Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Não abandone


A Prefeitura de São Paulo lançou há algumas semanas uma campanha com o objetivo de evitar que as pessoas abandonem animais domésticos. É uma iniciativa que apreciei muito, pois é grande o número de animais que são abandonados por seus donos e ficam nas ruas passando fome e sem um lugar digno para viver. Gostei muito do tom da campanha que evidencia a crueldade que é largar um animal na rua e frisa que o ato de comprar ou adotar um animal é assumir uma responsabilidade por muitos anos, que um bicho não é um objeto descartável. A primeira vez que vi o filme da campanha na tv fiquei emocionada, realmente me abala o drama destes bichos que os donos jogam fora como se fosse um papel sujo. Realmente não consigo imaginar como alguém pode ser tão cruel, como pode dormir sossegado tendo largado um cão ou um gato sem cuidados, passando frio e fome por aí. Espero que esta campanha consiga concientizar as pessoas que bicho não é brinquedo, que quando a gente traz um bicho para viver conosco estamos trazendo, além dos óbvios momentos de alegria, também despesas (ração e veterinário custam caro !), alguns prejuízos ( quando eles estragam algo, o que não é difícil de acontecer), stress (eles também cansam a nossa paciência!), angústias (quando eles ficam doentes) e uma certa perda de liberdade (afinal, só podemos viajar quando temos alguém para cuidar deles !). A impressão que dá é que as pessoas compram o bicho só pensando no lado bom e que esquecem que o bicho é um ser vivo que tem sentimentos e que sente dor. E assim, mais e mais bichos são largados pela cidade. Aqui em São Paulo o problema é grave, são muitos animais abandonados todos os dias, principalmente nesta época de férias. As famílias querem viajar e como o bicho é um impecilho, preferem largá-lo na rua do que deixar de viajar. Cruel demais.





Além das propagandas, a prefeitura lançou também um site para promover a adoção e a posse responsável de animais domésticos. Gostei do teste que há no site para a pessoa saber se está preparada para adotar um bicho. Para acessar o site clique AQUI. Espero que esta campanha seja um projeto continuado e que assim consiga concientizar as pessoas e alterar a triste realidade dos bichos abandonados.


Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Transformers - Revenge Of The Fallen


O cartaz acima indica com exatidão o que o espectador vai encontrar ao assistir "Transformers - The Revenge Of The Fallen"(USA - 2009): muito mais robôs, um monte de explosões e um monte de cenas da Megan Fox com pouca roupa. Só esqueceu de mencionar o que tem de menos : história! O roteiro é muito fraco, o filme se preocupa em encher a tela com cenas espetaculares de lutas entre os transformers e esquece que um filme não pode ser feito somente de cenas que encham os olhos. O mote do filme é a vingança dos transformers do mal, Decepticons, que foram derrotados pelos transformers do bem, Autobots, no filme anterior. No meio de tudo isso há o herói humano do filme, Sam, e sua namorada gostosa, interpretada pela Megan Fox. Eu estava animada para ver este filme, pois eu gostei muito do primero filme dos Transformers e estava com saudades do Bumblebee, o meu transformer preferido. Ele aparece bem menos neste filme, mas continua com tiradas ótimas com o seu jeito musical de se comunicar com o mundo. Ele garantiu os melhores momentos do filme. Gostei também do Transformer "idoso", um robo-avião, o Jetfire, que anda de bengala. Achei curioso mostrar que os robôs também ficam com as engrenagens enferrujadas como a gente.
Mas os momentos bons são tão poucos que não tem como eu dizer que gostei do filme. Não consegui me envolver com com o filme e achei que exageram na duração do filme. Foram 150 minutos com muito efeito especial e quase nada de história. No fundo achei um desperdício de dinheiro e tecnologia, mas com certeza a molecada deve ter gostado. Filme feito na medida para adolescentes: muita ação e muita menina com pouca roupa. E depois de ver o filme, continuei com saudades do Bumblebee, o jeito será rever o primeiro filme para matar as minhas saudades do meu transformer preferido.

