segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

E viajei....



A viagem ao Rio de Janeiro foi maravihosa! Aproveitamos muito e voltamos muito cansados, mas muito contentes e com vontade de quero mais!
Ficamos na casa da Andrea, que foi uma anfitriã nota 10! Sempre animada, a pilha dela parece que não acaba!



Pegamos dias de muito sol e calor. Fervemos no Rio! Chegamos a pegar 41 graus ! Um calor terrível, calor de derreter, mas aguentamos firmes e não deixamos o calor nos derrotar.

Na quinta-feira fomos ao Mirante de Dona na Marta de onde tivemos uma vista previlegiada das belezas da cidade. Adorei. Aliás, foi de lá que fiz o primeiro post em tempo real da viagem. A foto da direita mostra o momento em que eu blogava, ou tentava, pois foi complicado conseguir a conexão, mas depois de um pouco de insistência o post saiu.
Nesta viagem conheci pessoalmente muitos blogueiros amigos. Realmente não esperava, foi uma ótima surpresa! Dentre muitos, conheci a Adelaidinha do blog As Gorduchas e a Rose Foncée do blog As Filhas do Dono. Muito fofas, mas muito reservadas. Por isso não colocarei as fotos delas por aqui. Elas me fizeram jurar que não colocaria e como sou uma blogueira de palavra cumprirei o prometido. Mas aguardem pelas fotos dos blogueiros menos tímidos que foram ao encontro !

Ter Andrea como guia turística é garantia de aventuras, pois ela consegue ser mais desorientada do que eu. Como ela se perde! Mas depois de voltas e voltas , a gente sempre chegava em nosso destino. Sem dúvida a maior aventura foi chegar à casa da Ana, minha querida amiga e blogueira em recesso indefinido. Andrea já fez um post ótimo sobre a epopéia para chegar à Itaipuaçu, onde fica a casa da Ana. Ficamos um tempão conversando em uma bela paisagem: o mar ao nosso redor. E para completar ainda comemos os deliciosos salgadinhos da mãe da Ana.

Foram 4 dias de muito agito que resultaram em muitas fotos e histórias. Dias de muito papos deliciosos sobre novelas com Andrea e ainda contamos com a ilustre companhia do Rui e da Vani: Os Normais rolando direto no DVD da nossa anfitriã. Ah, teve muito samba também! Claro que tudo isso vai render bons posts por aqui. Em breve mais fatos e fotos dos meus dias no Rio de Janeiro.




FELIZ ANO NOVO!!!!!!




sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Em Petrópolis


Wally fotografando a catedral. E nosso passeio por aqui ainda continua.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

De malas prontas!


Pronto. Malas fechadas. Já já estarei voando rumo ao Rio de Janeiro. Wally e eu ficaremos 4 dias por lá na companhia da Andrea, que será nossa cicerone nas terras da cidade maravilhosa. Com certeza serão dias bem movimentados, alegres, e de muito sol ( quanto ao sol não tenho muita certeza, mas prefiro pensar que não teremos chuvas.).
É, vou passar os últimos dias de 2007 de maneira bem diferente. Quando 2007 estava para começar, me propus a fazer coisas diferentes, arriscar e estar aberta para as novidades. E para meu espanto acabei fazendo muitas coisas diferentes, algumas planejadas outras que vieram de surpresa. 2007 foi um ano marcante! Acho que continuarei com esta proposta de fazer coisas diferentes para 2008.
Mas o ano ainda não acabou e estou muito animada para curtir meus últimos dias de 2007. E passarei estes dias muito bem acompanhada! Vou encontrar muita gente bacana em terras cariocas!!!

