como queria a sonoridade da música ou a coreografia. Ele sabia muito bem o que estava fazendo, é nítido no filme como ele dominava tudo aquilo. Ali era o mundo dele mesmo, o palco. O show seria baseado nos maiores sucessos da carreira dele. Gostei muito dos ensaios de Thriller. Seria uma apresentação marcante da música, com bailarinhos vestidos de zumbis e com cenas em 3D dos mesmos zumbis levantando da tumba. Com certeza enlouqueceria a platéia. Uma grande pena o espetáculo não ter tido sua estréia. Realmente Michael se foi muito cedo. E este documentário deixa esta sensação em que o assiste. É triste. É um filme que nos passa sentimentos opostos. Senti alegria durante a apresentação das músicas que fizeram parte da minha vida e esta alegria era acompanhada de perto pela tristeza de saber que nada daquilo mais seria possível. Triste, mas um belo documentário. Documentário que mostra que ele realmente era um grande artista. 




sexta-feira, 23 de julho de 2010

Sem assunto



Acordei há uns 20 minutos e estou aqui há un bons minutos tentando arranjar assunto para escrever aqui. Acordei tão em slow motion que as idéias não estão se organizando. Estou parecendo um planeta com um monte de luas em volta. Um monte de assunto pairando na minha cabeça mas nenhum se aproxima de vez. Deve ser cansaço acumulado. Mas sou teimosa e resolvi blogar assim mesmo. 

Durante os últimos dias me aventurei no Twitter. Tenho gostado por duas razões: primeiro porque tenho amigos animados por lá e que realmente sabem twittar coisas bacanas. As twittadas têm rendido ótimos papos. A segunda razão é que é uma facilidade para Twittar com o meu celular, em um clique já postei. Assim o Twitter virou meu "desabafator" automático e instântaneo.  Mas o Twitter me irrita pois sempre eu estou estourando o tal limite dos 140 caracteres. o Twitter anda limitando os meus pensamentos. É frustrante em alguns momentos. 

Ando sem paciência para ver ou ler jornal. Só se fala dos crimes bárbaros do momento. O que me irrita mesmo não é a cobertura exagerada da  mídia, que faz a gente ter a impressão que segue tudo como se fosse uma novela. O que me irrita é ver a atuação dos advogados de defesa. Eles fazem de tudo para confundir a polícia e safar os seus clientes. O advogado vira cúmplice do acusado e todo mundo acha normal. Para mim é errado este comportamento, no meu entender o advogado de defesa está ali para garantir que seu cliente tenha um julgamento justo e ponto. Mas o que vejo é o advogado fazendo de tudo para tentar inocentar caras que tudo indica que têm culpa no cartório. Isso me cansa, me deixar enjoada. Mundo podre.

Ter três gatos em casa está sendo uma experiência bem curiosa. Eu gosto muito de ficar observando os três. Noto como cada um é completamente diferente do outro. Eles têm personalidades distintas. E é bonito ver como eles têm aprendido a conviver, aprendido os limites  dos outros. Sam e Frodo já respeitam a Nena. Ela também já sabe como se portar com eles sem arrumar confusão.  E cada vez mais os três estão mais próximos. Eu me emociono quando vejo demonstrações de carinho entre eles. Sam claramente está gostando da Nena. Ele tem o costume de encostar a cabeça na gente. Faz isso só com quem ele gosta e quando quer carinho. E tem feito isso com a Nena na última semana. Fofo.

Foram divulgados os preços do show do Bon jovi. Caro como o esperado. Os preços vão de 160 a 600 reais. Até inventaram uma tal de arquibancada especial para cobrar mais caro. Como a arquibancada pode ser especial? Ainda mais num estádio grande como o Morumbi que a visão da arquibancada é como se você assistisse o show numa tevezinha de 10 polegadas? Mas o pior de tudo é que a venda dos ingressos será pela Ticket For Fun. Medo. É a mesma que vendeu os ingressos para o show da Madonna. Vou precisar de sorte para comprar o meu ingresso.

Finalmente a semana está terminando. Foi uma semana desgraçada. Tudo deu errado. No meu trabalho nem se fala. Uma bomba atrás da outra. Mas estou sobrevivendo. Quero que este dia voe e que logo eu esteja curtindo o meu fim de semana.

Bom fim de semana!


