quinta-feira, 30 de abril de 2009

Frodo, Frodo e mais Frodo!

Frodo tomando conta do post e do meu note!

Início de tarde do último domingo. Frodo, como sempre, estava me fazendo companhia enquanto eu navegava sem destino pela internet. Tarde ensolarada, um gato cheio de pose e uma câmera digital por perto. Ele estava lindo e eu não resisti. Peguei a câmera e comecei a tirar fotos e mais fotos do meu filhote.


Frodo adora ficar na janela e adora tomar sol. Sempre que estou no computador ele fica deitado na impressora.


A impressora é mais usada pelo Frodo do que por mim. Já virou uma cama para ele.

Em geral ele se comporta bem quando está deitado aí. Não mexe na impressora. Vez ou outra é que fica fuçando na impressora e chega até a ligá-la.


De tanto tomar sol Frodo já deixou de ser um gato preto e virou um gato de pêlo castanho. Em ambientes mais escuros ele até engana a gente e parece que é ainda pretão, mas basta bater um pouco de sol para que sua verdadeira cor apareça: um castanho avermelhado lindo! Não me canso de admirar a beleza e o charme do meu Frodito! :)

Bom feriadão !!! Até segunda! :)


quarta-feira, 29 de abril de 2009

Secret Diary Of a Call Girl


Belle é uma garota de programa londrina e é a protagonista da série inglesa "Secret Diary Of A Call Girl" e estou vidrada nesta série desde o primeiro episódio que vi há umas duas semanas. A série é transmitida aqui pelo canal VH1 (toda segunda às 23 horas) e foi lá que eu vi o primeiro episódio, quer dizer, foi o segundo episódio da série, mas o primeiro que eu vi. Mas a má qualidade da imagem (parece imagem de filminho feito com celular!) me fez desistir de ver o seriado por lá e acabei baixando os episódios e até o momento já assisti 5.


Os episódios são curtos, com cerca de 30 minutos de duração. Belle (Billie Piper) é a narradora da história, tudo contado em primeira pessoa em um tom confessional, que transita entre o sarcasmo, melancolia e felicidade. Sim, felicidade, pois ela gosta do que faz e logo no primeiro episódio já esclarece que entrou nesta vida por vontade própria e que gosta de dinheiro e, é claro, de sexo! As histórias são centradas no cotidiano dela, tanto o profissional quanto o pessoal. Ela é uma garota de programa de alto luxo e tem a agenda cheia. Ela conta sobre seus encontros, e trata tudo como se fosse um trabalho como outro qualquer, com momentos legais e outros bem chatinhos. O lado pessoal dela é mais complicado, pois mesmo gostando de ser garota de programa ela esconde este fato de todos. Oficialmente ela é uma secretária executiva que ganha um ótimo salário e ponto. Ela sabe que não pode abrir isso para todos, além do preconceito, ela ainda pode ter problemas com a lei. Assim ela acaba mentindo até para o seu melhor amigo, Ben. Isso a deixa culpada e a faz sofrer. Mas o clima do seriado é bem alegre e há momentos que provocam risadas, principalmente os olhares dela para a câmera. Uma das coisas que mais gosto é a conversa de Belle com a câmera, assim ela cria uma cumplicidade com o espectador, compartilhando com ele seus pensamentos e sentimentos. A dinâmica do seriado é envolvente, pois as conversas com a câmera são inseridas nas cenas de uma maneira bem natural, onde ela alterna os papos com a câmera e com os demais personagens com muita fluidez.
Virei fã mesmo deste seriado e acho que em pouco tempo verei todos os episódios, são 16 até o momento, divididos em 2 temporadas (2007 e 2008). Espero que a terceira temporada seja produzida. :)


terça-feira, 28 de abril de 2009

Medo por telefone


Chega a ser bizarro, mas nem dentro da nossa própria casa temos mais sossego. Nem podemos mais atender ao telefone com tranquilidade, pois do outro lado pode haver um bandido disposto a atemorizar a pessoa que atendeu com o objetivo de arrancar dinheiro. Isso aconteceu novamente com a minha mãe e desta vez os caras conseguiram a assustar de verdade e por tabela me assustaram também, pois fiquei muito nervosa ao ver a minha mãe despesperada. Não aconteceu nada além de uma tentativa frustrada de extorsão, por conta do trote do sequestro, mas foi um baita susto.
Aconteceu no domingo à noite. Minha mãe me ligou chorando, histérica. Assustei, pois ela não é o tipo que se desespera por qualquer coisa. Ela contou que ligaram na casa dela falando que tinham sequestrado a Sugarbaby. Eu disse para a minha mãe ficar calma (o que não adiantou muito, é claro.) e que eu iria para lá imediatamente. Desliguei o telefone e liguei para o celular da Sugar no mesmo instante. No alô dela eu já soube que tudo estava bem, que era apenas um trote maldito. A sorte é que ela estava bem pertinho e chegou na casa da minha mãe bem rápido, antes de mim até, assim minha mãe viu logo que era tudo mentira e começou a se acalmar.
Eu fico com muita raiva destes malditos. Eles são insensíveis e nem cogitam que podem matar alguém de susto literalmente. Infelizmente isso já aconteceu várias vezes pelo que li nos jornais. O terror que eles fazem as pessoas passar é absurdo. Minha mãe ficou apavorada por poucos minutos, mas estes minutos devem ter sido eternos e muito penosos para ela. Uma violência absurda. Agora ela está até com medo de atender telefone. O sossego da minha mãe acabou. O telefone toca e ela se assusta. Espero que logo isso passe, ela perca o medo e que tudo se transforme apenas em uma má lembrança.


