sábado, 25 de outubro de 2014

Voltando pra casa! #SanFranciscoDays

Starbucks aqui embaixo do hotel




Terminei meu último café da manhã em San Francisco há poucos minutos.  Desci até a Starbucks e pedi o de sempre: Vanilla Latte e cheese danish.  Vim tomar aqui no quarto, tomando café e terminando de checar a bagagem. Tudo pronto pra voltar para o Brasil. 

A noite passada demorei para dormir, um misto de ansiedade e saudosismo antecipado. Minha cabeça ficou relembrando tudo que vivi por aqui. Nem fui e já quero voltar! San Francisco me encantou mais do que eu poderia imaginar. Eu sempre quis conhecer esta cidade, sempre achei que fosse um lugar bacana, mas nunca pensei que pudesse ser tão bacana! Eu realmente me apaixonei pela cidade, apesar das ladeiras impossíveis!  

Não  sei como é o clima daqui em outras épocas do ano, mas em outubro o clima foi perfeito. Temperatura oscilando entre 14 e 24 graus centígrados, muitas vezes não passava dos 20!. De manhã e a noite sempre é um pouco mais friozinho, fazendo os tais 14 graus. Nos primeiros dias eu saí toda agasalhada para ir para aula, realmente tinha frio. Mas fui acostumando e passei a sair só com um moletom básico e um lenço no pescoço. Fiquei surpresa ao notar que eu estava com pouco agasalho numa temperatura dessas. Adorei ter me acostumado com o friozinho daqui. 

Daqui umas duas horas tenho que fazer o check out aqui do hotel e aí começa a minha jornada de volta ao lar. Chego no domingo às 13 horas.  Vou tomar um bom chá de aeroporto em Los Angeles, 4 horas esperando o vôo para GRU.  Mas já tá melhor que o vôo de vinda.

Volto para casa feliz, fiz uma viagem que me marcou e que me fez muito bem. Vou voltar mais forte. Valeu a pena! 


Pena que o tempo passou voando. Quando me dei conta, a última semana tinha chegado. Quando a gente tá feliz não vê o tempo passando mesmo. :)

Os posts sobre a viagem ainda não acabaram, tenho algumas fotos para publicar aqui ainda. 

Adorei relatar os dias aqui em San Francisco.  Fiquei feliz por ter postado todos os dias, nunca tinha feito isso! :)  Bloguei como nunca antes. 

Até a  volta! 


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Despedida Brasileira #SanFranciscoDays

Mami, Mai Yen, eu, Benazir e Ugo

Quem teve a idéia  de termos um jantar brasileiro foi a Mami. Ela queria provar comida brasileira, então fomos ao restaurante Minas Brazilian Restaurant, que fica próximo ao Civic Center.  Eu já tinha ouvido falar deste restaurante, meu amigo Cadinho tinha me indicado.  

Mari, Abdul e Rafael
Saímos da aula, que hoje terminou umas cinco e pouco da tarde, e fomos para lá. Acho que levamos uns 40 minutos para chegar lá.   



A viagem de busão até lá foi divertida. A gente não parou de falar. Uma mistura de Inglês, Português (a Benazir é de Angola) e Italiano, com o Ugo perguntando como falava as coisas em Português.

Tomo, o rapaz que não sei o nome, Álvaro e Mari. 

Estávamos em uma turma de 11 pessoas, sendo que 8 estão na mesma classe que eu. Dois eu conheci hoje, sendo que um não lembro o nome. Que vergonha! 



O cardápio do restaurante é uma tentação só! Eu queria pedir de tudo um pouco, fiquei muito indecisa.   Decidi pela feijoada, mas depois mudei de idéia e pedi bife acebolado com arroz.  Acertei em cheio no meu prato, estava delicioso!   Muitos pediram feijoada, como a Mai Yen. Claro que pedimos caipirinha também! Todos adoraram a comida brasileira. Foi um jantar  muito bom. 

Como vou embora no sábado, este jantar acabou virando uma despedida para mim.  Tudo meio inesperado e muito legal.  Adorei passar este tempo com os meus novos amigos. 



