Em dia de jogo de futebol decisivo ou entre times com rivalidade acirrada, os meus, quase sempre pacatos, vizinhos transformam-se em selvagens cheios de ódio. Eles saem em suas janelas para gritarem todo o tipo de ofensas para o torcedor do time adversário. O ódio embutido em cada xingamento é assustador. Os torcedores selvagens parecem que ficam mais felizes com a derrota do time adversário do que felizes com a vitória de seu time. A satisfação vem no ato de ofender e humilhar o torcedor do time rival. É algo mesquinho. Ficar feliz com a desgraça alheia é algo que não consigo aceitar. O que mais me espanta é que esta felicidade pela derrota do outro vai se transformando em ódio e o que vemos é a briga entre as torcidas tomar proporções trágicas e, não raro, acabar em morte. É muito triste ver que o ódio é o que move as torcidas. O que deveria mover as torcidas é o amor pelo seu time e não o ódio pelos outros. O pior de tudo que as pessoas acham normal trocarem ofensas durante o confronto entre os times. Ninguém percebe isso como algo ruim, acham que é algo que faz parte do ato de torcer. Eu não consigo achar normal e muito menos legal. Tenho horror a este tipo de comportamento. Por isso tudo que cada vez mais estou desligada do futebol. Foi-se o tempo que eu era uma torcedora empolgada. Agora sou uma torcedora que espio os resultados e vez ou outra os gols da rodada. Só a Copa do Mundo me empolga ainda. Espero que esta empolgação não passe. Gosto de torcer, gosto da emoção de ver o meu time ganhar. De ficar contente pela conquista do meu time sem querer espezinhar o adversário. Pena que faço parte de uma minoria.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Bolinho de Chuva
Nem me lembro há quanto tempo não comia bolinho de chuva. Devia fazer muito tempo mesmo. Na época da faculdade a gente fazia de vez quem quando. Ficava ótimo. Receita da mãe da Silvinha. Depois que saí da faculdade raras vezes comi bolinho de chuva. Afinal, nunca soube a receita e também não sou de me aventurar na cozinha. Acho que continuaria sem comer o bolinho de chuva por muito tempo se não tivesse me deparado com a embalagem acima durante uma ida ao supermercado. Eu nem sabia que existia esta mistura para facilitar o preparo do bolinho. Quando vi não pensei duas vezes e já coloquei na minha cestinha. Só de ver a foto da embalagem fiquei com água na boca. E a mistura é boa! E custa bem pouco, o saquinho sai por menos de R$ 3,00.
Eis os bolinhos! Ficaram uma delícia e cresceram bastante. O preparo é rápido, basta juntar alguns ingredientes à mistura, como ovos, e misturar tudo até que fique bem uniforme. Quem misturou tudo foi a batedeira. Claro que eu fiquei só no apoio operacional e o Wally que colocou a mão na massa. A receita rendeu bastante. E eu me fartei! Comi muito muito. Agora ficou bem fácil para comer bolinho de chuva quando eu tiver vontade. :)
terça-feira, 28 de junho de 2011
Um Ano
Este mês completou um ano que Nena está aqui em casa. Mesmo depois de tanto tempo a considero ainda como minha hóspede. Claro que quando me perguntam quantos gatos eu tenho e eu estou sem paciência de explicar toda a situação da Nena, eu falo logo que tenho 3 gatos e pronto. Afinal, na prática é isso mesmo. Tenho 3 gatos vivendo comigo. O fato da Nena ser minha hóspede não muda em nada a dinâmica do meu dia a dia com os gatos. Confesso que não esperava que a Nena ainda estivesse aqui um ano depois, mas as coisas do Marcelo ainda estão enroladas e ele não tem condições de pegá-la de volta. Assim, ela continua aqui com a gente. Nos divertindo, sendo mimosa, sendo chatinha, brincando e levando bronca. Na maior parte do tempo ela não dá trabalho, quer dizer, dá o mesmo trabalho que Frodo e Sam. Somente noto que tem gato demais aqui em casa quando me vejo praticamente passando por cima deles para andar pelo apê. Isso é fato, é pouco espaço para tanto gato e por isso a gente acaba se trombando. Aí eu me estresso e eles se estressam, mas o stress passa rápido e tudo volta ao normal. Coisa corriqueira na vida de quem tem gato.
No último fim de semana eu fiz algo que andava relutando em fazer, coloquei uma plaquinha de identificação na Nena. Para que ela mantenha o vínculo com Marcelo, coloquei dois telefones na placa: o meu e o dele. Eu sempre fiz questão de ter Frodo e Sam com plaquinhas na coleira, com nome e telefone. Para que, caso algum baita imprevisto ocorra e eles escapem de casa, saibam que eles têm casa e não são gatos de rua. Morando em apartamento é bem improvável que alguma escapada aconteça, mas eu só fico tranquila com os meus filhotes devidamente identificados. Eu andava aflita com a Nena sem identificação alguma, então resolvi comprar uma plaquinha para ela. Já que ela deve ainda passar um bom tempo por aqui, melhor que esteja com a plaquinha como os outros. Ela ficou linda com a coleira roxa e sua plaquinha, uma graça mesmo. Depois eu tenho que tirar uma foto dela com a plaquinha. Prometo que depois a coloco aqui. :)
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Mini-Arraial
Tudo começou com a Mari com vontade de tomar vinho quente. Como a gente não tinha nenhuma festa junina em vista, resolvemos fazer o vinho quente aqui em casa e assim matar a vontade. De tanto ela falar, eu também fiquei com vontade de tomar vinho quente. Sugarbaby também se animou, Gui também e quando me dei conta já estávamos organizando um mini-arraial aqui no apê. Tudo de última hora e mesmo assim, sem muito planejamento, a festinha junina foi um sucesso!