Até segunda!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Passaporte não tem erro


Dica importante: ao viajar de avião pelo Mercosul, prefira usar um passaporte. Esqueça a balela que a identidade vale para viajar entre os quatro países. Eu pessoalmente nunca tive problemas em viajar com o meu RG para Argentina ou Paraguay. Mas acabei de vivenciar uma situação esta semana que fiquei certa que é melhor não arriscar mesmo. Com um passaporte não há erros, não há interpretações dúbias da legislação do Mercosul. Passaporte é válido e pronto. 
Estávamos esperando a visita do Daniel, meu sobrinho argentino, esta semana. Tudo pronto. Passagem comprada com mais de um mês de antecedência. Autorização para ele viajar desacompanhado feita e registrada em cartório. Mas na hora de embarcar não o deixaram viajar. Tentou por duas vezes e nada. Uma frustração. O motivo alegado é que o DNI ( similar ao nosso RG) não estava válido para viajar e não seria aceito aqui quando fosse entrar no Brasil.  Acontece que o documento do menino estava válido sim de acordo com a legislação argentina. Lá quando a pessoa faz 16 anos tem que trocar o documento, mas a pessoa pode fazer esta troca num prazo de um ano e 8 dias depois do aniversário e na lei está escrito com todas as letras que durante este prazo o documento é válido para tudo. Que o documento perde a validade somente após a expiração do prazo de renovação. O Daniel completou 16 anos semana passada, estava dentro do prazo. Mas não o deixaram embarcar. Primeiro foi um funcionário da Gol que empediu o embarque. No outro dia, sim tentamos de novo, veio um comunicado da Polícia Federal de Cumbica que não ia deixar o menino entrar aqui por causa do documento. O problema maior de tudo isso é que não há proibição clara na lei. Tanto que Wally falou com a Polícial Federal de Cumbica e disseram que não havia problema. Mas aí trocou-se o turno da Polícia e quando se fez um novo contato  lá de Ezeiza informaram que no menino não entraria no país. Ou seja, ninguém tem certeza do que fala. E o tal DNI não tem informação que vence aos 16 anos. Tenho certeza que ao chegar aqui em Guarulhos não ia nem notar este detalhe, pois se desconhece a legislação argentina e iam olhar somente a autorização para viajar sozinho. Enfim, foram 2 dias de muita preocupação, expectativa e frustração. Preparamos a viagem com tanto carinho. Ele passaria uma semana conosco. Wally está de férias e os dois ia aproveitar bem os dias passeando pela cidade e ouvindo heavy metal.  Mas nada vai acontecer. Vai ficar para a próxima. Ao menos conseguimos o estorno da passagem, ele vai ficar com um bilhete em aberto válido por um ano. Agora é esperar  ele ter folga da escola de novo para poder vir. E eu vou falar para ele tirar um passaporte. Chega de transtornos e ter que depender de enterpretações da lei. Pelo menos um passaporte todo mundo conhece e ninguém vai recusar ou criar polemicas.


Nota da blogueira: este era um dos motivos de eu estar arrasada ontem. Além do trabalho. andam difíceis as coisas.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

No fim tudo dá certo!



Estou começando a achar que existe inferno astral antecipado. Anda tudo dando errado nesta semana, e olha que a semana mal chegou na metade. Podia ficar aqui chorando as pitangas, mas não quero. Até por isso escolhi uma imagem bem colorida para deixar o blog animadinho e assim, quem sabe, me animar para enfrentar mais este dia que está começando. Sério, se pudesse ficava em casa. Não ia trabalhar. Mas a vida não é só querer, temos que seguir com as nossas obrigações, gostando ou não. Estando com vontade ou não. 
Mas acordei tentando ser positiva. É o que sobra, né? 

Numas trocas de mensagens com uma prima, chegamos à conclusão que se tudo fosse descomplicado seria sem graça. Os problemas aparecem para temperar a vida, para que o que conseguimos seja valorado, que a gente veja no final que todo o esforço valeu.  Igual à um filme romântico, onde o  casal sofre um bocado para no final ficar junto e emocionar a platéia. É a vida. E mesmo com todos os problemas ao longo do período é bonita e vale a pena viver tudo com intensidade. 

Que hoje tudo dê certo. Pensamento positivo mode on! 



Nota da blogueira: coloquei algumas novidades nos posts. O blogspot me avisou, assim que eu abri o editor, que agora eu poderia colocar os botões de compartilhamento como tem nos jornais on line. Adorei a novidade e já ativei. Testei e funcionam direitinho. E junto com isso ativei os botões de pesquisa de opinião, para quem passe por aqui colocar se curtiu ou não o post.  Espero que gostem das pequenas novidades.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Ti Ti Ti



