sábado, 15 de agosto de 2015

Mission: Impossible - Rogue Nation




Ter impossível no  nome desta série de cinema não poderia ser mais adequado, pois o que vemos na tela é 90% impossível de acontecer na vida real. E isso é muito bom!  É muito bom  ver roteristas e diretores de cinema se jogando com tudo numa obra de ficcção, sem se preocupar em ter um pé na realidade!  É um frescor se deparar com um filme de ação deste jeito, em que o único vínculo com a realidade é a história se passar no mundo em que você e eu vivemos. Nada mais.  O cenário é nosso mundo real, mas os acontecimentos pertencem ao mundo da ficção, Ethan Hunt (Tom Cruise lindo de morrer como sempre!)  e seus colegas fazem coisas incrivelmente impossíveis na tela e com isso o filme nos presenteia com cenas de ação incríveis e empolgantes. 

Eu fui assistir Mission: Impossible - Rogue Nation (2015 - USA/ China/ Hong Kong) ontem no IMAX do Shopping Bourboun. Adoro assistir filmes 2D na telona do IMAX, muito melhor que em 3D. Aliás, hoje em dia, poucos são os filmes que justificam eu ter ficar dois horas com dois óculos na cara, os meus e os 3D.  Por isso, prefiro filmes 'normais'.  

Neste filme Ethan Hunt recebe a notícia que  a IMF, serviço secreto para qual trabalha, foi fechado e que as missões estão canceladas. Mas ele se rebela e continua empenhado em descobrir quem faz parte do  Sindicato, organização terrorista que está fazendo ataques generalizados pelo mundo. Nesta empreitada ele encontra Ilsa Faust (Rebecca Fergunson), outra agente secreta, mas  ele  não sabe se é confiável ou não.  Eu gostei muito das cenas de luta dela, fiquei fascinanda com ela lutando. Mais habilidosa que todos os caras em cena. Legal colocarem uma personagem feminina que pode encarar de frente qualquer fortão do filme.  Um dia ainda vou aprender a dominar um salto alto como ela! Eu mal consigo andar direito e ela faz cada estripulias de salto! 

Uma das sequências que mais gostei do filme foi a que se passa durante a ópera Turandot. A ópera cendo encenada e bandidos e mocinho numa perseguição intensa nos bastidores. As cenas ficaram muito envolventes. Perfeitas!

Saí do cinema com vontade de assistir ao filme de novo.   Filme empolgante! 


terça-feira, 4 de agosto de 2015

Beleza Natural




Esperei  alguns anos para tirar esta foto. Esta árvore fica no caminho do ponto de ônibus para o meu trabalho.  Uma vez por ano ela fica assim, com as folhas secas e linda. Isso dura no máximo dois dias, depois ela fica sem folha alguma.  A primeira vez que me deparei com esta imagem fiquei encantada com tanta beleza.  Mas o celular tava lá no fundo da bolsa e não tive ânimo de pegar o celular por medo de assalto.  E assim foram passando os anos e as trocas de folhas da árvore e nada de eu conseguir tirar a foto para eternizar esta beleza natural.  Mas hoje já deixei o celular no bolso e pronto, deu pra tirar a foto tão desejada! 

Falam muito que São Paulo é uma cidade onde o concreto impera, que não há belezas naturais. Mentira, coisa de gente que anda apressada e não repara nos detalhes da cidadade.  Há muita árvore e flores lindas espalhadas pelas ruas da minha querida cidade. Eu vivo reparando.  Adoro ver o colorido das flores enfeitando as ruas e avenidas. 


Estou contente por agora poder guardar comigo a imagem desta árvore e suas folhas secas que tantam me encanta. :) 


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Um Ano de Pedaladas!!!