A mesa estava farta, cheia de gostosuras. Wally preparou umas comidinhas ótimas: hot-dog, hamburguinhos e bread sticks (massa de pizza com recheio de calabresa). Ele preparou também quentão e vinho quente. Sugarbaby trouxe cupcakes, Gui trouxe bolo e Joana e Ricardo trouxeram arroz doce. Compramos também paçoquinha, doce de amendoim e pé de moleque. Estava tudo muito gostoso. Comemos muito! E bebemos também. Eu tomei muito vinho quente.
Além de tomar vinho quente, a Mari estava com vontade de jogar Kinect. Da outra vez que ela veio em casa acabou não dando tempo para ela jogar. Então nossa festinha acabou virando o arraial do Kinect. Para animar mais ainda a festa, Gui trouxe o jogo do Michael Jackson. Que jogo incrível! Eu fiquei encantada e decidida a comprar um Kinect para poder jogar este jogo sem parar. Explico: atualmente estou com um Kinect em casa, mas não é meu. Claudio me emprestou o sensor, o console e alguns jogos. Até jogar o jogo do MJ eu tinha achado o Kinect muito legal, mas não a ponto de querer comprá-lo desesperadamente como estou agora. O jogo mistura canto e dança. O jogador tem que seguir os passos dos bailarinos que aparecem na tela. A cada passo o jogo vai dando a nota, se errou, foi mais ou menos ou perfeito. O jogador se vê na tela dançando e isso é muito legal. Jogamos sempre em trio. O jogo vai alternando os jogadores na mesma música, assim todo mundo brincou um pouco. Fica bem dinâmico. Nas fotos acima são fotos das telas do jogo do Michael Jackson e fotos da gente jogando o Kinect Adventures. Todo mundo se divertiu muito. Passamos horas jogando. Foi uma noite bem animada. O Arraial do Kinect foi sucesso total!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
June Afternoon
Estamos em junho e eu escrevo este post numa tarde com sol tímido, mas com clima agradável. Momento perfeito para escutar a música "June Afternoon" do Roxette. É uma coisa meio boba, mas eu gosto de escutar esta música neste mês. E nunca esqueço. Ou coloco meu CD de sucessos do Roxette ou caço a música no You Tube. É uma música muito alegre, sempre me deixa de bom humor. E hoje, apesar dos contratempos com o ônibus e o dia ultra-mega-hiper-cansativo no trabalho, eu estou contente. Afinal, amanhã é feriado! Um dia de folga no meio da semana é uma bênção. Estou contente, mesmo que o meu feriado não seja o feriadão de quase tudo mundo. Será um feriadinho mesmo, pois na sexta-feira faço vida normal. É dia útil para mim, nada de emendar feriado. Mas o meu blog tem mais privilégios que eu e vai ter sim um feriadão! Post novo só na segunda!
Bom feriado para todos! Aproveitem os dias extras de descanso!
Até segunda!
terça-feira, 21 de junho de 2011
Brinde Útil
Aqui em casa o estoque de chocolates anda alto. Eu tinha prometido a mim mesma que não compraria mais chocolates até que terminasse com todos os chocolates que tenho por aqui. Promessa fácil de cumprir, afinal, nunca fui louca por chocolates. Gosto, mas não sou de comer muito, em geral, um pedacinho de chocolate já me satisfaz. Mas a promessa que eu achava tão fácil de ser cumprida, foi quebrada logo na primeira semana. Acabei comprando uma caixa de chocolates da Cacau Show na quinta-feira passada. Fui acompanhar a Sugarbaby até o quiosque da Cacau Show quando ela foi comprar a lata dos gatinhos. Quando ela estava pagando, eu vi a caixa de chocolates que vem com o brinde que está na foto. Não tinha como resistir, o brinde é algo que eu queria há muito tempo: um porta-bolsa!
No meu trabalho não tenho onde colocar a minha bolsa. Só tenho a minha mesa e mais nada. Em cima da mesa não há espaço, no chão não gosto de deixá-la, então a deixava pendurada no braço da cadeira, lugar não muito confiável, pois a bolsa sempre acabava caindo no chão. Agora meus problemas terminaram! A minha bolsa encontrou o seu lugar: o porta-bolsa! Funcionou muito bem. Fica firme na mesa e o gancho funciona bem, aguentando o peso da bolsa. Coloco no cantinho da mesa e assim a bolsa não me atrapalha e o apoio do porta-bolsa também não, pois é um lugar da mesa que não é usado. Foi um achado! Finalmente minha bolsa tem onde ficar quando estou trabalhando. :)
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Cabelo
Meu cabelo hoje em dia é muito melhor do que há 20 anos. Não, não fiz nada de especial, ele continua o cabelo de sempre, até com a mesma cor. Mas hoje ele é muito mais domável e tem uma aparência muito melhor do que antes. Acredito que isso aconteça por causa da melhora da qualidade dos shampoos e condicionadores. Antigamente as opções eram poucas e a qualidade não era grande coisa. Assim, eu sofria muito para controlar o meu cabelo e suas ondulações. Nas fotos meu cabelo está lisinho, mérito da escova feita no salão. As fotos foram tiradas no último sábado, logo depois que cortei o cabelo.
