quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Tá chegando!


Estou ansiosa. Comprei no domingo à noite o CD "Celebration" da Madonna. É uma coletânea com os maiores sucessos da carreira dela, exatamente 35 sucessos + 1 música nova, Celebration, que dá nome ao CD. Este álbum foi lançado em versão normal, versão dupla, edição de luxo e DVD. Se eu morasse no exterior teria comprado a versão luxo, comprar esta edição aqui é impraticável, sai caro demais, por isso optei a versão com CD duplo. O DVD ainda não pensei em comprar por enquanto, eventualmente vou acabar comprando, mas preferi adquirir o CD primeiro, pois sei que vou aproveitar mais. Já prevejo que o CD vai ficar tocando sem parar no meu player. Ainda não sei se este álbum vai conseguir a proeza de tomar o posto do Immaculate Collection de meu CD preferido da Madonna, posto que ele ocupa há 19 anos.
Todas as músicas que estão neste álbum, exceto a música nova, eu tenho aqui em casa em seus respectivos CDs, mas mesmo assim eu faço questão de comprar a coletânea, tanto pelo valor histórico do lançamento, como pela praticidade de ter em um álbum só várias músicas dela que eu amo.
A minha ansiedade deve terminar hoje, se a loja cumprir com o seu prazo de entrega. O álbum foi oficialmente lançado ontem, dia 29. Vamos ver se a pré-venda vai me garantir ter o CD rapidinho em minhas mãos. Vou escutá-lo sem parar! :)



Nota da blogueira: Nossa, já está fazendo um ano da minha luta pelos ingressos do show da Madonna. Daqui a pouco fará um ano que a vi no palco do Morumbi e ainda tenho lembranças vívidas daqueles dias. Acho que sempre terei, mesmo que tenham se passados anos e anos. Aqueles shows foram como um sonho mesmo.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Magrinha


Estou me sentindo bem magrinha ultimamente, acho que a dieta do Wally acabou fazendo efeito em mim também, afinal eu como o que ele come. Não sei quanto estou pesando, mas devo estar bem pertinho dos 50kg, peso que não chegava nem perto desde da época que casei. O espelho e minhas roupas confirmam a minha impressão de estar mais magra que o habitual. E eu estou gostando desta minha fase mais magrinha. Não que me estivesse achando gorda, mas confesso que andava um pouco incomodada com algumas formas fora do lugar. Na verdade, eu nem sei se eu estava incomodada mesmo ou este incômodo que eu sentia era uma influência direta de ver tanta mulher magra demais na tv, na internet, filmes e revistas. Realmente fica difícil a gente se achar com um corpo legal vendo tanta gente magra demais ou perfeita demais nas fotos. Sim, eu sei que a tal perfeição destas fotos é fruto dos softwares de edição de imagem, que a mulher da foto quando está fora dela é bem diferente e tem defeitinhos e formas fora do lugar também. Estamos cercados por imagens de pessoas irreais e acabamos sendo influenciados por isso. Mas, pior que estas fotos que simulam a perfeição estética, são as reportagens dos sites e revistas de fofocas que ficam apontando os defeitos estéticos da famosas. Colocam estes defeitos como pecados mortais, e isso é algo que considero de uma perversidade enorme. Não fere somente a auto-estima delas, mas a auto-estima de quem lê aquelas linhas e tem o mesmo problema estético. Se a lindona da telinha é julgada impiedosamente, mesmo sendo linda de morrer, imagine então nós, simples mortais ? Uma pequena imperfeição estética, que todos nós estamos suscetíveis a ter, acaba tornando-se uma sentença de infelicidade. Afinal, a mensagem que recebemos, é que só pode ser feliz quem tiver o corpo perfeito! É isso que vemos e ouvimos por todo canto! Mesmo quem é desencanada como eu, que tenho uma vaidade mínima, acaba se incomodando às vezes, achando que está com o corpo fora dos padrões, imagine o peso disso para alguém que é bem vaidosa? Deve ser um tormento absurdo. Espero que esta onda de perseguição à forma perfeita passe logo e que as pessoas possam se encantar com a beleza natural. Eu já estou feliz da vida com a minha fase magrinha, mesmo estando longe de estar como as moças da revistas. Afinal, eu sou real e mulher perfeita neste mundo só a Barbie mesmo!


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Sempre no meu prato


Há algumas coisas que considero fundamentais na minha vida, uma delas é o arroz. É a comida que mais gosto e a que aparece no meu prato com mais freqüência. Como arroz praticamente todo dia e não enjôo. Em geral o arroz é visto somente como um acompanhamento, sempre o coadjuvante em um prato de comida. Para mim ele é a atração principal. Sempre coloco muito mais arroz do que qualquer outro item. Não vejo graça em comida que não está acompanhada de arroz, salvo quando como massas ou pizza. Mas já comi macarrão com arroz e achei bom, mesmo a que combinação pareça um tanto esdrúxula. Não tenho idéia como esta minha fixação por arroz começou, desde que eu me lembre sempre gostei de comer muito arroz. E só gosto de arroz branco, aquele normalzinho mesmo. Arroz integral eu passo longe. Risoto eu gosto também, mas tenho ressalvas em relação aos ingredientes. Entre uma porção de risoto e arroz branco, eu fico com o arroz branco. Na categoria de arroz com algo diferenciado eu gosto do arroz biro-biro, o carreteiro e o yakimeshi. E claro, como muito arroz no restaurante japonês. E não posso esquecer, do arroz-doce, que é uma delícia, pena que raramente eu como. Hummm, este post me deixou com fome!