A expectativa era grande. Ontem, sete e pouco da noite, parei tudo para ver o primeiro capítudo da novela Ti Ti Ti. A expectativa dividia espaço com um pouco de receio. Afinal eu amei a primeira versão da novela exibida em 1985 e sempre dá um medinho de que um remake possa tirar o encanto que a novela original tinha. Este medo se dissipou logo nas primeiras cenas. O primeiro capítulo foi bem dinâmico e envolvente. Gostei muito da escalação dos atores, estão à vontade em seus papéis. Escolheram bem duas duplas de mãe e filha: Claudia Raia e Fernanda Souza e Dira Paes com a Carolina  Oliveira. Perfeitas, parecem mesmo mãe e filhas de verdade. 
Jacque Leclair está ótimo. Alexandre  Borges está deliciosamente cara de pau neste papel. Ouso dizer que acho este Jacque Leclair mais simpático que o original. Na primeira versão eu era do time que torcia pelo Victor Valentim. Será que vou virar a casaca nesta versão? Ainda é cedo para saber, pois vai demorar um pouquinho para o Ariclenes virar o Victor Valentim, mas eu já gostei muito do Murílio Benício. Está bem engraçado. 
De todos os personagens que mostraram ontem quem mais me cativou foi o casal Julinho (André Arteche) e  Osmar (Gustavo Leão). Além de lindos, formam um casal apaixonado, que tem química e fogem de qualquer caricatura usual de casal gay que vemos em novelas. Encantadores mesmo.
Eu estava muito curiosa em relação a vinheta  abertura. Já sabia que a música seria a mesma, mas desta vez na voz da Rita Lee. Da nova gravação eu não gostei, a música perdeu o frescor, ficou paradona e chata. Deveriam ter deixado a gravação original com a banda Metrô. A música é perfeita na voz da Virginie. Fiquei até emocionada quando vi a abertura. Mantiveram a mesma abertura de 1985, claro que a refizeram, deram uma modernizada. Mas é a mesma vinheta, com os elementos do mundo dos estilistas como protagonistas. Abertura perfeita. 
A novela terminou ontem e me deixou entusiasmada. Estou confiante que a novela será maravilhosa. Tem tudo para ser daquelas novelas que me fazem parar tudo que eu estiver fazendo para assistir. Espero que os outros capítulos sejam tão bons e envolventes como o primeiro. Já estou ansiosa para ver o de hoje. Que logo seja 7 da noite!


segunda-feira, 19 de julho de 2010

Fotinhos



Durante a Copa, além de torcer, eu reparava muito nos uniformes. Tanto que em jogos que as duas seleções não tinham muito chamativo para mim, eu acabava escolhendo torcer para aquela que tivesse o uniforme mais bonito. Esta Copa teve algumas seleções muito bem vestidas, mas a campeã no quesito camisa bonita foi mesmo a Alemanha. O uniforme preto deles é absurdamente lindo. Eu via os jogos e ficava desejando ter uma camisa como aquela. E nos últimos dias de Copa eu consegui. :)  Vi a camisa em modelo baby-look na vitrine de uma loja do Shopping Ibirapuera. Ao vivo é muito mais linda que na TV.  Wally estava comigo e viu meus olhinhos brilharem e meu deu a camisa de presente!  O curioso da situação foi que eu ganhei a camisa na véspera do jogo Alemanha X Uruguay, e neste jogo a minha torcida foi para o Uruguay. Achei bem surreal ter a camisa de um time bem na hora que eu ia torcer contra ele. 


Acho que vocês notaram que tem uma cabecinha no canto da foto que abre o post. É a Nena que ficou ali me olhando durante a foto com cara de quem tá querendo muito um cafuné. Não resisti é claro. E aproveitei para registrar a coisa mais curiosa que esta gatinha faz. Ela fica "em pé" para receber o cafuné na cabeça. Basta a gente deixar a mão um pouco para baixo e ela levanta para encostar a cabeça na nossa mão. Nunca tive um gato que fizesse isso. E ela tem muita facilidade para ficar assim. Às vezes fica assim para espiar se tem alguém na minha cama para saber se pode pular para lá ou não. É uma graça.




Aproveitei então  para tirar a minha primeira foto com a Nena em meus braços. Ela eu consigo carregar numa boa. Afinal é pequenininha e levinha. Frodo eu até carrego com uma certa facilidade, ele é grande mas não é tão pesado. Agora o Sam eu sofro para carregar. Mal consigo segurá-lo em meus braços por conta do tamanho dele e como ele é muito pesado, não dá para carregá-lo por muito tempo também. Adorei esta foto com a Nena. Ela é uma fofa, não?





