O grande chamariz dos novos videogames ultra-interativos como o Wii ou Kinect, segundo os fabricantes, é que o jogador ser obrigado a se movimentar para jogar, assim o videogame deixaria de ser uma bricandeira sedentária e passaria a ser quase uma prática esportiva. Mas para mim isso sempre foi realidade. Nunca consegui jogar videogame quietinha, só movimentando os dedos. Sempre joguei como a menina do desenho aí em cima. É meio ridículo, eu sei. Mas não consigo ficar parada. Eu me envolvo de tão maneira com o jogo que a ação da tela acaba refletindo em meus movimentos. Eu até pulo do sofá quando a coisa fica mais tensa! É um espetáculo me ver jogar. Wally sempre tira sarro de mim. Aliás, foi ele que me mandou a historinha, pois me viu nestes quadrinhos. E eu me identifiquei na hora e morri de rir! E o mais curioso de tudo isso é que eu não me entendo com estes videogames interativos, onde é preciso movimentar o joystick para jogar. Eu simplesmente não sei jogar assim. Prefiro o controle tradicional, que preciso só apertar os botões. Uma bela contradição, não?
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
HP7 - Part one
Como não estava a fim de enfrentar muvuca para ver o penúltimo filme do Harry Potter, deixei passar o fim de semana de estréia e tratei de controlar a minha ansiedade. Não adiantou muito, pois a procura pelos ingressos para assistir ao filme " Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 01" ( USA/UK- 2010) continua grande. Descobri que o filme estaria em cartaz na sala IMAX e resolvi que veria lá, para ver tudo em tela bem grande. No sábado de manhã acessei o site do Unibanco Pompéia e vi que havia uma sessão legendada às 18 horas na sala Imax. Me animei. Mas me frustrei na hora de comprar os ingressos via internet, havia somente UM assento disponível. Tentei a próxima sessão, das 21 horas, e poucos assentos disponíveis, em cantos diferentes do cinema, nada junto. E só consegui achar lugar na sessão da meia-noite. Havia 4 lugares juntos e em uma fileira do fundo da sala. Perfeito para que nós quatro (Wally, eu, Sugar e Gui) fôssemos ver o filme. Apesar do trânsito ( inesperado!) que pegamos e de nos deparar com a entrada do estacionamento do shopping fechada, deu tudo certo e 15 minutos antes da sessão começar estávamos sentados em nossos lugares na sala do cinema. Ufa.
Este filme é a adaptação da primeira parte do último livro do Harry Potter. Decidiu-se produzir dois filmes para que a adaptação fosse o mais fiel possível ao livro, que é enorme. Infelizmente esta primeira parte está bem fiel ao livro, o que torna o filme lento e nos passa a sensação que a história não avança muito. Assim é o começo do livro. Eu odiei no livro a parte que Harry, Hermione e Rony ficam isolados em uma cabana, sempre em lugares ermos. Achei devagar demais. Divagações demais e ação de menos. O filme foi igual. Relatou os acontecimentos na mesma velocidade lenta do livro. Somente as primeiras cenas do filme empolgam, como no livro. O filme está lindamente produzido. Me encantei com a qualidade das imagens, principalmente nas cenas que explicam o que são as tais relíquias da morte. Fiquei impressionada. Mas não me envolvi com o roteiro. Eu já meio que esperava que não me empolgaria com esta primeira parte, afinal me senti assim com o livro. Mas tinha que assistir, como fã do Harry não poderia perder o filme. Nesta parte da história, os bruxos do bem estão acuados pela turma do mal. Voldermort está de volta ao poder e tem como objetivo capturar e matar o Harry Potter. Todos os bruxos do bem estão unidos na missão de salvar Harry e destruir os bruxos do mal. Para destruir Voldermot é necessário achar os objetos onde ele guardou parte de sua alma, missão que Harry , Hermione e Rony se empenham para cumprir. E a busca pelos tais objetos é um quebra-cabeças difícil de montar. Os três muitas vezes duvidam que vão conseguir. No filme o Harry Potter está menos estressado que no livro. Deram uma suavizada no nível de tensão do meu querido bruxo. Se bem que ele tem todo os motivos do mundo para estar uma pilha de nervos, afinal sua cabeça está à prêmio.
Quem não leu os livros deve ficar meio perdido com a história, pois nada é explicado, tudo é mostrado na tela com a premissa que o espectador leu os livros e conhece bem a história. A minhas lembranças do livro, que li em 2007, foram sendo ativadas a cada cena. O filme realmente relatou tudinho e, para meu azar, no mesmo rítimo do livro. Digo azar porque eu odeio filme lento, não tenho paciência mesmo. Por isso este filme ficará com o posto de filme que menos gostei da saga do Harry Potter. Se isso me desanima para ver a segunda parte? Claro que não! Pois a segunda parte será muito movimentada e cheia de tensão. Tenho certeza que na última cena vou chorar no cinema como chorei ao ler a última frase do livro. Será emocionante. Que venha logo a segunda parte do HP7!
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Destino certo?
