quarta-feira, 23 de julho de 2014

Tô Apaixonada!




Finalmente eu conheci o famoso Sheik. Minha mãe só fala nele e só quer saber dele, tanto que um dia eu fui trocada pelo Sheik! Convidei minha mãe para vir aqui em casa assistir a um jogo da Copa e ela me respondeu que não podia, pois já tinha combinado de assistir com o Sheik! Fiquei com ciuminho,confesso. Mas achei fofa a situação. 





Sheik é o cachorrinho da vizinha da minha mãe, a Dona Iara.  Ele é um bebezinho, tem 3 meses  e é uma porcariazinha de cachorro. Minúsculo!  Acho que não deve crescer muito não, é do tipo de cãozinho mini, daqueles pra levar na bolsa.   Não me perguntem a raça, pois eu não sei. Mas não importa, o que importa que ele é lindo e muito simpático. Adorei este pequeno! Ele é super agitadinho, não pára um segundo, mesmo no meu colo queria ficar pulando. Tentei tirar uma foto como esta aí de cima, mas não consegui, então peguei a foto do Facebook da Paula. :) 

Estou encantanda com esta figura. Lindo, lindo! 



terça-feira, 22 de julho de 2014

Bob




Eu já pressentia que eu fosse gostar da história do Bob, afinal, amo gatos. Mas não pensei que fosse ficar tão emotiva durante a leitura de "Um Gato de Rua Chamado Bob", escrito pelo pai do Bob, James Bowen. Durante a leitura das primeiras páginas, logo quando o James encontra o Bob, eu fiquei com os olhos cheios de lágrimas. Lia e pensava no Sam. Me tocou mesmo o jeito carinhoso que James cuidou de Bob, que estava machucado quando eles se encontraram. E Bob se mostrou um ótimo paciente, como o Sam tem sido. Sempre colaborando na hora de tomar o remédio.

O livro conta a história de como Bob entrou na vida do James e como os dois viraram companheiros inseparáveis. Quando James encontrou Bob no prédio onde vivia, ele estava tentando se livrar das drogas, longe da família e vivia como cantor nas ruas de Londres. Levava uma vida bem desregrada e sem nenhuma perspectiva.   Era um caso praticamente perdido. Mas a chegada de Bob mudou tudo, trouxe para James uma motivação para se endireitar, pois daquele momento em diante, ele tinha que cuidar de um gato, que dependia totalmente dele. Ao se preocupar com Bob, James começou a analisar a sua própria vida, começou a encarar que realmente era um cara sem muito futuro e, que se não mudasse de atitude, ele nunca melhoraria de vida. 

É muito bonito ler sobre a amizade dos dois, como criaram laços fortes de confiança. James se tornou um ótimo pai de gato e Bob um ótimo companheiro de trabalho para seu 'pai', sempre muito bem comportado quando os dois ficavam na ruas da cidade quando James tocava ou vendia revistas.  Bob ajudou muito James a aumentar sua renda, pois todos ficavam encantados com o gato e davam boas gorjetas para os dois. 

Li o livro bem rápido. Simplesmente não conseguia parar de ler.  Me apeguei ao Bob. Assim que terminei  ler, fui procurar pelos vídeos do James e do Bob no You Tube. Que lindo que é o Bob! A foto da capa do livro não é condizente com a sua beleza e fofura. No Nos vídeos ele é  um gato encantador, ao vivo deve ser apaixonante. 

James relata que algumas pessoas viam com desconfiança ele ter um gato acompanhando ele durante seu trabalho na rua, achavam que ele não travava bem o gato. Eu acho que, num primeiro momento, também ficaria intrigada e como medo que o Bob não estivesse sendo bem tratado. Eu me senti assim quando me deparei com um cara nas ruas de New York andando com um gato no ombro e pedindo dinheiro, fiquei realmente dividida entre o encantamento e a desconfiança.  Mas acho que em James posso confiar, afinal, se Bob não fosse bem cuidado, já teria deixado James para trás há muito tempo.