sexta-feira, 16 de julho de 2010

Igualdade


Ontem acordei antes das seis. Um frio absurdo. Noite lá fora ainda. Eu mortinha de sono. Liguei o notebook para ver as notícias e assuntar sobre o clima. Me deparei com uma manchete que me fez sorrir e ficar animada naquele momento de preguiça absoluta. Em grande destaque na página da UOL estava a notícia sobre a aprovação do casamento gay na Argentina. Agora lá os gays poderão se casar e ter os mesmos direitos dos casais héteros. E a forma que a lei foi mudada inspira de fato a igualdade entre os cidadãos sem a distinção de orientação sexual. Nada de criar uma lei específica que permitisse o casamento entre os homossexuais. Não, lá foram direto ao ponto da igualdade de direitos. Alteraram apenas duas palavras na lei que já existia. Suprimiram os termos marido e mulher e colocaram o termo contraentes. Assim a lei rege os direitos de duas pessoas que se casam , independente do sexo. Eu gostei da maneira que isso foi redigido. Me dá arrepios quando leio ou escuto por aqui o termo relação homoafetiva. Por acaso alguém  quando fala de um casal formado por um homem e uma mulher que eles tem uma relação héteroafetiva??? Não há que ter distinção alguma. Se todos são iguais perante a lei, todos têm que ter os mesmos direitos e ponto. Isso na Argentina está virando realidade. Aqui ainda não. Espero sinceramente que um dia as pessoas de mesmo sexo que se amam possam optar pelo casamento civil. Ou que aquelas que apenas desejam manter o relacionamento sem a formalização perante a lei possam gozar dos mesmo direitos que um casal heterossexual tem quando mantém um relacionamento estável. Eles não querem nada demais, apenas pode ter uma vida normal ao lado de quem gostam. Ter uma vida cotidiana sem sobressaltos burocráticos. É pedir muito?  Para os que são contra parece que sim. Eu realmente não entendo as pessoas que protestaram lá contra esta lei. Posso entender uma pessoa não aceitar ou mesmo achar errado. Pontos de vistas e convicções diferentes existem. O que não pode existir é um grupo de pessoas que tenta impor o seu modo de vida para todos da sociedade. Os que protestam esquecem que a lei rege o casamento civil. Os direitos civis. Nada tem a ver com preceitos ou convicções religiosas. A lei não vai obrigar as religiões a realizarem cerimônias de casamento entre as pessoas de mesmo sexo. Cada religião que siga os seus preceitos, mas que respeite os outros que não os seguem e deixe que estes outros vivam sua vida. Claro que sei que os protestos lá vão continuar, o mesmo aconteceria aqui caso uma lei dessa vingasse, mas eu espero que os governantes de lá fiquem firmes em sua decisão e que nada mude esta conquista tão importante para os gays daquele país.


Alguns podem ler e perguntar porque eu fiquei feliz com uma notícia que diretamente não me atinge. Fico feliz pois acho que os gays têm que ter os mesmos direitos que todos os outros cidadãos. Eles têm as mesmas obrigações civis que todos os outros mas aqui ainda não são reconhecidos como cidadãos plenos. Sofrem discriminação clara na lei.  Nossa constituição diz que todos são iguais perante a lei. Mas de fato sabemos que não é assim. Que esta mudança na legislação Argentina influencie os políticos daqui e que algo seja feito para que aqui todos se tornem iguais também perante a lei. E além do aspecto legal, eu acredito que um amor entre gays é tão amor como um amor entre um casal hétero.  Amor é amor, não importa o sexo.  Sempre pensei assim, e nos últimos anos esta conviccção só aumentou, pois criei laços fortes com pessoas que são gays. Pessoas que viraram meus amigos especiais. Quero ver meus amigos com a vida  menos complicada. Quero ver meus amigos mais tranquilos para vivenciar seus relacionamentos sem ter medo de imprevistos e ficarem desamparados pela lei. Quero ver meus amigos cada vez mais felizes e sei que quando a lei por aqui mudar eles ficarão felizes da vida. E eu também. :)
 


quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sabor do momento



Usualmente não almoço. Salvo quando faço horas extras. Meu horário de trabalho não permite, tenho somente tempo para lanchinhos.  Mas mesmo assim a empresa me concede um cartão de ticket refeição. Bem recheado, aliás. Como praticamente nunca uso o cartão durante os meus dias úteis, acabo fazendo um uso alternativo do dinheiro ali guardado. Às vezes penso que se alguém tirasse um extrato dos meus gastos ia pensar que eu tenho um sério distúrbio alimentar. Que eu só vivo de sorvete! Sim, o meu ticket refeição virou ticket sorvete. Descobri que uma padaria, que fica no meio do caminho entre o ponto de ônibus e a minha casa, aceita o cartão para pagar qualquer coisa comprada ali. Assim, virou rotineira a minha parada para abastecer a minha geladeira de sorvetes. No começo só comprava o Tablito e o Fruttare banana. Comprava também Magnum, sempre para o Wally. Um belo dia acabou meu estoque de Tablito e eu estava com muita vontade de tomar sorvete e tinha um Magnum Dark Chocolate  no congelador. Não resisti e comi. Que delícia de sorvete!  Quando eu peguei o sorvete achei que era o normal, com a casquinhas de chocolate e recheio de creme. Mas não, era chocolate com recheio de  chocolate. E que recheio! Um chocolate um pouco amargo, com flocos de chocolate. Gostei tanto que agora tenho que comer ao menos um por semana. Esta semana eu ainda não comi. Com esta chuvarada não tive coragem de fazer uma parada na padaria. Espero que a chuva dê uma trégua no horário que eu volto para casa  para eu poder refazer o meu estoque dos delíciosos sorvetes de chocolate.