E qual a sua comida preferida?

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Votem!


Quando eu assisti ao Prêmio Multishow desde ano fiquei um tanto frustrada pelo Skank não ter concorrido com o clipe de "Sutilmente". A banda concorreu com um outro vídeo que não tinha nada de especial, realmente não entendi o critério de indicação dos concorrentes. Mas agora tive a chance de votar e torcer pelo clipe que tanto me encanta, pois ele está concorrendo co prêmio de Videoclipe do ano no VMB deste ano, que acontecerá mês que vem. Já votei e vou votar mais algumas vezes. Para votar é facinho, só clicar no banner aí em cima e decifrar a palavra de segurança do site (a parte mais difícil para mim, como sempre!) e pronto. Ainda não viu o clipe? Verá agora, clicar no play aí embaixo!




Este clipe é bem criativo e acho que combinou bem com a música. Adorei o jeito que o clipe foi filmado. Eu quando vi pela primeira vez achei que tudo era efeito digital, mas que nada. Se tiver curiosidade para saber como o clipe foi feito clique AQUI.

Bom fim de semana! :)

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Geléia do Rock


Estou acompanhando um novo reality show. Comecei a assistir acidentalmente. Quando eu não acho nada de interessante para ver na hora do almoço de domingo eu sintonizo no Multishow, pois a grade deste canal é repleta de programas bacanas. Há dois domingos coloquei no Multishow e dei a sorte de pegar o primeiro episódio de Geléia do Rock. É um reality show sobre música, todos os participantes são músicos e bem jovens, eles não devem ter mais de 20 anos. Durante o programa eles têm que demonstrar o seu talento musical, tanto como cantores, instrumentistas e compositores. Eles formam bandas e são avaliados pelos produtores musicais, por um convidado que entende de música e pelo apresentador, Beto Lee. Gostei muito da dinâmica do programa e também dos participantes que parecem ter talento e vontade de evoluir. Como em todo reality, a cada programa um participante é eliminado e no final restarão duas bandas fixas que disputarão o grande prêmio, um show que será transmitido pelo Multishow. No último programa a prova dos participantes foi compor uma música e tocá-la para o júri. Eu adorei a música da banda liderada pela vocalista Luen. Uma canção bonita e que foi bem interpretada pela banda e ficou linda na voz da Luen. A música está AQUI. Infelizmente o código do vídeo não está disponível no site e assim não tive como colocar o vídeo diretamente aqui. Se você gosta de música dê uma espiadinha no Geléia do Rock, toda terça às 22:30 h no Multishow e com reprise aos domingos, ao meio-dia e meia.


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Eles nem sempre têm razão


Cliente é um ser complicado. Ele tem a tendência de pedir algo que a empresa não pode oferecer e ainda se acha no direito de se sentir ofendido quando recebe um não bem firme. Incontáveis vezes eu fiz a mesma coisa que a atendente da propaganda da Oi, que diz um não seco para o Rodrigo Santoro. Claro que depois do não a gente escuta ironias, alguns desaforos e às vezes alguns gritos também. É o meu trabalho respeitar as regras da empresa e frear o cliente quando ele não tem razão, mesmo que ele fique insistindo e amaldiçoando nunca mais utilizar os serviços da empresa. Pois se a empresa se curva a todo e qualquer desejo do cliente vai virar uma anarquia e vai acabar falindo. Cliente só quer levar vantagem e cliente brasileiro é muito folgado. Mesmo sabendo das regras do serviço que está contratando reclama e ainda quer receber o serviço vip pagando o preço do serviço padrão. Além de pidão, cliente consegue ser muito confuso. A minha paciência é sempre testada quando me deparo com um cliente que não sabe o que quer. Mas a situação fica difícil mesmo com o cliente que é mal-educado. Muitas vezes tem horas que dá vontade de mandar o cidadão para a pqp! Mas não posso, claro. Mas também não deixo o cliente ser estúpido não, sou firme e faço ele falar direito comigo, abaixar o tom e melhorar o palavreado. Outro dia tive que colocar um cliente muito grosseiro na linha e acabei escutando ele comentar com alguém que estava perto dele que o cliente não tinha nem mais direito de ficar nervoso! Uma coisa é ficar nervoso, outra é xingar a pessoa que está lhe atendendo. Eu não sou paga para ouvir desaforos e exijo sim que a pessoa do outro lado da linha me respeite. Nervosismo não justifica grosserias. Tanto que já atendi muitos clientes com problemas absurdos com a empresa, que tinham toda a razão para ficar histéricos, mas que me trataram com muita educação, sabendo expressar o seu descontentamento sem partir para ignorância. Infelizmente gente educada neste país é raridade. E são estes clientes educados e gentis que me dão ânimo para aguentar dias difíceis no trabalho, quando parece que o meu telefone vira um imã de problemas. É, a vida de quem trata com cliente não é fácil não, mas guarda pequenas alegrias como quando a gente consegue resolver uma encrenca ou lida com pessoas gentis e educadas. E é um belo treinamento para aprender a lidar com os mais diversos tipos de pessoas e saber adaptar a informação de forma que a pessoa compreenda. Acho que eu já adquiri um bom jogo de cintura nestes anos todos, mas ainda tem cliente que me tira do sério. Ainda bem que estes casos são bem raros, pois o fundamental na minha área é ter controle emocional e manter a serenidade mesmo com o pior dos clientes. E o mais importante de tudo isso é largar todas as encrencas do trabalho no trabalho. Sofrer por causa dos clientes complicados? Nunca.


