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Mostrando postagens de Agosto, 2014

Cansei de ser gatinha!

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A minha Hello Kitty cansou de ser gata há tempos, ela sonha em ser um alligator! E só usa esta roupinha desde que a trouxe lá da Flórida.  Uma graça, não? 
O que não tem graça é a Sanrio vir dizer que a Hello Kitty nunca foi uma gatinha.  Quanto sakê tinha na cabeça do representante da empresa quando fez esta declaração? Não faz sentindo algum. Ela tem uma imagem que remete ao nosso imaginário de como um gato pode ser representado graficamente. Não tem como fugir disso. Se ela é uma menininha, ela precisa  procurar logo o  Professor Xavier, pois com certeza ela é um mutante. 
Eu sou fã da Hello Kitty desde sempre, afinal amo gatos e não há gatinha mais fofa que a Hello Kitty. Tenho várias dela aqui em casa, de pelúcia, de plástico, grande, pequenininha e ainda terei mais e mais.  



Não entendo o que a Sanrio pretende com esta declaração, pois ninguém vai deixar de considerar a Hello Kitty como uma gata. Virou uma piada, meio sem graça, mas virou. O que teve graça foi o Snoppy entrando na …

Mais uma ciclista!

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A mais nova ciclista do pedaço é a Sugarbaby!!! Hoje ela conseguiu pedalar sozinha, sem a ajuda da professora, a Renata. Começou a pedalar sozinha e não queria parar mais. Fiquei muito contente quando eu vi que ela tinha conseguido.
Ela nunca tinha andado de bicicleta, só quando era bem pequena e com as rodinhas. Mas nunca tinha se arriscado a aprender a andar para valer.  Ela se animou quando viu o meu entusiasmo com a bicicleta e chamou a Renata, nossa amiga e ciclista experiente, para ensiná-la.   Bastaram apenas 4 aulas para  a minha irmãzinha pedalar sozinha.  Ela criou confiança, venceu o medo e pedalou!  
Aprender a andar de bicicleta depois de adulta é meio complicado, pois quando a gente é criança é destemido demais e não tem medo de tombos.  Depois que crescemos, ficamos cheios de medinhos. Eu também estava com bastante medo quando recomecei a andar de bike no comecinho do mês. Mas o medo foi passando e a confiança aumentando. Com a Sugarbaby  está sendo assim também.  Logo el…

Amor Incondicional?

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Desde que o Dr. Roger foi preso, ando me questionando sobre o tal amor condicional que tanto é enaltecido nos livros e filmes. O homem violentou várias pacientes, há provas e muitas denúncias. Ele já está judicialmente condenado, mas até então estava fugitivo. Foi preso no Paraguay, onde vivia com a esposa e os filhos.  Agora está onde deveria estar  há muito tempo, preso, pagando pelos seus crimes.
Não páro de pensar na mulher dele. O meu primeiro pensamento foi de condenação total, afinal, ela estava sendo conivente com o marido fugitivo da justiça, com um marido criminoso.  Depois comecei a pensar, será que está mulher não está praticando o tal do amor incondicional? Ok, ela largou tudo aqui para continuar vivendo no luxo em outro país. Mas estava como fugitiva, longe de todos, abdicou da sua vida para viver escondida com o marido e os filhos. Acho que não há luxo que recompense estar longe de todos que você gosta, sem poder pegar um avião e vir matar as saudades. Talvez eu seja sen…

Quase

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Hoje, durante o meu passeio de bike pela ciclofaixa, me deparei com um semáforo para bicicletas. É o primeiro do tipo que  vejo aqui na cidade, já tinha visto na Alemanha. É um sinal  que estão pensando na real integração das bicicletas em nosso trânsito. Acho que isso ainda vai levar um bom tempo, pois tudo que tem sido feito até agora foi na base do improviso, sem nenhum estudo para que realmente a convivência entre motoristas, ciclistas e pedestres seja  boa.  Eu não tenho coragem de pedalar no trânsito, morro de medo, pois as ciclovias existentes somente jogam as bicicletas no meio do trânsito. Uma faixa vermelha não garante segurança alguma e, do jeito que vem sendo implantada, só atrapalha o trânsito dos carros e ônibus e deixa os ciclista em sitação muito vulnerável.
Com o aumento da frequência das minhas saídas de bike, comecei a colecionar pequenos incidentes. Uns por conta da minha inexperiência com a bicicleta, como levar um tombo ao descer da calçada pra rua, outros por irr…