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Tarde burocrática


A foto 3x4 deve ser fruto da burocracia, pois somente é usada nos trâmites burocráticos. Eu odeio tirar fotos assim, pois sempre saio horrorosa e com cara de tonta. Não importa se a foto é tirada por fotógrafo ou naquelas cabines. Somente a minha útima leva de fotos 3x4 saíram legais. E são fotos caseiras, Wally me fotografou e imprimiu um monte de fotinhos para mim. No final usei somente uma, mas agora vou guardar bem guardadas estas fotos, afinal gostei da idéia de sair com cara boa nos documentos. :)

A foto em questão foi utilizada no trâmite da minha renovação de contrato de trabalho. Na verdade, é uma situação bem estranha a que estou vivendo. Eu troquei de emprego sem mudar de fato de emprego. Explico: continuo trabalhando na mesma empresa, assinei contrato com outro empregador. Na papelada eu troquei de emprego, mas na prática não. Isso é possível pois sou terceirizada, como não havia como mais renovar o meu contrato de trabalho pela outra empresa e não havia possibilidade de efetivação por agora, a saída que a minha chefe encontrou para me manter por lá foi fazer um novo contrato temporário por outra empresa. Resumo da ópera, a blogueira aqui agora tem emprego garantido até outubro. Depois não sei, mas resolvi me preocupar com o depois só quando o depois chegar.

Agora estou sossegada, mas a tarde de hoje foi uma epopéia. Saí do trabalho correndo para chegar na empresa nova há tempo de assinar tudo, consegui fazer o percurso no menor tempo possível via trânsporte público: 1 hora e 40 minutos. Sim, viver numa cidade tão grande é garantia de viagens assim, demoradas e nada prazerosas! Os trâmites em si levaram mais umas 2 horas e pouco. Isso para preencher fichas ( nunca entendo isso, a empresa pede zilhões de documentos e manda preencher uma ficha com todos os dados que estão nos documentos!), esperar, ir fazer exame médico admissional, esperar e esperar de novo. O que mais fiz foi esperar na tarde de hoje. Mas no final deu tudo certo e assinei o bendito contrato. Enfim, venci o trânsito, o metrô lotado, médico enrolado, metrô lotado de novo e terminei a minha epópeia hoje mesmo. Agora terei 3 meses de sossego. Ufa.


Domingo, 12 de Julho de 2009

O prêmio


Apesar de eu ter uma alma sonhadora, do tipo que se emociona com filmes com final feliz, mesmo aqueles fantasiosos, sempre fui bem cética em relação a estes prêmios fantásticos das promoções que vemos por aí. Raramente entrava nestas promoções por simplesmente não acreditar que realmente eu poderia ganhar, então achava perda de tempo entrar na promoção. Até hoje só ganhei prêmios pequenos, tanto que em promoções assim me animo pois sei que realmente eu posso ganhar. Agora, ganhar na loteria ou mesmo achar o Golden Ticket dentro de um chocolate como no filme do Willy Wonka, sempre achei improvável. Mas hoje penso diferente e sei que é possível sim coisas fantásticas acontecerem. Passei a acreditar em promoções em março deste ano, quando a Sugarbaby foi premiada na Promoção Chocolovers da Nestlé. Ela fez uma compra de ovos de Páscoa e ganhou um cupom, destes com código para mandar por SMS. Ela mandou o código para a promoção e esqueceu do assunto. Um tempo depois ela ficou sabendo que tinha sido premiada com um enorme ovo de Páscoa e quando ela já estava feliz da vida por ter ganho o super - ovo, levou um baita susto: Ela fora premiada também com a viagem para a Suíça! Na hora que a moça da Nestlé falou para ela da viagem ela não acreditou, achou que era trote. Afinal, ganhar uma viagem para a Europa com tudo pago é destas coisas que a gente só vê em filme, né? Mas era verdade e enquanto eu escrevo estas letrinhas ela já está lá na Suiça vivendo a viagem de sonhos dela. Ela viajou ontem, sábado, e ficará uma semana por lá, num lindo hotel em Genebra e vai conhecer a fábrica da Nestlé. O prêmio dava direito a levar um acompanhante e ela levou a mamãe. No começo minha mãe não queria ir, tinha medo de ir tão longe, mas eu a convenci a ir. Acho que levei uma semana para convencer a minha mãe a viajar. Valeu a pena, no sábado ela estava feliz da vida toda arrumada para viajar. Sugar está radiante, estava com os olhos brilhando no sábado. Tenho certeza que elas vão aproveitar bastante! Será mesmo uma viagem dos sonhos!