Nota da blogueira: Claro que eu já me estressei estando na posição de cliente, mas sempre tento não transferir a minha raiva para a pessoa que me atende. Só acabo sendo um tanto estúpida quando é o caso do maldito telemarketing, mas isso é coisa do passado, pois, depois da lei que permitiu a gente cadastrar o telefone para não mais receber estas ligações, nunca mais ninguém me atormentou.


terça-feira, 22 de setembro de 2009

Choveu



Chuva e frio. Este foi o cenário que eu me deparei ontem quando saí do trabalho. Revertério total no clima. Não estava frio quando saí de casa, então coloquei apenas um agasalho leve, mais para enfrentar o ar-condicionado do trabalho do que o frio da rua. O sapato também estava totalmente equivocado para a chuva que enfrentei, um sapato baixinho. Deveria estar de bota, mas estava a fim de variar o sapato. Me dei mal. A chuva veio com vontade, o guarda-chuva só evitou que eu molhasse o cabelo e o agasalho, de resto tudo ficou bem encharcado. Calça molhada até os joelhos e o sapato virou uma poça d'água ambulante. Mas a pior parte mesmo foi o frio. A chuva estava gelada e eu fiquei tremendo de frio. Literalmente. Claro que o trânsito estava parado e a viagem para casa demorou o dobro do tempo. Mas cheguei em casa e o banho quente me livrou de um baita resfriado. Mas o banho quente não conseguiu esquentar os meus pés, só as minhas pantufas conseguiram este feito. Benditas pantufas! Este aguaceiro todo me deixou um tanto aborrecida. Sinceramente não consegui manter o bom humor estando com frio e toda molhada de chuva. Banho de chuva só é bom em filme romântico. Andar em calçadas que mais parecem laguinhos de água suja não é nada romântico. Idem para pegar ônibus estando toda encharcada. É, o meu mau humor ainda está durando. Realmente espero que hoje o clima esteja mais seco e menos volúvel. Eu não peço muito, quero apenas voltar seca para casa e sem passar frio. Vou mentalizar para que isso aconteça. :)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Nostalgia televisiva

Semana passada foi a estréia da nova novela das 8 (na verdade passa às 9 da noite!) da TV Globo, "Viver A Vida" de autoria de Manoel Carlos. Passados os cinco capítulos inciais a sensação que ficou é que ele conseguiu construir o casal de protagonistas mais sem sal da televisão brasileira. Pior que Maya e Bahuan. No caso dos indianos da última novela, ao menos Maya demonstrava algum sentimento, dava para acreditar no amor que ela sentia pelo Bahuan, mesmo o Bahuan sendo uma porta. Um cara que não conseguia expressar nem amor e nem raiva. Mas com Helena e Marcos não tem salvação mesmo, nem um dos dois consegue transmitir sentimentos, as cenas de amor do casal são ensaiadinhas demais, sem emoção alguma. Péssimos. E a culpa é do autor e do diretor, pois os dois atores, Taís Araújo e José Mayer, estavam ótimos em seus papéis em "A Favorita". E uma coisa é certa, José Mayer como o pegador já cansou. Mas o que mais me perturba é saber que o Manoel Carlos é o mesmo autor que construiu a história de amor da Isabel e do Renato em "Páginas da Vida". Um casal que a gente via a paixão no olhar e que tiveram uma história envolvente na novela. Será que o Manoel Carlos esqueceu como se constrói um bom casal apaixonado?




Este vídeo é da cena em que Isabel e Renato se reencontram depois de 5 anos. Cena intensa e que me emocionou muito na época. Eu assistia a novela somente para acompanhar a história deles. Torci por eles e fiquei feliz com o final. Sim, eles ficaram juntos e felizes!




Aqui um clipe com a música tema do casal e com cenas dos dois. Que saudades deste casal! O casal sem sal da nova novela me fez lembrar da Isabel e do Renato e fiquei cheia de saudades. Ainda bem que existe o You Tube que facilita a minha vida nestes momentos de nostalgia televisiva. Sinceramente dúvido que nesta novela nova haja algum casal que me envolva como Isabel e Renato. Assim, melhor mesmo ficar revendo as cenas que tanto me encantaram e desistir da novela nova.