Recomendo o livro do Bob para todos que gostam de gatos, vão adorar. E aqueles que não gostam de gatos, deviam ler  para descobrir como um gato pode ser um grande amigo. 




segunda-feira, 21 de julho de 2014

Noveleira, Ativar!



A minha alma de noveleira andava bem desanimada.  Há muito tempo que nenhuma novela me cativa para valer. A última que me emocionou de verdade foi "Lado a Lado", que terminou no começo de 2013.  "Meu Pedacinho de Chão", atual novela das 6, é um primor, uma novela linda, mas quando começou eu andava tão atribulada emocionalmente que não consegui me envolver com a novela.  A novela das 7 tinha tudo para ser legal, mas acabou virando uma novela bem morna, como se fosse uma piada requentada.  E em relação à novela das 9, a melhor notícia foi que ela acabou na última sexta. Foi tão ruim que não aguentei assistir nem ao primeiro capítulo inteiro! E olha que eu sempre tento ser paciente com novelas novas, mas esta foi intragável.   Apesar disso tudo, agora parece que as coisas estão melhorando.

Semana passada começou O Rebu, novelas das 11, remake de uma obra exibida nos anos 70. Que novela incrível! Eu estou fascinada. Elenco de primeira e dando shows de interpretação, trilha sonora maravilhosamente pop, o que é bem incomum, pois trilha de novela sempre é breguinha, a novela tem  as cenas de festa mais bem filmadas da TV Globo e um roteiro que deixa o telespectador bem curioso, pois tudo é contado aos poucos. Que a novela continue assim, a primeira semana foi arrasadora!

Hoje mais um nova novela vai ao ar, "Império", no horário das 9.  Eu estou bem curiosa, pois adoro o protagonista, o ator Alexandre Nero e a atriz Marjorie Estiano, que participa da primeira fase da novela.  No mínimo, a novela será mais movimentada que a chatérrima "Em Família". Estou com  dedos cruzados para que a novela seja realmente boa. 

E para completar a  minha animação, em breve começará "Boogie Oogie", a próxima novela das 6, que será uma novela de época, ambientada na década de 1970 e que tem a Deborah Secco, Alessandra Negrini e Marco Pigossi, atores que adoro de paixão.  Até agora gostei muito das propagandas da novela, mas propaganda boa nem sempre garante que a novela seja boa. Como noveleira experiente que sou, já quebrei muito a cara por me entusiasmar com propaganda de novela e no final me deparar com uma novelinha sem sal. 

Espero voltar aqui em breve com comentários entusiasmados sobre as novas novelas.


domingo, 20 de julho de 2014

Amigos







Sempre carrego os meus amigos comigo. Estão no meu coração, pensamentos, no Facebook, no WhatsApp, nos recuerdos do meu mural, nos presentinhos que me deram, nas músicas que eu gosto, nas lembranças que construímos juntos, nos seriados, novelas e filmes que gostamos, enfim, meus amigos estão em todas as partes da minha vida. Mesmo que não estejam geograficamente perto de mim.  Nem o tempo e nem a distância são suficientes para destruir laços fortes. Laços que foram construídos simplemente porque o mundo nos deu o grande presente de encontrar estas pessoas especiais que nos fazem sorrir, que segurando nossa onda quando precisamos de ajuda ou mesmo só de um ombro.

Eu tenho todo tipo de amigo. Desde aquele amigo que eu falo todo santo dia, nem que seja para falar de assuntos tolos, até aquele que quase nunca falo ou vejo, mas que quando a gente se encontra é como estivesse vivendo grudado o tempo todo.

Tenho amigo bem mais novo que eu, amigo mais velho. Amigo que mora em outro país, amigo que mora em outra cidade, amigo que mora aqui no mesmo bairro ou que mora do outro lado da cidade, amigo que é parente,  amigo que é o marido, amigo que totalmente diferente de mim, amigo que é como se fosse minha alma gêmea, amigo que a internet trouxe para minha vida, amigo que conheci na faculdade, amigo que conheci no trabalho, amigo que conheci porque casou com grandes amigos. Tenho amigos de todo jeito, mas amo a cada um com todo meu coração, com suas particularidades que me encantam.