Nota da blogueira: Não gasto o meu cartão só com sorvetes, ele virou também o meio de pagamento oficial quando peço delivery  ou vou comer no shopping no fim de semana. :) 


quarta-feira, 14 de julho de 2010

Que fome!


Viver em São Paulo muitas vezes implica em ficar um tempão sem ver os amigos. O corre-corre da cidade não deixa. Mas ontem matei as saudades da Mari. Ela, mamãe e Sugar vieram em casa. Foi uma ótima noite. E os sandubas são da Lanchonete da Cidade e este post é via celular!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Lindo e pequeno






Entrei para uma nova era ontem. Chegou o meu celular novo e com ele eu poderei ficar conectada full-time. Uma novidade e tanto para mim, pois nunca tive nenhum celular com acesso à internet ou outro device compacto que me  proporcionasse este tipo de conectividade.  Quando o meu celular morreu semana passada decidi que compraria mais avançado. Confesso que escolhi este modelo ( Sony Ericsson Vivaz ) mais porque o achei lindo de morrer do que pelas suas funções sem fim. Claro que só de olhar para ele dava para ver que ele faz parte da geração dos celulares mais novos, então eu achei que o que ele tivesse de função já estaria ótimo para mim. O único quesito técnico que eu reparei de verdade foi no tamanho. Eu não queria um celular grande, até por isso risquei o Iphone das minhas opções logo de cara, queria um que coubesse na minha mão. Então fui comparando as medidas dos celulares que eu havia gostado e este era o menor mesmo. Perfeito. Lindo e pequeno.  Ontem quando eu abri a caixa fiquei encantada mesmo com o aparelho. Fiquei alguns longos segundos só admirando a sua beleza.  Nem preciso dizer que passei horas brincando e configurando o meu novo brinquedo. Já arrumei o essencial. E aprendi também já o essencial, onde enviar mensagens, acessar a Internet, tirar fotos, sincronizar com o blog, ver os meus contatos e, claro, como fazer uma ligação. Afinal, ele antes de tudo é um telefone! Tenho a impressão que o que menos vou fazer com este aparelho é falar ao telefone. Agora só falta escolher qual será o toque do celular. Por enquanto vou deixá-lo com alguma música padrão que já vem no aparelho, depois quero escolher uma música bem bacana para ser o trim do meu celular.  E este celular ainda me fez pagar a língua. Ele veio com uma aplicação para Twitter embutido nos atalhos e impossível de tirar de lá.  Advinhem o que aconteceu? Sim, eu que sempre fugi do Twitter agora tenho uma conta lá. Novinha em folha, com menos de 24 horas de inauguração. Mas isso é assunto para outro post. 
 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Cada um para um lado


Este mês vai entrar em vigor  a emenda constitucional que muda as regras do divórcio. Esta alteração vai acabar com os prazos que o casal tem que aguardar para poder cortar os laços perante a lei. Atualmente  um casal tem que esperar até 2 anos para se transformar em um ex-casal. Deve ser um tortura para os dois ficar este tempo todo esperando para concretizar a decisão tomada. Isso deve deixar a relação dos dois muito pior do que já era, pois os dois ainda ficam unidos perante à lei quando o que desejavam é totalmente o contrário. Sempre achei isso um absurdo. Ninguém decide se separar de uma hora para outra. Quando o casal chega neste ponto é porque já tentou de tudo. O casal já está num momento difícil e ainda tem que aguentar o estado interferir em sua vida, dizendo que tem que esperar para dar um fim definitivo naquele relacionamento. Todo esta prazo existente hoje em dia tem como claro objetivo mudar a idéia do casal, ver se depois de todo este tempo eles ainda mantêm  a  convicção que o divórcio é o melhor caminho. Acho que isso só atrapalha e machuca mais o casal. Ninguém procura um advogado para tratar de um divórcio sem estar convicto disso. Dizem os críticos agora que o tal divórcio express vai fragilizar a família. Quem pensa assim, ao me ver, é o tipo de pessoa que acha mais válido ter um casa unido, feliz para a sociedade e infeliz dentro de casa, do que duas pessoas que serão mais felizes separadas pois chegaram à conclusão que não mais seriam felizes juntas. O que fragiliza a família é a falta de verdade nos relacionamentos familiares, por isso é muito melhor para um filho ter pais separados que se respeitam do que viver em um ambiente de guerra e mentiras dentro da própria casa. 
É uma tristeza ver um casal se separando. Eu sou do tipo que torço para que todos sejam felizes para sempre, mas quando isso não é possível sou a favor da separação sim. Há um momento que não adianta mais insistir, que ficar junto só vai servir para acabar com qualquer sentimento bom que possa existir entre os dois. Fiquei contente ao ver este mudança na lei do divórcio, vai deixar a vida de muitos menos complicada.  Vai deixar menos difícil um momento que por si só já é muito complicado. Um avanço muito bem vindo.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Esperando outubro chegar!