Nota da blogueira: Este post é praticamente uma reedição de dois post publicados em 2006 no blog antigo, quando a novela "Páginas da Vida" estava no ar. Quem tiver curiosidade de ler estes posts clique AQUI e AQUI.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Objeto de desejo


Meus olhos brilharam quando me deparei com a foto deste celular numa revista. Fiquei um tempão olhando a foto feito boba e pensando: "Eu quero ! Eu quero!" Pena que o telefone aqui vai ser exclusividade para clientes Claro. Isso é bom, assim eu freio a minha vontade, afinal seria um transtorno e tanto mudar de operadora de celular e além disso meu celular está muito novinho e não pretendo trocá-lo tão cedo. Realmente não sei a razão de gostar tanto da Hello Kitty, sempre a achei fofa, mas pensava que com a idade isso fossa passar. Que nada. A idade aumenta e eu continuo me encantando com esta gatinha. E ela sempre acaba presente no meu dia a dia. Já tive um notebook cheio de adesivos dela, ano passado a minha agenda era dela, tenho algumas bonequinhas espalhadas pelo apartamento, adoro comprar papel para presente ela estampada e até calcinha da Hello Kitty eu tenho! Quando eu passo na frente da loja da Sanrio do Shopping Ibirapuera eu fico encantada, querendo tudo que está na vitrine. Mas a coisa que mais quero da Hello Kitty é uma camiseta dela fantasiada de gato preto. É a coisa mais fofa que existe. Pena que é algo tão difícil de encontrar. Nem foto para colocar aqui em encontrei. A última vez que vi uma assim era para crianças de 4 anos. Foi uma frustração só, pequena demais. Sem chance. Mas um dia ainda terei uma. E se alguém encontrar alguma perdida por aí, me avise!

Bom fim de semana!!!



quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Saboreando


Jantei levinho. Batata suíça com recheio de brócolis com queijo e um pouquinho de requeijão. Delicioso. É bom comer algo mais leve, mas eu confesso que adoro uma comida "errada". Adoro tudo aquilo que os médicos falam que faz mal. Se eu fosse seguir à risca as regras atuais da alimentação saudável teria que cortar uns 90% dos itens que freqüentam o meu prato durante as refeições. Realmente não me vejo abdicando das coisas que eu gosto de comer, mas tento manter um equilíbrio, alternando refeições mais leves com as minhas preferências gastronômicas não muito saudáveis. Sinceramente, acho que a gente não deve riscar tudo que gostamos do cardápio apenas para ter a tal da alimentação saudável, salvo em caso de problema de saúde mesmo e que necessite de uma dieta rígida. Hoje vivemos numa época que só se fala em calorias. Chega-se ao absurdo de existir uma propaganda de maionese onde o mote é ressaltar que uma colherada tem poucas calorias, ao invés de salientar o sabor do produto. O sabor agora ficou em segundo plano mesmo. As pessoas parecem que escolhem o que vão comer de acordo com as calorias, afinal a conta de que fechar e não se pode ultrapassar a cota de calorias do dia! Isso tudo para mim é uma aberração. É impossível conseguir saborear uma comida com esta neura de não engordar rodeando os pensamentos. Eu nem faço idéia quantas calorias eu consumo em um dia, nem quero. Claro que não como feito uma louca, até porque meu estômago é pequeno não cabe muita coisa mesmo, mas cedo à gula algumas vezes sem culpa. Quando me deparo com algum prato que adoro, como até cansar mesmo. Geralmente os momentos de gula acontecem durante os finais de semana. Durante a semana tento não abusar, afinal, comer muito dá preguiça e preguiça não combina com o dia a dia agitado. Assim acho que consigo manter uma boa alimentação sem apelar para radicalismos que só transformariam o momento da refeiçao algo torturante. Pois é péssimo comer o que a gente não gosta, não é? Por isso faço questão de continuar tendo no meu prato coisas que gosto e afastar o que eu odeio, mesmo que me falem que é algo muito saudável. Mas hoje eu permito colocar no prato coisas que gosto mais ou menos, como o tal do brócolis da batata do jantar, e isso está me fazendo gostar de coisas que eu não comia antes e descobrir novos sabores. Com certeza o meu prato hoje é muito mais saudável que era uns anos atrás. Mas continuo saboreando uma picanha mal passada ou uma linguiça calabresa quando tenho vontade. Afinal, comer é um grande prazer e temos que satisfazer nossas vontades vez ou outra. :)


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Meu pedaço de chão


Nos anos 90 eu era uma fazendeira promissora, minha plantação de laranja era enorme e dava muito lucros. Eu cuidava das minhas terras e dos meus animais com muito carinho e cuidado. E era uma boa negociadora, vendia bem a minha produção e investia o lucro para incrementar a minha fazendinha. Claro que tudo isso aconteceu no mundo virtual. A minha fazendinha só existia no PowerMac da Sugarbaby, especificamente dentro do jogo SimFarm. O jogo reproduzia a vida em uma fazenda, o jogador tinha que cuidar desde a plantação das sementes até a venda da colheita. E assim a gente tinha que lidar com as pragas na plantação, instabilidades climáticas e até crises financeiras. E um jogo exigia uma certa dedicação, pois se a gente largasse a fazenda de lado tudo ia para o brejo, a plantação ficava toda feia e não rendia nadinha na hora da venda. Eu adorava ver os tratorzinhos correndo pela fazendinha fazendo arando a terra, fazendo a colheita e levando tudo para os silos. Não sei por quanto tempo joguei, mas foi por um tempão. E é um dos jogos que tenho mais afeição, um carinho especial mesmo e lembrar dele me faz sorrir. Tenho lembrado direto deste jogo ultimamente, tudo porque ando jogando um SimFarm genérico, o FarmVille, dentro do Facebook. Eu relutei muito a entrar neste jogo, não queria mesmo. Mas numa noite de sexta-feira solitária, Wally estava de plantão no trabalho, o tédio começou a me dominar e resolvi atender aos apelos da Sugar, Marcelo, Pedrita, Claudia, Gui, Monica, Fátima e entrei no jogo. Estou gostando, apesar de achar o jogo um tanto feiozinho. Jogo sem muita dedicação, apareço lá vez ou outra para ver se a plantação tá pronta. O joguinho é bem simples, não requer cuidados extras com a plantação, o jogador apenas tem que fazer a colheita no tempo certo e pronto. É um jogo simples e para mim tem sido relaxante. Fico lá mudando os bichos de lugar, fazendo as minhas plantações tortas e decorando o meu pedaço de chão.