Eu nasci com cabelos pretos e lisos, depois o tom clareou e cheguei a ter o cabelo castanho claro. Nos anos de adolescência ele escureceu, alcançando a cor que matenho até hoje, castanho bem escuro. Além de escurecer, meu cabelo foi ficando ondulado. Nunca chegou a ser um cabelo crespo para valer, mas cheguei a ter cachos uma época e eu adorava! Mas há anos que meu cabelo não forma mais cachos, ele deu uma boa alisada, mas continua ondulado. Tudo isso naturalmente, realmente não sei explicar tantas mudanças na forma do meu cabelo. Cabelo mutante demais! Acho que agora a única mudança que pode acontecer é o invevitável embranquecimento dele, mas espero que isso demore muito a acontecer, pois o dia que os cabelos brancos começarem a dar sinal de presença vou ter que apelar para a tintura. E será a primeira vez que pintarei para valer os cabelos, até hoje só usei tonalizantes (na época da faculdade e depois nunca mais.), daqueles que a cor vai saindo com as lavagens.
Gosto muito do meu cabelo, gosto das ondas que ele forma. Em geral meu cabelo sempre está ao natural, tenho preguiça de usar o secador ou a chapinha. A chapinha uso só em caso de festa ou de desespero total, quando o cabelo está fora de controle. O secador eu ando usando mais durante estes dias frios, pois é impossível ficar com o cabelo molhado neste friozão. Tenho muito cabelo e ele demora séculos para secar. Assim, nas últimas semanas tenho usado o secador todas as vezes que lavo o cabelo.
Agora estou curtindo ter o cabelo comprido de novo. Ano passado ele andou curto um tempão e resolvi deixar crescer. E ele cresceu muito mesmo. Sábado fui acertar as pontas e acertar o corte. Pretendo ficar agora mais um tempão sem cortar.
domingo, 19 de junho de 2011
X-Men : First Class
Finalmente assisti ao filme "X-Men : First Class" ( USA/2011). Sou fã da série cinematográfica dos X-Men e estava bem curiosa para ver este filme que conta o começo da história, como surgiram o Professor Xavier e o Magneto. Todos que viram o filme antes de mim o elogiaram muito, isso me deixou mais animada ainda para vê-lo. Fui assistir na sessão de sábado das 20:40 no Kinoplex da Vila Olímpia. E gostei muito. Ótimo filme!
Na primeira metade do filme fiquei com a impressão de estar assistindo a um documentário. É uma sucessão de cenas em vários lugares do mundo, alternando entre as vivências do Magneto e do Professor Xavier, muitas vezes sem uma conexão direta com os outros acontecimentos. Muita informação para o meio utilizado, se a história fosse uma série de TV, por exemplo, seria possível dar o tratamento adequado para cada acontecimento, ficando uma sequência uniforme. Mas isso não é demérito não, o filme achou uma maneira eficiente para relatar os acontecimentos fundamentais para que lá na frente Erick e Charles se transformassem no Magneto e no Professor Xavier que conhecemos nos outros filmes dos X-Men.
O filme tem a maior parte de sua ação ambientada nos anos 60 e com isso ficou com um jeito de filme antigo do James Bond. A caracterização de época ficou perfeita e por isso me fez lembrar dos filmes do 007 que passavam na TV quando eu era criança. Eu adorei os modelitos da Emma Frost. Linda, parecia mesmo uma Bond Girl.
Eu saí do cinema encantada com o Professor Xavier (James McAvoy, lindoooo!) e com o Magneto (Michael Fassbender, outro lindooo!). Magneto sempre teve aquele jeito de cara do mal, mas no penúltimo filme dos X-Men, The Last Stand, eu já tinha notado que ele não era de todo ruim. No First Class fica bem claro isso, que ele não é mal, mas que tem uma raiva latente por tudo que lhe aconteceu e que por isso não consegue ser tão bonzinho e diplomático como o Professor Xavier. Magneto quer resolver tudo sempre na violência, sem rodeios. Professor Xavier já é um gentleman, inteligente, culto e muito bem educado. Acha que a violência é o último recurso. Vemos neste filme que os dois amigos acabam escolhendo caminhos opostos simplesmente porque suas visões de mundo são conflitantes, e nenhum está disposto a fazer concessões, a aceitar o jeito do outro de lidar com os problemas. O filme consegue mostrar isso muito bem, sem estigmatizar um como bonzinho e outro como vilão. Até porque o vilão do filme é o Sebastian Shaw (Kevin Bacon, arrasando no papel), que é o cara que traumatizou o Magneto na infância. Um vilão realmente odioso.
O filme tem uma breve, mas deliciosa, participação do Wolverine (Hugh Jackman). A platéia do cinema delirou quando ele apareceu na tela. Momento épico!
Ver este filme me deu vontade de rever os outros filmes da série. Vi todos no cinema. É, sou fã dos X-Men! :)
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Aromas
Logo de cara não entendi para que servia este pote com as varetas espetadas. Achei curioso e bonito. Isso aconteceu na Etna, há cerca de duas semanas, quando fui lá passear com a Juli e o Sonny. Estavam espalhados em uma estante, perto da seção de armários, havia potes de várias cores. Formavam uma linda composição. Claro que alguém teve que me explciar o que era, eu não ia descobrir sozinha, admito. Wally que me explicou o que era e como funcionava.