Meu aniversário este ano promete. Eu estarei animada e devo terminar a comemoração rouca, de tanto cantar as músicas do Bon Jovi. Está programado um show da banda para 11 de outubro no estádio do Morumbi. E eu não vou perder.  Nunca tive a chance de ver um show do Bon Jovi ao vivo e sei que vou me emocionar e cantar muito. A banda marcou a minha adolescência, lembro da minha alegria quando comprei o LP  "Slippery When Wet". Até hoje sei cantar as músicas daquela época.  Sempre me empolgo quando escuto algum sucesso antigo do Bon Jovi.   Com certeza será um grande  e emocinante show para mim. :) 

Bom feriado para os paulistas!!!  

Até segunda!


Nota da blogueira: meu aniversário é dia 10 do 10. E será bem roqueiro este ano: dia 8 terá show do Echo and The Bunnymen e dia 11 o do Bon Jovi. :) Será muito, muito bom!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Nova era

Esta figura estranha logo aí acima é a responsável por eu ter que trocar de celular tão prematuramente. Usei meu celular por cerca de 1 ano e meio e não pretendia trocá-lo tão cedo, afinal ele é lindo e eu me entendia muito bem com ele. Há uns 3 meses meu celular começou a ficar estranho, algumas teclas começaram a falhar. Quando o celular estava em pane era impossível enviar sms, pois a falta de letrinhas era tanta que não tinha como eu escrever algo que fizesse sentido. Mas a pane durava poucos instantes e o celular voltava logo ao normal. E assim fui levando, aguentando as crises do celular e esperando ele voltar a funcionar. Mas na segunda-feira ele resolveu parar de vez. Fiquei o dia inteiro com o celular em pane.  Wally bem que tentou, abriu o celular inteiro e foi quando eu vi pela primeira vez na vida a tal pecinha da foto. É o teclado do celular e aí que estava o problema. Como é uma peça maciça, não tinha mais onde abrir. A única coisa era esperar por um milagre, que voltasse a funcionar sozinho. Mas não voltou.  Isso me obrigou a procurar um celular novo. Ao olhar os modelos novos me bateu uma insegurança. Fiquei encantada com os modelos novos, onde o teclado não mais existe, tudo é feito na tela. Nunca usei um celular assim e tinha receio de não me acostumar. Então Wally resolveu me ajudar a fazer um test-drive e me emprestou o celular dele. O modelo do Nokia que ele tem possui tanto teclado como touch screen. Eu resolvi ignorar o teclado e usar o telefone só no modo touch screen para ver como era. Foi amor à primeira teclada!  Impressionante como é fácil e rápido escrever mensagens com o teclado da tela.  Com certeza um telefone destes vai facilitar a minha vida, pois sms hoje em dia é o meu meio principal de comunicação, pois durante o horário comercial eu fico isolada do mundo. Enviar e receber sms é a único jeito de eu me comunicar com o mundo exterior. Então, depois do teste, resolvi que estava na hora de me modernizar e comprar um celular que faz tudo, praticamente um computadorzinho. Já escolhi um modelo e estou em processo de compra. Confesso que escolhi mais pela cor e design do que pela parte técnica. Não adianta, o celular pode ser o mais poderoso do mundo, fazer de tudo, mas seu eu não o achar bonito eu não compro. E celular para mim tem que ser colorido, fujo dos cinzas e dos pretos. A única preocupação "técnica" que tive desta vez foi em relação ao tamanho. Estes novos são bem grandes e eu então procurei um menorzinho, que se ajustasse melhor ao tamanho da minha mão.  Estou ansiosa esperando meu brinquedo novo.  E quando ele chegar vou entrar em uma nova era. A era conexão full-time. Vou contratar um plano de dados, assim estarei conectada na internet sempre que quiser, não importando onde eu estiver.  Vai ser uma nova era bem interessante!  :) 