Fui!


segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Post de Natal

Demorei, mas acabei montando a árvore de Natal. Ela foi montada no sábado e ficou linda. Eu adoro esta época em que as ruas e casas ficam mais enfeitadas. Gosto das tradições natalinas, mas percebo que ando me distanciando de algumas. Ano passado fomos deixando, deixando e não montamos a árvore. Este ano quase acontece o mesmo, mas Wally me animou e montamos. Aqui é complicado ter árvore de Natal, pois os gatos adoram atacá-la, confesso que isso me desanima de montá-la. Mas o desânimo desaparece tão logo olho para a árvore toda enfeitada na sala. Fico contente e não me canso de admirá-la. Este costume eu não quero perder. Um costume que perdi, mas que quero muito retomar ano que vem, pois agora não dá mais tempo, é enviar cartões de Natal de verdade. Acho uma linda tradição desejar boas coisas para quem a gente gosta e usar como meio lindos cartões. Já faz tempo que só mando cartões virtuais. Muitos são lindos, tem músiquinhas e etc, mas não têm o mesmo impacto. É muito mais emocionante abrir o envelope se deparar com o cartão escrito à mão. Recebi dois este ano e fiquei muito contente e emocionada. Em 2008 vou colocar a preguiça de lado, vou escolher os cartões e escrever uma mensagem especial para cada querido meu.

Este post agora vai se fantasiar de cartão de Natal !


Queridos amigos,

Desejo um Natal cheio de momentos alegres e que estejam ao lado de quem vocês gostam. Que seja uma noite de alegria!
Que o ano que está chegando seja maravilhoso, com muitas coisas boas, alguns desafios ( só para deixar as coisas mais movimentadas) e muito amor!

Feliz Natal ! Feliz 2008!!!

Adoro vocês!!!


Nota da blogueira: o blog vai entrar em recesso. Provavelmente recesso será intermitente, pois não consigo ficar longe daqui, mas dificilmente conseguirei manter a regularidade. Mas no comecinho de janeiro a programação volta ao normal! :) E aguardem por um ou outro post em tempo real diretamente do Rio de Janeiro... Viva, a viagem tá chegando!!!


sábado, 22 de dezembro de 2007

Troca de Mensagens

Ontem eu usei pela primeira vez o chat embutido no e-mail do Yahoo. Gostei, mas dificilmente usarei de novo, pois mal acesso o meu yahoo mail. O chat é bonitinho, tem letra num bom tamanho e ainda ficamos com a carinha do nosso avatar. Mas o que achei simpático é a carinha de quem não tem um avatar personalizado. Eu uso bastante é o chat dentro do Gmail. Muito prático e funciona bem. O Google Talk mesmo eu raramente uso, até tenho instalado aqui no meu computador, mas só uso quando alguém me pede para transferir algum arquivo por ele.
Eu gosto muito destes programas de troca de mensagens. O fato de poder conversar com alguém sem ter que interromper outras atividades é , ao meu ver, o ponto alto destes programinhas. Eu tenho o costume de fazer muitas coisas ao mesmo tempo, como navegar na internet e ver tv por exemplo. Poder fazer tudo isso e ainda conversar com uma ou várias pessoas é muito bom. Claro que se a conversa engata e fica boa, ou séria, eu páro tudo e me dedico à ela. E quando é o caso, pego mesmo o telefone e ligo para quem eu estava conversando. Tem coisas que são difíceis dizer por meio da escrita, e uma conversa "tradicional" facilita tudo.
Nos últimos tempos comecei a conversar via scrap do Orkut. É um meio que ainda acho inusitado para conversar, mas para assuntos não confidencias é legal e agora com o aviso de novo recado dentro do Orkut ficou mais facilitado. Antes disso era comum eu "esquecer" que estava mantendo uma conversa por lá e voltar para página de recados séculos depois da última mensagem.
Tudo isso para dizer que sou uma pessoa que não sabe mais viver desconectada destes programinhas de troca de mensagens, com eles desligados me sinto desligada do mundo.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Já em clima de férias


Muito sushi e saquê: blogueira sem condições de blogar.