Eis a minha fazendinha. Um tanto bagunçadinha, mas um charme, não? Agora vou lá relaxar um pouco na minha terra virtal. :)

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Máquinas por todo lado


Um dinheiro a ser depositado e na minha frente um caixa eletrônico desconhecido. Um monte de botões e eu perdida sem saber qual apertar primeiro. Mas a hesitação durou apenas alguns segundos e logo eu me achei. Segui as instruções, a máquina soltou o envelope, coloquei o dinheiro, a máquinha engoliu o envelope e me devolveu um papelzinho. Pronto. Eu consegui me entender com a máquina que era uma estranha para mim. Na vida de hoje é comum cenas assim acontecerem, estamos cercados por máquinas por todos os lados e vez ou outra nos deparamos com alguma que nunca tínhamos usando antes. Eu posso até ficar perdida diante de uma máquina diferente, mas nunca fico apavorada, pois sei que é só ter calma que eu consigo descobrir o que fazer. Sei que a máquina está ali para me ajudar e não para ser minha inimiga. Ela vem para facilitar e não para colocar dificuldades. Eu adoro estas máquinas de auto-serviço. Uma das que mais gosto, pois a uso sempre, é o terminal de carregamento do bilhete único. Ela é uma das máquinas mais fáceis de se lidar, basta colocar o cartão e clicar ok e esperar carregar. O único senão é que às vezes a conexão falha e a máquina demora para avisar isso, assim acabo perdendo tempo à toa. Eu prefiro mil vezes fazer tudo em um caixa eletrônico do que enfrentar um caixa normal. Primeiro porque nos caixas normais as filas são maiores geralmente e depois o atendente humano pode ser meio enrolado e uma operação que seria rapidinha num caixa eletrônico, pode levar longos minutos em um caixa convencional. Sinceramente, prefiro mesmo lidar com uma máquina do que lidar com uma pessoa em algumas situações. A máquina vai direto ao assunto, não enrola e a quase sempre faz o que a gente quer. Eu só não gosto de lidar com máquinas quando ligo para centrais de atendimento, odeio "falar" com a gravação. Pois neste caso as máquinas só atrapalham, a gente fica ouvindo um monte de gravação que nada tem a ver com o que a gente precisa e leva séculos para conseguir falar com alguém de verdade que possa resolver nosso problema. Agora inventaram a moda de fazer a gravação mais humanizada, fazendo a máquina conversar com a gente em um tom simpático e muito solícito. É esquisito demais isso. Mas o mais estranho que me aconteceu foi ter que de fato conversar com uma máquina, ela ia dando as opções e eu tinha que dizer sim ou não. Fiquei travada, mal conseguia conversar com a máquina. Me pareceu surreal demais. É, ainda não estou preparada para as máquinas falantes. Mas se isso for ficando mais comum terei que me acostumar. As máquinas estão aí para fazer nossa vida mais fácil, basta a gente se acostumar com elas e fazê-las nossas melhores aliadas para enfrentar esta vida corrida.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Beirut




Sexta-feira fui ao show do Beirut no Via Funchal. Conheci a banda Beirut, como a maioria dos brasileiros, através da minissérie Capitu, produzida pela Globo no final do ano passado, que tinha em sua trilha a música Elephant Gun. Por ter gostado tanto desta música fiquei curiosa e procurei as outras músicas da banda. São músicas muito similares, bem marcadas pelo som do acordeão e dos instrumentos de sopros e que ficam irresistíveis com a voz do vocalista Zach Condon. São músicas que nos convidam a dançar, mas sem passos marcados, apenas levantar e rodopiar numa demonstração de alegria. As músicas deles me transmitem isso, alegria. Mas infelizmente no show não tive como dançar. Não havia espaço. Ao invés do óbvio, de se fazer este show com pista, a organização do show decidiu distribuir a platéia em mesas de seis e oito lugares. Mesas todas amontoadas e que mal conseguíamos ter espaço para sentar. Claro que no segundo acorde que a banda tocou todo mundo levantou! Mas mal tinha espaço para se ficar em pé, eu fiquei entre duas mesas. Era para ser o show perfeito, mas fiquei frustrada pela falta de espaço. Mas apesar de tudo, foi lindo. Os meninos, sim chamo de meninos pois são todos bem mocinhos, são muito simpáticos e comunicativos. O show teve clima de show de faculdade, primeiro pelo visual nerd dos integrantes da banda e depois pela informalidade. Eles até queriam que o público fosse para o palco! Mas os seguranças não deixaram. Foi um show curto, muito curto mesmo. Eles tocaram por cerca de uma hora. Claro que tocaram a música da Capitu, o que levou o público ao delírio. Mas o público que ali estava conhecia todas as canções e cantou junto cada música. Foi lindo!