Nota da blogueira: Quem passar por San Francisco tem que ir ao Minas Brazilian Restaurante, é muito bom mesmo!   Foi uma ótima descoberta, pena que só agora no fim da viagem. 



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Exploratorium #SanFranciscoDays



Hoje, depois da aula, fui conhecer o museu Exploratorium, que fica no Pier 15.  O museu é do estilo do Estação Ciência de São Paulo, onde o que está exposto é para mostrar como as coisas acontecem. O museu é totalmente interativo, tudo que está ali é para o visitante tocar, brincar, ver como funciona.  É um museu de experiências sensoriais, que lida com as coisas que estão à nossa volta, como sons, cores, luz, gravidade. Coisas do nosso mundo.



Quando fui comprar o meu ingresso, a mocinha do museu me perguntou de onde eu era e se estava à passeio pela cidade. Eu comentei que estava fazendo um curso de Inglês e ela me vendeu a entrada para estudante. Uma ótima supresa, enconomizei uns dólares!  




Isto é um theremim, um instrumento musical que é tocado sem que a gente precise encostar nele.  Basta movimentar as mãos perto das hastes que o som aparece.  Eu já tinha ouvido falar disso, uma vez Wally comentou comigo e achei muito inusitado.  Foi muito bacana poder tocar um theremim. 



Li as instruções o instrumento e consegui reproduzir alguns sons. Foi divertido!  Todos os itens expostos possuem instruções como esta, que explicam o que o visitante tem que fazer e qual é o fenômeno que ele está experimentando. 







Gostei muito da parte  óptica do museu, muita experiência bacana com a imagem do visitante. Aqui os espelhos que fazem a gente se multiplicar e outro que faz desaparecer. 




Aqui o visitante se transforma em uma pintura. Adorei este efeito! Confesso que não li como isso é feito. Fiquei tão distraída com o efeito visual e não lembrei de mais nada. 



Este é o espelho mais legal que tem por lá.  Na foto não conseguiu reproduzir o efeito.   O reflexo do visitante sai em 3D!  Parece que a gente salta do espelho! Muito louco isso.   Melhor que muita sala de cinema em 3D que eu conheço. 





Foto tirada na sala monocromática. Você entra lá e fica em sépia. Tudo que está na sala fica assim e há estas lanternas penduradas, com luz branca,  para a gente ver a cor real das coisas. 



Achei este robozinho muito lindo. Ele está na parte que mostra como as animações são feitas. Há vários robô numa plataforma giratória. A gente muda a posição de cada um, faz levantar o braço, virar de lado, levantar a perna. Cada robô um pose e ao girar a plataforma a gente 'vê' ele dançando. 





Acho que esta era a única peça exposta que o público não pode tocar. O que faz todo sentido, parece ser algo muito frágil e, além disso, há a informação que o autor levou 37 anos para concluir a obra. Melhor manter a distância mesmo.  Achei realmente muito bonito. 







Fliperama transparente, pra gente ver como tudo funciona.  Joguei um pouquinho, mas não consegui fazer muitos pontos. Perdia a bolinha muito rápido. 




Esta máquina me proporcionou uma experiência bem esquisita.  Sentei lá e falei como a instrução orientava e mexi no botão, que provocava um atraso/distorção no que eu falava. Eu falava uma coisa e escutava  minha voz no fone  em uma velocidade reduzida. Isso me provocou uma pane, eu não conseguia mas falar nada direito. Lembram a mulher do sanduiche -iche-iche?  Então, agora sei exatamente pelo que passou aquela mulher. Não foi culpa dela, a história do retorno com delay é verdadeira. Simplesmente ela não conseguia mais falar direito, o cérebro dela se confundia, como o meu se confundiu hoje. Perturbador perder o controle do que eu falo. 





Eu tirei esta foto linda.  Claro que não foi mérito meu, eu apenas apertei o botão da caixa onde estavam a máquina fotográfica e a superfície onde a água pingava. 





Eis a caixa com todo o mecanismo para tirar a foto. Tirei algumas fotos e registrei a que achei que ficou melhor. 





Lá é tão legal que até a tampa da caixa de eletricidade do museu é cheia de estilo. Gostei tanto que tive que fotografar. 