Fofinhos e coloridos

Quando recebi a missão da Andrea de blogar sobre algum desenho animado que foi marcante na minha vida, fiquei perdida. Afinal vi muitos desenhos e poderia fazer uma lista sem fim dos desenhos que me divertiram quando eu era criança. Mas nenhum desenho pode tomar o lugar do Barbapapa. Acho que foi o primeiro desenho que me marcou. Eu era bem pequena quando este desenho passava na tv e sempre tive uma lembrança vaga dele, mas muito emotiva. A lembrança destes seres flexíveis e coloridos sempre me trouxe uma sensação boa. Teve um tempo que cheguei a duvidar da existência deste desenho. Como quase ninguém lembrava dos Barbapapas eu achava que eles deviam ser criação da minha imaginação. Mas com o tempo fui encontrando algumas pessoas que tinham as mesmas lembranças que eu, aí comecei a acreditar que o desenho realmente exisitiu, salvo que eu e mais uma minoria tenhamos sido alvo de alguma alucinação coletiva provocada por consumo excessivo de Kisuco ou da groselha Milani. Eu praticamente não lembro nada de quando era muito pequena, tenho lembranças forjadas, que foram construídas através das histórias que meus pais contavam, e é muito intrigante eu nunca ter esquecido deste desenho. Ficou marcado para sempre na minha cabeça.
Por causa deste post resolvi fazer uma busca no You Tube e encontrei alguns vídeos. Depois de décadas eu revi o desenho e me dei conta que são desenhos bem ingênuos e com proposta educativas. Gostei do que vi, fiquei até emocionada, mesmo não encontrando nenhum vídeo com a dublagem em Português. Encontrei em vários idiomas, mas gostei mesmo deles cantando e falando em Alemão.





Bom, agora chegou a minha vez de repassar a missão para blogueiros amigos para que escrevam sobre seu desenho ou desenhos favoritos.

Os escolhidos são:

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Não precisa tanto...

Nos dias úteis, em média, eu passo 11 horas fora de casa. Contabilizando: 8 horas de trabalho + 1 hora de almoço + 2 horas no trânsito ( incluíndo a ida e a volta). Durmo umas 7 horas por noite e assim me restam 6 horas em casa, pois horas dormidas não contam, pois são tenho como aproveitar a minha casa e a companhia do meu marido e dos filhotes enquanto durmo. Sempre achei que a gente trabalha demais, é muito tempo gasto com o trabalho, restando pouco para a vida pessoal e, em uma cidade como São Paulo, acabamos perdendo muito tempo no trânsito. Muitas vezes tenho a sensação que os dias fogem de mim, que quando vejo trabalhei a semana inteira e pouco aproveitei do tempo que sobrou para mim. E olha que eu só trabalho! Fico pensando como deve ser penoso para aquelas pessoas que trabalham e estudam. Que vida sacrificada. Eu não tenho vocação para ser uma workaholic, me dedico com afinco ao trabalho durante o expediente. Somente em casos de extrema necessidade que trabalho de fim de semana ou após o expediente. Para muitos isso parece falta de dedicação ao trabalho, ou, falando no jargão do mundo dos negócios, que eu não visto a camisa da empresa. E sou assim sem culpa e adoraria trabalhar menos horas por dia. Uma época tive empregos com jornadas de 6 horas diárias e hoje sinto falta. As duas horas livres que eu tinha a mais faziam muita diferença, o dia parecia que rendia muito mais. Tem mais gente que acha que não precisamos trabalhar tanto, pena que a pessoa exagera na dose e isso não vai levar à mudança alguma. O presidente do Ipea defende que a jornada de trabalho ideal deve ser de 3 dias por semana. Totalmente irreal. Como as empresas vão funcionar direito com funcionários que mal ficam por lá? Como manter a continuadade e qualidade do trabalho? Para cada cargo seriam necessários uns 3 funcionários diferentes, o que faria as empresas ficarem asfixiadas de tantos encargos trabalhistas.
Pelo jeito não veremos mudanças neste cenário e acho que a situação vai acabar piorando, com mais tempo dedicado ao trabalho e a vida pessoal ficando cada vez com menos tempo na agenda das pessoas.
Ainda bem estamos no fim de ano e eu terei preciosos dias de folga. Quero aproveitar bem estes dias, me divertir, descansar para estar bem disposta para 2008. Pois ano promete! O que não vai faltar é trabalho!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

V.I.P.

