segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Sábado de Rock!



A noite de sábado foi bem animada, noite com muito  rock'n'roll! Wally e eu fomos ao Clash Club para assistir a três shows:  Toyshop, Zumbis do Espaço e Marky Ramone's Blitzkrieg. 

Das três bandas, o show mais esperado por mim era o primeiro, o show do Toyshop. Há tempos quero ir a um show deles e nunca dava certo. Caso curioso, pois conheço os integrantes da banda, mas nunca tinha visto eles tocando. Não como Toyshop, já tinha visto o Guilherme tocando bateria no Viper e no Bazooka, o Nando tocando baixo no Bazooka também, conhecia já Natacha, vocalista, e o Val Santos, guitarrista, que também já tocou no Viper.  Faz parte do Toyshop também o Gabriel Weinberg, guitarrista, que curiosiamente ainda não conheço. 

Gostei muito do show, já começaram com tudo, cantando a música nova deles, Running Out, que eu adoro! Foi um show de uma hora mais ou menos, bem animado, tocaram praticamente sem parar!  Fiquei mais fã do Toyshop depois deste show. 



Logo depois, os Zumbis do Espaço entraram no palco. Eu não conhecia a banda e não sabia bem o que esperar.  Achei o show bem divertido, pois as letras são ótimas! Letras um tanto violentas, falando em matar, matar e matar, mas que fazem um ótimo contraste com o ritmo das músicas que nada têm de santânico ou violento.  Gostei do ritmo das músicas, me fizeram dançar.  Uma boa descoberta para mim. 





O último show foi do Marky Ramones Blitzkrieg, banda que tem em sua formação o Marky Ramone, baterista dos Ramones.  Eu sempre fui fã dos Ramones, mas nunca fui a um show deles quando estiveram aqui no Brasil. O tempo passou, alguns integrantes morreram e a chance de assistir a um show dos Ramones se foi para sempre.   Por isso estava bem curiosa para ver como seria assistir a este show, com um dos integrantes da banda. 

Foi emocionante escutar aquelas músicas ao vivo. Dancei e cantei muito! Eu gostei muito do vocalista, Johnny Fontane. Ele cantou como se fosse um Ramone, mantendo o clima das canções. Isso foi bem impactante para mim, foi praticamente um show dos Ramones mesmo. 



Como sempre, encontramos amigos por lá. Aqui estamos com o Victor, que a gente não via desde o Rock In Rio!  O Felipe Machado estava lá também, mas desta vez não tirei foto com ele. Mas ele tirou foto do Wally! Cena inusitada, tudo por causa da camiseta que o Wally tava usando, que tinha o simbolo dos Ramones com o nome dos integrantes do Viper. O Felipe ficou todo animado com a camiseta.  Quem fez esta camiseta foi o Douglas, que infelizmente não estava lá, e deu para Wally de presente. 

Foi uma noite muito boa mesmo. Terminanos a noite comendo um lanche no Stop Dog com a Natacha, Guilherme e Val. Cansados e felizes! :)



sábado, 22 de novembro de 2014

Minha Bike e Eu!




A hora que resolvo tirar uma foto decente da minha bike, ela muda! Os pedais são prata agora, foram mudados ontem, sem que eu planejasse. Ontem, durante a pedalada no parque, notei que o pneu dianteiro estava fazendo um barulhinho estranho e pedi para o Wally olhar para mim se estava com algum problema e aí ele notou que o pneu tinha um pequeno rasgo, bem próximo do aro. Então resolvemos ir até a loja onde a bike foi comprada, que fica aqui no bairro. Tivemos a grata surpresa da loja se prontificar a resolver o problema ontem mesmo, não fez história e trocou o pneu na garantia. Aproveitamos e comentamos que os pedais já tinham se soltado duas vezes, a segunda ontem. Então os pedais foram trocados na garantia também.  Serviço de pós-venda da Almeida Sports foi perfeito! 