Eu prefiro não acreditar no destino. Crer que tudo está pré-determinado em minha existência aqui nesta vida é um tanto desestimulante. Porque se assim é, qual a razão por lutar por algum objetivo ou tentar mudar alguma faceta da minha vida? Se tudo estiver escrito não preciso nem pensar, é só fazer como canta o Zeca Pagodinho e deixar que a vida me leve. Mas prefiro acreditar que eu tenho as rédeas da minha vida, mesmo que a vida, vez ou outra, resolva tirar sarro da minha cara e mostrar que eu não tenho como fugir de certas situações. Esta semana o destino deu uma pequena prova de sua força. Como é de praxe nesta época de fim de ano, vamos fazer a brincadeira de amigo secreto. Eu adoro participar do amigo secreto, mas desta vez estava muito apreensiva com o sorteio, pois no meu setor entrou muita gente nova no mês passado e ainda não deu tempo nem de aprender o nome de todo mundo. E no corre-corre do expediente é quase impossível fazer social com o pessoal novo. Por isso eu estava um tanto desanimada, pois não queria tirar alguém novo. Além de ser uma árdua tarefa comprar um presente para quem a gente mal conhece, eu penso na hora da revelação do amigo. Como descrever alguém praticamente desconhecido? Assim, decidi que tentaria burlar o sorteio, que daria um jeito de tirar algum colega mais antigo. Bom, claro que tirei um novato, mas consegui trocar o papelzinho sem alarde e fiquei toda feliz com o meu amigo secreto, uma colega que conheço bem. Mas a alegria não durou um dia. O sorteio foi cancelado, pois gente que não tinha se inscrito na brincadeira mudou de idéia, aí tiveram que refazer tudo. Adivinhem o que aconteceu??? Tirei a MESMA pessoa que havia tirado no primeiro sorteio. Eu até dei risada quando li o mesmo nome no papelzinho. Só pode ser destino! Tentei fugir do meu destino, mas a vida deu um jeito deixar tudo como tinha que ser. O destino é teimoso. E tive que acatar a sua vontade. Agora estou tentando pensar no que falar no dia da festinha do amigo secreto. Tenho que conseguir falar algo mais do que: "esta pessoa que eu tirei trabalha comigo." Até o dia 10 vou ter que saber mais coisas do meu colega secreto, vamos ver o que eu consigo. Ao menos vou sair desta brincadeira um pouco mais enturmada com o novo colega. E isso será bom. :)
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Cabeça congestionada
No anda e pára do trânsito eu fico observando os prédios em construção que ficam ao longo do meu caminho. Eu os abservo com um certo pavor. São muitos e estão muito próximos uns dos outros. Penso como será quando estes prédios começarem a ser habitados. Como os moradores vão ir ou sair de seus condomínios? As ruas das redondezas já estão lotadas de carros e os prédios novos vão provocar um grande aumento no trânsito das vias próximas. Na minha cabeça vem sempre cenas de caos total. Tudo parado, ninguém conseguindo ir para canto algum. Infelizmente acho que não é exagero meu. Alguém tinha que tentar controlar a construção dos novos edifícios, ao menos impedir que sejam construídos em áreas já lotadas de gente e de prédios.
O anda e pára do trânsito de ontem conseguiu aumentar o meu cansaço. A semana anda lotada de trabalho. Cansaço físico e mental. Resultado: muito difícil de organizar as idéias. Assim, fica por aqui este mini-post. :)
Que o fim se semana chegue logo e que o trânsito seja mais bonzinho comigo nestes dias que faltam. Ficar presa no trânsito depois de um dia de trabalho é quase uma tortura. Mas o jeito é ativar o pensamento positivo e tentar fazer estes dois dias da semana suaves. :)
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Carinhas coloridas
Estas são as carinhas de alguns dos meus amigos no Facebook. Desde a semana passada vários usuários do Facebook trocaram suas fotos por fotos de personagens de desenho animado. Começou timidamente. Eu via um ou outro com a foto de personagem infantil, mas achei que era apenas coincidência. Quando a minha timeline do Facebook começou a ficar muito mais colorida já comecei a achar que tinha algum movimento por trás daquilo. Descobri o que era quando o Renato me mandou a mensagem com a tal proposta de trocar a foto do perfil por algumas semanas por algum personagem para assim reviver as lembranças da infância. No começo achei meio bobo, admito. Mas acabei entrando na onda, e mudei a minha foto também. Agora estou achando esta idéia muito bacana, pois as escolhas dos personagens é bem variada, legal ver a preferência de cada um. E claro que estas fotos acabam ativando a minha memória também, lembrando dos desenhos que me divertiam quando eu era criança. A foto que mais mexeu comigo foi da família Barbapapa, que é a atual foto do perfil da Patty. Eu sempre gostei muito desde desenho, e ver aquela fotinho no meu Facebook trouxe boas lembranças. E assim tem sido nestes dias, a cada postagem dos amigos uma boa recordação é despertada. É uma coisa mínima, mas que acaba tirando um sorriso do meu rosto. :)
Sim, a minha atual cara no Facebook está na foto do post. Mas não vou contar quem eu "sou". Vamos ver quem adivinha... Ah, quem tem acesso ao meu Facebook, por favor, boca de siri. Senão estraga a brincadeirinha.
E vocês, qual persongem mora no seu coração?
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Enquanto isso em Camelot...
Como alguns já devem saber, eu tenho um marido blogueiro. Wally entrou neste mundo de posts por influência minha. Eu que o incentivei a compartilhar o seu conhecimento/fascínio pelo mundo do Rei Arthur e seus cavaleiros. Assim, em março de 2007, nasceu o blog "Camelot or What", onde Wally escreve sobre todos os aspectos da lenda Arthuriana. Os posts vão desde as raízes do Rei Arthur histórico até como ele está presente no mundo de hoje. Eu sou uma leitora assídua, além de revisora não-oficial dos textos. Wally escreve muito bem em Português, mas vez ou outra dá alguma interferência de seu idioma nativo
(español) no texto e ele troca algumas letrinhas, então sempre que vejo algum erro eu o aviso para que o post fique direitinho. Gosto muito do estilo dos posts dele, são bons de ler e muitas vezes bem divertidos. Sei que sou pra lá de suspeita, mas afirmo com todas as letras que o blog do Wally é um dos melhores que eu conheço, tem estilo próprio e informações muito bem apuradas. Um blog imperdível para quem gosta de saber sobre a vida dos tempos bem antigos, pois é impossível falar do Rei Arthur sem falar do tempo em que ele "viveu".
