sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Fim de campanha




Domingo finalmente saberemos quem será o novo presidente do Brasil. Finalmente a campanha política vai terminar. Eu não aguento mais esta guerra política que se instaurou na disputa pelo cargo de presidente. Os dois lados ultrapassaram os limites. O que mais me incomodou desta campanha não foram os xingamentos trocados mutualmente entre os candidatos e sim a interferência da Igreja ( em todas suas vertentes!) no processo eleitoral. Achei o fim os candidatos tentando agradar as igrejas de todas as maneiras. Chegando ao cúmulo de negarem suas convicções para não perderem os votos dos fiéis.  Um absurdo! Será que os candidatos esqueceram que vivemos em um país onde o Estado é laico? Ou será que desconhecem o signficado desta palavra? Foi-se o tempo que a Igreja tinha influência nos rumos do governo do nosso país. Mesmo assim vemos os dois candidatos dizendo coisas somente para agradar os líderes religiosos. Lamentável. Um governante tem que pensar no bem de todos seus cidadãos, não pode nunca direcionar suas decisões para agradar alguns em detrimento do bem-estar de todos os outros. Este cuidado dos candidatos para não magoar os eleitores católicos e evangélicos é uma atitude vergonhosa. Me dá a impressão que os eleitores que seguem estas religiões são mais importantes que os demais e que os candidatos serão capazes de deixar de promover alterações na lei que garantam direitos civis dos cidadãos apenas por estes direitos podem ir contra às convicções das igrejas. Os padres e pastores têm todo o direito de dizer aos seus fiéis como eles devem se guiar para escolher um candidato, afinal estão ali para propagar a sua fé e os que freqüentam as igrejas estão dispostos a seguir os mandamentos daquela fé. Mas a orientação religiosa na política tem que parar por aí. Não pode nunca vir na direção contrária, um político não pode guiar seus planos de governo pela  fé em uma religião, nem a sua e nem a dos seus eleitores. Lugar de religião é nos templos e não no Palácio do Planalto. 

Enfim, foi uma campanha política vergonhosa. Vimos a política brasileira retrocecer aos tempos do Brasil colônia, onde os padres metiam o bedelho em tudo.  Espero que seja nosso próximo presidente perceba que é um grande equívoco deixar a religão influenciar em suas decisões como governante.  E que todos votem  com consciência.  Que escolham o seu candidato. Não anulem o voto, não votem em branco.E não deixem de votar.  Boa eleição para todos nós!




Nota da blogueira: Eu sou católica de formação, mas já cansei das ladainhas dos padre há tempos. Prefiro rezar em casa, ter a minha fé particular.




quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Amigos para sempre?



Eu colocaria um ponto de interrogação na frase acima. Será mesmo que amizade é sempre para sempre? É comum as pessoas dizerem que a amizade nunca acaba, que é algo eterno como nenhum amor é capaz de ser. Criou-se a ilusão que a amizade não termina, que amigos sempre serão amigos não importa o que acontecer. Eu já aprendi que tudo tem fim, até uma amizade forte, daquelas que a gente acha mesmo que ia durar para a vida toda. Já aconteceu comigo algumas vezes. De repente, aquela pessoa que convivia comigo, fazia parte da minha vida some sem deixar rastros. Tentativas de contatos em vão e chega uma hora que não tem mais como fugir da verdade. A pessoa se afastou para valer. É muito estranho. Nunca fiquei com raiva dos amigos sumidos, fico é intrigada, pensando se fiz algo errado ou se simplesmente deixei de fazer sentido na vida daquela pessoa. Claro que bate saudade, aí o jeito é recordar os tempos de amizade. Vez ou outra me pego recordando de uma amiga da época da faculdade, a Gisele. Éramos inseparáveis, colegas de turma na Unesp de Bauru e, em uma certa época, colegas de república também. A gente passava o dia juntas, conversámos horas e horas e o assunto nunca se esgotava.  Nós nos entendiámos muito bem, sem esforços. Nunca brigamos. Depois de formadas, ainda trabalhamos juntas na mesma estação de rádio no interior. Depois de um tempo eu voltei para São Paulo. O contato continuou algum tempo ainda, via carta, depois evoluiu para e-mails.  Mas de repente o contato foi diminuindo, ela ficava cada vez mais distante. Um dia nunca mais soube dela. Isso já faz uns 10 anos. Acho que nunca mais terei contato com ela. Uma pena. Quando penso nela sempre desejo que ela esteja bem e feliz. Quem sabe um dia a vida não arranja da gente se encontrar de novo, né? 

E vocês , têm algum amigo sumido que deixou saudades?


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Integração? Não.