Os potes que achei tão bonitos são aromatizadores de ambientes. As varetas, embebidas no perfume, espalham o aroma pelo ambiente de forma suave e contínua. Fica realmente um perfume suave pelo ambiente, bem diferente do aroma dos aromatizadores normais de spray, que deixa o ar pesado, com um perfume marcante demais, para não dizer enjoativo. Naquele dia acabei comprando 2 potes : pitanga e pink girls. Foi difícil decidir entre as várias opções, mas hoje posso afirmar que escolhi os perfumes certos. O de pitanga está no meu banheiro. Como o ambiente é pequeno, o perfume fica bem marcado, mas como é suave, não fica nada exagerado. Deixou o banheiro mais aconchegante. Na hora do banho fica uma delícia, o perfume se mistura com o vapor d'água. O vidro do pink girls está na mesinha de centro da sala. Como o ambiente é maior o aroma fica bem sutil, o que é ótimo para um lugar onde eu passo muito tempo. Não aguentaria ficar em um lugar por muito tempo com o cheiro de um perfume muito forte. Minha sala ficou perfumada na medida certa. É bem gostoso chegar em casa e sentir tudo perfumadinho.
No rótulo dos aromatizadores há a informaçãqo que é preciso virar as varetas a cada dois dias, mas é claro que respeitei esta periodicidade só na primeira semana. Simplesmente esqueço de virar as varetas no prazo recomendado, mas mesmo assim o aroma permanece. Claro que quando as varetas acabam de ser viradas a onda de perfume vem forte, afinal as varetas ficam encharcadas. Mesmo depois de uns 3 dias, elas continuam perfumando o ambiente.
Gostei do método , além de achar que estes potes efeitam os ambientes que estão. Acho que vou virar usuária fiel deste tipo de aromatizador. Estou adorando ter minha casa perfumada. :)
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Tem Gato na Lata
Quando vi esta latinha da Cacau Show fiquei encantada. Afinal, a lata é decorada com gatinhos e tem um gatinho preto. Para mim foi uma atração irresistível e tive que trazer a latinha para casa. Esta lata faz parte dos presentes para o dia Dos Namorados da marca. Dentro dela há vários chocolates pequenos embalados um a um. Tudo hiper-ultra-fofo.
Adorei os desenhos dos papéis dos chocolates. Simples e lindos. Cada desenho vem com uma mensagem. Estas mensagens me fizeram lembrar os sachês do açúcar União, que sempre têm mensagens bacanas. No caso dos chocolates as mensagens são ótimas para paquerar alguém ou agradar o ser amado. Com certeza é uma pequena lembrança que vai tirar um sorriso da pessoa. Os chocolates são uma delícia, com gosto bem suave. Como a minha intenção era ter a lata e não exatamente devorar os chocolates, estou fazendo uma distribuição deles lá no trabalho. Todo mundo está adorando. Claro que eu estou comendo também, mas eu sozinha iria levar séculos para dar conta de tanto chocolatinho.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Qual é o meu nome?
Outro dia eu estava numa loja do shopping e a vendedora perguntou o meu nome. Hesitei uns segundos e respondi sem muita convicção: Patrícia. Por um triz não respondi o nome que uso no trabalho, Marina. Foi surreal, eu com dúvida de qual era o meu nome. Esta coisa de ter uma nome para vida pessoal e outro para a vida do trabalho ainda vai me provocar algum transtorno de personalidade. Claro que não vai chegar ao ponto de eu não saber quem eu sou, afinal eu sou a mesma pessoa aqui e no trabalho. Isso não muda. Não é porque o nome é diferente que vou ser um outro alguém. Mas que dá uma certa confusão mental às vezes, isso dá. Eu já percebi que acontece quando alguém que é um completamente estranho para mim pergunta o meu nome. É quase automático eu falar Marina. Afinal, eu falo todo santo dia com completos estranhos no trabalho que perguntam o meu nome. A cabeça já assimilou a situação e às vezes falha, não percebendo que a situação está acontecendo fora do trabalho, e eu fico perdida na hora de falar o meu nome. Até agora não falei o meu nome fantasia em uma situação da vida pessoal, sinal que ainda estou no meu juízo normal. No fundo acho tudo isso divertido. E se eu pensar bem, tenho hoje 3 nomes: Patrícia, Marion e Marina. E adoro os três. Apesar de pequenas confusões mentais, convivo numa boa com os três.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Presente Perfeito #fail
Quando estávamos no navio no começo do ano, jogamos o Scrabble, aquele jogo de palavras cruzadas. Foi um momento bem divertido e com uma pitada de romantismo. Depois de cansar de jogar, eu resolvi brincar com as pecinhas e fiquei escrevendo frases e acabei escrevendo isso:
No comecinho da semana passada lembrei disso e resolvi dar o jogo de presente para Wally de dia dos namorados. E assim, o próprio presente faria o papel de cartão também. Aparentemente tinha dado tudo certo. Comprei via internet e o presente foi entregue quando eu estava sozinha em casa. Com isso consegui esconder o presente e manter a supresa. No sábado cedo resolvi preparar o presente para ser entregue, como precisava de um momento sozinha em casa para fazer tudo, aproveitei que ele ia sair naquele dia pela manhã e fui preparar a surpresinha. Quando abri a caixa foi a primeira decepção, as peças eram de plástico e não de madeira como no jogo do navio, que era a versão original do jogo em Inglês. As de plásticos não são tão bonitas. Quando eu comprei não li as especificações, na minha cabeça ia ser tudo igual, somente com a diferença que as instruções seriam em Português. E por ser versão em Português apareceu o pior percalço do meu presente, que deveria ser um presente perfeito. No jogo do Brasil não tem as letras W e Y!!! Como eu ia escrever a mensagem no tabuleiro sem estas letras? Na hora eu ri muito, como eu não pensei nisso? Se é versão em Português, é óbvio que o jogo vai respeitar o nosso alfabeto. Mas não pensei e como o presente já estava ali na minha frente, tive que improvisar.