Esta semana o "Camelot Or What" entrou numa nova fase, Wally colocou no ar o primeiro episódio da "Camelot TV", que nada mais é que um post em vídeo, o tal do videocast. Ficou muito bom mesmo. Eu acompanhei a produção bem de pertinho e dei uma ajuda fundamental, apertei o "REC" da câmera! Mas chega de conversa fiada e vamos ao vídeo!
Esta semana o "Camelot Or What" entrou numa nova fase, Wally colocou no ar o primeiro episódio da "Camelot TV", que nada mais é que um post em vídeo, o tal do videocast. Ficou muito bom mesmo. Eu acompanhei a produção bem de pertinho e dei uma ajuda fundamental, apertei o "REC" da câmera! Mas chega de conversa fiada e vamos ao vídeo!
Espero que gostem!
O videocast originalmente publicado neste post :
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Coleira mastigada
Em menos de 5 meses de uso a coleira da Nena ficou neste estado deplorável. Geralmente os meus filhotes trocam de coleira uma vez por ano. Troco quando vejo que a coleira já está ficando feia. Mas a Nena bateu o recorde. A coleira dela rapidamente foi ficando destruída e teve uma hora que não aguentei mais vê-la com uma coleira tão feia e troquei. Agora ela está com uma coleira preta. Vamos ver até quando a coleira vai ficar em bom estado.
A coleira dela estragou rápido por causas das brigas. Nena é muito briguenta, vive provocando Frodo e Sam. Os dois são bem tranquilões, mas tem uma hora que a paciência deles acaba e eles partem pra cima da Nena. Eu separo ao menos uma briga por dia. Começa sempre do mesmo jeito. Nena chega perto de um dos dois. Dá uma lambidas e fica encarando o "irmãozinho", que em geral tá na dele e nem dá muita importância para a aproximação da Nena. Então ela começa a cutucá-lo, e vai ficando insistente. Das cutucadas passa para as mordidas, que podem ser nas patas ou no peito do gato atacado em questão. Pronto. Na segunda mordida a briga já começa. Gato quando briga morde muito o pescoço do adversário e Nena, como é bem menor que os meus filhotes, sempre leva a pior. Por isso a coleira dela ficou neste estado lastimável. Foi tanta mordida que desfiou inteira e ficou toda amassada. As coleiras do Frodo e Sam estão normais e olha que já estão com elas há um tempão! Realmente acho que a Nena acha divertido brigar, pois não faz sentido ela provocar gatos tão maiores que ela. Ela sabe que vai apanhar mais. A sorte dela é que eles não batem para valer, se fizessem isso a Nena estaria toda machucada. Ela não tem um machucado sequer, só a coleira mesmo que acusa a freqüência das brigas. E claro que eu não deixo eles ficarem se pegando. Separo assim que a luta começa, mas às vezes é difícil parar a briga por completo. Logo que eu os separo, eles então para outro lugar e recomeçam a briga. Tem dias que ficou brava mesmo. Não estou acostumada a lidar com gatos briguentos. Sam e Frodo, na era pré-Nena, brigavam muito raramente. Agora convivo com brigas diariamente. O que não é nada agradável. Estou empenhada em fazer a Nena entender que brigar não é legal. O borrifador de água está sendo o meu aliado. Espero que consiga fazê-la entender que não aprovo as brigas. Não tenho ilusões que isso vá acontecer em um curto espaço de tempo, pois para se educar um gato tem que ter uma paciência enorme. Mas eu não vou desistir de colocar a Nena na linha. Se eu consegui educar Frodo e Sam, vou conseguir o mesmo com ela.
Nota da blogueira: Eu ainda considero a Nena como uma hóspede. A estada dela aqui em casa está maior do que o esperado, mas eu ainda não a considero como minha. Mas não queria que demorasse tanto. Pois quanto mais tempo ela ficar aqui, mas apegada eu ficarei e mais difícil será a hora da despedida.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
O livro dos gatinhos
O filme "Meu Malvado Favorito" é recheado de cenas fofas. Uma das minhas cenas preferidas é quando o Gru lê o livro dos gatinhos para as meninas. O livro é aquele bem típico para crianças pequenas, poucas páginas, uma frase por página e interativo. Gru, com o seu mal-humor crônico, acha o livro péssimo e interminável. A cena é curta mas é encantadoramente engraçada. Eu adorei o livrinho, afinal é sobre gatinhos e eu adoro gatinhos. E agora descobri que posso ter um livrinho igual! O livro foi lançado pela produtora do filme e está à venda na Amazon. Eu vou comprar. Não resisto. :)
Aqui tem o ínicio desta cena. Pena que não encontrei a cena dublada em Português. A dublagem em nosso idioma ficou muito melhor do que no original em Inglês.
Estou ansiosa para o lançamento do DVD do filme, vou ficar vendo o filme sem parar. Gru virou o meu vilão preferido!
Bom fim de semana!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Despedida
Álvaro está de agasalho vinho, logo na frente.