Nesta noite tive a chance de conhecer a banda Manacá, que fez a abertura do show. A banda tem como vocalista Letícia Persiles, que interpretou a Capitu jovem no seriado. Foi bem escolhida esta banda de abertura, além da ligação que tem com a minissérie como o Beirut, a musicalidade da banda combina bastante com o estilo do Beirut. O repertório do Manacá é composto por uma mistura de músicas brasileiras folclóricas e rock. Uma mistura envolvente. Gostei muito da Letícia no palco, ela estava com um lindo vestido branco rendado e dançava com leveza. Adorei ela tocando castanholas. Foi uma linda apresentação.


Aqui Beirut tocando Elephant Gun. Como foi gravado com celular, a imagem não está muito boa, mas o som está. Dá para sentir o clima do show.



No show eles fizeram uma homengem ao público brasileiro. Tocaram Aquarela do Brasil. Foi muito bonito. Claro que a letra foi cantada em Inglês. :)

Espero que eles voltem para cá e que façam show em um lugar que a gente possa dançar ao som de suas músicas.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Blue Man Group: Megastar World Tour

Este é o autógrafo deles!

Eu nunca tinha me interessado pelo Blue Man Group, claro que me intrigava um show feito por homens azuis, mas a minha curiosidade nunca foi grande ao ponto de querer vê-los ao vivo. E como fui parar num show deles esta semana? Fui acompanhar o Wally, que sempre teve muita vontade de vê-los ao vivo. Cheguei lá no Credicard Hall sem realmente saber o que esperar do show e fui surpreendida por um espetáculo empolgante e colorido.



Ficamos no setor um, bem no centro da platéia. Um lugar ótimo! Deu para ver tudo e sem o risco de sair molhado do show. Quem senta nas primeiras fileiras ganha uma capinha de chuva para se proteger da água e outras coisas que podem cair do palco. O espetáculo que está sendo apresentado aqui em São Paulo é o Megastar World Tour, onde os 3 protagonistas azuis seguem os mandamentos de um curso infalível para se tornar um grupo de rock de sucesso. Assim passam o show todo reproduzindo o passo a passo indicado no curso e fazendo a platéia praticar junto com eles os ensinamentos. Durante todo espetáculo uma banda acompanha os três, as músicas são muito boas. Como o show é bem interativo, ele foi todo traduzido para o Português, tanto a locução do show como tudo que aparece escrito nas telas. Gostei como traduziram as letras das músicas, inserido extratos da letra em Português nos clipes do telão. Adorei os 3 tocando os canos, o som é bárbaro e o efeito visual muito bacana. Uma das partes que mais gostei foi quando a cantora da banda aparece com um vestido todo iluminado. Lindo.


A noite de quarta nos reservou uma supresa e tanto. Fomos parar no camarim para ver os homens azuis de pertinho! Isso aconteceu porque Wally participou do concurso que acontece antes do show. O concurso, promovido pela Tim, pedia que as pessoas enviassem um sms com uma frase sobre o Blue Man Group e Tim. A frase dele foi uma das escolhidas. Eis a frase : "Moviment#98500: TIM! TIM! TIIIIIIIIMMM!". Acho que foram umas 5 frases escolhidas ao todo. Quando terminou o show recebemos a pulseirinha vip e seguimos para o camarim. Só de entrar no camarim eu já estava contente. Nunca tinha entrado num camarim antes.



Eles apareceram do jeito que terminaram o show, cheios de tinta. Além do azul da cara, estavam com as roupas todas sujas da tinta que usam durante o show. Foi muito legal vê-los de perto. Não falaram uma única palavra, continuaram mudos como passa o show todinho. A tinta da cara tem um aspecto de tinta fresca e é muito brilhante. Eu fiquei com a mão um tanto azulada por conta do cartão "autografado". A tinta não tem cheiro e sai rapidinho, só passar água. Wally ficou radiante com este encontro. É uma emoção grande mesmo ver de perto um artista que a gente admira. Ele teve esta sorte. E eu virei fã deles e com certeza irei vê-los de novo quando tiver a oportunidade. E quem estiver aqui em São Paulo ainda tem chance de vê-los até a semana que vem. Vale a pena!


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Cool!


Amazing and blue!

Cliques cotidianos



A câmera digital me permite registrar os momentos cotidianos dos gatos. Sempre que vejo eles em alguma pose fofa corro para pegar a máquina e fazer um clique. Nem sempre consigo, pois quandos eles percebem que estão para ser fotografados saem do lugar. Mas quando estão em momentos preguiçosos fingem que nada percebem e tornam-se modelos perfeitos. Neste post três momentos do Frodo. Na primeira foto curtindo uma soneca na poltrona, acho muito fofo ele dormindo assim todo viradinho. Na outra, ele estreitando relações com as minhas rosas. Eu fiquei com medo que ele derrubasse tudo, mas ele só quis ficar ali do lado e não mexeu no meu vaso. Mas a situação mais freqüente do cotidiano do meu Frodo é a representada pela foto do meio. Ele sempre é esmagado pelo Sam. Sempre encontro os dois assim, dormindo juntinhos e o Sam sempre usando o Frodo de travesseiro. Deveria ser o contrário, pois o Sam é muito maior, mas isso nunca muda. Muda apenas o lugar onde eles dormem. Eles são lindos, não?