Ultimamente em um grande show do rock, ou outro grande evento , sempre há a área para os VIPs. Pessoas que por alguma razão estão em alta na mídia e ganham o ingresso de cortesia para ir ao evento, usar a camisa de quem tá bancando o ingresso e assim sair na revista. Muitos nem sabem o que foram assistir e não dão a mínima. Isso é uma coisa que me incomoda. Nada contra áreas vips, mas o que incomoda é a localização destas áreas. Por exemplo, no show do Police no Rio de Janeiro, a área VIP era na frente do palco e ocupava muito espaço. Pelo que vi na tv era quase meio campo para as celebridades. É muito injusto com quem pagou caro para estar na pista. A pessoa nem tem a chance de chegar cedo para ficar perto do palco. O mais próximo que pode ficar é na grade que separa as pessoais normais das celebridades. Isso me incomoda porque quem está no lugar privilegiado muitas vezes não está nem se importando com o show. Está lá para fazer pose para sair nas revistas. Ficam de frente para os fotógrafos e de costas para o palco. Mas pior ainda é a celebridade que reclama das fotos. Oras, a pessoa não ganhou o ingresso da área vip só porque o patrocinador é bonzinho e está fazendo uma caridade. É uma troca de favores. O famoso ganha o ingresso no melhor lugar do show, veste a camisa com a marca do patrocinador e deixa-se fotografar, para que assim a marca ganhe propaganda em tudo quanto é revista, jornal, site e etc. Se a pessoa quer sossego que pague o ingresso e pronto. Aí terá toda a razão de ficar brava com fotógrafos, mas se aceitou a cortesia tem que bancar o sorridente e aceitar tudo quanto é foto. E a gente, meros mortais, continua pagando caro para ver o que gosta. O pior é saber que em alguns shows que não há dinheiro que pague pelo melhor lugar. O jeito é se conformar ou virar uma celebridade.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Falando sozinha ?

Quando comecei a usar o celular novo uma coisa me causava ansiedade: o hands-free mode! Nunca tinha utilizado fone para falar ao celular e ficava pensando como seria quando isso acontecesse pela primeira vez. Meu celular virou o meu mp3 player oficial, então sempre que saio para o trabalho ( ou estou no caminho de volta para casa) estou com os fones plugados no celular e ouvindo música. Quando o celular toca o som da música é cortado e basta acionar o microfone acoplado no fio do fone para atender a chamada. Tudo muito simples. A primeira vez que isso aconteceu foi bem tranquilo, eu estava no hall do meu prédio e sozinha. Atendi a chamada e percebi como este jeito de falar ao celular era cômodo. Fiquei empolgada. Mas na segunda vez aconteceu o que eu receava, eu estava num ônibus cheio e o celular tocou. Atendi falando o mais baixo possível para a situação. Não queria chamar atenção. Não teve jeito, na segunda palavra que eu disse já reparei em diversos olhares em minha direção. Caras assustadas e com certeza pensando que eu era meio pancada das idéias e estava falando com os meus botões. Fiquei meio incomodada com a situação, pois não gosto de chamar atenção. Mas fingi que não era comigo. Na segunda vez que atendi o celular no ônibus deu-se a mesma situação, causei estranheza em um par de passageiros. Na terceira vez já comecei a achar graça na situação. Notei que não terá jeito, que isso sempre vai acontecer e vou atrair olhares curiosos toda vez que falar ao celular sem tê-lo em minhas mãos. O jeito é não me importar com isso, pois falar ao celular desta maneira é muito bom. Os fones garantem audição perfeita do interlocutor e o microfone tem uma captação ótima, não preciso me aproximar dele para falar. Já vi gente quase engolindo o microfone para falar, não há necessidade. Gostei desta novidade, mesmo que eu pareça meio maluca aos olhos dos desavisados que cruzam o meu caminho.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Regras de amor?