Ontem logo que liguei o computador cedinho, antes de ir para o trabalho, me deparei com uma notícia que me deixou muito triste. Foi um choque. Era a notícia da morte de um rádio-amigo,o Álvaro Taniguti. Rádio-amigo é como nossa turma da faculdade de Rádio e TV se trata, nem lembro como isso começou, mas deste o ínicío do curso em 1990 a gente já se chamava assim e isso perdura até hoje. Era uma turma pequena, de gente bacana apaixonada por rádio. Álvaro desde aquela época já tinha uma voz de rádio. Tinha aquela voz bacana de locutor e ele era bom nisso. Ele não terminou o curso, saiu logo e foi cursar jornalismo em outra faculdade e conseguiu se firmar como jornalista de rádio. Desde a época da faculdade nunca mais o encontrei, a gente tinha um contato esporádico via e-mail. Nada além disso. Como é o meu contato com a maior parte dos meus rádio-amigos, mas nem por isso o sentimento de amizade é menor. A vida toma seus rumos, acaba cada um em um canto, mas o vínculo que a gente criou naquela época é indestrutível. Praticamente todos, salvo a Silvinha e o Jair, eram de outras cidades e foram para Bauru para fazer o curso na Unesp. Assim estávamos lá sem família e amigos, com isso criamos laços fortes de amizade, afinal nós só tínhamos uns aos outros naquela cidade. Passávamos muito tempo junto, não só o tempo da aula. E no final viramos uma grande família, que se adorava e que brigava muito também. Eu brigava muito com o Álvaro, ou será que era ele que brigava comigo? Não importa, o que eu sei que é as brigas passavam e a gente sempre se divertia muito e se ajudava muito também. Foi uma época onde eu aprendi muito. O aprendizado pessoal foi muito maior que o aprendizado acadêmico. Foram anos preciosos que deixaram saudades e me deram amigos queridos. Com a notícia da morte dele minha cabeça foi invadida por um turbilhão de lembranças. Lembrei que ele morava na Kripta, república que tinha este nome porque ficava ao lado do Cemitério da Saudade, que Álvaro e eu compartilhamos infinitas horas de viagem à bordo dos ônibus do Expresso de Prata, ele era aqui de São Paulo como eu, que a gente se divertia muito fazendo os trabalhos da faculdade e por aí vai... Estou triste e ao mesmo tempo chocada. É um baque saber da morte de alguém que tinha tanta vida pela frente. Ainda não me recuperei do susto e estou tentando assimilar o acontecido. Estou meio fora do ar mesmo, sem entender como coisas assim podem acontecer. É triste. Muito triste. Que o meu querido rádio-amigo descanse em paz. Com certeza ele deixou muitas saudades neste mundo.
Nota da blogueira: Soube da notícia através da Giane. Ela deixou no Twitter um link com a notícia do falecimento.
Nota da blogueira 2: A foto foi tirada logo na primeira semana de aula, estão quase todos da turma nesta foto. Nossa classe era bem pequena, uns 15. E quase entrou em extinção, na turma de formandos de 1993 éramos 5!
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Sessão Especial
Aqui em São Paulo há algumas salas de cinema que são diferenciadas e têm como principal atrativo oferecer ao cliente uma sessão de cinema com muito mais conforto que as salas normais. Claro que este conforto a mais significa um ingresso bem salgado, geralmente o dobro do valor do ingresso das salas normais. Por conta do preço salgado eu sempre relutei ir nestas salas, mas sempre tive muita curiosidade de saber como era. No sábado finalmente conheci uma sala de cinema chique. O filme "Senna" só estava em cartaz na sala Platinum do Kinoplex do Shopping Vila Olímpia, eu queria ver muito o filme e resolvi que iria na sala mais cara mesmo. No meu caso acabei pagando meia-entrada por ter o cartão do banco que tem desconto com a rede Kinoplex, assim o cinema de primeira classe saiu pelo preço de uma sessão normal.
A diferenciação das salas já começa antes da sessão. Quem tem ingresso Platinum tem uma sala de espera separada, onde há vários sofás confortáveis e um bar com cardápio bem diferente de um cardápio de bomboniere de cinema. Como estava curiosa, espiei o cardápio. Até a pipoca é metida a chique, vem com azeite especial. Há também opções de canapés, frutas secas, algumas sobremesas e para acompanhar há opções de vinhos e espumantes. Cada poltrona possui uma mesinha própria para o cliente acomodar bem seus quitudes e assim assistir ao filme sem maiores malabarismos. Eu fiquei impressionada com a sala logo que entrei. É pequena e aconchegante, com uma ótima inclinação. As poltronas são maravilhosas. Largas e muito confortáveis. São reclináveis, o que deixa a gente numa posição muito confortável para ver o filme. Até pareceu que eu estava no sofá da minha sala! Eu fiquei numa fila bem no fundão da sala, ótimo lugar para ver o filme. Nesta sala fiquei com a impressão que todos os lugares são bons, salvo os da primeira fileira, que tem o mesmo problema de qualquer cinema, fica muito perto da tela. A partir da segunda fileira a visão é boa.
Adorei a experiência de ver um filme em um cinema tão bacana, mas o mesmo tempo já estou quase arrependida, pois agora só vou querer ir ao cinema nesta sala! Mas claro que não vou deixar de frequentar os cinemas normais, afinal não há orçamento que aguente ir em um cinema caro com freqüência. Mas vez ou outra eu vou me dar o luxo de ir na sala Platinum. Vale a pena.