segunda-feira, 27 de abril de 2009

Typing out my fantasy


Desde sábado eu tenho uma nova música preferida. Tudo culpa do Wally que trouxe para mim o Dance Dance Revolution Universe 3. Claro que tive que testar o jogo no mesmo dia, mesmo estando com uma gripe terrível e mal conseguindo respirar. Ou seja, nada mais contra-indicado do que um video-game onde o jogador tem que dançar para alguém com a respiração limitada, né? Mas eu não resisti e coloquei o tapete para testar o jogo novo e assim conheci a música "Less Than Three" e me encantei. É uma música estilo eletrônico sobre a internet. E é uma música muito fofa sobre relacionamento virtual, conversas em programas de mensagens instântaneas e dos sentimentos de frustração e alegrias que isso causa. A letra é bem simples e até inocente, mas retrata bem esta realidade dos amores virtuais, onde tudo acontece através da tela do computador. Onde a realidade se mistura com a fantasia e no fim das contas não se sabe se o tal sentimento é real ou apenas uma ilusão. O video-clipe complementa a letra de maneira perfeita, mostrando o casalzinho se encontrando no mundo virtual. Mas uma das cenas que mais gosto é do comecinho, quando ela chega para procurá-lo on line e ele não está. Ela faz uma cara de frustração e de choro que é ao mesmo tempo engraçada como comovente. Quem já vivienciou um romance via internet sabe bem como é, como é frustrante não encontrar a pessoa on line, não ter como entrar em contato. O clipe é todo em animação e é uma graça.
Eis o clipe :




Eu já perdi a conta de quantas vezes eu já vi o clipe. E verei muito mais vezes ainda, pois agora tenho que aprender os passos direitinho para tirar uma ótima nota no DDR 3. A letra da música está AQUI. Aliás, neste DDR todas as músicas vêm com a legenda das letras. Eu achei muito legal isso, mas no momento em que a gente está jogando é impossível ler a letra, pois a concentração vai toda para as setas e a gente nem percebe que na tela tem as legendas.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Sapatinhos vermelhos



Sábado passado foi um dia que adorei, pois tive um dia bem de mulherzinha com a Mari. Acordamos cedo e fomos ao salão fazer as unhas. Ela quis aproveitar sua estadia para fazer as unhas num salão, já que na Argentina isso é algo caro, como é praticamente em todo mundo, exceto aqui no Brasil. No salão ficamos devorando as revistas de fofoca e comentando sobre a vida dos famosos que estampavam aquelas páginas. Unhas terminadas, fomos à uma loja de cosméticos aqui perto, que tem de tudo e é bem barata. Ela adorou a loja e se pudesse teria ficado horas e horas por lá. Mas a gente tinha o tempo contado, pois a próxima etapa da nossa manhã de sábado já estava programada e a gente estava um tantinho atrasada já. Então nos apressamos e saímos da loja em pouco tempo. A nossa manhã de sábado continou na Shoe Stock e contou com a companhia da Dany. Fomos as três enfrentar a loucura daquela loja em pleno sábado. Foi uma aventura, pois era tanta mulher ensandecida em busca do sapato perfeito que deixou a gente atordoada. Fazer compras é muito mais divertido quando estamos com as amigas e podemos pedir opinião sobre o que estamos experimentando. E assim foi, cada uma opinando no sapato escolhido pela outra. Não sei como conseguimos um cantinho em um dos sofás da loja para experimentarmos juntas tudo que a gente tinha colocado nas sacolas. Assim uma ajudou a outra a escolher o que levaria e o que não levaria. Sair da loja também foi uma epopéia, pois o sistema de pagamento é enrolado e pegamos fila. Mas no final saímos cada uma com 2 pares de sapatos. E eu, pela primeira vez, tenho um sapato vermelho. Fazia tempos que queria um sapato de cor marcante, mas tinha medo de comprar e não usá-lo. Mas este vermelho foi paixão à primeira vista. Lindo, lindo! E já usei 2 vezes, a primeira no mesmo dia da compra aliás. Acho que usarei muito os meus sapatinhos vermelhos. :)

E nossa manhã de terminou no Armazém Paulista, onde almoçamos a deliciosa feijoada que comentei no post de quarta-feira. Foi uma manhã de sábado ótima e que rendeu bons momentos, ótimas conversas, algumas risadas e sapatos lindos para nós três.