Devo ter passado umas duas horas por lá. É bem divertido e curioso. Um lugar perfeito para crianças e para quem ainda tem o espírito curioso dentro de si.  Um ótimo passeio! 


Nota da blogueira: O "hoje" do começo do post significa quarta-feira, 22 de outubro. Escrevo o post às 21:19, horal local de San Francisco.  As fotos que estão aqui neste post representam uma pequena fração do que tem no museu. Tem muita coisa mesmo! 


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Comidinhas #SanFranciscoDays

Cheese danish!



Como já comentei antes aqui, eu almoço em algum restaurante e janto em 'casa', sempre comendo comida automática.  Este post é pra mostrar um pouco da minha dieta de férias. Quando eu voltar vou precisar de uma dieta detox, pois a última coisa que estou fazendo aqui é comer certo. 

Em geral tomo o café da manhã no Starbucks, meio difícil de fugir. Primeiro porque lá eu encontro algo que eu amo e não tem no Brasil: Danish, e depois porque tem Starbucks aqui embaixo do hotel e ao lado da escola.  

Eu conheci este pão quando fui para Los Angeles em 2012. É muito bom!  Aqui não tem os com recheio de frutas como em L.A, só tem o de queijo. Mas é tão bom quanto! Como quase todo dia, geralmente com um copo pequeno de vanilla latte. 



Alguns dias eu comprei este achocolatado pronto.  Muito bom este TruMoo!


Um dia resolvi pedir um café da manhã diferente no Starbucks: Suco de laranja e croissant com  salsicha! A salsicha estava mais para linguiça. Se não me engano, este foi o dia que fui para o outlet, como não sabia que horas conseguiria almoçar, resolvi reforçar o café da manhã.  Gostei do pão com salsicha! 



Este é um cheesecake de tiramissú do famoso Cheesecake Factory. Eu não ia deixar de experimentar, ouvi falar tanto deste cheecake!  É muito bom mesmo, mas a fatia é enorme! Este cheesecake foi praticamente uma refeição.  Falando nisso, a primeira vez que fui lá não consegui provar o cheesecake, pois o prato do almoço era generoso demais.




Este foi o meu almoço lá, uma delícia! Bolo de carne com purê de batadas e saladinha de legumes. Infelizmente havia pimentão no prato, mas estava só na salada e não comprometeu o sabor.  Esta é a porção reduzida que é servida no almoço. Nem quero imaginar o tamanho da porção normal. Deve dar para duas pessoas facinho!





Claro que já comi hamburguer de fastfood aqui. No McDonald´s já fui duas vezes, muito bom o sanduíche de frango que eles têm aqui. Comi também no Jack In The Box, foi um almoço nostálgico. Esta rede existiu em São Paulo há muito tempo e meu pai costumava levar a gente para comer lá.  Muito bom o hamburguer, de frago de novo!  É, só peço hamburguer de frango. 




Na segunda eu almocei em um restaurante italiano perto da escola, o Cioppinos. Aqui  na cidade tem muitos restaurantes italianos, todos com jeito de restaurante bom.  Gostei muito do meu macarrão com almôndegas. Mas novamente a porção era grande demais para mim. Comi quase tudo. 


Para encerrar este post, que já está me deixando morta de fome, o sorvete que recentemente chegou em São Paulo : Ben & Jerry's!  Há uma lojinha deles perto da escola, bem pequena mesmo e totalmente sem charme.  Eu não sabia o que pedir, pois os nomes dos sabores são bem estrambólicos, não dá para saber o certo o que é. Este da foto é um tal de New York Fudge something! O nome é bem comprido e eu realmente não lembro como era, mas o que importa é que é muito bom.  É sorvete com chocolate com nozes e pedaços bem grandes de chocolate escuro e branco.  Eu adorei os pedações de chocolate. 




terça-feira, 21 de outubro de 2014

California Academy of Sciences #SanFranciscoDays




O museu California Academy of Sciences fica dentro do Golden Gate Park, uns 15 minutos de caminhada desde a entrada principal do parque, na Haight St.  No sábado eu devolvi a bike, almocei  e depois  fui caminhando até o museu. Infelizmente não consegui pegar uma data de entrada grátis. Neste mês de outubro o dia grátis será dia 25, quando eu já estarei pegando o rumo de casa. Paguei para entrar 34 dólares. 