Outro dia vi na tv um terapeuta de casais aconselhando que a melhor maneira de fazer um casamento dar certo e fazer um contrato antes de casar. Não contrato financeiro que diz o que cada um leva em caso de separação, coisa bem comum nos dias de hoje e que acho necessário em casos de muita grana envolvida, mas sim um contrato de relacionamento. Um contrato que estipule os deveres , direitos e proibições para cada cônjuge. Sim, uma lista de regrinhas de comportamento para o casal, com tudo que pode e não pode. Já pensou ter estipulado no contrato quantas vezes o casal tem que transar por semana? Ou que o marido só pode jogar videogame aos fins de semana e ainda com horário marcado? Ou ainda que a mulher não pode ficar de mau humor naqueles dias? Surreal e, com certeza, nada produtivo. A gente já tem que cumprir tantas regrinhas no dia a dia, ter que cumprir um contrato em casa é no mínimo deprimente. Cada casal acaba criando suas regras de convivência e estas vão sendo adaptadas de acordo com os acontecimentos. Não dá para ter regras imutáveis. O casamento é dinâmico pois é composto de pessoas e a gente muda muito no decorrer da vida. Tem que ter é muita disposição para que a cada mudança que chega o casal consiga se entender novamente e renovar o amor que os une. Vamos aprendendo na prática o que é melhor, o que dá certo. O aprendizado pode doer, mas sempre vale a pena.
Agora, se alguém quer ter regras, ter certeza como o outro vai se portar o melhor mesmo é esperar até que o marido ( ou esposa) robô esteja pronto. Assim não terá supresas, vai programar o robô do jeito do seu par ideal, aquele tipo que sempre sonhou, e o robô vai sempre seguir o script. É, tem um maluco que acha que em um futuro não muito distante os robôs estarão aptos para se relacionarem afetiva e sexualmente com os humanos. É só esperar. Mas eu prefiro o ser humano mesmo com suas incoerências, imperfeições, histerias e tudo mais. Uma vida toda certinha e sem sobressaltos deve ser um tédio. Não quero isso para mim. Prefiro me surpreender com as pessoas, para o bem ou para mal, e assim aprender a gostar delas do jeito que são. A vida sem seus pequenos desafios diários ficaria sem sal. E acho que transar com um robô não deve ter graça alguma. Vou querer distância desta novidade tecnológica, com certeza vou.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

A base de tudo


A greve dos roteiristas da TV americana continua. Isso me preocupa, pois as temporadas das séries que assisto estão em risco. A série Heroes entrou em recesso semana passada, recesso normal de fim de ano, mas por causa da greve a segunda temporada pode ficar somente com os 11 episódios exibidos até agora. Uma lástima se isso acontecer. Porém eu gosto de uma coisa nisso tudo. Este protesto está mostrando a importância do texto para toda a produção televisiva. O texto é a base de tudo e sem ele nada acontece. Muitas vezes se dá mais destaque aos efeitos visuais de um seriado, aos atores ou trilha sonora e se esquece que nada funcionaria se o texto não fosse bom. Escrever é algo difícil, que precisa de muita dedicação. Só inspiração não basta. E mesmo com a idéia na cabeça tem hora que é complicado colocar tudo em palavras e montar um texto, como acontece neste exato momento com a blogueira aqui. Este post está empacado. Acontece.
Enfim, é bom ver como o trabalho destes roteiristas é fundamental para a produção das séries e outros programas de tv. Eles param e toda a produção para também. Sem o trabalho dos roteiristas nada acontece. Pena que precisem parar tudo para que sua importância seja reconhecida.
Que esta greve acabe logo, que os seriados voltem a ser escritos e gravados e que em breve tenhamos novos episódios para nos emocionar.


quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Neuras

Em geral eu acho que sou uma pessoa bem resolvida, mas vez ou outra sou atacada impiedosamente pelas minhas neuras de estimação. Por mais que eu tenha consciência que é tudo encucação, os pensamentos tortos acabam me atormentando e atrapalhando um pouco a minha vida. Sou insegura e carente, estas duas características sempre estão juntas e se retroalimentam num ciclo interminável. Já melhorei bastante, mas já houve épocas que eu ficava encucada querendo saber se realmente as pessoas gostavam de mim e, para piorar a situação, achava que não recebia atenção suficiente das pessoas que eu tinha certeza que gostavam de mim. Muita neura, né? Hoje ainda me pego encucada com isso, mas sei que tudo é bobagem a minha cabeça, e esta consciência faz a encucação passar rápido. Chega a me perturbar, mas nada que seja muito dramático.
Acho que deve ser impossível viver sem neuras, por mais bem resolvida que seja, qualquer pessoa está sujeita a momentos de insegurança, medo, incerteza e etc. Coisa normal. Mas isso não pode virar rotina, a gente tem que sempre ser mais forte e domar estes pensamentos ruins. Isso que tenho tentado. A taxa de êxito tem sido bem maior que a de fracasso. Ufa! Espero continuar assim.


terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Lisinho

Ultimamente ando pensando em comprar uma chapinha. Provavelmente isso vai ficar só no meu pensamento mesmo. Pois acho que não saberia usar isso direito e acabaria queimando as orelhas e o cabelo junto!
Eu gosto muito do meu cabelo lisinho, como estava nas fotos do post abaixo. Mas só faço isso em dias de festa. Em dias normais uso o secador para domar a franja que, se eu deixar secar naturalmente, fica na minha cara, e deixo o resto do cabelo secar ao vento. Quando tenho paciência eu seco o cabelo todo com o secador e aí ele fica quase liso. Paciência, esta é uma coisa que me falta para cuidar do cabelo, por isso acho que comprar a tal chapinha seria desperdício, pois usaria poucas vezes.
Fico falando em cabelo liso, mas eu sinto mesmo é falta dos meus cachos. Sim eu tinha cachos e eram lindos. Bastava eu enrolar um pouco o cabelo depois de lavar,
nem precisava prender. O cabelo ficava cheia dos cachos e eles duravam. Mas por algum fator genético inexplicável, os cachos foram perdendo sua força e sumiram. Meu cabelo ficou ondulado, quase liso. Gosto do jeito que é hoje, mas às vezes me incomoda por não ser nem liso nem crespo. Talvez por isso eu esteja tentada a comprar a chapinha, assim ficaria com o cabelo liso de vez. Melhor pensar mais sobre isso... com certeza a chapinha não fará parte das compras de Natal.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Um brinde aos noivos!!!!


Sábado foi o casamento da Renata e do Gabriel. Foi um dia muito especial e muito feliz também. Eu conheço a Renata há uns 2 anos, nos conhecemos através do blog de um amigo em comum e tornamos amigas de verdade. Ela e o Gabriel começaram a namorar há 7 anos , vivem juntos há uns 3 anos e casaram oficialmente no sábado.

O casamento foi na cidade de Itu. Não conseguimos ir na cerimônia na Igreja, não deu tempo, mas chegamos no horário certo para a festa. E foi uma bela tarde de festa na chácara da família do Gabriel. Nós conhecemos o noivo no dia do casamento, mas já parecia que eu o conhecia de tanto a Renata falar dele para mim. Wally também é amigo da Renata, eles compartilham o mesmo gosto pelas histórias do Rei Arthur. Aliás, dêem passadinha no blog dele para ver este post sobre casamento.

O dia estava lindo, a chuva deu uma trégua e o dia foi de sol e muito calor. A festa estava ótima. A trilha sonora estava um primor, só música boa. Pop e rock da melhor qualidade! A trilha sonora foi montada pela noiva. É a melhor coisa a se fazer, a gente cuidar das músicas da festa de casamento, assim não corremos o risco que toque algo que odiamos.


Os docinhos estavam uma delícia! Mas o que encantou me mesmo foi o bolo !


Junto com os tradicionais bonequinhos dos noivos estavam os filhos do casal: Nicole, Menelau, Pipoca e Mingau. Quatro gatinhos lindos! Adorei e fiquei um tempão admirando o bolo!

Muito bom ver nossos amigos tão felizes assim! Felicidades aos noivos!!!


sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Onde?

Todo dezembro é a mesma coisa, uma busca complicada pelo local onde passarei o ano novo. Não há um lugar que centralize as informações, então o jeito é sair pescando as festas de reveillon pelos sites de bares/baladas e afins. A única certeza que tenho que passarei aqui em São Paulo mesmo.
Os dois últimos reveillons foram ótimos, mas não tenho como repetir a dose: O Mercedes Café fechou há um ano e assim continua e o O´Malleys está lacrado pela prefeitura há uns meses e sem perspectiva de ser reaberto.
Eu gosto de passar o reveillon no meio de festa, com muita música e animação. É uma data para celebrar. Celebrar por ter vivido mais um ano e ficar animada com chegada de um novo ano, que sempre traz esperanças de coisas boas.
Bom , durante as minhas buscas iniciais já achei de tudo. Desde de reveillon hippie até reveillon superluxo em um hotel pelo precinho módico de vinte e nove mil reais! Juro que tem! Eu quero mesmo um lugar bonito, agradável, com boa música, boa comida e claro com o preço justo. Se bem que nesta época tudo fica muito caro, então estou disposta a gastar um pouquinho além do normal. Mas só um poquinho. Logo eu encontro o lugar ideal para esperar a chegada de 2008! Se alguém souber de algum lugar legal me fale, tá?