quinta-feira, 23 de abril de 2009

Wii


O Nintendo Wii se diferencia dos outros consoles de videogames por propor um jeito de jogar diferente, onde o jogador acaba jogando com o corpo e não somente com os dedos no joystick. E cumpre o que promete, o jogo pode receber qualquer tipo de crítica, menos que é uma diversão que promove o sedentarismo. Para jogar com o Wii o jogador tem que se movimentar muito e se vê posicionado para jogar das maneiras mais estranhas, o que ocasiona muitas risadas e , às vezes, uma impressão de estar pagando um mico gigantesco. Mas é uma boa diversão, um ótimo videogame para se jogar quando se está entre amigos. Rende uma ótima noite de diversão. Comprovei tudo isso na segunda-feira passada, quando o Guilherme veio em casa e trouxe seu Nintendo Wii e seus apetrechos. Começamos a brincadeira com o Wii Fit, o famoso jogo que se propõe a emagrecer o jogador. O começo é um tanto chatinho, pois tem que pesar o jogador, informar as medidas e ler um monte de instruções e conselhos para não usar o jogo de maneira errada. Eu não teria paciência para ler tudo aquilo, como não tive. Depois da parametrização do perfil do jogador nos deparamos com opções de atividades que vão da yoga, corrida, step e até jogo de bola! Realmente o jogo faz a pessoa se mexer muito, mas tem que ter muita determinação para seguir o programa de ginástica todo, pois os jogos não são lá muito instigantes ou divertidos. Fazer isso sozinho deve ser entediante. Mas gostei da plataforma que é usada como joystick, é bem firme e dá segurança para o jogador usar os movimentos do corpo para interagir com os jogos. Depois brincamos com os outros joguinhos como o ski e as provas de gincanas. Foi bem divertido e cansativo. Gostei do Nintendo Wii , é um bom animador de festas, mas para jogar sozinho em casa ele fica devendo jogos mais instigantes e com gráficos mais apurados. Nossa noite de videogame foi na verdade uma bela noite de ginástica, que começou com a gente jogando do DDR no Xbox 360 e terminou com a gente feliz e cansado por tentar jogar os joguinhos do Wii. Tem que ter muito treino e cordenação motora para vencer os joguinhos. Admito que fui um fracasso no Wii, salvo nas provas de ski que me dei bem. :)




Aqui uma pequena amostra do que foi a nossa noite com Nintendo Wii. A gente tentando jogar o jogo do bambolê. Neste joguinho quem levou a melhor foi o Guilherme, que conseguiu girar vários bambolês ao mesmo tempo. É, tivemos que rebolar para jogar!

Foi uma bela e divertida noite de segunda!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Mari em Sampa

Um brinde de Mauí no Sí Señor!


A estadia da Mari por aqui foi ótima. Matamos as saudades, celebramos o seu aniversário, colocamos as conversas em dia e comemos muito também. Logo que ela chegou Wally fez um jantar especial para ela, onde o prato principal foi rabada. A turista adorou! Comemos tanto! Estava ótimo!

Depois de uma temporada à beira-mar, Mari voltou para Sampa e fomos comer comida mexicana no Sí Señor (ex- El Kabong!). Ela pediu o maior prato: Burrito!!! Wally e eu optamos pelas Quesadillas de carne.

Foi uma noite ótima e que terminou com a gente assistindo ao filme "Pequeno Dicionário Amoroso" em DVD.

O sábado foi dia de feijoada no Armazém Paulista. Estavam com a gente a Sugarbaby, Guilherme, Dany , mamãe e Wally. Estava uma delícia.


No domingo Mari voltou para Buenos aires. Sam até tentou ir com ela garantindo um lugar na mala, mas não teve jeito, não tinha lugar para ele na bagagem! Mari foi embora e deixou muitas saudades e delicias porteñas, como alfajores Jorgito, marroc, balas sugos, mantecol e , claro, uma Cosmo para mim. :) Adorei ter a minha amiga "argentina" por aqui ! Espero que a gente se encontre novamente em breve.


sexta-feira, 17 de abril de 2009

Segunda é dia de folga?

Originalmente publicado AQUI.

Um novo feriadão se aproxima. Eu adoro feriadões, é muito bom ter 3 ou 4 dias seguidos de descanso. São como mini-férias e acabam rendendo um bom descanso, servem mesmo para carregar as baterias, para a gente ter energia para aguentar as semanas de trabalho contínuo. Eu geralmente não viajo nos feriadões, pois gosto de curtir a minha casa e a cidade tranquila. Gosto do sossego, de não ter hora para nada. Mas no momento em que escrevo estas letrinhas eu ainda não sei se terei folga no feriadão. A folga no feriado de terça é certa, mas não sei se lá na empresa a segunda-feira será dia normal ou vamos ter o dia livre. Saberei isso hoje no decorrer do expediente. Espero ter folga e estou mentalizando para que isso aconteça. Pensamento positivo nunca é demais. :)
E se eu tiver o feriadão e o clima esfriar para valer será perfeito. Assim ficarei em casa bem agasalhada, tomando chá, vendo seriados, filmes, jogando video-game e dormindo. Claro que vou dar umas saidinhas, afinal feriadão também é uma ótima oportunidade para passear pela cidade. São Paulo vazia e sem trânsito é um convite para passeios pela cidade. Adoro. :)

E vocês terão direito ao feriadão? Se sim, bom feriadão ! :)