Hoje pedalei sozinha na rua pela primeira vez. Primeira vez num dia sem ciclofaixa.  Saí bem cedinho, antes  das 8 e fui para o parque. Para minha alegria, peguei o parque vazio. Quinta e sexta, por causa do feriado, o parque estava um inferno! Cheio demais!    Com o parque em condições adequadas, pedalei 16 km!  Esta distância conta todo o meu percurso, saindo e voltando  do apê reserva. Foi tranquilo, ruas quase vazias. Assim nem tenho medo de andar na rua.  

Ainda tenho muito receio de pedalar nas ruas, mas estou pegando prática e isso está me deixando cada dia mais segura. Acho que o medo nunca vai passar, pois a cidade ainda não tem condições boas para os ciclistas.  

A vida é curiosa, quando eu ia na academia e o professor mandava ficar na bicicleta ergométrica, eu queria morrer!  Como eu odiava aquilo. Cinco minutos pareciam uma eternidade. Um tédio!   E agora eu estou viciada em andar de bicicleta, nunca pensei que ficaria assim um dia. Mas a vibe é outra, pedalar sem sair do lugar é chato mesmo. Agora, pedalar de verdade dá uma sensação muito boa de liberdade, além de ser um excercício muito bacana.   A bicicleta me conquistou para valer! :)



Nota da blogueira: Domingo passado eu saí sozinha para andar na ciclofaixa e fui encontrar a Paula no meio do caminho.  Leia-se sozinha: Sem o Wally! Andar com ele sempre me deixa mais segura, pois ele sempre tá de olho para ver se estou andando direitinho, com segurança.  Não conto o domingo como passeio solo pois a ciclofaixa ajuda muito, dá muita segurança para a gente pedalar na rua, bem diferente das ciclovias permamentes. 



quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Reformando



A obra já começou. Agora vai ou vai!  Hoje fui lá em casa para ver como estavam as coisas, aproveitei que hoje é feriado e a obra estava parada.  Ver o apê quebrado assim foi nostálgico. Foi como se eu tivesse sido transportada para os idos de 2004, quando reformamos o nosso lar. Tínhamos acabado de comprá-lo e ele precisou de uma boa reforma.  10 anos depois lá estamos nós reformando de novo. 




A obra começou pelo 'novo' banheiro, que será a suíte. Este banheiro já existia, mas nunca usei. Super-pequenininho e a gente não mexeu nele na primeira reforma, assim, ele foi deixado de lado. Ele vai continuar pequeno, apenas será ampliado o suficiente para caber o box. 

Já foi aberta a passagem entre meu quarto e o novo banheiro. E nela foi descoberto um cano que ninguém sabia que estaria ali. Coisas de reforma. Agora será feito um desvio no cano, para que conseguir seguir o projeto da obra. Bem estranho estar na área de serviço do apartamento e ver a parede vermelha do meu quarto. Surreal. 

Aqui no apê reserva tudo em ordem. Gatos mais calminhos e eu conseguindo dormir. O meu drama é a hora do banho. O disjuntor não aguenta o chuveiro e o resultado é banho frio.  O meu primeiro banho aqui foi frio! Aí já traumei e só tenho tomado banho morno. Dizem que água mais fria faz bem para os cabelos. Ficarei com os cabelos lindos, então! 

Acho que vou terminar a minha temporada por aqui um pouco mais ordeira. O apê reserva é pequeno, então não posso deixar nadinha fora do lugar que vira um caos. Em casa eu faço a minha baguncinha básica e arrumo tudo quando começa a ficar caótico. Aqui não, não dá nem pra começar uma baguncinha. Vai ser bom ficar mais organizada. :)




quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Beijo e Amor






Sou romântica, sempre fui e, nesta altura do campeonato, acho que sempre serei.  Os tempos atuais estão menos românticos, os pares se fazem e desfazem numa velocidade avassaladora. Compromisso? Muitos não querem, querem apenas uma ficada para aliviar a carência. Isso faz parecer que o amor está em extinção e que o beijo com amor, mais ainda!