Em todo lugar

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Em lar onde há gatos  há sempre muito pêlos, por todo canto. Não adianta tentar, você pode ser aquela pessoa maníaca por limpeza e mesmo assim, vai se deparar com pêlos logo depois de ter deixado a casa brilhando.  
Com o tempo a gente se conforma. Não é questão de falta de higiene não, é apenas a constatação que em casa com gatos não há como não encontrar pêlos por todo lado. Eu já nem ligo mais, há tanto tempo vivendo com gatos seria ridículo eu falar que tenho nojinho dos pêlos.   Caiu na comida?  No Suco? Tira e pronto.  
Sempre digo que gente muito fresca não pode nem me visitar, pois vai ficar toda incomodada com os gatos, suas tralhas e seus pêlos. Aqui eles são tão donos do apê quanto eu.  A visita vem aqui tem que conviver com eles. Eles são comportadinhos, mas se forem com a sua cara, vão pular no seu colo. Por isso aqui só aceito gente cat friendly. Se não gostar dos meus filhos não serve pra ser meu amigo. Simples assim. :)
Adorei esta caneca da foto. Um dia terei uma, pois é…

Segredos

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O bafafá internético do momento é o tal do app Secret, que tem como proposta original permitir ao usuário que conte um segredo anonimamente. Mas a coisa ficou desvirtuada aqui em terras brasileiras, virou um instrumento para falar mal dos outros.  Uma coisa bem feia mesmo, pessoas difamando outras e isso se espalhando feito praga. 
Eu nem cogitei em usar este tal app pois achei visualmente podre, não chega nem perto do impactante blog "PostSecret", que existe há anos. Neste blog, que ganhou um post no meu antigo blog em 2006, os segredos são enviados através de cartões postais. O segredo é contado através das palavras e da arte gráfica dos cartões. Palavra e imagem se complementando, dando mais impacto ao segredo.  Já me emocionei lendo os segredos de lá. Alguns parecem ter saído mesmo do fundo da alma de alguém.  Nada a ver com a pobreza de contéudo que vi no Secret. 
Nunca contaria um segredo usando o app Secret. Primeiro porque acho feio mesmo. Um segredo meu mereceria um v…

Meio Brava

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Tem dias que o sorriso some do rosto e teima em não voltar. As coisinhas cotidianas vão irritando e vira uma grande soma de pequenos tormentos e aí perde-se a leveza do dia.  Hoje o que tirou a minha paciência foi o atraso do ônibus na hora de voltar do trabalho. O maldito demorou 40 minutos pra passar!  Um absurdo. Eu convivo com atrasos cotidianos do ônibus, já nem espero que ele passe no horário, mas atrasar mais de meia hora é demais. Fico me sentindo uma idiota parada no ponto esperando o maldito passar. E me dá mais raiva ainda quando o prefeito de o secretário de transportes da cidade falam asneiras como restringir a circulação de carros pela cidade. As pessoas vão fazer como? Usar tele-transporte? Pois o atual sistema de transporte público funciona muito mal e nem dá conta dos usuários que possui. Imaginem se quem anda de carro resolva andar de ônibus e/ou metrô?  Caos total. Teremos uma uber-lotação, ninguém vai conseguir ir pra lugar algum.  
É triste ver a minha cidade nas mã…

Desconectando, mas só um pouquinho!

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Uma das coisas que mais gosto da novela 'O Rebu', que vai ao ar às 11 da noite na TV Globo, é a maneira fiel que é retratada a 'transmissão' da festa via internet.  A festa vai rolando e são mostrados  flashes de atualizações de status do Facebook, Instagram e afins sobre a festa. Tudo bem rápido, tudo em tempo real, como acontece hoje em dia. Tudo via celular!  
Estas cenas da novela refletem bem a nossa fixação em contar o que estamos fazendo, na hora em que tudo acontece.  Eu sou assim também, sinto uma necessidade  enorme de colocar on line o que estou fazendo. É algo  bem estranho, admito, pois dá a impressão que o que não está na Facebook, não aconteceu!  
Esta urgência toda em contar o que estou fazendo tem me incomodado. Fico  com a impressão que deixo de curtir o momento pra valer porque quero publicar fotos da hora em que eu as tirei. O meu olhar, que deveria estar nos olhos das pessoas que estão ali comigo, ficam vidrados na telinha do meu celular.  Perco o qu…