E agora eu entro com fé em todos as promoções, pois sei que estes prêmios grandes saem de fato! :)



Nota da blogueira: Enquanto elas viajam, eu estou no posto oficial de babá de gatas. Estou cuidado da Marion e da Lara. Vou lá para visitá-las e cuidar delas. Pena que gatos não são seres muito sociáveis, senão as trazia para cá e ficava com as duas a semana inteira. Mas sem chance, se as trouxer para a casa, vira o caos, sai uma brigaiada de gatos danada! Então melhor elas lá e os meus filhotes cá.

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Animação


Estou em clima de feriado, mesmo não tendo o feriado de 9 julho de fato. Hoje foi dia normal de trabalho e amanhã também será. No final das contas o feriado quase foi dia normal, mas como Wally não trabalhou acabei tendo uma tarde com gostinho de feriado. Isso me animou. As poucas horas de folga valeram como um feriadão completo. :) E toda esta animação me fez lembrar de um clipe que me encantou. Um clipe da Pucca cantando uma música indiana em espanhol. Uma bonequinha sul coreana cantando uma música em estilo indiano em espanhol é muita mistura, não? Mas o que pode parecer algo estranho, acabou resultando em uma mistura ótima. A música é fofa e a animação é muito engraçada.




Espero que tenham gostado! Que o clipe anime o fim de semana de vocês !

Até segunda! :)


Nota da blogueira: Quem me mostrou este clipe foi a Miss Oak. Na noite que ela me mandou o link eu vi este clipe umas 5 vezes seguidas. :)

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Choque de realidade


Nunca entendi muito bem estas histórias de casamentos que terminam prematuramente, logo nos primeiros meses de união. Sempre me soou estranho um casal que namorou anos se separar em tão pouco tempo depois que vão morar sob o mesmo teto. Os anos de convivência parecem que de nada adiantam nestes casos, o que acaba sendo uma contradição e tanto. Difícil de entender mesmo. Lendo uma reportagem da revista Marie Claire deste mês, finalmente, consegui compreender o que se passa em situações assim. A reportagem relata de um mal que eu nunca tinha ouvido falar, o post wedding blues, que podemos traduzir como depressão pós-casamento. Segundo a reportagem a tal depressão acomete noivas que tiveram cerimônias de casamento grandiosas, que ficaram meses e meses se preparando para o grande dia. Quando tudo passa, a festa e a lua de mel, a noiva fica se sentindo vazia, com saudades dos preparativos do casório que tanto ocuparam a sua vida e isso vai prejudicando a vida do casal. Acho que quando a festa de casamento é tão grandiosa, destas de filme, a noiva deve ter a sensação que sua vida de casada vai ser algo de outro mundo, que tudo vai ser lindo e maravilhoso, como num filme romântico. O rito de passagem da vida de solteira para a vida de casada acaba sendo muito marcante, dando a sensação realmente de início de uma vida inteiramente nova e cheia de alegrias. Mas quando volta da lua de mel a noiva se depara com a rotina e vê que a vida na verdade não mudou tanto assim, que a vida dela continuará uma vida normal, apenas com a diferença que agora tem um marido ao lado e, em muitos casos, uma casa nova também. Ela percebe que o marido não é o príncipe encantando, que é um homem normal e vai descobrir o lado menos bonito do seu amado durante a convivência diária. Acho que este choque de realidade deve causar um impacto e tanto em uma mulher que viveu uma noite de contos de fadas durante os festejos do casório. O começo de um casamento é bem complicado, pois são duas pessoas aprendendo a conviver juntas, aprendendo a lidar com as diferenças e as manias do outro. Se há uma ilusão muito grande deve mesmo gerar uma frustração de igual proporção na noiva e assim tudo deve parecer pior do que é e ela pode desistir do casamento. Triste a situação. O pior é notar que isso está virando comum, tanto que até nome padrão para este tipo de situação já existe. O grande problema mesmo é criar expectativas fantasiosas demais em torno do casamento, aí nada resiste quando a realidade mostra sua face mais dura. Eu já aprendi que a realidade nem sempre sai do jeito que a gente sonha, que a vida pode surpreender de maneira negativa. Mas aprendi também que é possível ser feliz na vida real, basta conseguir lidar com os problemas e saber aproveitar bem os momentos bons. E o mais importante, não se pode desistir logo nos primeiros contra-tempos. Espero que as noivas consigam cada vez mais a superar a fase complicada do comecinho de casamento e assim possam viver uma bela história ao lado do homem que ama.