Nota da blogueira: Este é um post-enrolação assumido. Esta semana curta está pra lá de agitada e não estou conseguindo tempo para escrever por aqui. Aliás, já tenho que sair, escrevo estas letrinhas instantes antes de sair para o show do Blue Man Group. Sexta eu conto o que achei dos homens azuis. Fui!


English


Falo em Inglês praticamente todos os dias. As ligações dos clientes estrangeiros são frequentes no trabalho e o idioma mais utilizado nestes casos é o Inglês, eventualmente tenho que gastar o meu Espanhol, mas são casos bem raros. O trato com cliente é complicado, quando tem-se que falar em um idioma estrangeiro a complicação aumenta, há uma boa adição de tensão, pois me deparo com os mais diversos tipos de sotaques. Dependendo do sotaque do cliente sinto que a pessoa fala qualquer outra língua menos Inglês. Quando isso acontece só me resta respirar fundo, me concentrar no que o cliente fala e tentar estabelecer uma comunicação com ele passar as informações que ele precisa. Eu me viro bem no Inglês, mas a minha desenvoltura no idioma é variável. Tem dias que falo como se fosse a minha língua ,outros que me embolo toda e as palavras saem com dificuldade. Nunca consegui estabelecer um padrão para estas situações, parece que tem dias que a minha tecla SAP está desligada e sofro tanto para entender o cliente como para falar com ele. Mesmo com estas tensões, eu gosto de falar em Inglês no trabalho. É bom para colocar em prática todo conhecimento adquirido em anos e anos de estudos e assim, com o uso, a língua permanece viva na minha cabeça e eu vou melhorando a minha fluência. Além de falar, leio e escrevo em Inglês diariamente no trabalho. Muitos sistemas e informações estão 100% em Inglês, e muita informação referente às solicitações e problemas dos clientes tenho que escrever em Inglês, isso porque os meus colegas de trabalho dos outros países precisam também entender o que está escrito ali. Quando eu comecei neste emprego fiquei muito perdida, pois tive que aprender um vocabulário totalmente novo em Inglês, eram assuntos que eu nunca tinha tratado, mesmo em Português eu me embolava no começo para me expressar. Foi um desafio e tanto. Mas não deixei o medo me dominar e consegui aprender as novas palavras e hoje, quando estou com a tecla SAP ligada, falo com desenvoltura com os clientes estrangeiros. Fico bem contente quando consigo me fazer entender com clareza e consigo resolver os problemas e dúvidas do cliente. Falar em outra língua é isso, não se deixar abater pela insegurança, vergonha ou medo. Só na prática mesmo a gente aprende a desenrolar a língua, os estudos nos dão a base necessária para compreender o idioma, mas somente na utilização cotidiana da língua que a gente aprender a falar de verdade. A necessidade faz a gente desenrolar a língua e perder o medo!


terça-feira, 8 de setembro de 2009

Opções gastronômicas


De fim de semana geralmente almoço fora. Mas raramente decido onde quero ir antes de sair de casa. Em geral saio com uma idéia do tipo de comida que quero, mas deixo para decidir onde vou comer na porta do restaurante. Como não tenho paciência para fila de espera, sempre opto pelo local mais sossegado. Tudo isso é possível porque aqui em Moema há uma quantidade imensa de restaurantes e bares. Além da quantidade, os lugares têm estilos variados e são muito bons. Olhando o mapinha aí em cima dá para ter uma noção de como aqui é um bairro farto em opções gastronômicas. Ter tantas opções por perto é uma maravilha, pois não preciso de carro para sair, o que já garante uma boa economia, já que estacionamento por aqui é uma fortuna, e ainda faço bons passeios pelas ruas do bairro. Gosto de andar pelas ruas daqui. Agora que as noites estão ficando mais quentes é uma delícia caminhar pelas ruas sem pressa, olhando o movimento dos lugares e parar onde estiver mais tranquilo. De vez em quando saio assim durante a semana. Devia fazer isso mais vezes, mas confesso que às vezes a preguiça me domina e aí prefiro ficar largada no sofá vendo tv. Quando venço a preguiça e resolvo sair posso escolher entre uma pizzaria, botecos charmosos, empanadas argentinas, sushis, restaurantes americanos, comida mexicana, comida alemã, pastelaria, feijoada, churrascarias, cafeterias, lanchonetes ou mesmo um simples restaurante por quilo com tempero caseiro. Tem opção para todos os paladares e bolsos. Realmente não há tédio quando o assunto é sair para comer aqui em Moema. Adoro isso. :)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Pane