Nota da blogueira: O cartoon que abre o post não poderia ter sido melhor escolhido. É, fiquei sem o meu cupom de folga na segunda. Nada de feriadão para mim, trabalho normalmente na segunda! 17/04 às 16:22 h




quinta-feira, 16 de abril de 2009

Café da manhã


O copo de leite com nescau sempre foi o protagonista dos meus cafés da manhã. Nunca consegui comer logo cedo, não tinha fome e o leite sempre me bastou. Só quebrava esta regra em viagens, onde me obrigava a comer ao menos um pãozinho com presunto, só para me garantir caso a hora do almoço demorasse a chegar. E foi assim a minha vida toda, até o comecinho deste ano. Desde então tomo um café da manhã mais reforçado, além do leite com nescau, agora sempre como um sanduíche simples, pão, manteiga e frios. A mudança de hábito não aconteceu porque resolvi seguir os conselhos do médicos que vivem dizendo que o café da manhã é a principal refeição do dia, mas sim porque foi o jeito de me adaptar aos meus novos horários sem morrer de fome. O meu horário de trabalho atual não me permite almoçar, eu entro cedinho lá e como é uma jornada de 6 horas, tenho apenos 15 minutos de intervalo. Não há como eu comer em tão pouco tempo. Eu como muito devagar e se tento comer rápido, eu passo mal. Assim resolvi começar a comer algo antes de sair de casa. No início foi complicado, não tinha vontade de comer naquele horário, mas fui insistindo e aos poucos comecei a gostar do novo hábito. Assim fico bem durante todo expediente e consigo esperar com tranquilidade, sem estar morta de fome, o meu horário de almoço tardio. No meu intervalo sempre tomo um todynho e como alguma coisa, como barra de cereais ou bolachas. Quando eu soube do meu esquema de trabalho fiquei preocupada com o fato de não conseguir almoçar em um horário convencional, achei que sofreria com isso, mas acabei gostando. Estou comendo em porções menores e mais vezes ao dia, como sempre li que seria mais saudável. Estou começando a acreditar que o que os especialistas falam é verdade, que comer mais vezes ao dia faz bem. Para mim está fazendo. E é bem curioso que acabei me alimentando melhor justamente quando a minha rotina foi totalmente alterada e de uma maneira que, de início, parecia que iria bagunçar tudo. Acho que virei mesmo adepta do café da manhã reforçado e pretendo cultivar este costume mesmo que minha rotina mude de novo.




quarta-feira, 15 de abril de 2009

Livre da fumaça?

Falta apenas a assinatura do governador do estado para que a lei que bane o cigarro de ambientes coletivos fechados, sejam públicos ou privados, em todo estado de São Paulo entre em vigor. Eu gostei desta lei, pois a fumaça do cigarro é algo que incomoda muito as pessoas que, como eu, não são fumantes. Quem fuma geralmente não se importa com incômodo que a fumaça de seus cigarros provoca, salvo os fumantes fofos e bem-educados que se importam com os não-fumantes (raridade!) e assim nós ficamos reféns da fumaça alheia quando resolvemos ir a bares, restaurantes, shows e afins. Claro que a chiadeira dos fumantes já começou, eles alegam que sua liberdade será cerceada com a aplicação desta lei. Mas e a liberdade de quem não fuma e não quer ser obrigado a respirar a fumaça do cigarro? As tais áreas de fumantes em restaurantes não funcionam, pois a fumaça não respeita estes limites, ela sempre acaba se espalhado por todo ambiente e quem não fuma acaba fumando junto e ainda ganhando de brinde o cheiro do cigarro impregnado nas roupas e cabelos. Na balada então, é caso perdido. Já sei que voltarei para casa fedendo cigarro até a alma. Isso sem contar nos males que o cigarro provoca e que ficam evidenciados quando a pessoa que respira a fumaça tem algum problema de respiração, como asma. Eu não sou uma não-fumante radical, fico numa boa sentada em uma mesa de bar com amigos que fumam, eu respeito o direito deles de fumar, como eles respeitam o fato de eu não permitir que fumem na minha casa. Mas é muito chato me deparar com fumantes por todo canto que eu vá. Uma das coisas que mais me aborrecem é estar no ponto esperando o ônibus de manhã e ter gente fumando por perto, acabo indo para o trabalho cheirando cigarro. É, a fumaça incomoda e muito. Por isso eu comemoro esta lei, mesmo sabendo que dificilmente ela será cumprida à risca, pois a fiscalização é difícil. Mas quem sabe ela sirva para conscientizar os fumantes que a gente não reclama à toa, reclama por que a tal fumaça atrapalha quem não fuma. Agora é esperar ver se a lei vai mudar o comportamento dos fumantes que não respeitam o direito dos outros de não respirar a fumaça do cigarro alheio.