Semana passada pipocou uma mensagem no meu Facebook. Era o anúncio de uma ferramenta que permitiria a integração do Facebook com o Orkut.  Fechei a tal janelinha na hora. De maneira alguma eu faria uma integração assim. Além de praticamente não usar mais o Orkut, muita gente que tenho na minha lista de lá já não faz muito sentido para mim. Tem gente que até que nem lembro mais quem é. No Facebook a lista de amigos é bem mais concisa e lá faço questão de ter somente quem realmente gosto e gente com quem quero compartilhar minhas emoções, atividades e até algumas bobagens. Por isso não faz sentido para mim misturar as duas redes. São ambientes distintos para mim. Como são todas as redes que participo.  Não curto em nada estas ferramentas que proporcionam a integração entre os sites, pois não é tudo que quero compartilhar. O You Tube, por exemplo, tem a opção de integração com Facebook e Twitter. Ativada, esta ferramenta faz que todos os vídeos que você acesse sejam automaticamente publicados nos dois sites.  Claro que têm vídeos que eu publico no Facebook, mas o faço quando há algum motivo especial. Ficar atormentando a turma da minha lista com links de todos os vídeos que vejo é exagero.  Outra ferramenta da qual fujo, é aquela que publica o mesmo post no Twitter e no Facebook. Nem tudo que coloco no Facebook vai para o meu Twitter e vice-versa. São canais diferentes, assim as publicações são diferentes, raramente eu faço um copy/paste. Gosto de ter tudo separado. Cada site com seu assunto, com seu jeito. Se quero misturar estações eu mesma faço, vou lá e coloco a mesma frase. Uma coisa que gosto é a função de compartilhamento que há nos jornais, blogs e afins. Em um clique a gente publica a reportagem ou o post que gostou no Facebook, por exemplo. Isso fica bem simplificado com os botões de compartilhamento. Gosto tanto que ativei esta função aqui no meu blog. Vire e mexe eu mesma a uso para divulgar algum post que acho que ficou bem legal e quero que todo mundo leia. E sinceramente, acho que  o charme de cada rede social é ter o seu jeito próprio, ficar misturando tudo tira a identidade do lugar.  Por tudo isso é que estou fugindo da nova versão do MSN que promete integração total com tudo. Não me agrada em nada que o meu status do MSN seja visto por todo mundo que está logado nas redes que participo.  Enquanto o MSN me deixar, vou continuar com a versão que tenho agora e que me serve muito bem. Que deixa tudo separadinho, o que acontece no MSN fica lá mesmo. E assim que tem que ser com os demais sites também. Quero sempre ter a decisão final do que eu quero compartilhar com todos. Nenhuma ferramenta pode fazer isso por mim. 



terça-feira, 26 de outubro de 2010

Trabalho



Nos últimos meses eu recusei duas promoções no trabalho. Não nego que me senti linsonjeada com os convites, afinal eles significam um claro reconhecimento do meu desempenho na empresa. Mas não precisei pensar muito para saber que não queria assumir um novo cargo. Mesmo assim fiquei até balançada. Questionei tanto no aumento de salário como na melhoria de status dentro da empresa e fora dela. Pois eu sei bem que o cargo de assistente de atendimento não tem nada de glamour e não é a profissão dos sonhos de ninguém. Nem a minha. Mas eu sou boa no que faço, o expediente de 6 horas/dia muito me agrada, salário idem e eu, apesar de todo o stress inerente ao meu trabalho, gosto do que faço. Sinceramente o que mais me motivou a dizer não às promoções foi o aumento da jornada de trabalho. Não me vejo mais trancada o dia todo em um escritório.  A única vez que trabalhei em um cargo de jornada de 8 horas (9 se contarmos a hora do almoço) me sentia presa, sinceramente achava um desperdício eu ficar o dia todinho ali presa. Além do que eu não trabalhava 8 horas efetivamente, pois simplesmente não tinha fluxo de trabalho contínuo nestas 8 horas que eu permanecia ali. Com a jornada de 6 horas e o tipo de trabalho que eu executo, eu trabalho direto. É trabalho concentrado. Começo a trabalhar assim que o meu horário se inicia. Cansa? Cansa... mas eu termino minhas obrigações logo e posso usar o resto das horas do meu dia como bem entender. Eu sinto que trabalhando em uma jornada mais enxuta eu vivo mais a vida. É reconfortante ver que depois de um dia de trabalho ainda sobram algumas horas do dia para usufruir. Hoje as pessoas vivem para trabalhar, cada vez as jornadas são mais extensas, cada vez menos têm mais tempo para viver suas vidas.  Passam o dia fora de casa e quando voltam estão exaustos, sem vontade para nada mais. Praticamente uma vida robótica. Mal sobra tem para usufruir do dinheiro ganho com tanto trabalho.  Por isso tudo prefiro continuar onde estou. Mas não pensem que estou acomodada, nesta vida nada é garantido, salvo que se tenha um emprego público, por isso trabalho com afinco, sempre me esforçando para  fazer um ótimo trabalho. Quero continuar necessária no meu setor, fazer a diferença (olha o clichê, mas isso é a pura verdade) e sentir que sou boa no que faço. O que para mim é muito importante. Nunca soube ser mais ou menos nas coisas que faço, posso não ser a melhor em tudo, mas me esforço para isso. Sempre. E quero ser boa na arte de viver, e para isso ter uma jornada de trabalho menos é fundamental. Por isso tudo que vou na direçao contrária de um mundo que estimula às pessoas a sempre almejarem melhores cargos e salários.  E seguindo na contra-mão eu estou bem contente, porque acho que este é o meu caminho.



segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Feliz Cumple, Sugar!


Hoje é o aniversário da SugarB@by, mas a comemoração aconteceu no sábado à noite no bar Los 3 Amigos. Ela estava em indecisa, afinal aqui no bairro o que não falta é bar bacana. Como eu elogiei muito o novo restaurante mexicano ela resolveu que iria fazer a festinha lá.  E a aniversariante adorou o lugar. Teve um aniversário bem animado, regado à margaritas, muitas risadas e , claro, muita comida mexicana. 




