segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Rita Lee Mora Ao Lado




As músicas da Rita Lee marcaram a minha vida, principalmente a minha infância e adolescência. Gosto muito destas músicas até hoje,  sei cantar muitas de cor. Por isso eu estava muito curiosa para assistir ao musical ' Rita Lee Mora ao Lado', estrelado pela Mel Lisboa.    Finalmente  ontem matei a minha curiosidade e saí sorridente e um pouco emocionada do Teatro das Artes, lá no Shopping Eldorado. 



O espetáculo conta a história da Rita Lee, desde a sua infância até sua consagração como cantora e foi baseado no livro homônimo de autoria Henrique Barstch. A narrativa do espetáculo é a mesma do livro, feita pela vizinha (inventada pelo autor) da Rita Lee, Bárbara Farniente, que nos relata os detalhes da história, que é permeada de muitos números músicais. 

O elenco é enxuto, mas muito bem aproveitado. Fiquei impressionada com a qualidade vocal dos atores. Cantam muito bem, fazem interpretações de arrepiar! Mel Lisboa arrasa como Rita Lee, além da caracterização perfeita, ela canta muito bem. Me convenceu e me encantou como Rita Lee. 







A montagem tem cenários simples e versáteis, que vão emoldurando cada parte da história de maneira criativa. Eu adorei as soluções cênicas do espetáculo, como a cena em que Rita e sua turma andam de carro.  Ficou uma cena muito divertida e envolvente.  Adorei! 

Durante espetáculo curtimos músicas  de outros nomes importantes de nossa música, como Caetano Veloso, Gil, Gal Costa, Elis Regina, Ney Matogrosso e Tim Maia, que garantem ótimos momentos. Eu me controlei para não cantar junto! 

Quem é fã da Rita Lee e de músicais, tem que assistir ao espetáculo. Ontem seria a última apresentação, mas a temporada foi prorrogada até novembro. Vale a pena! :) 



Nota da Blogueira: Fiquei com muita vontade de ler o livro.  Já coloquei na minha lista de leituras futuras. 

Nota da Blogueira 2: As fotos não foram tiradas por mim. Meu celular ficou guardadinho na bolsa e desligado durante todo o espetáculo.

domingo, 31 de agosto de 2014

Cansei de ser gatinha!




A minha Hello Kitty cansou de ser gata há tempos, ela sonha em ser um alligator! E só usa esta roupinha desde que a trouxe lá da Flórida.  Uma graça, não? 

O que não tem graça é a Sanrio vir dizer que a Hello Kitty nunca foi uma gatinha.  Quanto sakê tinha na cabeça do representante da empresa quando fez esta declaração? Não faz sentindo algum. Ela tem uma imagem que remete ao nosso imaginário de como um gato pode ser representado graficamente. Não tem como fugir disso. Se ela é uma menininha, ela precisa  procurar logo o  Professor Xavier, pois com certeza ela é um mutante. 

Eu sou fã da Hello Kitty desde sempre, afinal amo gatos e não há gatinha mais fofa que a Hello Kitty. Tenho várias dela aqui em casa, de pelúcia, de plástico, grande, pequenininha e ainda terei mais e mais.  




Não entendo o que a Sanrio pretende com esta declaração, pois ninguém vai deixar de considerar a Hello Kitty como uma gata. Virou uma piada, meio sem graça, mas virou. O que teve graça foi o Snoppy entrando na onda e nos passando uma declaração que é um cachorro. Que alívio! Ele não tem nenhum tipo de transtorno de personalidade. 






quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Mais uma ciclista!




A mais nova ciclista do pedaço é a Sugarbaby!!! Hoje ela conseguiu pedalar sozinha, sem a ajuda da professora, a Renata. Começou a pedalar sozinha e não queria parar mais. Fiquei muito contente quando eu vi que ela tinha conseguido.

Ela nunca tinha andado de bicicleta, só quando era bem pequena e com as rodinhas. Mas nunca tinha se arriscado a aprender a andar para valer.  Ela se animou quando viu o meu entusiasmo com a bicicleta e chamou a Renata, nossa amiga e ciclista experiente, para ensiná-la.   Bastaram apenas 4 aulas para  a minha irmãzinha pedalar sozinha.  Ela criou confiança, venceu o medo e pedalou!  

Aprender a andar de bicicleta depois de adulta é meio complicado, pois quando a gente é criança é destemido demais e não tem medo de tombos.  Depois que crescemos, ficamos cheios de medinhos. Eu também estava com bastante medo quando recomecei a andar de bike no comecinho do mês. Mas o medo foi passando e a confiança aumentando. Com a Sugarbaby  está sendo assim também.  Logo ela estará andando comigo na ciclofaixa no domingo. 