Nota da blogueira:
A lei foi bem elaborada, pois preserva o direito da pessoa fumar quando estiver em âmbito privado, como sua residência, quarto de hotel/motel/pensão e dentro do carro. Ou seja ninguém vai ficar privado de fumar, apenas terá que respeitar o ar que os outros respiram. E acho que por conta da lei, tudo quanto é bar vai querer se transformar em tabacaria, para assim poder usufruir da exceção da lei.


terça-feira, 14 de abril de 2009

Meu Twitter



Eu já tenho conta no Facebook há quase 2 anos, mas até hoje não me entendo bem com aquele site. Na verdade não sei bem o que fazer quando estou por lá. Desde então apareço por lá quando recebo a notificação que alguém me mandou mensagem ou para ver fotos que os amigos colocaram por lá. Nem do Pancrácio, meu bichinho virtual aplicação do Pet Society lá no Facebook, eu estava cuidando, o coitado já estava prestes a morrer de fome. Mas notei que o último mês andei acessando a página com mais freqüência e até algumas fotos eu postei por lá. Mas não pensem que agora aprendi a interagir com os amigos através do Facebook, que nada, continuo sem me entender direito com aquele espaço, mas tenho acessado apenas para mudar o meu status, para escrever aquelas frases que ficam ao lado da nossa fotinho e que todo mundo lê. Assim publico o que estou fazendo, pensando ou apenas tonterias sem sentido e fotos também. E fazendo isso reparei que na verdade estou usando o meu Facebook como Twitter. Acabei entrando na onda dos mini-blogs na ferramenta errada! Sempre relutei em entrar no Twitter, primeiro por não querer entrar em mais uma rede social e por também não ver muito sentido nele. Mas agora estou achando divertido ficar trocando a minha frase no Facebook toda hora e tenho gostado de ver as frases dos meus amiguinhos de Facebook. Aliás, este site é o mais prático que vi até hoje para a gente bisbilhotar a vida alheia, ele já coloca tudo para a gente ver sem esforço: o status dos amigos, os scraps que eles recebem, os recados nas fotos e todo tipo de interação deles com os outros. Tudo aparece já na página principal depois do login, a gente acaba vendo até sem querer. É curioso isso vindo do Facebook que sempre fez questão de se promover como uma rede social mais segura que o Orkut, no sentido de preservar a privacidade do usuário. Mas se você usar o Facebook na configuração básica, como eu faço, tudo que você coloca ali fica à mostra para todos da sua lista, sem que a pessoa precise ir até a sua página para olhar. É a otimização da bisbilhotice! Mas isso para mim tanto faz, pois sou eu que controlo o que eu publico por lá, então nunca colocaria algo que quisesse manter em segredo. Tudo que está lá, no Orkut e aqui no blog, é público. E fica tudo aberto para quem quiser espiar. Assim, acho até bom o Facebook facilitar a visualização das atividades das pessoas da minha lista de amigos. É, bem que tentei resistir ao Facebook, mas ele me venceu! Mesmo não usando ele como se deve, agora não tenho mais como negar que virei uma usuária ativa do site!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Shaun, The Sheep


Semana passada eu conheci o Shaun e me encantei por ele. Ele é um carneirinho fofo e bem esperto, que mora em um sítio com outras ovelhas, 3 porquinhos, seu cão pastor e seu dono. As histórias são contadas em episódios curtos que duram, em média, 7 minutos. Não há diálogos, mas os bonecos são tão expressivos que entendemos o que cada olhar que dizer. As histórias sempre giram em torno do cotidiano do sítio e das confusões provocadas pelas ovelhas para conseguirem seus objetivos, seja um banho quente, recuperar um ursinho de pelúcia ou jogar uma partida de futebol. É uma animação adorável, com roteiros inocentes e encantadores. A série é uma criação de Aardman Animations, que são os autores dos famosos "Wallace and Gromit" e de "Chicken Run". "Shaun The Sheep" foi criada em 2007 e até o momento teve duas temporadas com 20 episódios cada.



Este episódio é " Bathtime", segundo episódio da primeira temporada. São as ovelhas lutando pela água quente em seu banho. É bem divertido.

A série é exibida na TV Cultura
, de segunda a sábado às 17 horas e nos domingos às 11 da manhã. Vale a pena assistir, em poucos minutos Shaun e seus companheiros deixam a gente com um sorriso no rosto.


sexta-feira, 10 de abril de 2009

Hummmmmm


Eu nunca fui louca por chocolate. Na verdade, sempre consumi doces em poucas quantidades. O sabor adocicado me enjoa com facilidade, não importando qual tipo seja, e assim me satisfaço com muita rapidez. Quando eu era criança meus ovos de Páscoa sempre sobravam, praticamente comia somente a metade. Nunca conseguia terminar um ovo sozinha. E assim continua sendo, sempre comendo o ovo aos poucos. Raramente eu me vejo com desejo forte de comer chocolate, mas desta vez aconteceu. Vi na tv uma propaganda dos ovos de Páscoa da Cacau Show e fiquei enlouquecida pelo ovo de trufa, que era o astro da propaganda. Fiquei com água na boca de ver aquele ovo na tv. Passei dias e dias pensando nele. Hoje finalmente vou saciar o meu desejo. Passei na Cacau show e comprei o ovo de trufa. Nunca tinha entrado numa loja deles e adorei lá. Aliás, a loja é uma perdição. Cheia de caixas de bombons maravilhosas, tanto que acabei comprando uma, com bombons recheados de cereja , trufa e amarula. Acho que não vai demorar muito para eu atacar estas gostosuras, não há condições de esperar até o domingo para abrir o ovo de páscoa.

É, meu feriadão será deliciosamente doce.

Boa Páscoa! :)


quinta-feira, 9 de abril de 2009

Mari em SP!