Terça-feira, 7 de Julho de 2009

A Estréia


Sempre achei curiosa esta idéia de videogames musicais como o Guitar Hero, Lips e o Rock Band. Mas nunca tinha jogado de fato, utilizando o joystick em forma de instrumento musical. O mais próximo que cheguei disso foi quando joguei o Frets On Fire. Mas neste caso o teclado do computador era o joystick, era divertido mas ficava faltando a guitarra. Domingo finalmente matei a minha curiosidade. Guilherme comprou o Rock Band e veio aqui em casa para jogar. Veio com o jogo e o Playstation 3. Passamos a tarde de domingo brincando de rock stars.




Foi tanto a nossa estréia neste tipo de jogo, como a estréia do jogo em si. Gui ainda não tinha brincado com o jogo, estava tudo lacrado nas caixas. A gente parecia criança em noite de Natal, ansiosos para desempacotar tudo e começar logo a brincar. Mas mantivemos a calma e lemos tudo direitinho para que a montagem dos instrumentos ficasse correta. Os gatos adoraram a invasão de caixas no apartamento.




Eu fiquei impressionada com o capricho dos intrumentos. Tudo muito bonito. A guitarra é o que mais impressiona. É linda e tem tamanho real. O jogo é composto de guitarra, microfone e bateria. A bateria tem até pedal!




A formação da nossa banda variou um pouco, com cada um querendo experimentar um instrumento e ficar também nos vocais. Somente a Sugar que se encontrou no papel de vocalista e não quis saber de largar o microfone. Eu gostei mais da guitarra, o que me surpreendeu, pois achei gostaria mesmo é de ficar cantando. Gostei de cantar, mas como havia poucas músicas que eu conhecia liberadas, fiquei um tanto frustrada. Aliás, cantar neste jogo é complicadinho, a gente foi gongada várias vezes! Me dei bem em algumas músicas, principalmente na I´m Think I´m Paranoid do Garbage. Até brinquei que nossa banda era uma banda de uma música só, pois a vocalista só sabia cantar esta! Mas consegui cantar bem outras (Ramones/Black Sabbath e Bon Jovi). Só não consegui me entender bem com a bateria. É muito difícil acertar o ritmo, precisa de muito ensaio mesmo. Quem se revelou um baterista e tanto foi o Gui. Deu um show com pontuações bem altas. Wally se saiu muito bem na guitarra, que foi o meu melhor instrumento também.






Claro que a gente filmou a nossa performance. Aqui estão alguns vídeos da estréia mundial da banda Babbling Death. Fiz uma playlist com os 5 vídeos, assim cada um escolhe o que quer ver ou espia um pouco de cada um.
Todos nós nos divertimos muito. Realmente é um jogo que empolga. Mamãe também estava conosco nesta tarde, que começou com um almoço onde o prato principal foram os já famosos mini-hamburguers do Wally. Ela ia assistindo e tecendo comentários sobre o jogo e a performance. O melhor comentário da tarde foi "Agora eu sei porque ingresso de show é tão caro! É tão difícil tocar, eles estão é certos de cobrar caro!". Acho que ela daria uma ótima empresária para a nossa banda. :)