Cada Vez Mais Longe

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Hoje fui conhecer o Parque do Povo, que fica no Itaim Bibi e fui de bike.  Fiz o trajeto da ciclofaixa do domingo, que passa pela Av. Hélio Pellegrino e pela Rua das Olimpíadas.  Não contei quanto tempo levei para chegar lá, mas com certeza foi a  maior distância  que percorri de bicicleta até agora, percurso de ida e volta somaram 6,8 km, mais o que percorri dentro do parque, que não sei quanto foi. Acho que pedalei por uma hora e meia direto nesta amanhã. Só parei para tirar fotos lá no parque. 


O Parque do Povo é bem pequeno, quase uma praça grande eu diria. A ciclovia que tem lá circunda todo o parque e  o asfalto é bem irregular, o que é uma pena.  Dei uma duas voltas no parque. Não resisti e parei para tirar foto com o senhor fugindo da chuva.  Adorei esta estátua, realmente parece que ele tá correndo. 


Praticamente arranquei Wally da cama para ele ir comigo. Gosto de andar pela ciclofaixa bem cedo, não gosto da muvuca que fica depois. Gente demais. Esta foi a terceira vez que peda…

Sambas

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Desde ontem estou em ritmo de samba. De repente lembrei da música "O Amanhã", um samba que adoro desde criança, e resolvi procurar no Spotify. Escutei a música, na voz da Simone, umas 3 vezes seguidas no caminho para o trabalho. Desta eu pulei para " É Hoje" na voz de Caetano Veloso, outro samba-enredo das antigas e que sempre me anima. Agora, enquanto escrevo estas letrinhas, escuto "A Lenda das Sereias" com a Marisa Monte.  A próxima música eu ainda não sei qual será, mas será um sambinha também, pois estou montando a minha playlist de sambas. 

Eu gosto muito de samba, mas de samba de verdade, não estes pagodes melosos que fazem hoje dia.  Prefiro os sambas antigos, até hoje não me empolguei com um samba recente, tudo que eu gosto é que eu escutei quando era criança e adolescente. Nada atual. Todas composições antigonas mesmo. 
O samba mais atual que eu gosto é o samba-enredo da Águia de Ouro de 2007, "Deus Fez o Home de Barro e a Águia de Ouro"…

Chocada

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Estou chocada com a fragilidade da vida. Novamente 2014 esfrega na cara de todo mundo que a gente não tem controle de nada. Mais uma morte repentina. Quando eu li sobre a morte do candidato à Presidência da República Eduardo Campos, levei um susto. Parecia algo muito irreal. Ontem ele estava na TV superbem, dando entrevista.  E hoje não está mais entre nós. Quis o destino que sua vida fosse interrompida num acidente de avião. Muito triste. 
A morte de alguém é algo que sempre me entristece, além de sentir pela morte da pessoa em si, sempre penso nas pessoas que ficam, naquelas que vão chorar pelo falecido. Me compadeço de sua dor. Com o candidato senti a mesma coisa, mesmo mal conhecendo sua história de vida. Fui reparar nele de fato ontem, durante a entrevista no Jornal Nacional. Fiquei triste por alguém tão moço ter sua trajetória de vida interrompida desta maneira. Uma lástima mesmo. 
Outro fato que me causa muita tristeza é a falta de respeito que as pessoas tratam a morte de alguém…

Bumblebee Talking

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Que a minha vida tem trilha sonora, todo mundo já sabe. A música é algo que sempre está presente em minha vida. Tão presente que é impossível separar a minha vida da música, cada acontecimento tem sua música, como os personagens de novela, que sempre tem seu próprio tema músical, que os acompanham pela história toda. 
Muitas vezes as músicas servem como válvula de escape do que eu estou sentindo. Me expresso muito através das músicas. Sou como o Bumblebee, que fala usando trechos de músicas. Talvez isso explique o meu encantamento por ele, fiquei entusiasmada quando vi aquele carro amarelo procurando no dial do rádio músicas que transmitissem o que ele queria falar. Achei fantástico. Me identifiquei com ele de cara, aquilo era tão eu! 
Já quis que a vida fosse um filme musical, daqueles que os personagens saem cantando na hora de falar.  Sempre achei isso muito legal, mesmo sendo algo surreal, né? Imagina se todo mundo saísse cantando por todo lado?  No começo seria divertido, mas depoi…

Pedalando de novo!