Acabo de voltar do jantar de niver dela! Ótima noite! 
Bom feriadão!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Brasileira com moderação


Durante uma conversa com o pessoal do trabalho sobre música brasileira e afins, um colega solta a seguinte frase : " Eu sou um brasileiro não praticante!" Eu nunca tinha ouvido tal expressão, mas entendi perfeitamente o que ele queria dizer. Pois às vezes me sinto um pouco assim, deslocada do espírito brasileiro de ser. Gosto de ser brasileira, mas estou longe de ser uma brasileira típica. Um exemplo: não curto axé, bossa nova e tenho muitas ressalvas em relação à MPB. Mas a tal da brasilidade vai muito além da música, está no jeito de ser das pessoas daqui e nisso é onde eu noto mais o meu distanciamento do brasileiro típico. Aqui as pessoas são muito expansivas, mal te conhecem e parece que criam uma intimidade instântanea. Eu até hoje não sei conviver direito com isso, pois sou muito reservada. Demoro muito para permitir que as pessoas se aproximem de vez de mim e demoro o mesmo tanto para me sentir à vontade com alguém que acabei de conhecer. Eu preciso de tempo para sentir-me realmente próxima de alguém. Ficar íntima de alguém é algo que leva tempo, mas quando acontece é algo para valer. Chego até ficar brava quando noto que alguém quer forçar uma aproximação comigo, de pessoas que se mostram íntimas de mim mesmo não sendo. Acho que pare muitos isso soa como antipatia, mas estou apenas respeitando o meu jeito de ser.
Outro ponto não assimilo da brasilidade é o tal do jeitinho brasileiro. Me irrita profundamente está vontade de tirar vantagem de tudo, de ser mostrar o esperto. Isso é algo tão arraigado em nossa cultura que as pessoas não enxergam que assim estão agindo de maneira errada. Uma coisa bem corriqueira é a falsificação de carteirinhas de estudante para pagar meia-entrada em cinemas e espetáculos em geral. Todo mundo acha muito normal e ninguém enxerga isso como algo desonesto. Eu não tenho carteirinha, nunca tive. Na verdade uma vez fizeram uma para mim e eu nunca usei por achar totalmente errado. Eu não posso ter uma carteirinha pois não sou mais estudante e portanto não tenho direito ao benfício da meia-entrada. Mas ao fazer a coisa certa sou chamada de trouxa por muitos. Não nego que já me senti trouxa, pois, por causa da enxurrada de carteirinha falsificada, eu acabo pagando uma fortuna nos ingressos inteiros. Mas não vou ser conivente com estas pequenas corrupções do dia a dia.
Claro que há coisas daqui que adoro, como o carnaval, a feijoada e novelas. Mas no geral acho que posso afirmar que eu pratico a minha brasilidade com moderação. E acho que é a medida certa, pois assim abro espaço para receber influências de outras terras e povos, e acabo sendo uma mistura de tudo isso. Mas o certo mesmo é que não gosto de generalizações, de ser definida apenas pelo país que nasci. Penso que são as minhas experiências de vida que acabam me definindo, o fato de ser brasileira é apenas mais uma das minhas características. :)


terça-feira, 7 de abril de 2009

Insegurança

Um assalto acontece. O bandido mata a vítima. Em todos os meios de comunicação a abordagem é a mesma, é sempre levantada a hipótese que a morte somente ocorreu porque a vítima reagiu. Eu fico indignada toda vez que me deparado algo assim, pois a vítima é praticamente colocada na posíção de culpada por sua morte. O bandido acaba tendo sua culpa suavizada, pois colocam que ele não queria matar, mas como a vítima agiu de maneira inesperada, ele ficou descontrolado e matou a vítima. O que ninguém lembra é que a vítima está sob um estresse tremendo, que não há como manter o sangue frio e que muitas vezes o ato de reagir não é uma demonstração de valentia e sim um ato desesperado por se livrar de uma situação assustadora. Chega a ser cruel colocar a vítima como principal culpada de sua morte. O culpado sempre será o bandido, pois ele que está fazendo algo errado, está atacando alguém na rua para roubar. Vivemos em um mundo realmente estranho, onde a bandidagem corre solta por aí, os governos não conseguem propiciar aos cidadãos um ambiente seguro para viver e a gente acaba sendo apontada como culpada quando é vítima de um assalto. Sempre ouvimos conselhos dos entendidos de segurança para não atender o celular na rua, não sair com jóias, segurar bem a bolsa e ficar atentos quando estivermos andando na rua. Conselhos que acabam cerceando a nossa liberdade e nosso direto de ir e vir. Tudo isso acaba criando a falsa impressão que, quando somos vítimas de um assalto, a culpa é nossa, pois demos bandeira. Isso é totalmente errado. A culpa é do bandido e da polícia que não dá conta de garantir a segurança na cidade. É muito ruim viver na paranóia, viver desconfiando de tudo e de todos. Mas enquanto a lei neste país não for rigorosa com os bandidos é assim que vamos continuar vivendo. E depois que a gente sofre um assalto a paranóia só piora. Infelizmente a minha paranóia anda em alta desde o assalto. Já ando na rua relativamente numa boa, mas é só passar uma moto muito perto da calçada que já fico assustada. Até hoje não tive mais coragem de atender o celular na rua ou mesmo de voltar a escutar mp3 na rua ou no ônibus. Por conta da falta de segurança pública eu restrinjo a minha liberdade, deixo de fazer coisas que gosto e abro mão da praticidade do celular, que agora só atendo dentro de casa, do trabalho ou em outro lugar fechado. É a grande ironia, as pessoas de bem vivem aprisionadas pelo medo e os bandidos livres, soltos e, muitas vezes, sendo tratados como coitados, vítimas do sistema. Eu não aceito ser colocada como culpada da violência que sofri. Culpado é o cretino que me assaltou, que me atacou e machucou. Mas é tanta pressão da mídia que na época cheguei a pensar sim que eu fui culpada, que eu estava errada em andar na rua falando no celular. Mas não, não estava errada e não provoquei a violência. Eu estava apenas no meu direito de andar livremente pelas ruas da minha cidade, onde eu deveria me sentir protegida. Mas isso cada vez mais é uma utopia. Nós cidadãos de bem estamos cada vez mais reféns da violência, vendo a nossa liberdade cerceada para conseguirmos fugir dos ataques cada vez mais freqüentes dos bandidos. Mas a situação anda tão feia que não há como fugir da bandidagem. O jeito é rezar e pedir para que o nosso anjo da guarda sempre esteja à postos para nos salvar dos perigos. Triste e assustadora a nossa realidade.