terça-feira, 6 de julho de 2010

Prince of Persia



Quando soube que seria feito um filme inspirado no game "Prince Of Persia" fiquei bem curiosa, afinal sempre achei o jogo lindo. Apesar de achar o jogo visualmente atrativo, nunca  o joguei de fato. Tentei algumas vezes, mas nunca consegui controlar o príncipe, nunca fui capaz de fazer as macaquices que ele tem que fazer quando foge dos inimigos. É um pula daqui, corre dali, piruetas, até andar pelas paredes ele anda! Sempre que tentei o coitadinho morreu em minhas mãos. Me conformei então.  Por conta disso eu não tenho como dizer se o filme foi fiel à história do jogo. Mas identifiquei vários elementos do jogo fielmente reproduzidos no filme, como as tais macaquices, a cenas quando o príncipe averigua por quer caminho tem que seguir para atingir o seu objetivo, a areia do tempo entrando em ação e o figurino do príncipe. Assisti ao filme no último domingo, no Market Place, na primeira sessão do dia. Eu adoro as matinês, pois o cinema sempre é mais tranquilo. Gostei muito do filme, tem muita cena de ação bacana, boas pitadas de humor e um galã e tanto no papel principal. Jake Gyllenhaal está maravilhoso como o Príncipe da Pérsia. Para mim ele é o melhor do filme. A história em si é bem simples, ele é levado a invadir uma cidade sagrada onde estão guardadas as areias do tempo, areias mágicas que permitem retroceder no tempo. Esta cidade é governada pela princesa mais linda da região, Tamina. Claro que rola um climinha entre eles, mas a princesa é fogo e não deixa nada fácil para o príncipe. Eu achei que a princesa deveria ser muito mais linda, a atriz é bonita, mas não possui aquela beleza deslumbrante. É bonita e só.  O príncipe é um cara muito bom, logo descobre que cometeu um erro ao invadir a tal cidade e tenta consertar sua falha e assim tem que fugir, brigar bastante até se redimir de seu erro. O filme me envolveu e eu torci muito por um final feliz para o lindo príncipe. Mas não vou contar aqui se ele conseguiu atingir seu objetivo. Assista. Vale a pena. É uma boa diversão.

 

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Lidando com derrotas








Sexta e sábado fiz um treinamento intensivo de como lidar com derrotas e decepções. Tudo patrocinado pela Fifa. As seleções  para quais  eu torço foram eliminadas  da copa num efeito dominó. Foi melancólico. No sábado foi pior, duas eliminações em sequência. Mas sobrevivi e no sábado, algumas horas depois do último jogo, já estava mais animadinha, conseguia até rir. É péssimo se deparar com decepções, mas elas fazem parte da vida. A gente tem que saber lidar com isso senão não consegue viver. Fico pensando nesta geração mais nova, na molecadinha mesmo, que os pais fazem tudo pelos filhos, não sabem dizer não e até vão na escola tirar satisfação se o filho é repreendido, mesmo que este tenha merecido o castigo! Uma vez cheguei a ler que alguns psicólogos diziam que obrigar as crianças a fazer lição de casa poderia traumatizá-las!!! Como assim? É na escola que a gente aprende a noção de responsabilidade, de ter que cumprir horários, deveres, ter a obrigação de ir bem nas provas. Mas hoje nem uniforme os alunos querem usar, acham que é um agressão da escola obrigá-los a usar o uniforme! Na escola de freiras que estudei, a gente tinha que respeitar tudo nos mínimos detalhes, até o comprimento da saia era medido pelas freiras! Hoje, eu vejo os alunos da mesma escola indo desleixados para  o colégio e as meninas vão para aula de shortinhos, com a camisa do colégio customizada! Ou seja, nem regras simples, como o traje adequado para ir à escola é respeitado hoje em dia. Fico pensando quando esta geração chegar ao mercado de trabalho. Como vai lidar com horários, cobranças de resultados ou mesmo ter que respeitar o código de conduta e vestimenta da empresa? Vão entrar em pane, pois será um grupo que nunca sofreu cobranças e que tudo lhe foi permitido. E mais, como vão lidar com as decepções da vida? Se a pessoa não aprendeu nem a lidar com as pequenas decepções, como o pai não deixá-la ir a uma festinha, como vai aguentar a tristeza de levar um fora de um namorado, uma bronca mais dura do chefe ou mesmo a morte de alguém próximo? A pessoa vai surtar, vai vivenciar uma dor que não conhece, pois até então viveu num mundo onde tudo era feito para lhe agradar. Situação triste, pessoas que não foram criadas para enfrentar a vida. Fracas de espírito e sem maturidade para lidar com situações adversas.