Há amigos também que perdi contato. Destes carregos lembranças e muitas saudades. Torço que um dia a vida nos junte novamente. 

Há amigos que algumas diferenças nos afastaram, mas nem por isso os quero menos. Estes eu ainda luto por uma reaproximação. Não desisto fácil não. 

Acho que sem meus amigos a minha vida seria mais difícil e tremendamente muito mais chata.  Sou uma pessoa de sorte, a vida e a internet trouxeram para minha vida pessoas muito especiais. 


Feliz dia do amigo para vocês, meus amigos do coração!!! 




sábado, 19 de julho de 2014

A Festa Surpresa



A noite de ontem foi maravilhosa. Noite de festa de aniversário surpresa em que o aniversáriante não suspeitou de nadinha. Foi muito legal quando o Claudio chegou e se deparou com o lugar cheio de amigos.  Ele ficou bem emocionado com a nossa surpresa e eu também me emocionei. Muito bom fazer um amigo feliz! 




A festa foi organizada pelo Jayme, que convidou tudo mundo e escolheu a Ludus Luderia como o local da celebração. Todo mundo colaborou e manteve o segredo. Eu nunca tinha ido lá e adorei! É um lugar diferente, onde a gente pede um cardápio de jogos!  Jogos de tabuleiro, cartas e afins. Tudo analógico, nada de ficar jogando videogame lá. 







O cardápio de jogos é bem vasto, tem aqueles jogos que todo mundo conhece como  War, UNO e Banco Imobiliário; jogos que a gente jogava quando era criança como Pula-Pirata, o jogo da cirurgia ou o Cilada; jogos que nunca ouvi falar e que não lembro o nome agora. 







Na nossa mesa começamos com o UNO, tentamos jogar War, mas desistimos e terminamos a noite jogando Imagem e Ação. Para minha surpresa, tinha gente que nunca tinha jogado UNO, eu achava que só eu não sabia jogar quando aprendi este ano. Aí eu ensinei para quem não sabia e todo mundo adorou. 

War não rolou porque ficou um jogo muito pesado para animação da mesa e então pulamos logo para o Imagem e Ação, que garantiu ótimas risadas.  Eu, que não sei desenhar, me esforcei para tentar transmitir a mensagem certinho, e até que não fiz feio.  Na maioria das vezes as pessoas adivinharam o que eu tentei desenhar. Agora, Claudio, Wally e Paula, são fera nisso! Impressionante como eram rápidos para desenhar e adivinhar. E quando alguém fazia um desenho nada a ver, a gente morria de rir.  Os desenhos da pomba e da sandália, foram imbatíveis no quesito  nada a ver! Mas não vou contar não quem foi o artista equivocado.  Quem venceu? O time dos meninos, com Walter, Claudio e Heitor. 



Lá na Ludus há monitores que ensinam as regras dos jogos, o que achei muito bacana, pois proporciona que os frequentadores possam  experimentar jogos que não conheçam. 





Além de jogar, você pode comer e beber, pois a Ludus é um restaurante também. O cardápio é bem variado e com coisas que achei bem apetitosas. Os drinks são uma atração à parte. Eu dividi com o Heitor um Mojito gigante e ele veio decorado com o limão da propaganda da Pepsi. O drink da Monica veio com um Flipper enfeitando o copo!  Muito criativo. 







Gostei muito de lá. Ficamos no último andar da casa. O restaurante tem 3 andares, todos bem espaçosos. Para entrar é cobrado ingresso de 22 reais e não há custos adicionais para jogar. Você pode jogar quantos jogos quiser, durante o tempo que quiser. Ontem estava bem cheio, por isso acho que é prudente fazer reserva para ir lá. Chegamos lá umas 20 e pouco e saímos à uma da manhã. É um lugar muito legal, para passar horas e horas conversando e jogando.  Fiquei fã e pretendo voltar lá mais vezes.