segunda-feira, 6 de abril de 2009

Uma vai , outra vem



Em maio de 2003 Wally e eu alcançamos a nossa primeira grande conquista juntos, compramos o nosso primeiro carro. Meses antes a gente havia visto uma reportagem no Shoptour que mostrava o futuro lançamento da GM na época e ficamos encantados com aquele carro. Era uma Meriva. Falamos brincando que este seria o nosso futuro carro, mas não chegamos a acreditar que seria possível, pois precisaríamos de uma boa grana para comprar um carro como aquele. Mas começamos a pensar sério no assunto, a juntar dinheiro para dar uma boa entrada no carro e conseguimos! Foi um sonho mesmo comprar o carro que a gente queria. E por tudo isso foi triste quando chegou a hora de dizer tchau para este carro. Ficamos com ele 6 anos e quando nossa querida Meriva começou a dar muita despesas de manutenção vimos que era hora de trocá-la. E decidimos trocá-la outra Meriva, desta vez vermelha.



Em dezembro do ano passado, depois de visitar algumas concessionárias e ver vários modelos de carro, resolvemos comprar uma Meriva vermelha com câmbio automático. Tudo parecia estar perfeito, demos a Meriva antiga como parte do pagamento, mais o dinheiro economizado para a entrada e ficaríamos com um financiamento do restante em um ano. A concessionária nos deu um prazo de 30 dias para entregar o carro. Mas saiu tudo fora do controle, o tal prazo não foi cumprido e somente conseguimos receber o carro na sexta-feira passada, praticamente 4 meses depois de assinarmos o contrato de compra. Não sei dizer exatamente o que provocou tanto atraso, mas a crise econômica colaborou, pois a fábrica da GM ficou em férias coletivas um tempão, assim o nosso carro demorou para entrar na linha de produção. Eu suspeito também que o fato de termos escolhido a cor vermelha contribuiu muito para a demora. Afinal, escolhemos algo fora do cinza que domina os carros da cidade. No dia da compra foi até engraçado, a gente falava para o vendedor que queríamos a cor vermelha e ele abria o catálogo e falava : "Olha quantas opções de cor : cinza, grafite, cinza claro..." Até se convenceu que a gente não ia levar um carro cinza e fez o termo de compra com o carro na cor vermelha. Confesso que estava apreensiva para ver o carro, pois o vermelho que escolhemos não existia, o vendedor nos enganou, e eu não tinha noção do tom de vermelho que viria. Mas a apreensão deu lugar ao entusiasmo logo que recebi um sms do Wally na sexta-feira com a foto do carro. Achei lindo. E quando vi de perto achei mais lindo ainda. Estou encantada pelo carro novo. E aliviada, que depois de tantos meses de espera, deu tudo certo e agora temos a nossa tão desejada Meriva vermelha. :)


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Pão


Há duas semanas peguei emprestada a máquina de pão da minha mãe. Wally e eu resolvemos ver como era fazer o pão em casa e descobrir se a máquina era tão automática como falam. O primeiro pão que fizemos foi o de provolone e calabresa, que é este da foto. Foi bem fácil mesmo. Não há complicações, basta juntar todos os ingredientes e colocá-los na máquina, escolher o programa adequado e deixar a máquina fazer o seu trabalho. A única coisa que tivemos que nos preocupar era colocar o queijo e a calabresa no tempo certo. Mas até isso a máquina cuida, ela apita quando é o momento de colocar os ingredientes extras. A única coisa que é necessária para fazer o pão é paciência, pois demora 3 horas para ficar pronto e o cheiro do pão deixa a gente impaciente, querendo experimentá-lo logo. O pão ficou enorme e delicioso. Tão delicioso que este quase um quilo de pão não durou nem um dia aqui em casa. A nossa primeira produção de pão foi um sucesso, apesar de ele ter ficado meio murcho na parte superior.
Depois desta receita fizemos o pão básico, que é bem prático de fazer. É juntar tudo na máquina, ligá-la e esperar ficar pronto. Este pão ficou muito bom também e foi meu café da manhã por vários dias.
Agora a meta é conseguir fazer o pão preto, mas anda difícil. Nunca pensei que fosse tão difícil encontrar a farinha de centeio por aqui. Impressionante, não tem em lugar algum. Só achei pela internet e pelo jeito terei que comprar desta maneira. O pão preto deve ficar delicioso, estou bem curiosa para experimentar a receita. Falando em receitas, junto com a máquina vem um livrinho de receitas bem variadas, com todo tipo de pães salgados e doces. E as receitas são específicas para a máquina, o que torna tudo bem fácil.