Foto tirada em 21 de abril de 2015



Há exatamente um ano eu comecei a andar de bicicleta de novo, após mais de 20 anos sem pedalar. Não podia imaginar naquela manhã de domingo que a bicicleta entraria na minha vida de vez. Não foi uma empolgação passageira não, tornou-se parte da minha vida andar de bike, tanto que sinto muita falta quando não consigo pedalar! Pedalar me faz bem, me dá paz. Vai muito além do exercício físico, é algo me faz sorrir, mesmo estando cansadona depois de uns 20 e muitos quilômetros. É um cansaço bom. 

Melhorei muito no domínio da bike durante este ano. Mas ainda preciso ajustar alguns detalhes, como as curvas fechadas. Não consigo fazer curva fechada!  Me atrapalho toda, um horror.  Melhorei bastante nas ultrapassagens, já estou muito mais segura, antes morria de medo de bater na outra bicicleta durante a manobra.  Falando em batida, nunca bati em ninguém, fiquei só no quaaaaseee, mas sempre por barbeiragem do outro ciclista.  Tombos?  Um só e por culpa minha, me atrapalhei para descer da calçada com a bike e tomei um lindo capote. A bike e eu escapamos sem nenhuma escoriação mais grave.  

Durante este último ano pedalei 1655 quilômetros. Eu acho uma distância enorme!  Até hoje ainda me espanto quando vejo que pedalo 30k num passeio e que pedalo de boa. No começo, eu mal conseguia pedalar 10k e já estava morrendo!  Resistência melhorou muito nestes 12 meses. 

Ultimamente só saio para pedalar aos domingos, na ciclofaixa de lazer. Durante a semana andei desanimado, pois o Parque Ibirapuera anda lotando muito e aí os ciclistas sem noção me estressam. É muita gente fazendo tudo de errado e colocando os outros em risco. Complicado. 

Uma das coisas mais legais desta minha vida de ciclista foi incentivar outras pessoas a pedalar. Foi uma surpresa maravilhosa perceber que eu estava servindo de exemplo. 

Tudo isso só aconteceu por causa do Wally, que insistiu muito para eu sair para pedalar e até hoje me incentiva e me acompanha nas pedaladas.  Obrigada, amor! Obrigada por me dar umas das coisas mais legais da minha vida: O hábito de pedalar! :)


sábado, 1 de agosto de 2015

Escapamos! #Escape60




Ontem voltei ao Escape 60, para a comemoração do niver do Claudio, que chamou vários amigos para jogar juntos. Desta vez fomos para a sala 'O Falsário',  sala com capacidade para 16 jogadores. Esta tem uma dinâmica um pouco diferente da outra, são dois times adversários, cada um num lado da sala, tentando desvendar as pistas para conseguir sair da sala primeiro. É a mesma quantidade de pistas para cada time, mesmas etapas, mudando apenas os segredos dos cadeados.  Outra coisa que achei bem diferente da outra vez, foi a decoração da sala. Na sala do 'Falsário' a decoração não ficou tão imersiva como na sala da 'Operação Resgate', onde a gente se sente mesmo num quarto de hotel decadente. Na sala de ontem, faltou alguma coisa, não nos sentimos num ateliê de pintura. Talvez as mesas com cadeiras que quebraram o clima. Mas tirando este detalhe cenógráfico, foi tudo perfeito! Tão perfeito que a gente escapou!!!

A perfeição já começou na hora do sorteio dos times. A gente, Wally, Paula, Carlos, Denílson e eu,  queria ficar junto, pois fomos juntos da outra vez, mas o aniversariante queria misturar todo mundo! Por isso tiramos os papéizinhos do sorteio tudo com cara desanimada. Mas isso durou pouco, pois todos nós tiramos o número 2! Ficamos juntos! Foi surreal.  Claudio e Edward, que estavam com a gente na primeira vez, ficaram no time 1. 

A brincadeira foi bem  empolgante e tensa. O cronômetro dá o tom da pressão, ele vai chegando perto do zero e a gente vai ficando cada vez mais desesperado para desvendar as pistas! É uma tensão boa, desafiadora.  Nosso time trabalhou muito bem, tudo mundo empenhado e trabalhando bem em conjunto.  Paula e Denílson foram fundamentais  para esta sala, pois tudo girava em torno de obras de artes e eles sabem muito! Isso fez a gente ganhar tempo várias vezes.  Eu fiquei feliz por ter desvendado uma pista sozinha! Foi legal 'entender' como a pista funcionava.