Estou com uma frase na cabeça há dias : O beijo se libertou do amor. Li esta frase na crônica do Ivan Angelo, na Vejinha. Ele escreveu isso com um tom claro de tristeza, relatando que hoje o beijo ficou banal, não significa tanto quanto antigamente.  Eu acho que isso é verdade em termos.  Há sim uma galera que sai pra beijar e contabilizar quantos beijos deu durante a balada. Neste situação o beijo está completamente liberto do amor. Ele é apenas um beijo e nada mais. Mas ainda tem muito beijo romântico por aí!

O amor pode estar mais ligeiro, a paquera pode estar automatizada, até com apps específicos para isto, mas o primeiro beijo sempre será marcante. Se tem alguma fagulha entre o casal, os momentos pré-beijo vão fazer a respiração ficar mais rápida, o coração parecer que vai pular fora do peito!  Tudo ao mesmo tempo, medo, alegria, timidez, desejo e até vontade de sair correndo! Será que o beijo será bom?  Será que o outro vai gostar? Como beijar?  Beijo tímido ou  um beijo mais avançado?  Tanta coisa para pensar, mesmo em um momento em que a gente só devia seguir a intuição. Mas somos seres racionais e a nossa cabeça analisa tudo, mesmo que a gente não queira. Parece coisa de novela, mas pode sim acontecer na vida real. Quando acontece é inesquecível 

Acho que o beijo vai sempre continuar primordial numa história de amor. Quando há amor, o beijo é valorizado.  O beijo pode existir sem o amor, mas o amor não existe sem o beijo. 



segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Sam, Diabetes e Eu !

Sam e Frodo




Há 6 meses  recebi o diagnóstico que o Sam sofria de diabetes. Na época fiquei desesperada, pois acreditava que seria um tormento  aplicar a insulina, cuidar da alimentação dele direitinho e medir a glicemia.  No começo foi mesmo, mas agora tudo já faz parte do nosso cotidiano.  Ele já se habituou à rotina das injeções de insulina (duas por dia!) e à medição diária de glicemia, o que significa ao Sam ter sua orelha furada para colher o sangue. Ele se acostumou e eu também. Não reclamo de ter que cuidar dele, de ter que respeitar religiosamente os horários da insulina. Claro que preferiria que isso não tivesse acontecido, não quero o meu gato doente, mas já que isso aconteceu, tenho que lidar da melhor forma possível. 

Para minha surpresa, estou lidando muito bem com tudo isso. Já não me desespero mais quando a  glicemia sobe muito. Já encaro como parte da doença dele. Acontece. Também não o trato  de maneira diferente do Frodo.  Se aprontar, leva bronca, igual ao irmão.   E apronta, viu gente?   E vê-lo aprontar hoje em dia é um bom sinal, sinal que ele está bem disposto, apesar de tudo.  

Confesso que as minhas esperanças que a diabetes do Sam regrida são menores a cada dia. No fundo do meu coração tem uma fagulha de esperança, que torce por um milagre, mas a minha parte racional já sabe que dificilmente isso vai acontecer.   A diabetes entrou na vida dele e na nossa, pra ficar.  Não é um fardo, é um ato de amor. Cuidar dele é um ato de amor. Não falo isso para fazer média não, tanto que, até isso me acontecer, eu não entendia como as pessoas podiam  aguentar um dia a dia puxado de ter um bichinho em casa precisando de tantos cuidados. Eu achava que era um cotidiano de tristeza. Hoje sei que não é. Há dias ruins, outros melhores e até dias em que nem parece que o meu Sam tá doente.  Mas tratar dele me traz mais paz do que tristeza.  Coisas assim a gente só descobre quando vivencia.  

Felizmente, a mudança para o apê reserva não mexeu com o índice de glicemia dele. Fiquei com medo que o stress da mudança fizesse a glicemia disparar, mas   continua na média de sempre. 

Em breve ele fará novos exames e aí vamos ver o que a vet vai dizer, o que ela vai receitar para tentarmos baixar a glicemia dele para os níveis aceitáveis. 



Nota da blogueira: Wally  me ajuda muito, muito, muito, muito com o tratamento do Sam. Hoje em dia  ele  que aplica as injeções. Eu ajudo  segurando o Sam, que nem preciso mais segurar tanto assim.  A medição de glicemia fazemos juntos também. Wally é um ótimo pai de gato.  :)