É, a máquina de pão funciona e é bem prática. Adorei. :)




quinta-feira, 2 de abril de 2009

Avalanche de Senhas



12. Este é o número de senhas diferentes que utilizo na minha vida cotidiana. É senha do cartão do banco, do site do banco, de e-mails, dos sistemas do trabalho, do meu computador, do cartão do vale-refeição e por aí vai. É muita senha. Quando dá eu tento reaproveitar e usar a mesma senha para coisas diferentes, assim é uma coisa a menos para lembrar. Tanta senha assim me estressa às vezes, pois tenho medo de esquecê-las quando precisar. Tenho medo que a cabeça dê um tilt e eu perca da minha mente todos os registros, pois eu não anoto em lugar algum. Afinal, se senha é para garantir que ninguém além de mim vai acessar a conta do banco ou de e-mail, não pode estar escrita em canto algum, senão a confidencialidade da senha já era. Nunca esqueci de fato de uma senha, salvo senha de site de compras, mas estas não entraram na minha conta, mas já tive esquecimentos momentâneos. São segundos terríveis, que não consigo lembrar a sequência certa da senha. Fico tensa quando isso acontece, mas felizmente sempre lembro a senha. Só uma vez, há muito tempo, esqueci a senha do meu cartão de débito e travei o bendito. Depois disso nunca mais faço a terceira tentativa de acertar a senha, prefiro desistir de usar o cartão e pagar de outra maneira. Tudo para não ter que ir até o banco fazer nova senha. Aliás, é uma coisa que odeio, ter que mudar as senhas. É sempre um drama escolher uma nova senha, pois ela tem que fazer algum sentido para mim e ao mesmo tempo não pode ser óbvia. Pois eu preciso saber o "significado" da senha para lembrar com facilidade, senão fica difícil para decorá-la. E agora terei que decorar mais uma senha, a do cartão de crédito. O cartão venceu e recebi um novo com esta novidade. Agora sempre que utilizar o cartão terei que informar a senha na maquininha. É ótimo no quesito segurança, mas eu não gostei da novidade não, eu uso o cartão bem pouco e vai ser duro não esquecer a tal senha. Já estou repetindo a nova senha como se fosse um mantra, tenho que decorá-la de qualquer jeito.

Esta vida moderna às vezes me atordoa por conta deste monte de senhas, mas eu não reclamo não. Adoro as facilidades dos tempos atuais, mesmo que eu tenha que decorar um zilhão de senhas diferentes. :)


quarta-feira, 1 de abril de 2009

Bolt


Logo na primeira cena do filme, Bolt me conquistou. Ele é um filhotinho ainda e está numa loja de animais. É uma gracinha de filhote, fofo e brincalhão. Fiquei com vontade de apertá-lo, pena que ele existe somente no filme. Bolt (USA - 2008) é uma animação produzida pela Disney e que conta a história do cãozinho Bolt, que é um astro da tv. Ele é o herói de um seriado, um cachorro cheio de poderes e muito inteligente. Sua companheira de seriado é a menina Penny, que gosta de verdade do Bolt, apesar de ele ser somente seu cão no seriado. Bolt só conhece a realidade do estúdio e um dia acontece um incidente e ele se vê perdido no mundo, sozinho e sem saber como se portar como um cão na vida real. A partir deste ponto o filme se torna um road-movie, com Bolt tentando voltar para perto de Penny. Em sua jornada ele conta com a companhia de Rhino, um hamster gordinho, e de Mittens, uma gata de rua um tanto amargurada.
O filme me emocionou, principalmente porque toca em um assunto que me comove muito. Além de contar a jornada de retorno ao lar de Bolt, o filme trata de como os animais sofrem com o abandono por parte de seus donos. A gatinha Mittens é triste e amargurada porque foi deixada na rua por sua família de humanos. Ela tinha casa e carinho, e um dia seus donos mudaram de casa e a deixaram para trás. É uma crueldade imensa que, infelizmente, acontece com muita freqüência em todo lugar. O filme retrata bem o sentimento de abandono que toma conta de Mittens. Ela não acredita mais em nada, não gosta das pessoas, mas resolve ajudar o Bolt, mesmo achando que a Penny nem lembra mais dele. Gostei de ver o problema do abandono de animais de estimação tratado de maneira verdadeira. A tristeza de Mittens me cortou o coração.
Mas o filme não é triste, é um filme muito alegre e movimentado. É na verdade uma bela história de amor. A história de amor e amizade de uma garotinha e seu cão, que mesmo sem ter poderes especiais, é o melhor cão do mundo para ela.