Não ficou muito bonito o meu Y, mas foi o jeito que encontrei para driblar a falta de letrinhas. No final ele até achou simpático e o gostou do presente. Não foi um desastre total, ufa. Mas isso é bom para eu aprender a ler direitinho as especificações dos produtos antes de comprar. Ainda mais quando é a versão nacional de um produto importado. Acho que aprendi a lição.
domingo, 12 de junho de 2011
Dia dos Namorados
Wally nunca foi de lembrar da celebração dos dia dos namorados, afinal, por ele ser estrangeiro, o dia dos namorados sempre foi comemorado em 14 de fevereiro e não agora em junho. Em geral eu que sempre o lembrava da data, para que a gente celebrasse. Este ano nem toquei no assunto. Estava desencanada mesmo, mas resolvi que compraria um presente para ele, mesmo achando que não ia ganhar nadinha. Eu realmente eu achava que ele não fosse lembrar ou mesmo dar importância. E não é que ele me surpreendeu com um presente muito, mas muito,muito, muito especial?
O presente em questão é este quadro que ilustra o post. Wally mandou emoldurar o poster que eu guardava desde de 1993 e que já estava desgastado pelo tempo e por ficar este tempo todo enrolado. Este é o poster oficial do show da Madonna dos shows que ela fez em 1993 aqui no Brasil. Na época eu estava maluca por conta do show. Histérica para dizer a verdade. Afinal, eu veria pela primeira vez um show da Madonna, era a realização de um sonho. Meu pai sabia do meu fanatismo pela Madonna e então conseguiu este poster para mim. Ele pediu o poster para o dono do bar que ele frequentava perto do trabalho dele. Eu fiquei feliz da vida! Uma época o poster até ficou pendurado na parede do meu quarto, mas depois fiquei com medo que estragasse e tirei. Então ficou guardando na estante do apartamento da minha mãe até o começo deste ano e depois eu trouxe para cá, junto com os meus LPs. E continuou na estante aqui de casa, enrolado. Agora ele está na parede e enfeitando o meu apê. Wally fez tudo escondido e eu não desconfiei de nadinha. Ganhei o presente no sábado à noite e fiquei muito emocionada. Ficou lindo demais e agora o meu poster vai durar a vida inteira! E eu não me canso de olhar!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Eduardo e Mônica
O ano era 1986. Eu tinha 14 para 15 anos. Foi neste ano que ouvi pela primeira vez a música "Eduardo e Mônica" da Legião Urbana. Música do LP "Dois". Minha memória não é tão prodigiosa a ponto de lembrar o momento exato em que escutei a música pela primeira vez. Mas posso afirmar com certeza que adorei a música desde o primeiro momento. Me encantei com os versos que narram a história de amor do Eduardo e da Mônica. O fato de a Mônica ser mais velha que ele me maravilhou. Porque naquela época eu já era como a Mônica e já me encantava com os meninos mais novos, para horror das minhas amigas. Mas o que me encantou mais na música foi o nascimento de um amor entre duas pessoas que não teriam nada para dar certo. O amor realmente não tem regra ou coerência. Simplesmente acontece. E o amor improvável da canção deu certo e conquistou inúmeros fãs. E me parece que vem conquistando novos fãs a cada geração, tem muita garotada novinha que é fã da música. Pelo jeito o amor de Eduardo e Mônica será ainda cantarolado por muito tempo. Por tudo isso que me emocionei ontem quando vi o comercial da Vivo para o Dia dos Namorados. Ver a encenação da história foi especial. Gostei muito, achei que escolheram bem os atores e conseguiram atualizar a história (em 1986 não tinha celular!!!) sem que ela perdesse sua essência. Ficou um lindo vídeo. Encantador como a música. :)
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Bang Bang
Muitas vezes tenho a sensação que estou vivendo dentro de um filme de bang bang. São Paulo está passando por uma crise de violência brava. É assalto para tudo que é lado. Os bandidos não têm mais limites, invadem shopping centers para fazer assaltos, explodem caixas eletrônicos, fazem arrastões em bares e restaurantes, assaltam as pessoas na rua a luz do dia, enfim, apavoram o cidadão de bem das mais diversas formas. Se eu deixar o medo tomar conta de mim, não saio mais de casa. Mas adianta muito? Nem em casa estamos seguros. Em nenhum lugar desta cidade estamos a salvo dos bandidos! A falta de punição exemplar acaba estimulando os assaltantes, eles sabem que dificilmente serão presos e se forem, saem rapidinho da cadeia, afinal a lei daqui é mole com os bandidos. O crime acaba compensando, tanto que em São Paulo tem até bandido que vem de outro estado só para assaltar aqui! É, existe agora o turismo-assalto. Inacreditável. Eu realmente não vislumbro melhorias nesta situação caótica de violência sem que haja uma reforma no sistema judiciário deste país em que se torne a lei mais severa e que o bandido efetivamente pague pela sua pena, que trabalhe na cadeia e que não tenha mais privilégios quando está encarcerado. Acho que isso ainda vai demorar.