O museu tem várias exposições simultâneas. Realmente não sei se todas  são sazonais ou não. Mas a exposição dos crânios eu sei que é temporária. Tem anúncio por toda a cidade. Logo na entrada a gente dá de cara com o esqueleto de um dinossauro. É bom porque o visitante  já entra no clima da expo 'Skulls', que foi a primeira parte do museu que eu vi. 





A exposição conta com crânios de várias espécieis animais, como aves, peixes, répteis e mamíferos. Achei bem diversificada. 




A skull que mais me impressionou foi a do tucano. A imagem do bico enorme e da cabeça pequenininha me impactou. 




Todos os crânios estão protegidos por vidros ou pendurados fora no alcance do visitante, mas este aqui estava á disposição para a gente tocar.  O crânio de um leão marinho.  Se não tivesse a legenda, eu nunca imaginaria que seria um crânio de leão marinho. Isso é algo bem curioso, pois há crânios bem óbvios que a gente logo percebe de qual animal é, mas outros são enigmáticos como este aqui. Claro que eu mexi no crânio, ele é meio áspero. 




Saindo da parte das Skulls, fui direto para a parte da Rainforest, exposição sobre as florestas tropicais. Dentro de um domo de quatro andares é reproduzido o ecossistema de uma floresta tropical.  Ao entrar temos a sensação de estarmos em uma floresta tropical, somos envolvidos por um calor úmido. Mas eles pegam leve na temperatura, não é um calor de matar, mas sentimos uma baita diferença climática em relação à temperatural usual de San Francisco, que em geral é amena nesta época, abaixo dos 20 graus. 


 


A reprodução da floresta conta com vegetação, água e alguns animais. Há peixes, répteis, algumas aves e muitas borboletas. 



Achei esta cobra maravilhosa! Uma perfeição, linda mesmo! Fiquei um tempão olhando para ela. 




Este é o domo por fora.  A gente entra pela base e vai subindo através de uma passarela em espiral. Gostei muito da estrutura desta exposição. 





Quando saímos do domo, somo encaminhados ao aquário. Que refrescante foi esta mudança de ambiente! Adorei o ar geladinho nas instalações do aquário. Esta parte me encantou, é um aquário lindo mesmo. 







Estes aqui são os peixes que estão no lago dentro do domo da floresta tropical. Aliás, quando saímos do aquário, pegamos um elevador  transparente que passa por este lago e vemos os peixes bem de pertinho. Muito bacana! 








Eu gostei muito destes tanques enormes.  A parede de vidro é bem grande e garante uma ótima visão dos peixes. Fiquei um tempão ali admirando os peixinhos.  






Neste espaço ocorrem palestras sobre a vida animal e fenômenos naturais.  Não assisti, mas vi quando eu estava passando por aí.   

O museu está com uma mostra sobre terremotos, que conta com explicações sobre o fenômeno e dá dicas de segurança de como se proteger durante um, informações bem úteis quando se está em uma região bem propensa a terremotos como San Francisco. Nesta parte há um simulador, onde são reproduzidos os terremotos que aconteceram aqui em 1906 e 1989. O de 1906 foi devastador.  Eu não tinha idéia sobre isso, aprendi assistindo ao filme sobre terremotos que passou no planetário do museu. Muito bom o documentário, bem explicativo sem ser chato.  



Uma das poucas construções que resistiram ao terremoto foi o este torre do Ferry Building, localizado logo após o pier 1. Tirei esta foto quando passei por lá hoje (segunda, 20 de outubro).  As fotos de San Francisco destruída são impressionates. A cidade foi praticamente toda reconstruída.  O filme do planetário foi a última coisa que fiz no museu e aí voltei para o hotel. 





No caminho do museu há  com esta placa. Achei inusitado o aviso e um pouco assustador também. Se colocaram esta placa no parque é porque há um perigo real das pessoas se depararem com o bicho por lá.  Sinceramente, eu não seguiria a dica sobre como espantar um coyote. Nunca que eu ficaria gritando para o bicho, dúvido que ele sairia correndo! 

Não, não vi nenhum coyote. Ainda bem!