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Falta pouco para eu considerar que estou andando direitinho de bicicleta. Hoje  as minhas pedaladas foram mais consistentes, praticamente sem zig-zags e com uma velocidade bem maior que a da semana passada. Andei por mais ou menos uma hora hoje.
Peguei a bicicleta do Itaú na estação da Rua Graúna, já usando o meu cadastro no app Bike Sampa. Funcionou direitinho.  De lá, Wally e eu fomos para o Parque Ibirapuera. Chegar ao parque foi a parte mais complicada, pois tive que encarar a ladeira da Av. Hélio Pellegrino. Consegui percorrê-la pedalando até a metade, depois tive que encarar a realidade e descer da bicicleta. Ainda não tenho preparo físico para aguentar percorrer a ladeira toda pedalando. Mas ainda conseguirei. Questão de tempo. 
Foi tudo muito mais tranquilo hoje, até porque a ciclofaixa estava praticamente vazia, pois saímos bem cedo, umas 7:30 da manhã.  Adorei este horário, menos gente, menos apressadinhos e clima bem ameno. Perfeito. O parque também estava bem tranquilo ainda…

Renúncias

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A vida é uma coleção de renúncias. Não quero ser trágica ou dramática demais, mas é verdade. Para cada passo adiante que damos, temos que deixar coisas no passado. A vida, de tempos em tempos, nos impõe escolhas. Muitas vezes duras, mas essenciais para continuarmos em nossa trajetória. Cada escolha, uma renúncia.  Cada escolha, uma certeza e uma tristeza. Não há como escolher e não sofrer. É ingênuo pensar que, mesmo sabendo que fizemos a escolha certa, não vamos sofrer pelo que deixamos para trás. Só a gente sabe a dor que nossas escolhas provocam em nossa alma, só a gente sabe o preço que pagamos para continuar no caminho certo.  A vida não é fácil e acho que nunca será. Acho que nunca chegaremos a um ponto onde o tempo vai correr macio, como diz a música que tanto gosto. Sempre teremos que lidar com percalços que vão desafiar nosso otimismo e nossa coragem para seguir adiante. 
Acabamos aprendendo a ser feliz apesar das tristezas. Aprendemos que felicidade absoluta não há. Isso é co…

Culpa de quem?

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Após ler a notícia do menino que foi atacado pelo tigre no zoo de Cascavel, a primeira coisa que me veio à cabeça foi o medo do tigre ser sacrificado.  Pois é sempre mais fácil colocar toda culpa no animal irracional da história, né?  Felizmente as pessoas que cuidam do tigre têm bom senso e reconheceram que o tigre não teve culpa. Ele apenas  se deixou levar pela provocação do menino, como qualquer outro felino faria. O menino que colocou o braço dentro da jaula do tigre, que invadiu o espaço do tigre, que ficou provocando o bicho. 
Tigre inocentado, quem será o vilão da história?  Querem jogar a culpa na administração do zoo, mas ali havia avisos óbvios que ninguém poderia se aproximar da jaula. Todo mundo sabe que um tigre é um bicho selvagem muito forte, que pode machucar mesmo sem intenção, apenas por ser muito mais forte que qualquer ser humano. Talvez a administração tenha pecado em não prever que poderia ter alguém tão sem noção, achando que brincar com um tigre é a mesma coisa…

A Matemática da Insulina

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O tratamento do Sam virou uma grande equação matemática.  Os níveis de insulina começaram a baixar muito, chegando a níveis preocupantes até, como um 45 no sábado. Neste dia dei até doce de leite para ele, para que a glicemia subisse um pouco. Com indíces muito baixos de glicemia, tenho que  adequar a dose de insulina a ser aplicada. Não dá para aplicar a mesma dose, que pode até ser fatal. Infelizmente não é exagero meu não.  Então, dá-lhe matemática para tentar chegar na dose certa, para manter o tratamento sem  prejudicar o Sam.  Porque sem insulina ele não pode ficar, o nível sobe demais. Descobri isso na prática, no dia do 45 não apliquei a insulina matutina e à noite o nível chegou ao tão temido high (mais de 500!!). Tudo bem complicado. Wally e eu somos leigos, mas estamos usando o bom senso e a matemática para adequar a dose. Acho que estamos fazendo certo até agora. Logo vamos marcar nova consulta para a vet dizer o que devemos fazer, se estamos fazendo certo ou não. 
Os nívei…