A mesa ficou grande. Tão grande que o garçom teve que ser esforçar bastante para conseguir tirar uma foto onde aparecesse todo mundo. Na segunda tentativa ele conseguiu.  Na foto estão: SugarB@by, mamãe, eu, Wally, Tininha, Tia Messias, Sabrina, Mari e Gui.





A nossa mesa ficou cheia de pratos deliciosos e muita pimenta, como é de se esperar em um restaurante mexicano. Eu preferi não arriscar com as pimentas. Mas mamãe e Wally usaram bastante pimenta para temperarem o que estavam comendo.  Eu como sempre pedi quesadilla de carne. Uma delícia. Mari pediu quesadilla também e adorou. Nesta noite experimentei outros itens do cardápio como a batata com cheddar e o frango empanado. Gostei muito dos dois. Terminamos a noite comendo a sobremesa de sorvete com churros.  Acho que passamos lá umas 3 horas. Foi uma noite muito boa.  Sugar teve uma bela celebração de aniversário!

Feliz aniversário irmãzinha!!!  Hoje é o seu dia!!!! 



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Clima instável




Nunca pensei que diria isso, mas não vejo a hora do calorão chegar.  Eu não gosto de calor, mas prefiro aquele calor dos infernos do que o clima que faz hoje em dia em São Paulo. Estamos com uma variação climática muito intensa durante o dia. É terrível.  De manhã faz muito frio, durante a tarde esquenta, chega perto dos 30 graus, e no final de tarde o vento frio já começa a ressurgir e esfria muito.  Além de ser um clima péssimo para a gente saber o que vestir, é péssimo para a saúde. A gente fica neste esquenta fria frenético e acaba ficando ruim.  Eu ainda não fiquei doente por conta disso, mas tenho receio. Pois já aconteceu de estar com roupa mais leve, durante o período mais quente do dia, e de repente o tempo vira e eu fico gelada de frio. É tão repentino mesmo que não dá para a gente prever quando o clima vai mudar. É muito estranho mesmo.   
A primavera, aliás, começou somente no calendário. Nada do clima esquentar. Ou faz um friozão ou faz o tudo ao mesmo tempo, no mesmo dia. Um horror. 

Bom, já está quase na hora de sair de casa para o trabalho e eu ainda não sei o que vestir. Melhor encerrar o post por aqui. 

Bom fim de semana!!!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Vestida para trabalhar






Segunda-feira, final de expediente, pipoca a seguinte mensagem na tela do meu computador: "Atenção para o dress code desta semana: homens de terno e gravata e mulheres de terninho.  XXXX ( aqui seria o nome do meu chefe), avise o seu time! Ass. XXXX ( uma das gerentes da empresa)". Levei um susto e olhei para a cara do meu chefe. Departamento inteiro também se comportou da mesma forma. Todo mundo com cara de "Heim!?!?!". Meu chefe disse que a gente podia ignorar a mensagem e na hora falei no automático: "Ainda bem, senão eu teria que passar no shopping agora para comprar um terninho!" E  eu não estava fazendo drama não. Eu realmente não tenho terninho no meu guarda-roupa. O último que tinha sobrado eu dei no mês passado. Estava em ótimo estado, praticamente novo e era um desperdício ficar ali no meu armário sem ser usado. Comprei este terninho e uns outros 2 na época que trabalhava em uma empresa que exigia tal formalidade na vestimenta.  Eu me sentia fantasiada com aquela roupa. Usava porque não tinha saída, e vez outra tentava burlar a regra de vestimenta colocando algo mais formal sem ser terninho. Sempre conseguir burlar o uso do terninho com maestria e nunca tive encrencas naquele emprego. 
No meu trabalho atual é proíbido usar jeans. Se alguém aparece lá de calça jeans é mandado de volta para casa. Não é lenda não, é fato e já vi acontecer algumas vezes.  Assim tenho que usar calça social, sapato idem. Deveria usar camisa todo santo dia também. Mas contorno a exigência com camisetas sem estampas e com cores mais sóbrias. Tento conciliar o meu estilo super-mega-hiper-ultra-casual com a formalidade pedida pela empresa. Assim consigo me sentir bem na roupa que uso para trabalhar sem derespeitar as regras da empresa. No frio é bem fácil conseguir este equilíbrio, afinal roupa de frio já tem um quê de formalidade natural. No calor a coisa fica complicada. Não posso usar regata. Nenhum tipo, nem aquelas regatas de linha, com decotes bem comportados.  Assim tento apelar para uma calça mais leve, sapatilhas e camiseta. Saia ou vestido? Prefiro não arriscar, já vi encrencas por causa do comprimento e eu adoro uma saia curta, então não tenho nada com o comprimento adequado. Uma vez comprei uma saia linda, perfeita para o trabalho. Praticamente não saiu do armário. Não me sentia bem nela. Talvez realmente seja falta de costume e se eu insistisse um pouco não acharia a minha imagem no espelho tão estranha quando estou com estas roupas. Mas, sinceramente, acho que já passei da idade para tentar mudar de estilo. Visual secretária realmente não é para mim. Assim vou sempre colocando uma pitada de informalidade nas minhas roupas de trabalho. Desta maneira respeito as regras da empresa e me sinto bem quando me olho no espelho.  


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Gatos! Gatos! Gatos!