Enquanto a situação não melhora, eu me auto-engano para ter alguma paz, para me livrar da paranóia de andar por aí sempre alerta, sempre desconfiando de tudo e de todos. Eu finjo que no shopping eu estou segura, que lá posso caminhar mais tranquila. Em um shopping eu atendo o celular na boa, coisa que não faço quando estou no meio da rua. Se não tiver nenhum lugar onde eu possa entrar para atender o telefone, eu o deixo tocando na bolsa. Sim, é trauma. Mas eu tento afastar o medo, pois não quero virar uma pessoa paranóica, e deixar de viver por conta da violência. Já que ela está aí, tenho que aprender a lidar com esta ameaça que paira no ar. Não posso deixar de viver por medo da violência. Não mesmo.
Nota da blogueira: Sobre as explosões dos caixas-eletrônicos, o cidadão está levando a pior de novo. Se tiver o azar de sacar uma nota manchada de cor de rosa vai ter que provar que é vítima da situação, que a nota saiu do caixa-eletrônico durante um saque normal e não porque ele explodiu o caixa. Agora, ninguém vai apurar como a nota manchada foi parar no caixa-eletrônico? Não seria obrigação do banco checar a validade das notas que são usadas para abastecer os caixas? A polícia não consegue parar os bandidos, os bancos não verificam o dinheiro que deixam disponível para saque e o cidadão que se ferra. Pobre de nós!
Enquanto a situação não melhora, eu me auto-engano para ter alguma paz, para me livrar da paranóia de andar por aí sempre alerta, sempre desconfiando de tudo e de todos. Eu finjo que no shopping eu estou segura, que lá posso caminhar mais tranquila. Em um shopping eu atendo o celular na boa, coisa que não faço quando estou no meio da rua. Se não tiver nenhum lugar onde eu possa entrar para atender o telefone, eu o deixo tocando na bolsa. Sim, é trauma. Mas eu tento afastar o medo, pois não quero virar uma pessoa paranóica, e deixar de viver por conta da violência. Já que ela está aí, tenho que aprender a lidar com esta ameaça que paira no ar. Não posso deixar de viver por medo da violência. Não mesmo.
Nota da blogueira: Sobre as explosões dos caixas-eletrônicos, o cidadão está levando a pior de novo. Se tiver o azar de sacar uma nota manchada de cor de rosa vai ter que provar que é vítima da situação, que a nota saiu do caixa-eletrônico durante um saque normal e não porque ele explodiu o caixa. Agora, ninguém vai apurar como a nota manchada foi parar no caixa-eletrônico? Não seria obrigação do banco checar a validade das notas que são usadas para abastecer os caixas? A polícia não consegue parar os bandidos, os bancos não verificam o dinheiro que deixam disponível para saque e o cidadão que se ferra. Pobre de nós!
terça-feira, 7 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Up in the Air
Por circunstâncias que nem me lembro mais, perdi de assistir este filme no cinema. O tempo foi passando e parecia que o filme fugia de mim. Um dia vi que ia passar no Telecine Premium e deixei para gravar. Isso foi meses atrás. Também não sei o motivo, mas fui adiando o momento de ver o filme. Talvez por ter o filme tão fácil, a um clique no controle remoto, acabei sempre deixando para depois. Mas domingo finalmente assisti "Up in the Air" (USA 2009) e fiquei com raiva de mim por não ter visto antes. O filme é muito bom! O único defeito do filme é o nome cretino que ele recebeu em Português, que nada tem a ver com o roteiro. Por isso me recuso a mencionar o título aqui.
O filme conta a história de Ryan (George Clooney) que tem um emprego um tanto cruel, ele é um "demitidor" profissional. É isso mesmo, ele é contratado pelas empresas para comunicar a demissão para os funcionários. Sua rotina é viajar pelos Estados Unidos demitindo pessoas que ele nunca viu na vida. Ele vive praticamente dentro de aviões, numa alucinante rotina de viagens. Vai tudo bem até que o seu chefe apresenta uma novidade: a demissão à distância, feita via webcam. Claro que Ryan vai relutar a aceitar a nova realidade, afinal, ele adora sua vida sem amarras, sem ter um lugar fixo. Seus embates com Natalie (a ótima Anna Kendrick), a funcionária novata que quer revolucionar o método de trabalho da empresa, são esplêndidos. O duelo da realidade com a teoria. Gostei muito desta parte, pois já vivenciei situações bem similares, de aparecer alguém com uma idéia revolucionária na empresa onde eu trabalhava sem realmente conhecer a realidade do trabalho. Na teoria tudo é maravilhoso, na prática são outros quinhentos. E Natalie vai aprendendo isso com o convívio forçado com Ryan. Paralelo à narrativa da vida profissional, o filme destaca a vida amorosa de Ryan. Ele é um cara sozinho e é feliz assim. Não quer ter vínculos com ninguém. Um dia conhece Alex (Vera Farmiga), uma executiva que leva uma vida tão movimentada quanto ele. Como o primeiro encontro foi bom, eles resolvem arrumar brechas em suas agendas lotadas para se encontrarem. Adorei a cena em que os dois estão analisando as datas de suas próximas viagens para ver se alguma data propícia para um novo encontro. Retratou bem a vida alucinada dos dois. Claro que Ryan vai começar a se envolver demais com a Alex e com isso vai questionar os seus valores e objetivos de vida.