Nota da blogueira: Eu não tenho carteirinha de estudante, além do motivo óbvio de eu não ser mais estudante há séculos, não acho certo tirar uma carteirinha falsa para ter o desconto no cinema. Mas consigo ir ao cinema pagando meia-entrada usando os Savers do Cinemark ou aproveitando a promoção do banco, que dá desconto de 50% nas redes Kinoplex e Cine Unibanco.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Um Parto de Viagem
Quando a gente acha que tudo que podia dar errado já aconteceu, a situação piora. Assim são os dias de Peter (Robert Downey Jr.) ao lado de Ethan (Zach Galifianakis), seu companheiro acidental em uma viagem pra lá de acidentada. Em "Um Parto de Viagem" (USA/2010) Peter é um arquiteto bem-sucedido que está voltando para casa, depois de uma viagem de negócios, para acompanhar o nascimento de seu primeiro filho. Mas no momento que está prestes a pegar o avião, tudo dá errado. Um desconhecido, Ethan, arruma uma baita confusão na aeronave e os dois são expulsos do vôo e são incluídos numa lista de passageiros proíbidos de viajar de avião. Peter está completamente ferrado, pois está muito muito longe de sua casa, sem dinheiro e documentos também, pois tudo ficou dentro do avião. No meio do desespero total, ele aceita a carona de Ethan para uma viagem de carro até Los Angeles. A viagem é longa, leva vários dias e durante o trajeto Peter vai ter sua paciência muito testada, pois Ethan é um sujeito meio amalucado, totalmente sem noção e maconheiro. Não vou entrar em detalhes sobre os percalços enfrentados por eles, pois isso estragaria o impacto do filme. É daqueles filmes que quanto menos a gente souber antes de assistir, melhor. Eu felizmente parei de ver o trailer na metade, pois achei que já estava mostrando coisas demais do filme. O filme é muito engraçado, eu ri muito das roubadas em que Peter é colocado por causa do Ethan. O cachorrinho que viaja com eles também é uma figura. Sonny é o cachorro de Ethan e é tão amalucado quanto o dono. Vale a pena ver o filme. É divertido, tem cenas surpreendentes que fazem a gente dizer uau! E além disso tem o lindo e maravilhoso Robert Down Jr. em 99% das cenas! Ele está ótimo no filme e mesmo todo machucado, continua lindo. :)
sábado, 13 de novembro de 2010
Senna
Saí do cinema há pouco. Ainda estou com as emoções latentes, os olhos ainda um pouco molhados, a cabeça cheia de lembranças difíceis. Assisti o documentário "Senna" ( UK-2010) nesta tarde de sábado. Eu já sabia que ia me emocionar e que iria chorar. Que ficaria triste no final de tudo, afinal não tem como ter final feliz um documentário sobre a vida do Ayrton Senna. Mas antes de ser tomada pela tristeza, o filme me trouxe muitas recordações boas. Me fez sorrir em vários momentos. Foi bom rever aquelas cenas de corridas que tanto me emocionaram nos anos 80 e 90. Eu era muito fã dele. Eu assistia a todas as corridas, sabia tudo sobre os carros, os pneus , os pilotos. Meu pai era meu companheiro de corridas. A gente sempre via junto. Quando tinham os GPs do Japão e da Austrália eu que ficava com a responsabilidade de acordá-lo para ver a corrida de madrugada. Ele também era fã do Senna. Depois que meu pai morreu eu não tinha muita vontade de ver as corridas, ficava triste, afinal não tinha com quem conversar mais sobre tudo aquilo. No dia da morte do Senna, eu não estava vendo a corrida porque estava trabalhando. Lembro bem do momento, eu estava no estúdio da rádio em São Pedro, e tinha um telão passando a corrida na outra sala. Eu vi a reprise do acidente. Saí do estúdio para ver o que tinha acontecido. Foi uma tristeza tão grande. Uma tristeza enorme em um ano que já era o pior da minha vida. Meu pai tinha morrido 3 meses antes. Juntou tudo. A tristeza que eu represava pela morte do meu pai foi libertada pelo choque da morte do Senna. Consegui finalmente chorar depois de 3 meses quase em estado de catatonia. Para mim é impossível separar a morte do Senna da morte do meu pai. Mas vamos voltar ao filme.
Gostei muito mesmo do estilo do documentário. Não há narrador único. Os narradores são os protagonistas da história: o próprio Senna, os familiares do piloto, os comentáristas esportivos e colegas de equipe. As cenas são mostradas em ordem cronológica, vemos bem a evolução do Senna como piloto e como ele se tornou o grande campeão de Fórmula 1. As corridas mais importantes são mostradas, são imagens de transmissões oficiais e algumas com aquelas câmeras que ficavam no carro. Muitas cenas de corrida têm a narração do Senna, o que deixa tudo mais emocionante. Há entrevistas dele que nunca tinha visto. Muitos momentos da vida pessoal que eram inéditos também. Nada é esquecido, nem os romances com Xuxa e Adriane Galisteu. Fiquei muito emocionada quando mostram o GP do Brasil de 1991, quando ele venceu aqui pela primeira vez. Aquela corrida foi heróica. Linda. Revivi aquela alegria que senti quando vi a corrida pela tv. Grande parte das quase 2 horas de filme trouxe muita saudade alegre para mim, revivi boas emoções. Somente a parte final que foi dolorosa, não tinha como não ser. Saí do cinema com muita saudades dele e feliz por ter acompanhando a carreira dele, ter vivenciado todas as suas conquistas. Realmente, ele foi um grande cara. Marcou uma era. Se você é fã do Senna, não pode perder este filme.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Supresinha via Sedex
Recebi um SMS mais ou menos assim esta semana:"Miga, preciso do seu endereço com urgência. Vi umas coisas fofas que vou mandar para você e para Sugar." Passei o meu endereço na hora e já ultra-mega-hiper-uber-curiosa. A autora do SMS era a Andrea. E as coisas fofas chegaram ontem numa caixinha de sedex. Duas camisetas lindas com estampas de gatinhos. Ela acertou em cheio. Eu adorei! A Sugar ainda não viu o presente, mas tenho certeza que vai amar também. A camiseta branca é a minha. Fiquei apaixonada pela gatinha da estampa. No fim de semana já vou usar o meu presentinho!
Miga, obrigada! :)
Bom feriadão para todos e até terça!