Brinde Fofo

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A minha mesa onde uso o meu notebook ganhou uma decoração extra:  duas velas-lousa que ganhei no supermercado Pão de Açúcar. Achei este brinde muito fofo. Os potinhos das velas são em preto fosco e vêm acompanhados de giz  para a gente soltar a criatividade de desenhar. Pena que a minha criatividade limita-se a desenhar uma florzinha.  Minha florzinha básica de sempre. Não sei fazer outra coisa. Tentei fazer um coração, mas ficou muito feito.  Então ficaram duas florzinhas simpáticas. Vou tentar desenhar outras coisas, se ficar bonitinho, eu fotografo, senão, apago tudo e faço a florzinha de novo. 
O giz apaga bem fácil, fica tudo preto de novo, como se nada tivesse acontecido.  Acho que deve ficar legal para deixar recadinhos curtos.  Mais charmoso que post-it! :) 

Pedalando

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Hoje provei que é verdade que a gente nunca esquece como andar de bicicleta.  Fazia uns 20 anos que não subia numa bicicleta, a última vez foi durante umas férias no Paraguay, quando andei de bicicleta dentro do condomínio onde meu padrinho morava. Desde então sempre declinava qualquer oportunidade de andar de bicicleta. Com o passar dos anos a preguiça começou a dar lugar ao medo. Eu realmente cheguei a acreditar que não sabia mais andar de bike e que seria um vexame qualquer tentativa.  Acreditei nisso até hoje cedo, quando saí para dar umas voltas de bicicleta com o Wally. Andei e não caí! 
Foi uma aventura e meu coração ficou agitado, tamanha a minha apreensão.  Tudo começou hoje às 9 da manhã. Fomos até a Av. Rouxinol para pegar uma bike do Itaú. Wally estava com a bicicleta dele e usou o cadastro dele no app do Bike Sampa para destravar a bicicleta que eu usei. A hora de sair de lá pedalando foi a mais tensa, mas resolvi subir logo na bicicleta antes que o medo me dominasse.  Res…

Johnny Rockets

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A lanchonete Johnny Rockets é como um portal que faz a gente se teleportar até a década de 1950. É um lugar bem nos moldes antigos, daquelas que a gente via nos filmes. Tem até jukebox! E funciona, você escolhe a música e ela vai tocar. Lá sempre fica tocando músicas antigas, rocks bem gostosos, daqueles que todo mundo conhece. 



Os  clientes têm a opção de sentar numa mesa normal, ou nas cadeirinhas que ficam no balcão. Na primeira vez que fui na Johnny Rockts do Tietê Plaza Shopping, no mês passado, sentei no balcão, pois a fila de espera das mesas estava enorme.  Gostei de sentar ali porque fiquei em frente a uma jukebox. Claro que escolhi várias músicas!




Os hambúrgueres são ótimos e os milk-shakes, uma tentação. Hoje não resisti e pedi um de Ovo Maltine. Uma delícia!  Mas claro que não consegui tomar tudo sozinha. Wally dividiu comigo.



A primeira vez fui na Johnny Rockets do Shopping Internacional de Guarulhos no comecinho do ano. Gui me levou lá, ele já conhecia a lanchonete lá nos E…

Cozinhando

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Nunca gostei de cozinhar, apesar do meu pai ter sido um cozinheiro de mão cheia e eu ter passado boa parte da minha vida vendo a Comadre, mãe da Tininha e minha mãe de chocadeira, cozinhando pratos maravilhosos.  Cozinhar sempre me amendrontou, sempre me trouxe muita insegurança. Não tenho realmente o dom de cozinhar, e isso faz que uma simples receita pareça uma tarefa impossível de realizar. Pois para mim ler uma receita é quase como ler uma equação bem cabeluda de matemática. Eu sou bem ignorante em termos culinários, então o óbvio para todos é um enigma para mim e , em geral, as receitas que se vê por aí são feitas para quem já tem uma boa noção de cozinha. Uma leiga como eu fica perdida e acaba fazendo tudo errado.  Quando eu leio algo como tempere com sal e pimenta, sem dizer quanto colocar, eu me apavoro. Simplesmente eu não tenho noção de quanto devo colocar. E por aí vai e com isso a minha aversão pela cozinha foi aumentando. Aí a vida me presenteou com um marido que cozinha,…