Agora tenho uma companhia para as minhas pedaladas durante a semana. Amanhã vamos de novo ao Parque Ibirapuera para andar de bike. Estou adorando esta minha nova rotina com mais atividade física. 




segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Amor Incondicional?







Desde que o Dr. Roger foi preso, ando me questionando sobre o tal amor condicional que tanto é enaltecido nos livros e filmes. O homem violentou várias pacientes, há provas e muitas denúncias. Ele já está judicialmente condenado, mas até então estava fugitivo. Foi preso no Paraguay, onde vivia com a esposa e os filhos.  Agora está onde deveria estar  há muito tempo, preso, pagando pelos seus crimes.

Não páro de pensar na mulher dele. O meu primeiro pensamento foi de condenação total, afinal, ela estava sendo conivente com o marido fugitivo da justiça, com um marido criminoso.  Depois comecei a pensar, será que está mulher não está praticando o tal do amor incondicional? Ok, ela largou tudo aqui para continuar vivendo no luxo em outro país. Mas estava como fugitiva, longe de todos, abdicou da sua vida para viver escondida com o marido e os filhos. Acho que não há luxo que recompense estar longe de todos que você gosta, sem poder pegar um avião e vir matar as saudades. Talvez eu seja sentimental demais, mas é o que eu penso. 

Com certeza eu não sou a única pessoa que olha para esta mulher com um olhar de recriminação e espanto. Acho que a grande parte das pessoas também se pergunta como ela pode estar ao lado de um cara capaz de abusar de tantas mulheres. E, para deixar tudo mais intrigante, os dois começaram o relacionamento quando as denúncias contra ele já estavam acontecendo.  Como alguém tem coragem de se envolver com um homem com um histórico desses? O lado bom dele, que aparentemente só ela conhece, anulou toda a maldade que este homem fez?  O que faz esta mulher a ficar ao lado dele e enfrentar o mundo inteiro contra ela e a sua escolha?   Ela sente um amor tão fulminante assim? 

Eu não tenho respostas. Acho que nunca terei. Sempre ficarei me perguntanto se há amores incondicionais mais honrosos que outros. 



domingo, 24 de agosto de 2014

Quase







Hoje, durante o meu passeio de bike pela ciclofaixa, me deparei com um semáforo para bicicletas. É o primeiro do tipo que  vejo aqui na cidade, já tinha visto na Alemanha. É um sinal  que estão pensando na real integração das bicicletas em nosso trânsito. Acho que isso ainda vai levar um bom tempo, pois tudo que tem sido feito até agora foi na base do improviso, sem nenhum estudo para que realmente a convivência entre motoristas, ciclistas e pedestres seja  boa.  Eu não tenho coragem de pedalar no trânsito, morro de medo, pois as ciclovias existentes somente jogam as bicicletas no meio do trânsito. Uma faixa vermelha não garante segurança alguma e, do jeito que vem sendo implantada, só atrapalha o trânsito dos carros e ônibus e deixa os ciclista em sitação muito vulnerável.

Com o aumento da frequência das minhas saídas de bike, comecei a colecionar pequenos incidentes. Uns por conta da minha inexperiência com a bicicleta, como levar um tombo ao descer da calçada pra rua, outros por irresponsabilidade dos outros. 

Tanto no Parque Ibirapuera, que tenho ido com frequência, como na ciclofaixa de domingo, me deparo com muito ciclista mal educado. Que só pensa nele, faz ultrapassagens irresponsáveis ou invade a mão contrária apenas para conseguir pedalar ao ladinho da namorada ou do amiguinho.  Já tive várias quase-batidas por causa de gente que não respeita a sinalização e a mão da ciclovia.  E dá-lhe freadas bruscas para não bater no cidadão quem vem na direção contrária! Um saco.  

Outro problema são os pedestres que cismam em circular pelas vias exclusivas para bicicletas. Já quase atropelei uns 3. E garanto que a culpa não foi minha. No parque ontem quase atropelei um velhinho que andava no estilo do Mr. Magoo, sem fazer questão de olhar o que estava acontecendo em volta. Hoje foram dois pedestres que estavam correndo na ciclofaixa.  Complicado.  

Tudo isso somente salienta a falta de educação que temos aqui. Tudo que a gente reclama dos motoristas, eu já reparei que aparece nos ciclistas e nos pedrestes. É uma falta de consideração com o outro generalizada.  Muitos não estão nem aí para a sinalização e acabam colocando em risco a segurança dos que estão a sua volta.  

Por conta desdes riscos ao pedalar que não tenho vontade de andar de bike escutando música. Preciso estar com os meus ouvidos bem atentos, eles são preciosos aliados dos meus olhos para evitar que acidentes aconteçam.   E, além disso, tenho gostado de pedalar com o som ambiente ao meu redor, dá uma sensação de liberdade bem particular e me ajuda pensar na vida. Sim, pedalando e meditando!