O filme gera muitos questionamentos, rende muitas conversas. As cenas das demissões são incômodas, chegam a ser cruéis devido à impessoalidade do método utilizado por Ryan para conduzir a conversa com o demitido. Não há espaços para comoção. Ele tem como objetivo demitir a pessoa causando o mínimo impacto possível, sem que a demissão perturbe a rotina da empresa. Tenta até fazer o demitido acreditar que aquilo é, no fim das contas, o melhor que podia acontecer. Ele vê o demitido como apenas mais um número, não vê a pessoa. No fundo, é assim que a gente, como funcionário de uma empresa, é visto mesmo. Eu nunca tive muita ilusão quanto a isso, por conta do que já passei em empregos passados, e este filme veio reforçar este meu ponto de vista. A vida amorosa de Ryan também gera bons debates. Mas tratar disso aqui será um big spoiler. Sim, eu sei que eu devo ter sido a última pessoa na face da terra a ver este filme, mas mesmo assim não vou soltar um spoiler aqui. Por isso, se você ainda não viu o filme, pare de ler este post agora.
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O caso de Ryan e Alex começa de maneira descompromissada, com jeito de ser um caso de uma noite só. Mas eles se entendem muito bem e começam a buscar a companhia um do outro constantemente. Isso faz Ryan querer um envolvimento maior com Alex, assumir mesmo o romance. Alex faz questão de demonstrar para Ryan que é como ele, uma pessoa solitária, sem amarras e isso serve de motivação para Ryan se deixar envolver para valer. Mas é tudo mentira. Ela é casada, tem filhos e não tem planos de terminar o casamento. Ele descobre isso bate na porta da casa dela para fazer uma visita surpresa. Uma decepção só. Eu fiquei com muita raiva dela. Ela foi muito desonesta com ele, deixou que ele acreditasse que ela era uma mulher livre e que poderia levar a história dos dois para um estágio mais sério. Para mim sinceridade é fundamental em uma relação, não se pode iludir o outro. Não se pode fingir ser outra pessoa. É cruel fazer isso com alguém. Se o caso dos dois parasse no primeiro encontro este detalhe não faria diferença, mas o caso foi ficando mais sério e Alex continuou fazendo tipo de mulher solteira. Não consigo enxergar nenhuma justificativa válida para o comportamento dela. Nenhuma. É, fiquei a xingando um tempão depois de ver o filme e isso porque eu já sabia o final da história. Infelizmente não consegui escapar de spoilers do filme, mas mesmo assim esta parte da história não perdeu o impacto para mim. Sinal que o filme de fato me envolveu.
domingo, 5 de junho de 2011
Juli em SP!
Os últimos sete dias foram bem agitados. Saí completamente da minha rotina casa/trabalho/casa. E foi uma delícia! Meus primos Juli e Sonny estiveram por aqui. Sonny veio fazer um curso na cidade e Juli aproveitou a oportunidade para acompanhar o marido na viagem. Assim ele ficou estudando e ela passeando. Mas a noite saíamos todos juntos. Logo que eles chegaram na cidade, no sábado dia 28 de maio, já fizemos o nosso primeiro passeio gastronômico: Lanchonete da Cidade. Depois fomos tomar um café no Starbucks. A noite estava bem fria e um café quente foi nosso companheiro perfeito para nossa conversa. Ficamos um tempão conversando, matando saudades mesmo. Conosco estavam a Sugarbaby e Wally. No domingo o jantar foi aqui em casa, Wally preparou fondue de queijo para nós. Juntaram-se a nós a Mari e o Marcelo.
Na terça-feira foi dia de levar a Juli para conhecer o restaurante Los 3 Amigos. Ela estava com muita vontade de ir lá, tudo por conta dos posts sobre o restaurante que leu aqui no blog. Foi uma noite muito bacana, comemos muito, bebemos um tanto também e tivemos conversas ótimas. Lotamos a mesa redonda grande do salão térreo do restaurante: Wally, eu, Juli, Sonny, mamãe, Tio Manito e Marta.
Por conta do blog, Juli quis conhecer o Kampai também. Então na quinta fomos jantar lá e claro que o pedido foi rodízio de sushi. Pena que o sushi não foi servido no barco. Ficamos um tanto decepcionados com isso, pois ela queria uma foto com o barco cheio de sushi. No lugar do barco, veio um prato bem sem graça. Mas o sushi estava ótimo, tanto que depois de começado o jantar ninguém lembrava mais da ausência do barco.
Na noite de sexta estávamos sem rumo para o jantar. Passei algumas opções para a Juli e ela e Sonny decidiram pelo Applebee's. Mas tivemos que mudar de rumo, pois lá estava lotado e a espera por uma mesa demorava umas 2 horas. Sem chance de passar 2 horas na fila do restaurante. Nosso destino então foi a pizzaria Speranza. Todos estes passeios foram devidamente registrados no Twitter, Facebook e no FourSquare, afinal, Juli e Sugarbaby estavam sempre conectadas. Eu também relatei muita coisa via Facebook, mas elas me ganham de longe em matéria de conectividade. São muito mais viciadas que eu.