Adorei que nesta sala a abertura da porta foi totalmente diferente da outra.  Não adiantou nada a gente saber o mecanismos que abre a porta da outra sala. Ponto para a turma do Escape 60, que faz que a brincadeira seja totalmente nova mesmo que a gente já tenha ido antes.   Quando a porta abriu foi uma euforia só!  Escapamos faltando menos de 3 minutos para o final do tempo.  Foi bem no limite mesmo!  




Nesta foto está toda a turma que foi com a gente. Todo mundo misturado, times um e dois.  Foi uma noite muito legal, divertida e empolgante.   

O Escape 60 é legal mesmo quando a gente não escapa, mas é muito mais legal quando a gente escapa!  Ainda mais quando a gente sabe que poucos conseguem a façanha!  A gente ficou muito contente! Festejamos muito!  Já queremos voltar! 



Nota da blogueira: Claudio sempre arrasando nas festas de aniversário. Adorei a celebração de ontem, que terminou no Armazém Paulista, onde brindamos o aniversáriante e a nossa vitória! 





segunda-feira, 20 de julho de 2015

The Cure - Nunca é o Bastante




Ler o livro "A História do The Cure - Nunca é o bastante" (Autor Jeff Apter) foi emocionante. Não apenas por revisitar a história de uma das minhas bandas preferidas de sempre, mas também por revisitar músicas que fizeram (e ainda fazem!) parte da trilha sonora da minha vida.  A história do Cure é um pouco a minha história também, mais especificamente a partir segunda metade dos anos 80, quando me encantei pelo Robert Smith e suas canções. 

O que me encantou neste livro é o foco dele na produção musical da banda, o autor faz relatos detalhados sobre os processos de composição e gravação das músicas. Faz uma descrição apurada sobre cada álbum e cada faixa. Isso foi especialmente nostálgco, pois naquela época, quando o acesso à música estrangeira era algo complicado por aqui, eu 'escutava' muitas canções através das reportagens da revista Bizz, onde lia resenhas incrivelmente detalhadas de álbuns que levariam séculos para chegar por aqui.  A música traduzida em palavras! 

Li o livro com trilha sonora, depois de cada sessão de leitura, eu colocava as músicas do Cure para tocar, sempre as que estavam sendo citadas naquele momento no livro. Foram momentos de nostalgia e também de descobertas, pois eu pouco conhecia da produção do Cure antes do estouro de 1986. Conhecia as canções mais populares mesmo, nunca tinha escutado um álbum completo que tenha sido lançado antes da coletânea "Stand on A Beach", meu primeiro disco do Cure.  Gostei de conhecer um pouco mais sobre os primórdios do Cure. Agora tenho salva no meu Spotify a discografia completa deles! Aqui em casa tenho 3 LPs ( Stand on A Beach,  The Head on The Door e Kiss me Kiss me) e 2 Cds (Desintegration e Wish). Um dia ainda terei todos!

Um trechinho do livro me desapontou, a passagem da banda pelo Brasil em 1987. No livro relata os shows do Rio,  Belo Horizonte e Porto Alegre, mas não faz menção ao show que eu fui, aqui no Ginásio do Ibirapuera.  Mesmo assim, neste trecho, minha mente foi inundada com recordações daquela noite incrível! Foi o primeiro show de rock que eu fui! Eu tinha 15 anos. Comecei muito bem, né?  

Eu terminei o livro neste fim de semana, depois de enrolar uma semana, não queria terminar o livro! Foi uma leitura especial, emocionante e cheia de nostalgia.


Nota da blogueira: Ganhei o livro do Wally. Foi presente de dia dos namorados. Ele acertou em cheio! :)