Finalmente consegui a foto que tanto queria. Sam, Frodo e Nena enfileirados em ordem de tamanho! Tirar foto de gato não é nada fácil, pois eles têm o dom de se mexer bem na hora que a gente vai bater a foto. Imagina então tirar foto de 3 juntos!  Somente por acaso é possível tirar uma foto assim. E foi totalmente por acaso que consegui a foto tão esperada. Era fim de noite, estavamos nos preparando para dormir. Eu fui escovar os dentes e Wally ficou no quarto me esperando. Quando voltei encontrei todos na cama e o trio quietinho, deitado em fila. Não podia perder o momento. Bem devagar peguei o cel do Wally e tirei algumas fotos.  Esta foi a que gostei mais. 
 





Esta foi outra foto tirada por acaso. Nena adora ficar na minha cama e quando está lá fica sempre pedindo um cafuné. E eu, claro, adoro ficar fazendo cafuné nela. Wally acabou registrando um momento de chamego e saiu esta foto linda.  :) 

Tudo isso é possível por causa da facilidade que temos hoje em dia de tirar fotos. A tecnologia atual nos proprociona um belo registro das cenas cotidianas como nunca se viu antes. Adoro estes tempos modernos.




terça-feira, 19 de outubro de 2010

Los 3 Amigos


Moro em um bairro repleto de bares e restaurantes. Aqui não faltam opções para a gente sair e em época de lei seca, nada melhor que ter lugares para ir pertinho de casa e poder ir e voltar a pé. Assim a gente pode beber sem se preocupar com nada. Mesmo cheio de opções que gosto muito, sempre fico curiosa quando vejo que vai abrir algum bar novo. Nas últimas semanas estava na expectativa da inauguração do novo restaurante de Moema.  Ele fica no meu caminho para o ponto de ônibus, todo dia então eu via o progresso da reforma e ficava tentando advinhar qual seria a temática do lugar. Na etapa final da reforma deu para perceber nitidamente que seria um lugar com temática mexicana. A inauguração foi há umas 2 semanas e é um restaurante mexicano nos moldes do El Kabong. Chama-se Los 3 Amigos e é de um dos ex-sócios do El Kabong.  Por isso é tão bom, o dono sabe bem o que e como fazer para ter um restaurante tex-mex de qualidade.



 
Fui  com o Wally conhecer o restaurante no sábado passado.  A decoração é bem bonita e o ambiente é bem escuro, mas na medida certa, dá para a gente ver a comida e o rosto de quem está na mesa com a gente.  Quando chegamos o salão do térreo estava lotado, então ficamos no segundo andar, numa mesa com sofá. Adoro estas mesas com sofás no lugar de cadeiras. Muito mais confortáveis. O cardápio é bem parecido com do El Kabong, o que achei ótimo, pois adoro o cardápio do El Kabong.  Pedi o de sempre, Quesadilla de carne e Wally pediu Enchilladas. Pratos bem fartos e deliciosos. Para beber eu pedi um Mauí. Estava uma delícia, seria perfeito se fosse um suco de abacaxi apenas. Mas faltou vodka, fiquei com a impressão que jogaram apenas uma gota de vodka no copo. Este foi o único senão da noite, faltou álcool no drink. Falamos isso para o garçom, que nos perguntou o que tínhamos achado da casa. Fizemos todos os elogios citados aqui e reclamamos da falta de vodka no Mauí. 
Para encerrar a noite pedimos a sobremesa de churros com sorvete, que neste restaurante chama-se Pacho. Uma delícia! E para acompanhar 2 mini-frozen margaritas, que tinham uma boa quantidade de álcool em sua composição. Estava ótimas, principalmente a de morango. 
Gostei muito de Los 3 Amigos e com certeza voltarei lá muitas e muitas vezes. Ótimo ter mais um bar bacana aqui perto de casa. 


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Quase um passeio ao ar livre



Pode não parecer, mas esta foto foi tirada em um shopping center aqui em São Paulo. Mais precisamente no terraço do Shopping Cidade Jardim. No sábado fui pela primeira vez lá. O shopping é bem novo e é considerado o shopping mais requintado e caro da cidade. Eu estava bem curiosa para conhecer mas também um tanto receosa, pois já havia escutado que lá era monocromático demais e que o povo que freqüentava o local era esnobe demais. Mesmo receosa fui animada para o shopping e adorei logo de cara.  O lugar é muito lindo e arejado. Tudo é em tons de marrons, indo do bege ao marrom escuro. Não achei monótono, achei que ficou bem lindo, as tonalidades estão bem combinadas.  O que me chamou muito a atenção foi o piso do shopping, é um piso àspero com jeito de piso de calçada. Adorei, pois deu uma sensação que estamos andando na rua. Esta sensação de andar na rua é amplificada pela iluminação natural e pelo fato dos restaurantes estarem intercalados com as lojas, não estando aglomerados numa praça de alimentação como é comum nos demais shopping centers. Realmente  parece que estamos passeando na rua e entre uma vitrine e outra nos deparamos com um lugar bacana para comer. Vi muitos restaurantes que fiquei com vontade de experimentar, mas acabei almoçando num velho conhecido, a Lanchonete da Cidade. Pois estava com pouco tempo, tinha ingresso de cinema comprado, e em lugar novo eu sei que demoro séculos para decidir o que quero, com um cardápio conhecido é bem mais rápido. 
Lá o cinema é Cinermark. Fui em uma sessão 3D para ver o filme " A Lenda dos Guardiões". Adorei a sala, com cadeiras bem confortáveis, superiores ao padrão normal do Cinemark. A sala é ótima, grande e com uma inclinação ótima da platéia. Assim nenhuma cabeça atrapalha a visão da tela, que é bem grandona.
É um shopping que difícilmente eu freqüentarei para fazer compras, pois as lojas são de marcas caras, salvo uma Centauro perdida no meio de tantas grifes, e produtos deste tipo de loja estão totalmente fora do meu orçamento. Mas nem ligo para isso, gosto de ver as vitrines, ver produtos que raramente vejo nos shoppings onde vou para fazer compras como o meu querido Shopping Ibirapuera. Realmente não me sinto mal por estar num lugar onde os produtos das vitrines são inatingíveis para mim. Além das lojas caras, percebe-se que o shopping é de alto padrão já no estacionamento. Me senti numa filial do Salão do Automóvel, só carrão estacionado ali.  Carro "normal" só  minha Meriva e um ou outro Gol e Uno perdidos pelo estacionamento.  E as pessoas? Eu achei todo mundo muito normal lá, pensei que ia ver gente muito emperequetada e com cara de madame.  Vi gente com roupa de passear em shopping mesmo, todo mundo muito casual. Tinha até gente casual demais, com roupa de ginástica e fazendo cooper no terraço do shopping!  Ou seja, um shopping normal, mas que é muito mais lindo que os outros e com uma atmosfera adorável de estar-se fazendo um passeio ao ar livre. Com certeza o Shopping Cidade Jardim entrou para a minha lista de shoppings favoritos. Quero voltar mais vezes lá para experimentar os restaurantes e claro, para ir ao cinema.  