Estou parcialmente offline. A fonte do meu notebook resolveu morrer. Há dias ela estava encrencando e não ligava direito, eu tinha que fazer malabarismos para fazê-la funcionar quando eu a plugava na tomada. Mas na quarta-feira não teve malabarismo que desse jeito, simplesmente parou de funcionar. Para completar a pane, na quinta-feira quando liguei o notebook a bateria acusava 100% de carga e mais de duas horas de autonomia. Não durou vinte minutos. A luz da bateria começou a piscar em laranja e pufff... tudo desligou e ele não acordou mais. Só estou escrevendo este post porque Wally me emprestou a fonte do notebook dele. Bateria está recarregando, vamos ver se amanhã ela dura mais que vinte minutos. Acho que normalizo a situação depois do feriadão e terei meu notebook funcionando direitinho. Claro que não ficarei offline durante esta instabilidade de energia do meu computador, pois tenho aqui em casa o PC grande e o notebookzinho. Mas não me sinto à vontade neles como me sinto aqui com eu notebook. Acostumei tanto com ele que nem curto usar outros micros.


Espero que semana que vem esteja tudo funcionando direitinho!


Bom feriadão! Até terça!!! :)



quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Mudança no dial

O dial do meu rádio mudou de posição recentemente, saiu dos 94.1 MHZ e agora estacionou nos 92.5 MHZ da Mitisubishi FM. E acho que vai ficar por lá bastante tempo. Eu me encontrei nesta rádio. Me identifico tanto com a programação da rádio que até parece que fui eu que fiz. É impressionante e várias vezes me pego emocionada porque está tocando alguma música que eu amo e que fazia séculos que não ouvia. A última vez que aconteceu isso foi anteontem quando tocou No Rain do Blind Melon. Quando música começou eu aumentei o som, parei tudo o que estava fazendo para curtir a música. E isso basta para me deixar animada por muito tempo. A programação é composta por rock e pop. Em geral músicas das antigas, daquelas que fizeram parte da minha vida, com algumas pitadas de músicas novas, mas sempre dentro do mesmo estilo. Isso faz a programação bem uniforme e muito boa de ouvir. Eu só mudo de estação quando começam os programas que são mais jornalísticos, eu não tenho paciência para o blábláblá radiofônico. Para mim rádio sempre foi sinônimo de ouvir música, nem a faculdade de radialismo conseguiu mudar isso em mim. Quando o blábláblá começa eu pulo para a OI FM ou para a Kiss ou para a Alpha FM. Aliás, a Alpha continua tendo seu lugar cativo no rádio do banheiro (pois não consigo sintonizar a Mitsubish naquele rádio!) e no meu radinho que ligo quando passo roupa, onde também a Alpha é a estação que tem a melhor sintonia.
Não conhece a Mitisubishi FM? Então sintonize seu rádio nos 92.5 MHZ ou acesse o site. Vale a pena experimentar. :)


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Escova mágica


Quando minha mãe me mandava escovar os dentes eu ia e escovava numa boa, sem reclamar. Na verdade ela nunca precisou pegar no meu pé por conta disso, pois eu sempre tentava escovar direitinho. Tentava, mas não conseguia. Não sei se é algum problema de coordenação motora, mas nunca consegui escovar os dentes direito. Assim, sempre levei bronca do dentista. Eu ficava até desanimada, pois eu me esforçava mesmo e não adiantava e ainda passava de mentirosa na frente do dentista. Mas isso mudou, neste semana, pela primeira vez na minha vida, recebi um elogio do dentista. Eu nem acreditei, pois já fui para a consulta preparada para escutar uma bronca imensa, somando a escovação deficiente com o meu sumiço, fazia mais de um ano que não aparecia para uma consulta. Sentei na cadeira ele fez a checagem de praxe e em vez da bronca, elogiou a escovação, disse que tinha melhorado muito. Eu fiquei aliviada e agradecida à minha companheira inseparável: a minha escova de dente elétrica. Há uns dois anos que comprei uma e desde então somente escovo os dentes com ela. É uma maravilha, pois ela faz tudo que eu não tenho coordenação para fazer. No começo achei esquisito, tinha até medo de colocá-la na boca, o barulho me assustava. Mas depois me acostumei e passei a usá-la direto. Não vivo mais sem a minha querida escova que está me ajudando a manter os dentes saudáveis e assim me ajuda a ficar longe dos suplícios dos tratamentos dentários que tanto tenho horror. Sim, eu sou do time que tem medo de dentista. Sei que é coisa de criança, mas é um medo que não consigo superar, pois já sofri bastante por conta dos meus dentes. Mas agora com a minha escova a tendência é passar cada vez menos por situações dolorosas nas visitas ao dentista. Bendita seja a pessoa que inventou a escova elétrica. Um viva para ela! :)

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Passo a passo

Durante a tarde de videogame houve uma sessão de maquiagem aqui no apartamento. Pedro está fazendo um curso de maquiador e ele e Subarbaby começaram a conversar sobre assunto. A conversa acabou virando uma demonstração prática do que Pedro tem aprendido em seu curso, Sugarbaby pediu para ser maquiada e ainda exigiu que tudo fosse devidamente registrado. Então eu fiquei com o posto de fotógrafa, por isso a tarde rendeu tantas fotos! Foi meio complicado conciliar o meu posto de fotógrafa com o videogame. Mas no final consegui e o resultado está logo aí embaixo. Gostei do resultado, e a maquiada também adorou. Para ver melhor basta clicar nas fotos!