E você curte reveillon? Como gosta de celebrar?


quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Sem sintonia

Depois da grande estréia da tv digital que ninguém viu e nem vai ver tão cedo, pois o tal conversor é caro e ninguém tem, nossos ilustres políticos estão preparando mais uma novidade para quem assiste tv. Em nome de preservação da cultura nacional e da criação de empregos na área da comunicação social, o Sr. Deputado Federal João Maia do PR do Rio Grande do Norte preparou o projeto de lei 1908/2007 onde propõe que a programação dos canais transmitidos por tv à cabo seja composta de 50% de produção nacional. Ou seja, completamente fora de propósito! Como a Tv Coréia vai ter programação brasileira? Ou a Deutsche Welle e a NHK? Ou mesmo a CNN e a Fox News? Como querer promover a cultural nacional em canais de produção internacional? E onde fica o poder de decisão do telespectador, que resolve pagar para ter uma programação diferencianda de tv, com acesso a programas internacionais?
Novamente em nome de preservação da cultura nacional estão querendo cercear nosso direito de escolher o que vemos. Em nome disso nossa liberdade de escolha e nosso acesso à informação será restringido, e seremos invadidos por uma produção nacional de baixa-qualidade, pois para preencher a tal cota as tvs vão ter que colocar no ar qualquer bobagem falada em português. Não dá para fazer mágica e ter programas de qualidade na demanda que será gerada pela tal lei.
O projeto de preservação da nossa cultura poderia ter um fim mais nobre, como melhorar a educação do nosso povo, pois do jeito que vai, logo o Português não será mais falado nesta terra, e sim um dialeto criado pela ignorância deste povo que não tem acesso às coisas básicas como água potável, energia elétrica e esgoto. Triste este nosso país onde os homens que estão no poder só pensam neles, em como ficarem mais ricos e que devem competir para ver quem faz o projeto mais sem noção.
Mas se estes homens que fazem as leis foram capazes de absolver pela terceira vez o senador pra lá de culpado, não me espantaria se aprovassem este projeto absurdo. Desalentador.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Aeroporto 24/7 :São Paulo

Eu gosto de aviões, de admirá-los, de viajar de avião e, consequentemente, gosto de aeroportos. Gostava também de trabalhar em companhia aérea e tenho saudades daquele tempo. Por isso tudo estou adorando a série do Discovery Channel sobre o Aeroporto de Guarulhos : Aeroporto 24/7 :São Paulo. É uma série composta por 6 episódios de 30 minutos que mostram o dia a dia do aeroporto, desde a rotina das companhias aéreas, passando pelo pessoal que trabalha na pista e o trabalho da Polícia Federal. Os capítulos são enxutos, aproveitam cada minuto para nos mostrar de maneira envolvente o que acontece no aeroporto. Achei bem curioso ver a funcionária da Air Minas ( acho que este é o nome, sei que tinha Minas no nome) fazer de tudo: check in, embarque dos passageiros, cuidar do horário do vôo e tudo mais. Impressionante, a moça é a faz-tudo da pequena companhia aérea. Rotina e sossego são coisas que ela definitivamente não tem. Gostei de ver como funciona a delegacia do aeroporto, ver o que acontece com os deportados e, para meu espanto, descobrir como os deportados (sejam brasileiros voltando dos USA ou estrangeiros deportados daqui) são pessoas felizes. Chegou a ser engraçado, os brasileiros e as peruanas ferrados e dando risada como se aquilo fosse uma grande aventura. Como pode? Se bem que eu já dei risada numa situação trash em Cumbica, quando eu perdi o vôo para Asunción, claro que a risada só veio depois de muitas lágrimas e muita raiva, mas acabei dando risada de tudo!
O programa também mostra como funciona o departamento de carga. Esta parte me deu uma certa aflição, pela demora para que 2 cachorros fossem liberados. Fiquei com pena dos bichos, depois de horas e horas num avião e ainda ficaram um tempão "presos" no setor de carga por causa da burocracia. Mas no fim deu tudo certo.
Com histórias como estas o documentário consegue ilustrar bem como é a vida no aeroporto de Cumbica. Vale a pena ver! Pena que já está no final . Os últimos episódios vão ao ar dia 7, próxima sexta, às 22 horas.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Ela apita muito!