Eu tive a sorte de ter sido bem educada, de meus pais me imporem  limites e me ensinarem a respeitar o próximo. E posso dizer que  concluí meu treinamento   de enfrentar decepções do fim de semana com louvor, pois não precisei espinafrar ou ofender times adversários para tentar aliviar a minha tristeza. Humilhar os outros não reverte a tristeza que sentimos, só nos faz pessoas mesquinhas e pobres de espírito. E felizmente posso afirmar que este tipo de sentimento mesquinho não faz parte da minha vida. 




Nota da blogueira: A derrota que mais doeu foi a da seleção do Paraguay. Mas foi um tristeza misturada com sentimento de orgulho. O final não foi o que eu desejava, mas o time do Paraguay me proporcionou alegrias durante o jogo e fiquei muito feliz de ver o meu time jogando bem e mostrando para a Espanha que ele era sim um adversário duro. Foi um belo jogo. Valeu Paraguay!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Dorminhocos



Hoje não tem post por culpa do Sam. Ontem a noite me levantei um pouco do sofá e quando voltei ele estava todo aconchegado usando meu notebook como travesseiro. Fiquei com pena de acordá-lo e deixei que ele ficasse assim um tempão. Quando resolvi tirá-lo de lá já não tinha mais pique de escrever coisa alguma. O sono dele me contagiou. 


O sofá estava literalmente tomado pelos gatos ontem. Frodo deitado na ponta e Nena em cima do encosto. Os três dormindo feito anjinhos. Mas esta paz acabou quando eu tirei o Sam de lá, sentei e coloquei meu notebook  no colo. Algum tempo depois sinto algo caindo em cima de mim e se agarrando em  meus cabelos. Era Nena. Se mexeu demais e despencou do seu cantinho. Quando aterrisou estava toda bravinha, começou a rosnar para mim e para o Frodo. Tentei fazê-la ficar mais calma e ficar quieta ali do meu lado. Mas a gatinha queria mesmo era provocar uma boa briga com o Frodo. Então o jeito foi tirá-la de lá. Assim Frodo pode continuar a dormir e eu pude navegar com um pouco de sossego.  A Nena não sabe, mas ela tem muita sorte de o Frodo não aceitar as provocações dela, pois ele é bom de briga. Ele consegue jogar o Sam longe, mesmo Sam sendo o dobro de tamanho dele. Imagine o que o Frodo não faria com a Nena, que é uma porcariazinha de gato? Acho que Frodo é  no fundo um cavalheiro, sabe que Nena não passa de uma mocinha atrevida e assim deixa as provocações dela para lá.  Ainda bem.


Bom fim de semana !



quinta-feira, 1 de julho de 2010

Torcedora egoísta



Quero que o Brasil passe para a próxima fase da Copa. Mesmo não estando empolgada com nossa seleção, quero que eles ao menos cheguem à semi-final. É um desejo egoísta, pois estou pensando mais horas fora do trabalho que esta partida da semi-final pode me proporcionar do que na alegria em ver o meu time vencendo. Estou numa época de tanto trabalho que qualquer minutinho de folga extra é precioso. Tenho chegado em casa muito cansada. Um cansaço pesado, cansaço mental mesmo, cansaço que me paralisa. Falta gente no setor  em que eu trabalho, assim quem está lá fica sobrecarregado. Para completar ainda há as horas extras. Nem sempre consigo escapar delas. Hoje por exemplo vou trabalhar 2 horas a mais que usual. Só de pensar nisso já me canso. Mas não adianta desanimar, pois as perspectivas são que isso perdure por um bom tempo. O jeito é respirar fundo e enfrentar esta trabalheira toda que terei pela frente. Para aguentar tudo isso é fundamental manter-me animada, o que não é tão difícil assim.  Às vezes pequenas coisas podem melhorar o meu ânimo e  tenho plano para me animar para sexta-feira. Vou comprar uma camiseta para torcer pela seleção amanhã no trabalho. Pois a minha camiseta da copa passada está muito surrada e não dá para usá-la no trabalho. Afinal, para torcer no trabalho tenho que estar bem arrumada, mesmo que seja num visual hiper casual verde-amarelo. Assim, hoje ao sair do trabalho, pretendo dar uma passadinha no shopping para comprar a minha camiseta  nova. Comprar roupa nova sempre  aumenta meu ânimo, mesmo que seja uma camiseta simplesinha para torcer pela seleção! 



Nota da blogueira: Post vai ao ar assim mesmo. Sem fotinho ou revisão. Perdi a hora. Acordei tarde, muito tarde. Tenho que sair voando para o trabalho para chegar a tempo de cumprir a tal hora extra que fui convocada.  Fui.