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Recenseada




O censo demorou bastante, mas chegou aqui em casa. Eu estava bem curiosa para ver como era ser recenseada morando em um prédio. Todos os outros censos que participei  eu morava em uma casa. Assim o procedimento era bem simples, o recenseador tocava a campanhia e pronto, a gente o recebia e respondia as perguntas.  Aqui no meu prédio foi tudo por etapas. Primeiro vi a recenceadora entrevistando o zelador. No dia seguinte apareceu um aviso no elevador informando quem era a recenseadora responsável pela pesquisa no prédio e pedindo a colaboração de todos os moradores. Levou alguns dias até o censo chegar de fato ao meu apartamento, somente na sexta-feira passada fomos recenseados. A recenseadora foi muito simpática e tudo foi bem rápido. A maquininha da pesquisa fez o processo ficar bem facilitado. Agora Wally e eu somos cidadãos devidamente recenseados. 

Fiquei um tanto desapontada com a pesquisa. Achei que faltaram perguntas essenciais para se traçar o perfil das pessoas que vivem em nosso país. Eu sei que há um questionário simplificado ( o que eu respondi) e o completo que é feito por amostragem. Mesmo assim o questionário menor está superficial demais. Uma pergunta que considero essencial para uma pesquisa que visa mapear a realidade das pessoas que vivem aqui, é o local de nascimento. Perguntaram somente a data de nascimento. É fundamental saber o local de nascimento para saber a movimentação das pessoas dentro do país. No meu caso não foi registrado que aqui  é uma casa onde vive uma brasileira e um estrangeiro. Wally vai ser contabilizado como cidadão brasileiro? Se for, a pesquisa já vai ficar toda errada. Ele vive aqui mas não é naturalizado. Vão contabilizar um número irreal de brasileiros, ainda mais em cidades como São Paulo onde há muitos estrangeiros. E além disso vão deixar de mapear os fluxos migratórios dentro do país. Muita gente mora numa cidade diferente da cidade de nascimento. Isso não vai aparecer no censo. Outro ponto falho foi a omissão do grau de escolaridade dos entrevistados. Perguntar se a pessoa sabe ler e escrever é algo muito básico para os dias de hoje. Há que se levantar o grau de instrução das pessoas que vivem aqui para se ter idéia se houve uma melhoria no nível de escolaridade da população. Dá para fazer estas perguntas e o questionário continuar rápido e conciso. Levantar dados essencias como estes somente no questionário completo vai deixar o resultado do censo um tanto fora da realidade. Espero  no próximo haja um cuidado maior com o questionário simplificado. Apesar de ficar um pouco decepcionada com as perguntas, gostei de participar. É importante colaborar para que saibamos quantos  somos nesta terra tão grande. Só o Sam que ficou frustrado. Ele queria ser recenseado também, mas nenhuma pergunta estava relacionada aos animais de estimação. Mesmo assim ele não saiu de perto da recenseadora, ficava toda hora se enconstando nela. Foi até chato, pois ele acabou intimidando a moça com o seu tamanhão todo. No fim tudo terminou bem, a recenseadora saiu sem nenhum arranhão e no final até elogiou o meu gatão. 

E você? Já foi recenseado?

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Echo & The Bunnymen



O presente de aniversário que recebi do Wally só foi "aberto" no dia 11, dia do show do Echo &The Bunnymen no Credicard Hall. Adorei quando ele comprou os ingressos. Foi um presente muito especial.  Esta foi a segunda vez que fui à um show do Echo. A primeira vez, em 2003, foi uma decepção.  O som do show estava totalmente desregulado, não dava para ouvir coisa alguma direito. Saí do show arrasada, afinal foi um "não-show" da banda. Até o vocalista , Ian McCulloch ficou chateado naquele show, lembro que pediu muitas desculpas pela má qualidade do som. Realmente não sei de quem foi a culpa, se da casa de show ou do engenheiro de som da banda. Enfim, havia ficado esta frustração na minha vida e na noite de segunda-feira tudo deu certo e vi um lindo show. Com som perfeito e com as músicas que eu gosto há anos e anos. 