Eu conheço a Tininha desde sempre. Quando eu nasci ela já fazia parte da minha vida. Ela é a irmã mais velha que a vida me deu. A mãe dela era como se fosse minha mãe, e também fez parte da minha vida desde que nasci. A Comadre ( era assim que a chamávamos, mas o nome dela era Maria Aparecida) trabalhava como cozinheira na casa da minha avó materna e eu morei por lá boa parte da minha infância. Quando eu cheguei neste mundo Tininha já tinha 4 anos. Fomos criadas juntas. Minha mãe sempre conta que, quando eu era pequena e a Sugarbaby ainda não existia, se alguém me perguntasse se eu queria um irmãozinho eu falava que não, pois já tinha uma irmã, a Tininha. E sempre estamos juntas, sempre que a vida corrida permite. E eu sou fã dela, fã de carteirinha. Ela é árbitro de basquete e eu sempre torço por ela. Clique aqui, aqui e aqui para ver alguns dos posts sobre a minha árbitra preferida. Aliás, até hoje não sei se existe a palavra árbitra, afinal este mundo de arbitragem era até há pouco tempo dominado pelos homens.
Este post não tem uma foto para enfeitá-lo, pois não tenho nenhuma foto nossa quando crianças digitalizada para colocar aqui, mas tem algo muito especial. O vídeo da entrevista que ela deu para a Band News no mês passado. Uma reportagem que fala do sucesso da carreira dela como árbitra de basquete. Ela merece! :)

video

A reportagem foi publicada no You tube, neste link AQUI.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Domingo no Parque

Ontem foi dia de passeio no parque. Acordamos cedo, pegamos a Tininha e a Sugarbaby e seguimos para o parque Villa-Lobos para ver o show da Diana Krall. Manhã quente e parque muito lotado. Nem lugar para estacionar havia. Tivemos que deixar o carro no Cobasi. Quando chegamos perto do palco, nem tão perto assim, nos deparamos com um mar de gente.


Wally e eu

Encontramos um lugar no meio da multidão e lá ficamos esperando o show principal começar e torrando no sol. Ouvimos ( sim ouvimos, porque sem chance de ver alguma coisa no placo) os show da Banda Matinqueira e Traditional Jazz Band. Estava um som bem gostoso, a parte que mais gostei foi quando a Traditional Jazz Band tocou Qui nem Jiló. Adoro esta música!

Sugarbaby e Tininha me vendo blogar!


Ontem postei pela primeira vez em tempo real ( veja post abaixo). Pedi para Wally tirar uma foto de nós três com meu celular e bloguei diretamente dele. Estava tão concentrada blogando que nem notei Wally tirando a fotinho aí de cima. Adorei postar assim. Com certeza mais posts em tempo real virão!

Cris e eu

E ontem conheci pessoalmente uma amiga blogueira, a Cris do blog O Eu Profundo. Conseguimos nos encontrar no meio da multidão e tivemos um encontro relâmpago, mas com tempo suficiente para tiramos fotos e conversarmos um poquinho. Muito bom encontrar no mundo real os amigos deste mundo virtual! E se tudo der certo, logo a reencontrarei no Rio de Janeiro!

O show da Diana Krall estava bom. O som no parque estava ótimo, pena que o calor era tão grande que não deixava a gente curtir a música como deveria. Não ficamos até o final, pois Sugarbaby e Wally já estavam ficando pra lá de vermelhos! Os dois são muito branquinhos. Eu fiquei um tanto escurinha no rosto, nos braços e nos pés... mas não fiquei ardida! :)

Adorei minha manhã de domingo!


domingo, 2 de dezembro de 2007

No parque!


Estamos agora no p. Villa-lobos esperando o show da Diana Krall!