Lendo este post vocês podem pensar que Juli e Sonny só fizeram turismo gastronômico por São Paulo. Mas não é verdade. Acontece que eu praticamente só saí com eles para jantar, durante o dia a Juli passeou bastante com a Sugarbaby e a Marta. O único passeio não-gastronômico que fiz com eles foi no sábado de manhã, quando fomos à loja Etna. Passamos umas horinhas por lá vendo os móveis e comprando coisinhas para casa. Saí de lá com um cobertor novo. Não resisti. Vi muitos móveis bacanas e voltei cheia de idéias para decorar o meu apê. Adoro uma loja de decoração. Juli e Sonny adoraram também.
Depois do passeio na loja, fomos para casa do Tio Manito que preparou um almoço especial para Juli e Sonny. Juli, além de sobrinha, é afilhada do Tio Manito. O cardápio do almoço foi rabada, arroz e polenta. Estava uma delícia e bem farto. Olhem o tamanho do panelão!
Foi uma semana ótima. Adoro estar perto deles, conversar com eles. A gente tem muitos gostos parecidos e assim as conversas fluem. Nem parece que a gente convive tão pouco, pois eles vivem em Foz do Iguaçu, e assim encontros ao vivo são bem raros. Adorei tê-los por perto. Agora Wally e eu temos que retribuir a visita e ir com calma para Foz do Iguaçu, sem a correria da última viagem, que fomos para o casamento do meu primo Leo.
E espero que Juli e Sonny voltem logo para nos visitar. Já estou com saudades!
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Frio!
Quando frio chega meu auto-controle fica abalado. Uma inquietação consumista invade o meu ser. O meu lado de pessoa controlada, do tipo que não sai comprando tudo que vê pela frente, parece que sai de férias. Fico realmente fora do meu normal quando me deparo com as vitrines cheias de lindas roupas de inverno. Tenho vontade de comprar tudinho e sair do shopping lotada de sacolas e mais sacolas. Na segunda-feira fui ao shopping e consegui me conter. Resisti bravamente e saí do shopping somente com o que fui comprar lá: bateria nova para o meu relógio. Foi meu único gasto. Sucesso total! Mas na outra semana, quando fui buscar meus óculos, caí em tentação e voltei para casa com duas blusas de frio da Zara e um pijama lindo e quentinho. Fiquei feliz da vida com as minhas novas comprinhas, mas mesmo assim as outras coisas lindas que vi no shopping não saem da minha cabeça. Realmente as roupas de inverno viram a minha cabeça!
Tudo isso acontece porque eu amo o clima frio. Me sinto muito melhor quando a temperatura está mais baixa e acho que fico muito melhor usando roupas de frio do que roupas de verão. Estou bem contente com esta onda de frio que está passando pela cidade, pena que o frio é inconstante. Durante a manhã faz um frio de rachar, no início da tarde esquenta muito, chego a ficar incomodada com o calor, mas no finalzinho da tarde o vento frio começa a dominar e esfria tudo de novo. Este esquenta/esfria está me deixando um tanto abalada. Sinto que há uma gripe tentando me pegar, tem momentos que a garganta começa a incomodar. Até agora estou vencendo a batalha, mas sei se a instabilidade climática continuar, uma hora a gripe me pega de jeito. Estou torcendo para que o frio chegue de vez e que tenhamos temperaturas baixas o dia inteirinho. Que venha logo o inverno!
Nota da blogueira: Muitas vezes me sinto culpada por gostar tanto de frio, pois sei que é um clima que castiga muito as pessoas que não têm como se proteger dele. Por isso sempre separo os agasalhos que já não uso mais para doar nas campanhas do agasalho. Este ano já fiz minha doação. Ajudar os outros faz bem. Aquece nossa alma. :)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
A Entrevista
Semana passada a Mari me pediu um favor. Ela precisava de ajuda com um vídeo que ela queria fazer para enviar para o concurso que vai escolher a nova apresentadora do programa Vitrine da TV Cultura. Claro que eu disse que eu disse que a ajudava. Tudo isso via SMS e sem maiores detalhes. Com isso fiquei pensando que ela queria ajuda para filmar ou para ter idéias de como fazer o tal vídeo. Alguns dias depois ela me conta que a idéia era me entrevistar! Achei engraçado isso e confesso que fiquei com um pouco de medinho. Afinal, uma entrevista em video não é coisa que se faça usualmente. Eu, na verdade, nunca havia dado uma entrevista em vídeo na vida. Mas aceitei a empreitada de ser entrevistada pela Mari e comecei a gostar de idéia de verdade. A entrevista foi feita no último domingo. Contamos com o apoio do Marcelo como diretor/cameraman/editor. Ou seja, ele foi a equipe de produção inteira da Mari. O cenário da entrevista foi o sofá da minha sala. Por milagre a entrevista saiu sem gatos, apenas com alguns miados esporádicos ao fundo. Os filhotes se comportaram bem e entenderam que não podiam chegar perto da gente naquela hora.
Neste post eu publico a entrevista em seu tamanho original, sem as edições do vídeo que foi enviado para o concurso. Eu gostei do resultado, apesar de ficar um tanto tímida quando vejo a entrevista. É estranho. Mas adorei ser entrevistada pela Mari, foi divertido e rendeu um bom mateiral! Agora é ficar na torcida e esperar o resultado do concurso.
Quem quiser ver a entrevista em versão compactada clique AQUI.
Nota da blogueira: Agradecimentos especiais para Sugarbaby que emprestou o computador para o Marcelo fazer a edição.
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