Não sabia como seria o show e nem nada sobre o repertório. Foi uma bela surpresa quando vi que a banda seria acompanhada por um conjunto de cordas. Eram alguns violinos e violoncelos. As músicas ganharam lindos arranjos com o acompanhamento dos instrumentos clássicos. Este vídeo foi da abertura do show e dá para ver e ouvir bem o conjunto de cordas.




 Foi um show de músicas bem antigas da banda. Depois do show li que tocaram todas as faixas álbum "Ocean Rain" (1984). Durante o show fiquei com a impressão mesmo que mesmo as músicas que eu não conhecia eram das antigas. Acima o registro da apresentação de "The Killing Moon". Música linda e , talvez, a mais conhecida deles. 




Aqui um trechinho da parte que mais gostei do show,"Seven Seas". A música ficou linda com os acordes dos violinos. Me emocionei.  Foi um show perfeito. Ian estava simpático como sempre, mas falando pouco. Ele é um cantor bem contido no trato com o público, mas nem por isso deixa de ser gentil. Gosto muito dele.

Somente a primeira parte do show teve o acompanhamento do conjunto de cordas. O que ocasionou algo inusitado, o show teve um intervalo formal de 15 minutos. Nunca tinha ido a um show de rock com intervalo.



Quando a banda voltou o som ficou mais pesado e o público ganhou versões vigorosas das músicas. Foi bem animado. A última música foi "Lips Like Sugar" sucesso deles de 1987. Terminaram a apresentação deixando o público muito entusiasmado. Eu saí de lá feliz da vida. E agora posso dizer que realmente fui a um show do Echo & The Bunnymen. :) 



Nota da blogueira: adoro estes dias de hoje onde a gente pode guardar momentos do show. É precioso ter gravados momentos de um show que eu estive. É só apertar o play para reviver aqueles momentos como se estivesse lá de novo. 

Nota da blogueira 2: todos vídeos foram gravados com celular. Wally gravou um pouco com o meu Sony Vivaz e um pouco com o N97 dele. Somente o vídeo de "Lips Like Sugar" que não foi gravado por ele. Este encontrei no  You tube mesmo.



terça-feira, 12 de outubro de 2010

10/10/10

Meu aniversário foi cheio de acontecimentos. Este ano a data já foi um acontecimento por si só: 10/10/10! Que data inusitada e linda. Eu sempre gostei de fazer aniversário em 10 do 10, mas este ano isso foi ao extremo e adorei este momento único cheio de números 10 na minha vida e no meu aniversário. 

Os festejos começaram no sábado dia 09. Wally me levou para almoçar no Crepes & Waffles no Shopping Vila Olímpia. Adoro lá! Os crepes, salgados e doces, são uma delícia!  A noite saímos para comemorar com Sugarbaby, Mari, Gonzalito e Sabrina no Armazém Paulista.  E quando deu meia-noite ganhei parabéns de todos! Na verdade ganhei Feliz Cumple, pois na mesa naquela noite só se falava Español, mais especificamente, Porteño, já que estávamos com 3 argentinos : Sabrina, Gonzalito e Wally. :) 






A celebração oficial do meu niver aconteceu  no domingo à tarde. Como eu não tive feriadão, decidi que a festinha seria vespertina, afinal teria que acordar cedo no dia seguinte para trabalhar.  Então convidei os amigos para ir ao Bar da Quina na hora do almoço. Como era em pleno feriadão, eu realmente achava que o meu niver não teria muita audiência, mas eu estava completamente enganada!!! Todo mundo foi! Tanto que  ficamos numa mesa enorme! Adorei ver tanta gente que eu gosto no meu aniversário. Todo mundo adorou o bar, principalmente a pinga com picolé Rochinha. Uma delícia e foi o item mais pedido da mesa. 



Depois do bar houve uma pós-festa em casa. Mari, Sugarbaby, Joana e Havra vieram para casa e ficamos jogando Guitar Hero.  Foi bem divertido. E adorei ver a Mari jogando, estava devendo uma tarde de jogos para ela desde que ela voltou de Buenos Aires. Aliás, foi a primeira vez em 5 anos que a Mari celebrou meu niver comigo. É muito bom tê-la por perto novamente! 

Adorei o meu aniversário. É muito bom estar ao lado das pessoas que a gente gosta. Foi tudo perfeito. Ganhei também um monte de presentes lindos. Saí do bar com um saco de presentes maior que o do Papai Noel! 



Um dos presentes foi o ingresso para o show  do Echo and The Bunnymen que ganhei do Wally. Isso fez que a celebração do meu niver só terminasse no dia 11! Mas isso é assunto para o próximo post. 


 

sábado, 9 de outubro de 2010

Show do Bon Jovi. Eu fui!





Quarta-feira fomos agraciados com uma noite linda. Clima fresco e nada de chuva. Perfeita para um show em um estádio. Eu realmente só temia a chuva, pois quando chove eu fico praticamente cega. Impossível enxergar alguma coisa com as lentes dos óculos molhadas.  Mas foi tudo perfeito.  Bon Jovi fez um showzaço. Tanto na duração (quase 3 horas!!!) como na empolgação.  Saí de lá  mais fã deles. 