Finalmente eu terei um feriadão! :) Oba!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
O Canto da Cidade
O ano era 1993. Mais especificamente, janeiro de 1993. Eu estava prestes a começar último ano da faculdade de Rádio e TV e ainda não fazia a mínima idéia do que fazer como trabalho de conclusão de curso, o tal TCC como se diz hoje em dia. Eu estava quase apavorada, pois eu pensava e pensava e não achava nada bom o suficiente para inspirar a minha tese. Mas numa tarde preguiçosa no meio das minhas férias, tive um estalo e a idéia veio completa. Lembro bem daquele dia. Eu estava no quarto dos meus pais vendo MTV, pois somente na TV de lá havia como sintonizar o sinal UHF da emissora (sim, isso foi na era pré-TV à cabo!). De repente começa a passar o clipe " O Canto da Cidade" da Daniela Mercury e eu fiquei vidrada nele. Um clipe muito bem produzido, bem diferente do clipe do primeiro sucesso dela (Swing da Cor). E este clipe era bem feito pois foi produzido para passar na MTV Brasil, inaugurada dois anos antes. Antes da MTV os clipes eram feitos para passar no Fantástico. As gravadoras não enxergavam os videoclipes como ferramenta de divulgação de seus artistas. Faziam de encomenda para o Fantástico e só. Em geral estes clipes era bem ruinzinhos, com produção precária. A MTV chegou e tudo mudou. O clipe virou peça essencial no material de divulgação de um artista. Mas não foi só a qualidade dos videoclipes que melhorou com a chegada da MTV ao Brasil, a produção da TV brasileira foi muito influenciada com isso, a MTV trouxe modernidade à estética televisiva do Brasil nos anos 90, fez um bem danado à nossa tv que parecia parada no tempo. O clipe da Daniela ia passando e todas estas idéias iam brotando na minha cabeça. Foi um momento quase mágico. Acabou o clipe e eu corri para pegar papel e caneta para escrever uma carta para a Giane expondo a minha idéia. A gente tinha combinado que faria o trabalho juntas, e ela estava como eu, sem idéias naquele angustiante janeiro. Mandei a carta e a idéia foi aprovada! Passamos o ano de 93 fazendo o trabalho, nós duas e a Silvinha, outra colega de classe. E digo com todo orgulho que nosso trabalho ficou perfeito. Conseguimos fundamentar bem nossa tese e recebemos 10 da banca avaliadora. O dia da apresentação foi um dos mais tensos da minha vida. Eu já tenho pavor de falar em público, neste dia o medo estava turbinado, pois da minha performance dependia a minhar formatura. Eu tremia! Mas pelos relatos, consegui disfarçar bem o nervosismo, teve gente que até elogiou a minha calma para apresentar o trabalho! Nós três nos saímos muito bem. Foi um dia marcante, inesquecível. Na verdade, todo processo de realização do trabalho foi marcante. Conseguimos fazer um trabalho acadêmico com a nossa cara. Mesmo respeitando todas as regrinhas chatas de metodologia, o trabalho ficou leve, informal, como deve ser um trabalho sobre uma emissora de tv informal e descolada como a MTV. :)
Escrever este post me deu muita vontade de reler o meu trabalho. Mas infelizmente não sei onde foi parar a minha cópia dele. Deve ter se perdido durante as várias mudanças de casa desde a época da faculdade. Um dia eu ainda acho. Mas se a vontade de relê-lo bater forte mesmo, eu pego um Expresso de Prata e vou até Bauru. Na biblioteca da Unesp tem uma cópia do trabalho bem guardadinha. :)
Nota da blogueira: Post inspirado numa conversa com Wally depois do jantar de ontem. Ele me perguntou algo sobre a Daniela Mercury e pronto. As memórias do trabalho começaram a explodir na minha cabeça.
Nota da blogueira 2: O post saiu num estalo. Mas não consegui pensar num título bacana. Assim decidi deixar como título o nome da música inspiradora do meu TCC.
Nota da blogueira 2: O post saiu num estalo. Mas não consegui pensar num título bacana. Assim decidi deixar como título o nome da música inspiradora do meu TCC.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Prato verde
Quando olhei para o meu prato no jantar da segunda-feira até me espantei. Totalmente diferente das minhas refeições habituais. Nada de arroz, só um pouco de carne e muitos vegetais. Havia no meu prato brócolis, cenoura e um purê feito de mandioquinha, batata doce e abóbora. E eu comi tudo e com gosto. Nem eu acredito nisso que acabei de escrever, pois nunca fui de comer vegetais. Salvo tomate, cebola e batata. O resto sempre evitei o máximo possível. Nunca gostei, na verdade sempre achei sem graça tudo que era verde. Mas agora estou gostando de comer legumes. Mesmo. Acho que agora resolvi levar à sério a minha resolução de ano novo de comer mais verde em 2010. Tudo bem que está meio em cima da hora, mas ainda é 2010. Não que eu não tenha comido nada de legumes este ano, mas estava restrita ao brócolis, que alcançou um posto permanente na lista das minhas comidas preferidas. Mas agora estou curtindo ter o tal prato colorido que tanto as nutricionistas falam. Nesta última semana foram três refeições verdes e eu gostei muito. Me senti bem alimentada e mais leve. Vamos ver se os outros legumes conseguem figurar na minha lista de preferências gastronômicas como o brócolis e o tomate. Sinceramente, espero que sim. :)
Nota da blogueira: Não pensem que a blogueira aqui está virando vegetariana. Longe disso. Adoro comer carne e nunca vou riscar este item do meu cardápio, mas estou gostando de comer mais leve, de ter mais vegetais na dieta. Acho que isso me fará bem.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Amplificador
O Twitter ao mesmo tempo que é um limitador de pensamentos, pois temos sempre que podar o que queremos dizer para que a mensagem tenha no máximo 140 caracteres, é um amplificador de idéias. Tudo que ali é escrito repercute, gente de todo canto pode ver nossa mensagem. Vez ou outra eu me assusto quando vejo que algo que eu postei foi retuítado por alguém que nunca vi na vida. Mas isso exemplifica bem o que acontece com algo que se escreve por lá. Uma vez postado a gente perde o controle do que escreveu. Pode ser que fique ali paradinho na sua página, mas pode ser algo que atraia a atenção de muitos e pronto. A mensagem que era, a príncipio, para seu grupo de seguidores já rompeu fronteiras. Se é uma mensagem bacana ou mesmo apenas um tweet engraçadinho é ótimo que isso aconteça. Mas se o tal tweet foi uma baita mensagem sem noção, algo escrito sem pensar? Pode gerar problemas, pois, ao contrário do que muitos pensam, a internet não é uma terra sem lei. A internet nada mais é que uma parte do nosso mundo real e tudo que aqui acontece está sujeito às mesmas leis que na vidade real. Tudo tem conseqüência. Por isso eu sempre penso bem antes de clicar no botão Tweet. Claro que a gente pode apagar uma mensagem que se arrependeu de postar, mas o arrependimento pode vir tarde demais e a tal mensagem indevida já pode ter caído na boca do povo no momento que a gente for apagar. Aí já era. Todo mundo já leu e aquele tweet impensado já ficou eternizado em outro canto. Não adianta mais apagar.