Eu estava com receio de chegar ao Morumbi depois do início do show. Show de meio de semana é tudo complicado e por ser um dia útil, só conseguimos sair para o show às 7 da noite. Paula levou a gente e, para meu espanto, em uma hora estávamos os três lá: Wally, Gonzalito e eu . A Paula não foi, mas mesmo assim levou e buscou a gente. Gracias, Paula!!! 
Quando chegamos o Fresno já estava no palco fazendo o show de abertura. Quero registrar aqui a minha repulsa ao comportamento do público. Fresno foi vaiado e xingado demais. Foi algo pesado. Ninguém é obrigado a gostar da banda, mas  não precisa faltar com respeito. Fiquei com dó da banda. E digo, Fresno não é ruim. As músicas que tocaram eram boas de ouvir. Acho que se as pessoas não soubessem que era o Fresno tocando iam até aplaudir.





Fiquei na pista lá no fundão. Para meu azar tinha muita gente alta na minha frente, mas muita mesmo. Com os meus 1,58 e meio de altura praticamente não vi o palco. Vez ou outra abria-se uma clareira de cabeças na minha frente e conseguia ver o palco. Mas como estava longe,eles estavam pequenininhos demais. Na foto acima dá para para ter uma boa noção de como eu estava longe. Mas isso não fez a menor diferença. O telão do palco era algo sensacional. Enorme e em alta definição. Deu para ver a beleza do Jon Bon Jovi em todos os detalhes. Que homem! Sério, estou irremediavelmente apaixonada por ele. Simpático, empolgado e com um sorriso matador.  O cara sabe  conquistar uma platéia. 
O show foi empolgante, salvo no momentos em que cantaram músicas muito novas, pois eu praticamente não as conhecia, então para mim estes momentos foram bem mornos. Mas quando eles tocaram os sucesso antigos eu fiquei muito emocionada. Foi inesquecível poder cantar junto com eles aquelas músicas que fizeram parte da minha vida. E agora eu já posso dizer com certeza que "You Give Love A Bad Name" é a minha música favorita do Bon Jovi. Chorei na hora que ouvi os primeiros acordes. Foi emocionante. Cantei a música toda com eles. Para mim foi o melhor momento do show.
Até agora estou com as músicas do show na cabeça, cada hora vem uma. O show me marcou mesmo. Saí feliz da vida do estádio. E passei a quinta-feira com um sorriso no rosto, mesmo estando morta de sono. Afinal dormi apenas 3 horas e fui trabalhar!  Mas valeu a pena! :)
Bom feriadão e até quarta!!!! 



quarta-feira, 6 de outubro de 2010

É hoje!



Hoje é dia de ir ao estádio. Mas não vou ver futebol não, vou é me emocionar ao ouvir músicas que foram trilha da minha adolescência. Estou me perguntando qual música vai me emocionar mais. Estes dias andei "ensaiando" para o show, e cada música que eu ouvia trazia lembranças e emoções distintas. E me surpreendi ao notar que sei grande parte das letras das músicas de cor. Claro que as música que mais me empolgam são as do início da carreira do Bon Jovi, daquela época que o Jon Bon Jovi era cabeludo e usava calça de oncinha. Eu estava no colegial, primeiro ano do colegial eu acho, quando comprei o LP Slippery When Wet. Escutei este disco um milhão de vezes sem parar. Vai ser com certeza um show marcante. Estou ansiosa, quero que o dia de hoje voe. Quero estar logo na pista do Morumbi cantando as músicas. 



Claro que o show vai render um post por aqui. A grande dúvida é saber quando este post vai ser publicado, pois amanhã eu estarei fora de serviço. Show durante a semana é punk, pois terei que acordar cedinho para trabalhar no dia seguinte. Assim, sem chance de eu postar algo por aqui tão cedo. Mas prometo que volto tão logo eu recarregue as  minhas baterias. Enquanto eu não volto, deixo um clipe das antigas do Bon Jovi para animar o blog!

Até mais!


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Nem tão boa assim

Me sinto estranha quando percebo que algum sentimento nada nobre está latente em mim. Não gosto de perceber que também sou passível de sentir raiva ou ter má  vontade com alguém. Em geral sou boazinha. E como boa libriana tenho queda pela perfeição e um ser perfeito não pode ter sentimentos ruins em si. Claro que sei que é impossível evitar tais sentimentos, afinal sou humana. Mas às vezes me acho uma bruxa. Aqui vai um exemplo recorrente na minha vida. Quando entra alguém novo no trabalho temos que ajudar no treinamento e isto implica que a pessoa nova vai passar alguma tempo ali do nosso lado acompanhando a rotina do trabalho, vendo e ouvindo tudo que eu faço. Eu simplesmente odeio isso. Pois me sinto muito incomodanda com alguém me observando. O novato não tem culpa coitado, mas fico torcendo para nenhum novato seja colocado comigo. E quando é colocado torço para que logo saia do meu lado. Eu simplesmente não sei trabalhar com alguém me espiando. Sai tudo errado. Pior quando é um novato espaçoso, daquele tipo de pessoa que se encosta, bagunça a minha mesa e fala mais do que poderia. Isso me deixa quase surtada e aí passo a ter ódio da pessoa.  Fico com sentimento de culpa, achando que deveria ter mais paciência. Até tento não ter raiva do cidadão mas é impossível. Fico até xingando a pessoa em pensamento! Vê se pode!  Mas já reparei que estes mas sentimentos vêem à tona quando é uma pessoa que literalmente invade mesmo o meu espaço, se é alguém mais comedido eu até já crio uma simpatia e não me incomodo tanto, não chego ao ponto de não ligar pela pessoa estar ali, mas ao menos não a xingo em pensamento.
Várias outras situações despertam o meu lado mais mauzinho. Sei bem o que provoca a minha ira. Mas não convivo bem com isso, mesmo às vezes notando que a ira é bem fundamentada. Me sinto assim desde sempre. Mas uma música sempre me fez sentir melhor em relação à isso, me fazendo perceber que ninguém é perfeito. Que mesmo quem é bom pode ter sentimentos ruins vez ou outra. A letra de "Toda Forma de Amor", especificamente a parte em que o Lulu Santos canta " Não desejamos mal à quase ninguém..." sempre me deu um certo alívio, pois mostrava que mesmo sendo bom, o casal da música ainda nutria algum sentimento adverso por alguém, poucos, mas ainda ainda nutria. Acho que no fundo é assim mesmo, a gente gosta de muitos e odeia alguns poucos. E isso não faz a gente uma pessoa má.





segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Sushi e amigos



Os aparatos tecnológicos nos permitem hoje ter contato com quem mora longe, a facilidade é tanta que nem parece que nossos amigos vivem em outras cidades e que passamos um tempão sem vê-los. Mas o contato pessoal é insubstituível, só ao vivo a gente pode matar  mesmo as saudades. Conversar pessoalmente é precioso.  No sábado eu tive a alegria de reencontrar a Ana, a gente não se via há uns 3 anos , quando eu fui visitá-la em Niterói. A vida agitada acabou por complicar um reencontro, mas desta vez deu certo. Ela veio para São Paulo para uns compromissos ligados ao Trendy Twins e conseguimos arranjar um brecha na agenda para nos vermos. 


Fomos jantar no Kampai. Ana é louca por um sushi e eu já tinha comentado com ela sobre o meu restaurante japonês favorito.  Passamos horas comendo bem, conversando e dando muitas risadas. Nesta noite estavam conosco Wally, Dany, Valéria e Wagner.  Ana e Dany se adoraram à primeira vista. Foi um jantar ótimo. Depois de literalmente fecharmos o Kampai, Ana passou em casa para conhecer os filhotes. Foi uma adoração mútua. E ficamos um tempão tentando conseguir que ela tirasse uma boa foto dos gatos. Mas eles não estavam colaborando muito. Na hora que ela ia bater a foto saíam da pose. Mas mesmo assim acho que ela conseguiu boas fotos. 

Foi uma linda noite! E já estou com saudades da minha amiga.  Que da próxima vez a gente não espere outros 3 anos para se ver! 

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Vote com consciência



O dia da eleição se aproxima com rapidez. Logo vamos nos dar conta que já estamos no domingo  apertando os botões da maquininha.  Este dia é muito importante pois vai decidir quem vai guiar os rumos do nosso país e do nosso estado nos próximo 4 anos.  Infelizmente nesta eleição estamos vendo o ressurgimento de uma prática que sempre aparecia nos livros de história da escola, o voto de cabresto.  Mas desta vez é algo muito maior do que acontecia antigamente. Não são somente empregados de determinadas fazendas e/ou regiões que estão sendo induzidos a seguir a vontade do coronel/patrão que mandava em tudo.  O que vemos é o presidente da nação induzindo grande parte da população a votar em sua candidata. É uma vergonha. As pessoas votam nela apenas porque o presidente mandou. Na cabeças das pessoas se o presidente mandou tem que votar, pois se o presidente é bacana , sua candidata também será. E assim vemos grandes chances de uma pessoa que não tem experiência  em administrar nem uma cidadezinha do interior, virar a presidente do Brasil. É desanimador. O pior de tudo é notar que as pessoas não pensam por si próprias se deixam levar pela opinião do presidente. O voto é pessoal, é uma decisão particular de cada um.  Não se pode deixar levar pelas idéias dos outros, mesmo que este outro seja o presidente da república. O meu voto é só meu, eu que decido.  Minha mãe pode vir me falar que tal fulano é bom candidato. Mas nem por isso que vou votar no tal fulano sem antes olhar quem é ou saber qual sua proposta ou inclinação política. Se eu gostar do fulano posso até acatar a sugestão da minha mãe. O ponto fundamental é, mesmo tendo um grande apreço pela minha mãe, não vou sair votando cegamente em quem ela me indica.  E é isso que vejo acontecer hoje em nosso país. As pessoas estão se deixando levar pela cabeça do presidente e corremos o risco de ter uma pessoa despreparada no mais importande cargo da nação. Desanimador.  Espero que as pessoas pensem bem antes de confirmar o voto no domingo.  Espero que venha o segundo turno, que tenhamos a chance de ao dizer ao presidente que ele não agrada a todos, que boa parte da nação não aprova a sua candidata.

E  claro, pensem bem nos candidatos  a deputados e ao senado. Nada de escolher estes porcarias que fizeram da campanha política um circo.  A política aqui nunca foi lá muito séria, agora corre o grande risco de ficar esculhambada de vez.  Vote com seriedade!  Voto não é brincadeira.  E votar em palhaço não é voto de protesto é atestado de burrice do eleitor. 

Bom fim de semana e boa eleição para todos !!!!