Realmente me espanta como as pessoas escrevem barbaridades na internet e não medem as conseqüências, como os revoltados com o resultado da eleição presidencial que primaram pelo preconceito em suas mensagens de desabafo. Tudo indica que logo logo vão responder a processos por racismo. O mais estarrecedor de tudo é ver que pessoas ainda têm este tipo de pensamento pobre de julgar uma pessoa por sua origem, que foi o caso da polêmica pós-eleição no Twitter. Na verdade tudo isso só evidencia a falta de habilidade de muitos para expressar um pensamento divergente. Não sabem como discordar sem agredir. Não sabem expor um ponto de vista distinto embasado com idéias e externam sua discordância por meios de agressões. Triste ver como as pessoas têm pensamentos limitados hoje em dia. O que adianta a evolução tecnológica sem a evolução do pensamento humano? Triste o reflexo da sociedade que vemos no Twitter e nos demais cantos da Internet. Espero que algum dia o reflexo da sociedade na internet seja mais positivo. Que cada vez menos vejamos manifestações de ódio na rede.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Confortáveis
Algo raro aconteceu duas vezes num intervalo de menos de 2 meses. Comprei 2 pares de sapatos que não machucam os meus pés! Como eu já comentei aqui, eu tenho problemas com sapatos novos, sempre eles acabam com meus pés. Alguns mesmo depois de muito uso continuam machucando, assim eu já sou meio conformada, já espero que um sapato novo vá fazer algum estrago em meus pés. Mas encontrei 2 que , contra todas as minhas expectativas, se mostraram ultra-confortáveis e assim eu não preciso "encapar" meu pé com fita de micropore para usá-los.
O primeiro par foi comprado na ShoeStock. Confesso que não gostei muito do sapato logo de cara. Mas eu estava precisando de um par em tons de marrom para o trabalho, o meu sapato marrom tinha sido destruído pelas chuvas que andei pegando na rua. Mas este sapato era o menos estrambólico neste tom, então comprei. Até enrolei para usá-lo, na ocasião comprei mais 2 sapatilhas pretas lindas ( mas que machucam bastante) e fiquei usando só as pretas por um tempo. Quando usei este sapato pela primeira vez fiquei empressionada. Ele é muito confortável. Não machuca mesmo e posso andar léguas e léguas que ele não cansa meus pés. Ou seja, um sapato perfeito! Mas eu achava ele bem feio. Mas toda implicância de foi quando as colegas de trabalho começaram a elogiá-lo. E são elogios vindos de meninas que amam sapatos, que sempre estão com sapatos ultra-mega-fashion. Então passei até achá-lo bonitinho. Hoje é o sapato que mais uso para ir trabalhar.
Outro par de sapatos confortáveis entrou na minha vida no último sábado. Wally e eu fomos fazer compras no Outlet Premium e na loja da Side Walk encontrei este lindo par de sapatos vermelhos. Eu já estava procurando há um bom tempo um novo par de sapatos vermelhos, pois a minha sapatilha vermelha, que amo de paixão, está ficando gasta de tanto uso e de tanta chuva que já pegou. Agora posso intercalar o uso dela com estes novos sapatos. É impressionante como são confortáveis. Calcei e pronto. Não machucou nadinha nadinha. Já usei uma vez e andei com eles numa boa. Estou muito contente com estes sapatos que não machucam. E vou economizar um bom dinheirinho em fita de micropore. Os rolos agora vão durar mais tempo. :)
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Brinde fofo
Temos um novo morador em casa. Este lindo cãozinho de pelúcia. Wally foi ao Cobasi comprar ração e areia para os gatos e ganhou este lindo cãozinho quando comprou o Revolution, que é o anti-pulgas que passo na gataiada. Como ele comprou 3, ganhou o cachorrinho. Aliás, este anti-pulgas é ótimo. Só passar no cangote dos gatos e pronto. E o melhor, não faz mal! Lógico que eles fazem um draminha básico na hora de passar o remédio, mas depois nem ligam. Eu passo de tempos em tempos só para garantir que não apareçam aqui as malditas pulgas. Eles não saem , não tem contato com nenhum outro bicho, mas tem cachorro no prédio e tá cheio de cachorro pelo bairro. E pulga é um bicho que alça grandes vôos, assim uma maldita pode pular em mim e depois pular nos gatos. Então prefiro mantê-los bem protegidos. E o melhor, que este Revolution é também vermífugo. Eu tenho uma experiência muito traumática com vermífugos. Uma vez dei um comprido de vermífugo para o Sam e Frodo. E Frodo passou muito mal mesmo, tivemos que levá-lo ao pronto-socorro. Eu quase tive um treco de tanto nervoso. E ele sofreu muito também, coitadinho. Por isso eu adoro este produto, protege os gatos dos vermes e pulgas e não faz mal algum a eles. Amanhã será dia de passar o Revolution na minha tropa. Que eles não me dêem muito trabalho!
Bom fim de semana !!!
Nota da blogueira: A minha intenção era colocar uma foto do cachorrinho sozinho, mas na hora da foto a Nena apareceu e foi dar umas lambidas bichinho. E a foto ficou muito mais bacana com ela. :)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Messenger 2011
Enrolei muito, mas acabei baixando o MSN versão 2011. Estava com um baita receio, pois já tinha ouvido muita gente reclamando desta nova versão e também não me atraía nem um pouco a grande novidade do MSN: a integração com as redes sociais. Claro que nem ativei esta função de integração, meu MSN não passa informações para nenhum site. E claro que vez ou outra ele vem me lembrando que eu "esqueci" de configurar a sua grande novidade. Coitado do do programa, vai ficar cansado de tanto aviso que vai me mandar. A versão nova não é ruim, o visual ficou mais leve, a leitura das janelas de conversa ficou mais fácil e a usabilidade do programa está muito boa. A idéia de abas na janela de conversas é muito boa, mas eu não me habituei à ela, achei bem estranho e, por enquanto, voltei ao método normal de conversas, uma janela para cada conversa. Uma coisa que gostei muito foi o fato de poder determinar quais contatos poderão me ver sempre, mesmo que eu esteje em modo invisível. Isso é muito bem pensando, pois em geral não quero ficar invisível para todos, só para alguns e na versão antiga não tinha meio termo, era tudo ou nada. Como toda nova versão, alguns comandos mudaram de lugar, isso está me deixando meio perdida, nada dramático, mas já me atrapalhei um pouco com as configurações. Agora acho que já estou mais familiarizada com tudo. No final das contas gostei da nova versão, apesar de ter uma mudança que eu odiei. Não me conformo com a exclusão da opção do usuário poder colocar o nome que quiser no MSN. Agora o nome do usuário que aparece no MSN é o nome de registro na conta geral do Windows Live. Assim fica todo mundo com nome e sobrenome na lista! Meu MSN está parecendo comunicador interno de empresa, formal demais! Não gostei. Eu não era muito de mudar o meu nick, mas vez ou outra brincava com ele, colocando alguma coisa depois do meu nick, como um algum emoticon. Agora não é mais possível. Fico presa ao meu nome completo. Não há nem como tirar o sobrenome, é campo obrigatório no registro do Windows Live. Mesmo estando meio revoltada com o lance do nome, eu gostei do MSN novo. E não me arrependi de fazer o download da nova versão.
Vocês já testaram? O que acharam?
Nota da blogueira: a função "invisível" do novo MSN está bem atrapalhada. Como estava escrevendo este post, entrei em modo offline no MSN. Depois mudei para on line, mas mesmo assim continuei invisível para todos os meus contatos. O MSN entendeu que ao entrar em modo offline eu queria ficar invisível para todos para sempre. Pode? Depois vou ter que mudar isso um a um... Quase retirando o elogio que fiz ao modo offline desta versão neste post.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Unhas coloridas
Sempre gostei de pintar as unhas. Antigamente eu ia toda semana no salão para fazer as unhas e sempre escolhia uma cor de esmalte diferente. E sempre gostei de deixar as unhas grandes, não sei usar unhas muito curtas. Só uso curtinha quando alguma quebra e aí não tem como escapar de cortar todas. Mas de uns anos para cá me cansei de ir ao salão, me cansei da esperar, me cansei das fofocas de salão e até das revistas de fofocas! Assim o hábito de pintar as unhas foi ficando esporádico. Eu até me arriscava a pintar as unhas em casa mas nunca ficava bom. Então só passava clarinho ou apenas uma base mesmo. Mas uma bela noite, durante uma conversa via MSN, a Mari me ensinou como pintar as unhas. Me deu dicas preciosas e resolvi colocar em prática. E deu certo. Claro que não ficou aquela maravilha na primeira tentativa, mas fui pegando prática e posso dizer que hoje faço as minhas unhas quase com a mesma perfeição que uma manicure profissional faria. Agora estou retomando o hábito de ter sempre as unhas pintadas e em grande estilo. Comprei 4 esmaltes da Revlon. As cores: Raven Red, Sheer Petal, Frankly Scarlet e Teak Rose. O primeiro que passei foi o Sheer Petal. O clarinho. Estava vindo de 2 semanas de esmaltes bem escuros, resolvi ficar com as unhas mais clarinhas estes dias. Amei a cor!
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| Cherries in The Snow |
Sempre usei esmalte nacional e baratinho. Nunca tinha usado nada importado. Mas mês passado uma colega de trabalho me emprestou um esmalte da Revlon, o Cherries In The Snow. Senti a diferença de qualidade do esmalte na primeira pincelada. É muito mais fácil de aplicar, espalha melhor e a cobre a unha de maneira uniforme já na primeira passada. 2 camadas e fiquei com unhas lindas! Adorei o resultado, ficou muito bonito, uma cor intensa e com brilho. Durou mais tempo que os que uso normalmente. Geralmente no segundo dia os esmaltes naconais já descascam, este durou bem uns 5 dias. E esmalte escuro não tem como disfarçar, lascou um pouquinho já fica feio demais e salta aos olhos a falha de cor na unha. Depois de experimentar este esmalte resolvi que compraria alguns para mim, pois gostei muito mesmo. Vale a pena pagar um pouco a mais para ter um esmalte de qualidade. Agora estou ansiosa para experimentar as outras cores. Mas isso só na semana que vem. O esmalte clarinho ainda está lindo e merece ficar mais uns dias nas minhas unhas. :)
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